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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 741, referente ao período de 1º a 07 de março de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br
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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

SESSÃO NOSTALGIA - Vera Lúcia Saba, Miss Brasil Mundo 1962: "Preciso me reinventar a cada dia."

Daslan Melo Lima



       É impossível não notar a mulher jovial e bonita que posa para uma foto no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, também conhecido como Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Ela já ilustrou as capas de famosas revistas brasileiras e foi eleita Miss Guanabara, terceira colocada no Miss Brasil e representante brasileira no Miss Mundo 1962.  Seu nome é Vera Lúcia Saba. 

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Vera Lúcia Saba foi eleita Miss Guanabara 1962 representado o Clube Monte Líbano. Tinha 18 anos de idade, 1,70 de altura,  92cm de busto, 57cm de cintura e 92cm de quadris. Venceu 21 candidatas, as quais lhe deram o título de Miss Simpatia. No concurso Miss Brasil, obteve o terceiro lugar e o direito de ir a Londres para disputar o Miss Mundo. 
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        Nesta segunda-feira, 23 de setembro, Dia dos Filhos, Vera Saba buscará conforto em suas orações para administrar a saudade de Kátia Virgínia Kour e Ricardo Michel Kour. Kátia Virgínia nasceu em 15/11/1963 e faleceu no dia 05/05/2009, vítima de acidente de trânsito. Ricardo Michel nasceu em 19/12/1966 e morreu em 29/05/1991. Hemofílico, contraiu o vírus HIV durante uma transfusão de sangue infectado. Kátia e Ricardo eram filhos do casamento de Vera Saba com o cabeleireiro Georges Michel Kour, de quem é divorciada. 

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Kátia Virgínia e Ricardo Michel,
alegria e determinação


Kátia Virgína e Vera Saba
Fatos & Fotos, novembro/1963
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Kátia Virgínia e Vera Saba ***** Manchete, 02/05/1964
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Vera Saba em 1977, ladeada por Kátia Virgínia e Ricardo Michel. ***** “Ricardo não queria sair na foto por isso o rostinho emburrado. Rsrsrs", diz Vera. ***** Imagem: revista Fatos & Fotos.  
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Kátia (Katinha) e Ricardo (Cacau) fantasiados para o Carnaval na Vila Isabel. *****  Ela desfilou alguns anos como porta-estandarte da Escola de Samba Estácio de Sá.


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Kátia e Vera


"Katinha, 10 anos de muita saudade. Depois que você foi ao encontro do Cacau, seu irmão, preciso me reinventar a cada dia. Não e fácil. Sua alegria e a determinação do Cacau direcionam a minha vida. Te amo...te amo...te amo!!!"


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Kátia, seu filho Raphael e Vera
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Raphael e o beijo carinhoso da eterna vovó Miss
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O que eu poderia deixar como reflexão para você, Vera Lúcia Saba? Deixo um texto de Gibran Khalil Gibran (1883-1931), escritor libanês. 

Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.

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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

SESSÃO NOSTALGIA - Maria Olívia Rebouças, Miss Brasil 1962: "Não busquei o sonho; o sonho veio me buscar"

Daslan Melo Lima


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          Minha paixão pelos concursos de misses começou com ela: Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Bahia e Miss Brasil 1962. Recentemente, encontrei na Internet uma matéria sobre Maria Olívia, abaixo reproduzida. Trata-se de uma entrevista postada na revista Kappa Magazine, Ano 1, Edição 14, Nº 14, de 28/02/2011, editada pela Abelhaneda Editora e Serviços de Comunicação Ltda, de Araraquara, São Paulo. 

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PERSONAGEM DA KAPPA
Maria Olívia Cavalcanti Pereira de Cordis

Por Patrícia Piacentini
Fotos Henrique Santos



            Pouca gente sabe, mas a Miss Brasil 1962 mora desde o final da década de 60 em Araraquara. Maria Olívia Cavalcanti Pereira de Cordis, 66 anos, é bastante discreta, por isso, não revela sua história para as pessoas, gosta de ser anônima, preservando o período de glamour apenas em sua rica memória. Apesar do nome de solteira ser Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, a Miss Brasil ficou conhecida como Maria Olívia Rebouças. Com um porte de modelo que mantém até hoje, ela conta com carinho como foi que a menina tímida da cidade de Itabuna, sul da Bahia, transformou-se em Miss.
          Segundo ela, tudo aconteceu muito de repente, depois que foi estudar em Salvador. "O professor falou para eu representar a escola em um concurso de estudantes. Era tímida, não sabia andar na passarela, mas ganhei", conta. Na época, Evandro da Costa Lima, que cuidava de fantasias de carnaval, já previa o futuro de Maria Olívia; um dia, apostava ele, ela seria a Miss Brasil.
          Em seguida, Maria Olívia ganhou o Miss Bahia e o concurso Miss Brasil tornou-se uma realidade: "Tinha medo de ir  para o Rio de Janeiro, mas eu assumi que ia entrar e encarei o mundo", conta ela.


