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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 739, referente ao período de 22 a 28 de dezembro de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 3 de setembro de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Edna Meneses, ex-Musa da Praça do Centenário, uma personagem de novela

EDNA MENESES, EX-MUSA DA PRAÇA DO CENTENÁRIO, 
UMA PERSONAGEM DE NOVELA

Daslan Melo Lima 


          Ela viveu momentos intensos e inesquecíveis, principalmente na vida familiar, com a sua casa na Praça do Centenário, em Timbaúba-PE, repleta de pessoas e vozes: os pais e dez irmãos. Hoje, tendo como companhia dezenas de fotos e dois cachorros, Beethoven e Bruce Lee, ela acredita que o seu coração está fechado para o amor, mas que a fé em DEUS a faz superar todas as dores.  “Tudo posso naquele que me fortalece”, afirma sorrindo.

Edna e a Praça do Centenário
               Edna Meneses da Silva, timbaubense, solteira, nasceu em 23/04/1959. Foi a oitava dos onze filhos do casal Manoel Vicente da Silva (Manezinho Enfermeiro) e Alaíde Meneses da Silva, todos com nomes iniciados na letra E: Edno, Edilene, Edinalva, Edimir, Edvaldo e Edval (gêmeos, já falecidos), Édson, Edna, Edla, Edmar e Edir. A meninada nasceu em casa, assistida pela inesquecível parteira D. Primitiva e pelo próprio Manezinho Enfermeiro, um dos profissionais da saúde mais respeitados e humanos da história de Timbaúba, falecido em 1991, aos 72 anos de idade. D. Alaíde morreu este ano, no dia 23 de maio, aos 87 anos.

Edna no jardim da mesma casa onde nasceu, cresceu e vive rodeada de recordações
        Formada em Crédito e Finanças (primeira turma da Escola Estadual Jornalista Jáder de Andrade), Edna viveu um curto período da sua vida em São Paulo, voltou para Timbaúba e trabalhou como auxiliar de escritório na empresa Albuquerque Pneus, até que renunciou a tudo para se dedicar exclusivamente aos cuidados da mãe. 

 Edna e um porta-retrato com a imagem dos seus amados pais

         Um livro: Feliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva <> Uma música: “Retratos e Canções” <> Um filme: “Dio Come Te Amo” <> Um cantor: Roberto Carlos <> Uma cantora: Roberta Miranda <> Um ator: Antônio Fagundes <> Uma atriz: Fernanda Montenegro <> Um programa de TV: “A Grande Família” <> Uma pessoa que é a cara de Timbaúba: Custódio <> Uma personalidade timbaubense que a história guardou: Dr. Milton Queiroz <> Uma personalidade timbaubense que a história vai guardar: Dr. Manoel Tito Ferraz <> Um ponto turístico de Timbaúba: O Morro da Abolição (Alto da Independência) <>  Um professor ou professora inesquecível: Miraci Tavares, minha professora de Português, atualmente residindo na Bahia <> Sua maior virtude: Honestidade <> Seu maior defeito: Tenho  pressão alta e às vezes sou explosiva <> Comida preferida: Macarronada <> Bebida preferida: Vinho Tinto <> Um frevo: Eu adorava as músicas de Getúlio Cavalcante, mas deixei o carnaval de lado depois que passei a frequentar uma igreja evangélica <> O que mais admira em uma pessoaHonestidade <> O que não suporta em uma pessoa: Covardia e falsidade <> Um político: Tancredo Neves <> Um dia para esquecer: 23/05/2011, quando minha Mãe morreu <> Um motivo de orgulho: Meus 12 sobrinhos e sobrinhas <> Passatempo predileto: Cuidar do jardim e navegar na Internet <> Se fosse eleita Presidente da República: Investiria tudo em saúde e educação

Nove dos onze filhos do casal Manezinho Enfermeiro-Alaíde Meneses. Edna é a menina da direita, nos braços da irmã Edilene.
Edna e suas dezenas de fotos, testemunhas de um tempo que se foi
        Edna Meneses não hesita em confessar: “Adoro esta casa cheia de histórias da minha família. Ela se encontra do mesmo jeito de quando eu era menina. Gosto daqui, a um passo da Praça do Centenário, onde alguém disse um dia que eu era a sua Musa. Tive um relacionamento com esse alguém que durou apenas um ano. Não deu certo. Amei mais do que fui amada. Sinto que não vivi a minha vida como deveria ter vivido, e que tudo poderia ter sido diferente, bem diferente, menos o amor incondicional que devotei aos meus pais, principalmente a minha mãe.” 

