SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 739, referente ao período de 22 a 28 de dezembro de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br
Maracanãzinho, Rio de Janeiro, noite fria de 26 de junho de 1965, um cenário de sonho e 25.000 pessoas presentes ao concurso de Miss Guanabara.
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Vestindo azul-claro, combinando com os seus olhos azuis, a loura Maria Raquel Helena de Andrade, Miss Botafogo, vinte anos de idade completados no dia 08 de maio, foi eleita Miss Guanabara 1965. Filha do casal João Luís Vieira de Andrade e Raquel de Andrade, residente na Av. Copacabana, a jovem depois seria eleita Miss Brasil e semifinalista do concurso Miss Universo 1965.
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Sítio Verbenas, Corrêas, distrito de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, noite fria de 11 de junho de 2011, um cenário de sonho e um seleto número de convidados especiais para o casamento do filho caçula da Miss Guanabara e Miss Brasil 1965. Vestindo azul-royal, a loura Maria Raquel chegou à capela acompanhada do seu caçula Carlos Felipe Carvalho, fruto do seu matrimônio com o empresário Carlos Carvalho. Carlos Felipe Carvalho casou com Nayla Nina Ribeiro, filha do ex-deputado Emílio Nina Ribeiro e Nadia.
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Ah, minha amada Maria Raquel de Andrade, como fiquei feliz ao ver você linda e feliz no casamento do seu caçula. Como fiquei feliz ao saber que, apesar da sua união ter acabado em divórcio, você e o Carlos Carvalho continuam ótimos amigos.
Como seria bom se o destino outonal das nossas deusas, das nossas misses e dos nossos ídolos fossem felizes e azuis, tal qual o outono feliz e azul de Maria Raquel Helena de Andrade, Miss Brasil 1965.
ARRASTA PÉ DO ZÉ O GLAMOUR E A DESCONTRAÇÃO DE UMA NOITE JUNINA
"Rasta pé não tem mió, na casa de Zé Ivanildo e Terezinha de Jesus..."
"...Vamo simbora !"
No amplo espaço da bela residência do casal José Ivanildo Cavalcanti-Terezinha de Jesus, a descontração deu o tom em clima junino. Um toque de glamour, no entanto, dominou a cena. Muita gente deixou de lado o xadrez (que sempre foi moda no nordeste nos meses de junho) para dar preferência a outros looks. ***** Nize Cavalcanti, que sempre foi sinônimo de mulher elegante na mata norte pernambucana,com seu encanto e jovialidade, organizadora do Arrasta Pé do Zé, foi uma perfeita anfitriã. ***** Em meio a tanta variedade de pratos típicos e de um bom uísque, a preferência dos convidados recaiu para os espetinhos de camarão. Em termos de bebidas, a maioria optou pelo vinho tinto, degustado em generosas taças. ***** Os componentes do Forró Encabulado, da Paraíba, e a cantora Irene Silva, de Timbaúba, foram as estrelas do show musical. O legítimo forró-pé-de serra foi a sensação, sem a parafernália de iluminação e dançarinas insinuantes que caracterizam as chamadas "bandas de forró" .
Nize Cavalcanti ladeada pelas filhas Patrícia e Priscila.
Nize Cavalcanti, filhas e genros. Da esquerda para a direita, Túlio Padilha, Patrícia Morais, Nize, Priscila e Felipe Moura.
Em pé, da esquerda para a direita, Geraldo Xavier, Lúcia, Rute Brandão, Terezinha de Jesus, Ilko Correia Aráujo e Nize Cavalcanti. Sentados, José Ivanildo Cavalcanti e Gilvan Celso.
Izabel Régis, Joaquim Filho (Quinquinha), Rute Brandão, Adriana Morais e Fernando.
Beatriz, representante da novíssima geração da família Morais Cavalcanti, ladeada pelo pai Pedro Morais e pela avó Nilda Cavalcanti.
Mércia Moura foi a responsável pela criação do souvenir mais significativo da festa.
Saulo, Simone e Fabiana, pausa para um flash
Nize e Ilko
Paulo Henrique Rabelo
O ponto alto da festa foi quando Nize Cavalcanti entrou no salão vestida de noiva, ocasião onde teve início a quadrilha. No intervalo, Pedro Morais e Paulo Henrique Rabelo exercitaram seus dotes de cantores sertanejos, arrancando muitos aplausos. O Arrasta Pé do Zé durou até às 5 horas da manhã. Foi de arrochá o nó !
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MEMÓRIA TIMBAUBENSE
Três personalidades que marcaram época na Princesa Serrana: Padre Sotero, a educadora Maria de Lourdes Pereira do Nascimento, que exerceu a função de diretora da Escola Elizabete Lyra, e Monsenhor Marques da Fonseca.