          
          "Estava no hotel Copacabana Palace sendo produzida por cabeleireiros, com grandes costureiros por perto. Fazia frio e estava de maiô. Era noite e o Maracanãzinho  fervia", relembra com detalhes. 
          E continua: "Entrei e escutei um aplauso aqui, outro ali, era grandioso", diz, mostrando a capa da revista Cruzeiro da época, que exibe sua foto recebendo a coroa de Miss. Ela também mostrou a faixa de Miss Brasil, além de diversas fotos suas de fotógrafos renomados.
  CARREIRA INTERNACIONAL - Na época, Maria Olívia estava sempre acompanhada por Ruth Pacheco de Oliveira, que era como uma empresária e sabia todos os protocolos que a modelo deveria seguir. Logo em seguida, ela foi para Miami (EUA) representar o Brasil no Miss Universo, concurso em que ficou em 4º lugar, entre 80 moças do mundo inteiro. "Ganhei o prêmio de melhor fantasia", orgulha-se.
          A Miss teve a oportunidade de continuar a carreira nos Estados Unidos, mas seu pai a trouxe de volta. "Quando voltei, tive que acompanhar a vencedora do Miss Universo por todo o Brasil. Era tudo muito sério, tinha glamour, não era vulgar", enfatiza. "Vivia no avião, cada dia em um lugar", completa. Ela também  trabalhou na França, porque tinha um contrato  com a Willys-Renault e participava dos salões de automóvel. "Trabalhei ao lado do  Pelé", revela.
     "Fiquei nessa trajetória durante quatro anos e passei por situações agradáveis e desagradáveis. É muita gente oferecendo dinheiro, tive que me educar. Com o tempo, consegui preservar o meu espaço", destaca.
        CASAMENTO - Ouvindo a história da Miss Brasil, fica difícil entender por que ela veio para Araraquara, ainda mais por ter a família na Bahia. Quem a trouxe para a cidade foi seu marido, que tinha uma fazenda aqui. "Nos conhecemos no Rio de Janeiro. Namoramos seis meses e casamos na Bahia. Casei com quem eu queria", afirma ela. E casamento de Miss chama muita atenção. "Tinha umas mil e poucas pessoas. Meu vestido era deslumbrante", completa.
          Veio para cá, ficou na fazenda e hoje mora na mesma casa para qual se mudou em 1968. Criou sua família em Araraquara: quatro filhos e quatro netos. No começo, conta que estranhou, mas foi participando de grupos e conhecendo as pessoas. "Hoje gosto imensamente de Araraquara".
         Maria Olivia diz que, às vezes, as pessoas desconfiam que já a conhecem e ela se diverte com as situações. E muito hábitos do tempo de Miss ela mantem até hoje, como estar sempre com maquiagem  e cabelo arrumado.
    "Conheci o mundo sendo correta e as coisas para mim devem ser organizadas", destaca ela, que se questiona se hoje os concursos são tão sérios como na sua época. "Eu tive sorte e fui ousada. Não busquei o sonho; o sonho veio me buscar", finaliza.
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Detalhe: Maria Olivia é viúva do advogado e fazendeiro Olavo Almeida Pereira de Cordis. Ao contrario do que diz a reportagem, ela foi a quinta e não a quarta colocada no Miss Universo 1962. Chamava-se Evandro de Castro Lima (1920-1985), o figurinista e carnavalesco baiano que apostava no futuro de Maria Olívia como Miss Brasil. ***** Grato ao Edi Corrêa Leite, ex-coordenador do concurso Miss Sorocaba, que me deu a dica para localizar a matéria da Kappa Magazine na Internet. 
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          "Não busquei o sonho; o sonho veio me buscar", disse Maria Olívia Rebouças Cavalcanti. Não busquei a paixão pelas misses; a paixão veio ao meu encontro  em São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci, quando vi minha Tia Soledade absorvida com a leitura da revista O Cruzeiro e quis saber sobre o que lia. 
       O assunto principal era a moça da capa, Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Brasil, posando na escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo e no Cais dos Saveiros, em Salvador, Bahia.