Edna e Beethoven
       Ninguém tem dúvida que Edna Meneses, a ex-Musa da Praça do Centenário, daria uma fascinante personagem de novela, por tudo aquilo que o destino lhe reservou. Isto faz parte da história de um povo, parte da memória timbaubense.

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SESSÃO NOSTALGIA – Muciolo Ferreira, as memórias de um ex-coordenador do concurso Miss Pernambuco

Daslan Melo Lima 
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   Muciolo Ferreira (Foto: DML/Passarela Cultural)

        Ele é pernambucano do Recife, nascido em um 17 de março. Jornalista do quadro permanente da Secretaria de Imprensa do Recife, atua também na  D&F Comunicação-Assessoria de Imprensa. Foi coordenador dos concursos Miss Pernambuco, de 1988 e 1989, ao lado de José de Souza Alencar (Alex) e Fernando Machado, e do Rainha do Baile Municipal do Recife, de 1984 a 2000, ao lado de Assis Farinha. Do alto de sua perspicácia e experiência de quem conheceu misses belíssimas e os antigos concursos, Muciolo Ferreira abriu seu coração para PASSARELA CULTURAL.
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MUCIOLO E SUA PAIXÃO PELAS MISSES

      Para Muciolo Ferreira, a paixão pelos concursos de misses começou em 1964, quando um irmão mais velho chegou em casa com a revista Fatos & Fotos, em cuja capa estavam Ângela Vasconcelos, Miss Paraná, eleita Miss Brasil 1964, e Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil e Miss Universo 1963. 

        O menino Muciolo cresceu, formou-se em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, conheceu misses maravilhosas e fez amizades com muitas delas, entre as quais Zayra Pimentel, sua grande amiga. Emocionado, ele afirma: “Eu adoraria ter assistido ao Miss Guanabara 1961, no Maracanãzinho, para vibrar com a desenvoltura, o carisma , os pivôs e as paradinhas de Zayra, a Miss AABB, que em 1957 tinha disputado o Miss Brasil, na condição de Miss Pernambuco. Zayra era uma das favoritas ao Miss GB 1961. Os gays idolatravam a pernambucana, que para descontentamento de todos não conseguiu um lugar entre as semifinalistas.”

De maiô Catalina, Zayra  Pimentel, Miss AABB,  candidata ao título de Miss Guanabara  1961. (Foto: Revista O Cruzeiro, 24/06/1961).
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MUCIOLO FERREIRA E SUAS MISSES INESQUECÍVEIS

Ana Maria Costa Caldas, Miss Pernambuco 1964, quarta colocada no Miss Brasil 1964.
Marta Rocha, Miss Bahia, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1954
Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do Sul-Miss Brasil-Miss Universo 1963
PASSARELA CULTURAL: Quem são as suas Miss Pernambuco, Miss Brasil e Miss Universo inesquecíveis?
Muciolo Ferreira: Miss Pernambuco, Ana Maria Costa Caldas (1964); Miss Brasil , Martha Rocha (1954) e  Miss Universo, Ieda Maria Vargas(1963)  
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PC: Qual a candidata mais injustiçada da história do Miss Pernambuco?
MF:
Albanize Maria Braga Coelho, Miss Sport Clube do Recife 1974. Ela tinha um rosto belíssimo, parecido com o da nossa última Miss Universo, Martha Vasconcellos. O 5º lugar foi a maior injustiça que fizeram com a candidata rubro-negra.
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PC : Qual a Miss Pernambuco mais injustiçada da história do Miss Brasil?
MF: Sem sombra de dúvidas, Ângela Agra Galvão, em 1978. O que fizeram com ela foi imperdoável. Teria sido uma candidata fortíssima para o Top 5 do Miss Universo. Ângela Agra era considerada uma espécie de Vera Fischer numa versão melhor. Merecia o primeiro lugar, mas jogaram ela para o quinto.