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UM CARNAVAL PARA RECORDAR
Quantos frevos o grupo dançou e cantou? No III Grande Baile Municipal de Timbaúba a alegria reinou. Outros momentos aguardam o gruipo no Timbaúba Tênis Clube, quando o Carnaval de 2012 chegar.
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SOB O CÉU DE MACAPARANA IV ARRAIAL DOS AMIGOS
O majestoso casarão do Engenho Latão foi transformado em Castelo de São João. Imagens e lembranças ficarão, até junho de 2012, até que volte outro São João.
Ladeado por Rute Brandão e Adriana Morais, mãe e filha, descobri uma verdade neste junho de 2011: os reveillons fora de época existem.
Poucas festas juninas privadas possuem a organização e o charme do Arraial dos Amigos, um evento macaparanense com a assinatura de quatro damas da sociedade da mata norte: Rute e Adriana Brandão Morais, Betânia e Karina de Morais Borba. O IV Arraial dos Amigos, realizado no dia 18, no Engenho Latão, foi o terceiro ao qual compareci. A cada ano, as organizadoras se superam na decoração do local, nos pratos típicos e na atenção para com os convidados. Perfeitas anfitriãs, atentas a tudo, o prazer de Rute, Adriana, Betânia e Karina é ver familiares e amigos confraternizando em clima junino. Guardando as devidas proporções, é como se fosse um reveillon fora de época, com a descontração abençoada por São João.
O profano e o sagrado dão as mãos no Arraial, se é que podemos chamar de profano o autêntico forró pé-de-serra, sem a parafernália de instrumentos e iluminação, sem bailarinas com suas danças e vestes insinuantes. O sagrado não fica de lado, pois Rute Brandão, católica fervorosa, faz questão de incluir na decoração os famosos santos de barro produzidos pelos artesãos de Tracunháem. Entre os presentes, figuras expressivas do mundo social, político, econômico e cultural da região, inclsuive gente que circula pouco, mas que jamais perderia o que considero o maior e melhor São João privê do interior de Pernambuco.
Santo Antônio, São Pedro e São João são testemunhas de que já estou sonhando com o Arraial dos Amigos, edição 2012.
Marcelo Sarinho e Valquíria
. Isabele Cristina e Cláudio Brandão........................
Sonia Oliveira, Rute Brandão, Marluce Cavalcanti, Adriana e Rose Morais.
Ramirinho Brandão ladeado pelos filhos Ramiro Neto e Rômulo.
Emanoel Kênio e Alexsandra Lins
Rute Brandão ladeada pelas netas Mariana e Larissa
Rute Brandão e uma das mesas de comidas típicas decoradas por ela
Animação, ao som do legítimo forró pé-de-serra
Izabel Régis, Karina Borba, Joaquim Filho e Adriana Morais
Santo Antônio, São Pedro e São João são testemunhas de que todos já estãou sonhando com o Arraial dos Amigos, edição 2012.
A cearense Emília Barreto Corrêa Lima, Miss Brasil 1955, filha do médico-humanitário Hider Corrêa Lima, envolveu-se durante a maior parte do seu reinado com promoções beneficentes, colaborando intensamente com a obra de Eunice Weaver (1902-1967), uma paulista que dedicou sua vida aos portadores do Mal de Hansen. Emília Corrêa Lima deu um exemplo maravilhoso de como alguém pode usar a beleza para transformar o planeta Terra num mundo melhor. E Eunice Weaver, “A Servidora do Bem” , deu uma lição inesquecível de como a persistência em nobres ideais podem fazer a diferença no complicado planeta Terra.
EMÍLIA CORRÊA LIMA, MISS BRASIL 1955
Emília Corrêa Lima ficou entre as 15 semifinalistas do concurso Miss Universo, realizado em Long Beach, Estados Unidos, no ano em que a vitoriosa foi a sueca Hillevi Rombin (1933-1996). ''Ela foi uma Miss Brasil discreta, bem de acordo com a sua personalidade. Jamais ofereceu motivo ao sensacionalismo publicitário. Recusou todos os contratos comerciais que lhe foram oferecidos, preferindo continuar na vida de sempre, em sua casa da Rua Carapinima, em Fortaleza. Seu escrúpulo chegou ao ponto de só comparecer a festas de beneficência, recusando cobrar pela presença, no que, evidentemente, não haveria nada demais. Assim foi durante todo o tempo em que esteve no trono da beleza brasileira.'' (Revista O Cruzeiro, 06/10/1956)
EUNICE WEAVER, A SERVIDORA DO BEM
EuniceSousaGabi Weavernasceu em uma fazenda de café em São Manoel-SP, filha de Henrique Gabbi, um carpinteiro natural de Reggio, Itália, e de Leopoldina Gabbi, natural de Piracicaba, mas descendente de imigrantes suíços, tendo recebido educação austera. Sendo sua mãe portadora de hanseníase, quando Eunice tinha três anos de idade, a sua família mudou-se para Uruguaiana-RS. Ali fez os seus estudos primários, no Colégio União.