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Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, minha Miss Brasil inesquecível


sábado, 2 de novembro de 2013

SESSÃO NOSTALGIA - SALVADOR, OS MÁGICOS RECANTOS BAIANOS DE MARTHA ROCHA, MARIA OLÍVIA E MARTHA VASCONCELLOS

Daslan Melo Lima

PRÓLOGO

      “Ali morou Caetano Veloso! Estão vendo aquele prédio? Ivete Sangalo tem um apartamento ali.” Enquanto o ônibus circulava pelas ruas de Salvador, eu pouco prestava atenção a essas observações do simpático guia da minha excursão.  Meu pensamento estava no city-tour que faria no dia seguinte, ocasião onde meu amigo Roberto Macêdo haveria  de me mostrar alguns locais especiais, todos ligados à nossa paixão pelas Misses. "Daslan, tô saindo de casa. Vamos iniciar um dos dias mais inesquecíveis da sua vida. Da minha também! Abraço.” O relógio marcava 08h30min da ensolarada manhã baiana do domingo, 13 de outubro, quando acessei minha página no Facebook e li essa mensagem enviada às 08h04min por Roberto Macêdo. Meus companheiros de viagem tinham ido curtir Itaparica e eu tinha ficado aguardando o Roberto que chegaria momentos depois para me conduzir a este passeio fantástico, o qual foi devidamente documentado por ele.

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OS MÁGICOS RECANTOS BAIANOS DE MARTHA ROCHA, 
MISS BAHIA, MISS BRASIL, VICE-MISS UNIVERSO 1954

     
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Edfício Martha Rocha - No local da casa onde Martha Rocha nasceu e passou a infância e adolescência existe um edifício de apartamentos que foi construído pelo seu pai, engenheiro catedrático da Universidade Federal da Bahia. O imóvel, propriedade dos herdeiros, tem o nome de Edfício Hansa, em homenagem à mãe da Miss, mas todas as pessoas só conhecem o prédio pelo nome de Martha Rocha. 
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Alameda Martha Rocha - A eterna Miss Brasil é nome de uma alameda no Shopping Center Iguatemi.  
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Rua Chile - A Rua Chile conheceu uma das maiores movimentações da sua história quando Martha Rocha regressou dos Estados Unidos com o título de vice-Miss Universo 1954 e passou numa loja para receber um prêmio. Centenas de pessoas queriam vê-la. Houve tumulto e foi preciso reforço policial para conter a multidão. A vice-Miss Universo 1954 acabou saindo em carro aberto da Rua Chile para a Barra.

OS MÁGICOS RECANTOS BAIANOS DE MARIA OLÍVIA REBOUÇAS CAVALCANTI, MISS BAHIA, MISS BRASIL, 5º LUGAR NO MISS UNIVERSO 1962

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Casa colonial de Genaro Carvalho - Em frente da casa colonial onde morou o artista plástico Genaro Carvalho (1916-1971), Maria Olívia posou para a capa da revista Quatro Rodas,  ao lado do carro mais antigo do Brasil, um Clement 1895. 
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Igreja do Passo - A Miss Brasil 1962 também posou na escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo para a capa e reportagem na revista O Cruzeiro.


OS MÁGICOS RECANTOS BAIANOS DE MARTHA VASCONCELLOS,
MISS BAHIA, MISS BRASIL, MISS UNIVERSO 1968

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Viaduto Marta Vasconcelos  - Martha Vasconcellos, nome de viaduto, onde seu nome foi escrito sem o th e os dois ll.
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Alameda Marta Vasconcelos - Martha Vasconcellos, na placa sem o th e os dos ll, nome de alameda no Shoping Center Iguatemi.
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EPÍLOGO


No final do city-tour uma surpresa fantástica me esperava. Roberto Macêdo levou-me ao apartamento de Martha Vasconcellos, assunto abordado na minha crônica de duas semanas, e depois fomos almoçar diante do Mar sem fim do Senhor do Bonfim.

     Ao encerrar esta série de matérias sobre minha primeira viagem a Salvador, quero externar mais uma vez o meu muito obrigado ao Roberto Macêdo. As palavras de agradecimento fogem todas, pois nenhuma definiria o meu sentimento de gratidão pelas horas baianas maravilhosas que ele me proporcionou.  