Ângela Agra Galvão, Miss Pernambuco 1978. Ao seu lado, o saudoso apresentador Paulo Max (1933-1996). Recorte do Jornal do Commercio-Recife autografado por  Ângela Agra. Acervo de Daslan Melo Lima.





Mary Grace Oiticica Bandeira, Miss Alagoas 1965 (Foto: revista Manchete)

PC: Qual a candidata mais injustiçada da história do Miss Brasil?
MF: Mary Grace Oiticica Bandeira, Miss Alagoas 1965, belíssima em todos os requisitos, mas que não ficou entre as semifinalistas. Fico a imaginar a decepção dos alagoanos naquele ano, decepção que foi compartilhada pelos matogrossenses,  devido ao quarto lugar dado a Marilena de Oliveira Lima,  Miss Mato Grosso. O certame de 1965 foi de muitos equívocos e injustiças. A faixa de Miss Brasil deveria ter sido colocada em Mary Grace ou em Marilena de Oliveira Lima. Outra injustiça que marcou época: o quarto lugar dado a Anísia Gaspariana da Fonseca, Miss Brasília 1967, quando merecia o primeiro.
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Eveline Schroeter, Miss Brasil 1980 (Foto: revista Manchete)

PC: Qual a Miss Brasil mais injustiçada da história do Miss Universo?
MF: Eveline Schroeter, em 1980. Acredito que ela não se classificou entre as 15 semifinalistas devido ao fechamento, à falência da TV Tupi. Não houve nenhum interesse do país naquele ano pelo Miss Universo. Poucos souberam que a TV Bandeirantes havia decidido de última hora transmitir a competição. Eveline era muito bonita. Tinha porte de rainha com os seus 1,80m de altura, rivalizando com Shawn Weatherly, Miss Estados Unidos, que acabou vencendo. Outra injustiçada, Natália Guimarães, em 2007. Perder para Ryo Mori, Miss Japão, foi uma  piada, algo que nos faz desacreditar na competição da era Donald Trump.
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Verônica de Castro Leicht, Rainha do Baile Municpal do Recife 1987/Rainha dos 450 anos do Recife (Foto: Diario de Pernambuco)
PC: Caso tivesse concorrido ao Miss Pernambuco, qual a Rainha do Baile Municipal do Recife que teria sido uma ótima representante do Leão do Norte no Miss Brasil?
MC: Verônica de Castro Leicht, Rainha do Baile Municipal do Recife 1987/Rainha dos 450 Anos do Recife.
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MUCÍOLO FERREIRA, ENCONTROS PARA RECORDAR

Ao lado de Lucia Tavares Petterle, Miss Guanabara, vice-Miss Brasil e Miss Mundo 1971
Ao lado de Joyce Aguiar, Miss São Paulo, terceiro lugar no Miss Brasil 2001 e Miss Mundo Brasil 2001 
Ladeado por Débora Daggy (Miss Pernambuco, quarta colocada no Miss Brasil 2001, vice-Miss Mundo Brasil 2001) e Ana Cláudia Pessoa Romão (Miss Pernambuco Mundo 1990, terceira colocada no Miss Mundo Brasil 1990 e semifinalista no Miss Brasil 1992)
Muciolo Ferreira, Martha Vasconcellos (Miss Bahia-Miss Brasil-Miss Universo 1968) e Fernando Machado. (Foto: DML/Passarela Cultural)
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MUCÍOLO E O DIFERENCIAL DOS CONCURSOS


         Indagado qual o maior diferencial dos concursos de misses de ontem em relação aos de hoje, Muciolo Ferreira não hesitou em afirmar  o que se segue.
               Nas décadas de 50 e 60 os concursos tinham glamour. O país parava em dia de final, como nos jogos da Copa do Mundo. Havia interesse. Os atuais concursos foram tão banalizados que nem dá para compará-los aos de antigamente. Além disso, eles  estão nas mãos de pessoas descomprometidas com a verdadeira razão de ser do concurso,  que seria, teoricamente, eleger a rainha da beleza universal.