Tendo prosseguido os seus estudos em São Paulo, formou-se na Escola Normal e fez o curso de Educação Sanitária.Certo dia de 1927, em visita a uma família amiga, reencontrou o seu antigo professor e diretor do Colégio União, Charles Anderson Weaver, viúvo, casaram-se seis meses depois, tendo ido residir em Juiz de Fora-MG. Embora o casal não tendo tido filhos, Eunicecuidou dos quatro filhos do primeiro casamento do marido. Um ano mais tarde, Charles foi convidado pela Universidade de New York para dirigir a Universidade Flutuante da América do Norte, instalada num transatlântico, que faria uma viagem ao redor do mundo para melhor formação de seus alunos. Tendo aceite o convite, partiu do Rio de Janeiro acompanhado pela esposa, que aproveitou para estudar Jornalismo, Sociologia, Serviço Social e Filosofias Orientais, em visita a 42 países. Por onde passou, interessou-se pelo problema da hanseníase, principalmente nas ilhas Sandwich, Japão, China, Índia e Egito.
De volta ao Brasil, fundou em Juiz de Fora a Sociedade de Assistência aos Lázaros. De madrugada, quando passava o trem para Belo Horizonte, dirigia-se à estação ferroviária, a fim de prestar assistência aos hansenianos que eram transportados no vagão da segunda classe ao Leprosário Santa Isabel , naquela cidade. Ali, oferecia-lhes roupas, cobertores e refeições. Fundou o Educandário Carlos Chagas , em Juiz de Fora (1921) e o Educandário Santa Maria, no Rio de Janeiro. Em 1935, obteve do então Presidente da República, Getulio Vargas, a promessa de auxílio oficial para a obra, no montante do dobro do que ela conseguisse arrecadar junto à sociedade civil. Com esse acordo, Eunice dedicou-se a viajar por todo o país, divulgando a campanha da Federação das Sociedades de Assistências aos Lázaros e Defesa contra a Lepra.
Foi a primeira mulher a receber a Ordem Nacional do Mérito, no grau de Comendador, em novembro de 1950, e a primeira pessoa, na América do Sul, a receber o troféu Damien-Dutton. Publicou "Vida de Florence Nightingale", "A Enfermeira" e "A História Maravilhosa da Vida". Representou o Brasil em inúmeros congressos internacionais sobre a hanseníase, tendo organizado serviços assistenciais no Paraguai, Cuba, México, Guiatemala, Costa Rica e Venezuela.
Foi homenageada com o título de "Cidadã Carioca" e com o título de "Cidadã Honorária de Juiz de Fora" . Foi delegada brasileira no 12º Congresso Mundial da Organizção das Nações Unidas, em outubro de 1967. Em diversos Estados do Brasil, instituições de assistência aos hansenianos levam o nome de "Sociedade Eunice Weaver". Em 09/12/1969, faleceu subitamente. O seu corpo foi sepultado ao lado dos restos mortais do marido, no Cemitério dos Ingleses, Rio de Janeiro. (Principal fonte de pesquisa: wikipédia)
EPÍLOGO
Selo da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, 1973, um reconhecimento ao trabalho de Eunice Weaver
Ainda sobre Eunice Weaver - "Corajosa e arrebatada, possuía elevado caráter, que a permitiu manter-se lutando tenazmente em defesa dos seus "filhos", enfrentando dificuldades compreensíveis e situações complexas, nunca lhe faltando, porém, os auxílios da misericórdia do Senhor, e em hora alguma foi escasso o socorro do céu! Apesar das dificuldades naturais, no mais, tudo eram felicidades e contínuas alegrias. Mas, a batalhadora Eunice Weaver perde inesperadamente o esposo, rompendo-se o elo de luz que lhe sustentava o equilíbrio no labor de consolação e de misericórdia. Na ausência do sempre solícito esposo, a jornada a sós lhe é mais difícil. Amigos leais buscaram animá-la, confortando-a e encorajando-a para a luta, mas a ausência física do idolatrado companheiro, pungia fortemente. Entretanto, em 1959, uma de suas amigas a levou até Pedro Leopoldo para conhecer o médium Chico Xavier e, a mensagem de paz e otimismo transmitida pelo médium, lhe deu forças paracontinuar." (Fonte: http://www.espiritismogi.com.br)
Ainda sobre Emília Corrêa Lima - "Como Miss Brasil, ela teve oportunidade de percorrer o seu próprio país, de ponta a ponta. Conheceu, então, D. Eunice Weaver, com quem colaborou numa campanha de assistência aos lázaros. Até ao Paraguai ela foi, a fim de participar de um desfile de modas, de caráter beneficente. Às vezes eu me senti cansada – declara -, mas bastava olhar para D. Eunice e logo recuperava as forças. Deus recompensou depressa as minhas canseiras, fazendo-me encontrar a felicidade. São sempre boas as experiências que enriquecem a vida da gente. Ser Miss é uma experiência que dura um ano, numa idade em que cada ano vale por dez. Do ponto de vista financeiro, não direi nada. Não recebi muito dinheiro. Mas aconteceram coisas maravilhosas. Ganhei muitos presentes... Vale a pena ser Miss, sim. Pelo carinho do povo, pelas boas amizades, pela oportunidade de fazer o bem, cooperando com uma mulher extraordinária, como D. Eunice Weaver. E, ainda, porque foi como Miss Brasil que acabei conhecendo o homem a quem amo e que é hoje o meu marido. Vale a pena, sim! " (Fonte: Manchete, 11/06/1966).