      O texto desta Sessão Nostalgia será postado no caderno de turismo da próxima edição do jornal Correio de Notícias. Vou enviar este material para o guia da minha excursão, a fim de que ele, durante os city-tour, faça referência a estas mulheres maravilhosas que levaram o nome da Bahia para o mundo. Espero ser atendido, em nome da minha paixão pelas Misses, pois gosto muito de dizer que paixões são paixões, simplesmente paixões, não se explicam.

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sábado, 26 de outubro de 2013

SESSÃO NOSTALGIA - UM MENINO GRANDE POR ONDE ANDOU MARIA OLÍVIA REBOUÇAS CAVALCANTI, MISS BRASIL 1962

Daslan Melo Lima

PRÓLOGO


         

      Eu já comentei várias vezes que a minha paixão pelas Misses teve inicio quando criança, em São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci. Lembro-me da tia Maria da Soledade Lima e Silva absorvida com a leitura da O Cruzeiro, enquanto outras pessoas ao redor aguardavam a sua vez de ler a revista mais importante do Brasil, com tiragem semanal de 500 mil exemplares. Minha tia dizia: “Não gostei muito dela”. Alguém comentava: “Eu gostei”. Outra opinava: “A do ano passado era mais bonita”. Aproximei-me e quis saber que história era aquela. O assunto era a moça da capa, a baiana Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Brasil, em fotos de Indalécio Wanderley, posando na escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo e no Cais dos Saveiros. A partir daí, a imagem da bela Miss Brasil 1962 passou a ocupar todos os meus pensamentos. Com Maria Olívia, minha namorada inacessível, teve início minha compulsão para acompanhar os concursos e colecionar reportagens sobre as misses. Abro um parênteses aqui para informar que conto isso com detalhes na minha primeira Sessão Nostalgia, disponível neste link: http://passarelacultural.blogspot.com.br/2012/08/sessao-nostalgia_18.html .


     Ir a Salvador e tirar uma foto na escadaria da Igreja do Passo sempre foi um dos maiores sonhos da minha vida, um presente que o Daslan-poeta poderia ter dado ao Daslan-menino há muito tempo, mas que foi deixado para depois, sempre para depois. Estive na capital da Bahia recentemente e no ensolarado domingo, 13, tendo como cicerone o meu amigo Roberto Macêdo, fiz um city-tour inesquecível. Na semana passada, abordei o nosso encontro com Martha Vasconcellos, Miss Universo 1968. Esta é a segunda e penúltima crônica inspirada no passeio com o Roberto, onde dou ênfase à visita à famosa escadaria, mas antes tem a casa colonial de Genaro de Carvalho, onde minha deusa posou para a capa de outra publicação nacional, a Quatro Rodas.
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     NA CASA DE GENARO CARVALHO

        

      

      O baiano Genaro Antônio Dantas de Carvalho (1926-1971) foi tapeceiro, pintor e  desenhista. A capa da revista Quatro Rodas de setembro de 1962 mostra Maria Olívia na frente da casa colonial onde morou o famoso artista, posando junto do carro mais antigo do Brasil, um Clement 1895. Para quem quiser saber mais detalhes sobre o veículo, solicito clicarem depois  no link    http://passarelacultural.blogspot.com.br/2011/10/sessao-nostalgia_22.html , já que agora vocês vão conferir as fotos que o Roberto Macêdo fez de mim na frente do belo imóvel e em seguida na Igreja do Passo.


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       NA ESCADARIA DA IGREJA DO PASSO

      Após caminhar por ruas tranquilas, estreitas e históricas, eu e Roberto Macêdo chegamos à escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo, ou simplesmente Igreja do Passo, construída em 1736.  “Uma imagem vale mais que mil palavras”, disse Confúcio. Desnecessário colocar legendas nas fotos abaixo.

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EPÍLOGO


     
      A escadaria da Igreja do Passo foi cenário místico e mágico do filme O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, baseado no texto de Dias Gomes, Melhor Filme do Festival Internacional de Cannes de 1962 e indicado no ano seguinte para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.  Uma placa na parede faz referência ao fato. 



      Antes de deixar o local, silenciosamente agradeci a DEUS mais uma vez pela graça de estar ali e afixei num recanto invisível uma placa imaginária com este dizeres:  Neste local, Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Bahia, Miss Brasil 1962, quinta colocada no Miss Universo, posou para a capa da revista O Cruzeiro, despertando no menino  Daslan Melo Lima sua paixão pelas Misses. Paixões são paixões, simplesmente paixões, não se explicam”.

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