Ana Maria Guimarães, acima, Miss Pernambuco 1988. Abaixo, Ana Cristina de Medeiros, Miss Pernambuco 1989. Ambas foram eleitas em concursos sob a coordenação de José de Souza Alencar (Alex), Fernando Machado e Muciolo Ferreira. (Fotos: Jornal do Commercio-Recife)

         
        Os interesses de quem detém as "franquias" estaduais e nacional são puramente financeiros.Transformaram o concurso de Miss Brasil num lucrativo balcão de negócios, pois as candidatas são obrigadas a pagar aos coordenadores estaduais muita grana para poderem participar da competição, o que não acontecia na época dos Diários Associados, nem nos tempos do SBT. Fui um dos coordenadores do Miss Pernambuco em 1988 e 1989 e a única exigência feita era que as candidatas, ou os seus responsáveis, se comprometessem pelo traje de gala, os sapatos e os acessórios. Até o maiô e os sapatos do traje de banho eram fornecidos pela coordenação, além de toda a produção do dia do concurso.
            As competições,  nacional e internacional,  começaram a perder o charme e o interesse do público a partir da eleição  das candidatas com melhores resultados das cirurgias plásticas. A beleza natural deu lugar a um rosto marcado por infiltrações de silicone, botox e marcas de bisturis. É um tal de mexer aqui, tirar daqui e põe ali que têm deixado as moças com cara de boneca. Os cirurgiões plásticos deveriam também ser premiados e com direito a receber faixa.  Todavia, o maior diferencial dos concursos de ontem para os de hoje é você sair nas ruas, nos shoppings e perguntar a alguma pessoa quem  foi Marta Rocha, Martha Vasconcellos ou Ieda Maria Vargas que a respsota virá na ponta da língua. Mas se alguém perguntar quem é a atual Miss Brasil ninguém saberá responder.
              A gente escuta e lê nos foruns especializados na Internet coisas absurdas envolvendo atitudes desabonadoras de algumas coordenações dos concursos. Sonho com um Miss Brasil coordenado por personalidades como Roberto Macêdo (jornalista, missólogo e arquiteto baiano) e Ana Cristina Ridzi (advogada,  Miss Guanabara e Miss Brasil 1966). Sonho com uma figura como Edir Corrêa Leite voltando às suas atividades de coordenador do Miss Sorocaba. Imagino um Miss Pernambuco coordenado por figuras como Fernando Machado (jornalista), Daslan Melo Lima (editor do blog PASSARELA CULTURAL) e Fernando Bandeira Diniz (coordenador do Miss Brasil Latina). 

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              Muciolo Ferreira ainda tem muita coisa para contar da sua paixão pelas misses. Os e-mails que ele envia para mim quase todas as semanas, tecendo comentários sobre as Sessões Nostalgia, e que são postados no espaço apropriado para comentários, têm enriquecido esta secção. Vários dos seus feedbacks são verdadeiras aulas de missologia. Prometo voltar a focalizar o Muciolo Ferreira e suas interessantes memórias em outra ocasião. 