Emília Corrêa Lima casou em 15/09/1956, com o oficial do exército e engenheiro Wilson Santa Cruz Caldas, filho de mãe pernambucana, nascido na Paraíba. Dessa união nasceram três filhos: Nélson, Marília e Emilinha. Radicada no Rio de Janeiro, Emília construiu duas creches em duas comunidades cariocas: ”Andorinha”, na Restinga, e ”Pequena Obra do Presépio”, no Cantagalo, zona sul do Rio de Janeiro, entre os bairros de Ipanema e Copacabana.
Gosto de ver as Misses envolvidas em campanhas humanitárias. Gosto do lema do concurso Miss Mundo, "Beleza com Propósito", pois graças a ele muito dinheiro já foi empregado em projetos sociais ao redor do mundo. Gosto de falar de Emília Corrêa Lima, Miss Brasil 1955. O lema do Miss Mundo é de 1980, mas, no distante 1955, Emília já disponibilizava sua beleza como propósito para a construção de um mundo melhor.
No domingo, 12 de junho, o casal José Ramos e Ana Marinho promoveu uma carreata saindo da Igreja Matriz de N.S.das Dores, centro de Timbaúba-PE, para a Capela de Santo Antônio, no pequeno povoado de Cruz do Caboclo.
O evento religioso teve um caráter místico e cultural de grande importância: a reinauguração da capela, fundada em 02/01/1936, e a revitalização do nicho onde fica a Cruz do Caboclo. A área, propriedade particular dos promotores da iniciativa, está envolta em muitas lendas. Para uns, ali está sepultado um índio; para outros, trata-se de um ponto energético do planeta. Seja como for, pela fé em Santo Antônio ou pelo fascínio envolvendo a Cruz, o espaço é um convite para o exercício da fé e da religiosidade, independente de religião.
Ana Marinho
A matriarca Glorinha Monteiro e os filhosTeotonio e Ana Glória, um amor incondicional às raízes que os unem àCruz do Caboclo.
Maria José estava muito emocionada. Ela mora no Recife e veio à Timbaúba para assistir à Santa Missa ao lado do irmão Artur de Moura Apolinário, o Dr. Mourinha, cunhada e sobrinhos. Maria José estava ali em nome do amor que sua família tem à Cruz do Caboclo, por isso fez questão de declarar à PASSARELA CULTURAL que estava representando suas irmãs Neide, do Recife, e Conceição, de Manaus, além da sua tia Terezinha, do Rio de Janeiro.
O espaço da capela foi insuficiente para todas as pessoas. Do lado de fora, um cachorro vira-lata juntou as patas dianteiras como se estivesse em estado de oração. Tinha chovido de madrugada, mas a chuva cessou quando a Santa Missa teve início. Ninguém teve dúvida que foi um sinal de DEUS.
Representantes das famílias Rosendo de Albuquerque e Ferreira Monteiro.
Os irmãos Maria José e Artur de Moura Apolinário (Dr. Mourinha)
João Pedro, filho do casal José Ramos e Ana Marinho, ao lado da namorada, estava feliz com a realização do evento religioso-cultural. Se depender dessa nova geração, o carinho e o amor pela história e preservação de Cruz do Caboclo permanecerá para sempre. Amém!
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MEMÓRIA TIMBAUBENSE .....
A foto das crianças é de dezembro de 1954. O menino é Zonilton e a menina é Zoraide, filhos do Dr. Milton Queiroz (imagem ao lado de 1946) e D. Nila. Zoraide morreu no dia 03 deste mês, no Recife. À família enlutada, as condolências de PASSARELA CULTURAL.