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sábado, 27 de agosto de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO


   QUALI LAB

      O Dr. Carlos Henrique Fulgêncio Pereira Vale ofereceu um coquetel na noite do dia 22, a fim de apresentar à comunidade o seu empreendimento QUALI LAB, laboratório especializado em análises clínicas, localizado na Rua Dr. Geraldo Ferreira Lima, 102.
     Carlos Henrique é biomédico e  biólogo graduado na UFPE e UPE, além de especialista em saúde coletiva-sanitarista. Faz parte da sua equipe os seguintes profissionais: Dr. Henrique Azevedo, biomédico e biólogo/bioquímico graduado na UFPE, mestre em tecnologia ambiental e especialista em biossegurança e gerenciamento de resíduos; Dra. Júlia Celeste Pereira, biomédica e bacteriologista graduada na UFPE, especialista em microbiologia; Janete Leandro, técnica em enfermagem; Daniel Farias, recepcionista, graduado em História; e Kátia, recepcionista,  graduanda em Pedagogia.
Carlos Henrique e os pais, Josefa Fulgêncio Pereira Soares (Dra. Finha) e Francisco Pereira Soares

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CONCURSO MISTER E MISS MUNICIPAL 2011

     O Motor Clube de Timbaúba foi palco na tarde da quinta-feira, 25 de agosto, do concurso Mister e Miss Municipal 2011, evento que elege anualmente os soberanos da beleza do Ginásio Municipal (Escola Dr. Antônio Galvão Cavalcalti), um dos maiores educandários públicos de Timbaúba. O evento foi coordenado pelo professor e agente cultural Leomir Lima, com a assessoria dos professores Gerson Apolinário, Ana Maria e Ivancir Guerra. Nos intervalos, apresentaram-se o Grupo Cacareco, DJ Cabeça (Igor) e DJ Sisinho (Gilson Neto). 
     A Escola Dr. Antônio Galvão Cavalcanti é dirigida pelas educadoras Rosimere Gouveia e Janeide Tavares. Tive a satisfação de compor a comissão julgadora ao lado de Daniel Oliveira (editor do jornal Correio de Notícias e da revista Timbaúba em Foco), Crislaine Teles (assessora comercial do Correio de Notícias), Janeide Tavares (gestora do Municipal), Arleide Guerra (Secretária de Educação de Timbaúba) e Rinaldo Santos, o Rinaldo da Mangueira, produtor cultural.    
Brena Marcela Queiroz Macêdo e Luiz Fernando Borges, a Miss e o Mister Juvenil Municipal 2011

Ana Beatriz da Silva Araújo e Ivanildo Correia da Silva Neto, a Miss e o Mister Infantil Municipal 2011.
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  FELLIPE VASCONCELOS, UM TIMBAUBENSE NO  CONGRESSO NACIONAL DOS ESTUDANTES


               O estudante Fellipe Vasconcelos foi a significativa presença de Timbaúba no 52º Congresso da UNE-União Nacional dos Estudantes, realizado em  Goiânia-GO, de 13 a 17 de agosto.  O evento foi altamente representativo, em cuja preparação, ao longo do primeiro semestre letivo, milhões de estudantes foram de alguma forma mobilizados em reuniões e assembléias nas quais debateram os principais problemas que afligem a Universidade e a educação de uma maneira geral no Brasil.  Nas palavras de Daniel Iliescu, o novo presidente eleito da entidade, o principal problema hoje  “é o desafio de ajudar o Brasil a percorrer os caminhos e as lutas para tornar-se uma nação mais justa e desenvolvida; o movimento estudantil brasileiro está muito amadurecido e se prepara para voos maiores...”
Da esquerda para a direita, o presidente da JSB-Juventude Socialista Brasileira de Pernambuco, Marcos   Eduardo, o Ministro dos Esportes Orlando Silva  e Fellipe Vasconcelos, integrante da coordenação estadual da JSB.
Fellipe Vasconcelos na plenária final do congresso ao lado de toda bancada nacional da JSB. 
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SEMINÁRIO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL
           O projeto do novo CPC está recheado de princípios. Os fins serão atingidos? Esse foi o tema que norteou o Seminário de Direito Processual Civil, conduzido com muita propriedade pelo Prof. Elídio Donizetti, Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Integrante da comissão de juristas responsáveis pela elaboração do anteprojeto do novo Código de Processo Civil; Mestre em Direito Processual Civil pela PUC/MG; Doutorando em Ciências Políticas na Universidade de Lisboa: autor de diversas obras jurídicas; Coordenador acadêmico do curso IUNIB-APROBATUM, em Belo Horizonte, além de Diretor da Enamages, Escola Nacional de Magistratura Estadual. Os debatedores foram os professores Manoel Jerônimo Melo Neto e Carlos Eduardo Coutinho. O evento foi realizado no dia 18 de agosto, no auditório da Faculdade de Timbaúba, sob a coordenação dos professores Gutemberg Cabral e Kátia Farias. (Fotos: Djalma Almeida/Especial para PASSARELA CULTURAL)
Carlos Eduardo Coutinho, advogado, professor de Direito e Presidente da OAB-PE, subseccional de Timbaúba
Kátia Farias e Elídio Donizetti
Mikaela (acima) e Eliane NaKagaki (abaixo), estudantes de Direito, ao lado do Prof. Elídio Donizetti


Professores Elídio Donizetti e Manoel Jerônimo Melo Neto ao lado das estudantes de Direito  Mikaela e Eliane Nakagaki
 

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DE ALAGOAS PARA O MUNDO

 O CAMARÃO DO BAR DAS OSTRAS, UM ORGULHO ALAGOANO

 Camarão do Bar das Ostras, criação da comadre Oscarlina, será o primeiro patrimônio imaterial do Estado de Alagoas

               Em Maceió, na Barraca Nossa Senhora de Fátima, no Mercado da Produção, está guardado um dos segredos do famoso Camarão do Bar das Ostras: a manteiga da cidade de Major Isidoro, usada pela comadre Oscarlina para preparar a iguaria que durante décadas fez muitos alagoanos e turistas comer rezando. Mesmo com o fim do restaurante, o sabor marcante do crustáceo sobreviveu na memória de tantos, como do senhor José Oliveira Filho, o famoso Deda, comerciante da manteiga na Barraca Nossa Senhora de Fátima. “O velho (seu Pedro, esposo de Oscarlina) vinha sempre comprar na minha barraca. Na época do Bar das Ostras, ele comprava entre 150 e 200 quilos de manteiga para fazer o melhor camarão de Alagoas”, lembra seu Deda. Muito feliz, ele conta que, dias atrás, as filhas da comadre Oscarlina vieram de Natal para comprar uma grande quantidade para fazer a receita para a empresa Sococo.
 Seu Deda desde os anos 70 vende a manteiga que é o segredo do Camarão do Bar das Ostras

               A empresa alagoana Sococo, numa iniciativa louvável, comprou a receita do Camarão do Bar das Ostras para torná-la de utilidade pública, doando-a ao Estado de Alagoas como presente de aniversário da própria empresa. O objetivo é transformá-la em Patrimônio Imaterial de Alagoas e o processo para tanto já se encontra em andamento junto à Secretaria de Estado da Cultura. A empresa foi mais além, promoveu uma oficina voltada a chefs e gourmets de Alagoas. Dessas lições, os profissionais da culinária alagoana saíram aptos para reproduzirem o prato e, se assim o desejarem, estão liberados para incluí-lo em seus cardápios.

       Todos os ingredientes da receita são encontrados no Mercado da Produção

               O Camarão do Bar das Ostras nasceu da alagoana chamada carinhosamente de Comadre Oscarlina, que na década de 50 comercializava na sua humilde casa à beira da Lagoa Mundaú, no Vergel do Lago, em Maceió, as ostras que posteriormente deu nome ao empreendimento popular. O seu camarão macio, de caldo suculento, sabor marcante, único, ficou marcado na memória de muita gente. O segredo foi guardado a sete chaves pela comadre, e só ela sabia fazer. A herança do saber e de como fazer o camarão foi passada para suas filhas Marta Cristina, Vera, Marluce, Jandira e Mabel. Coube as essas meninas a missão de repassar os segredos na oficina promovida pela Sococo.

 As filhas da Oscarlina mostram o saber e fazer do Camarão do Bar das Ostras

               Na oficina, os chefs atentos ficaram surpresos, porque a receita não leva leite de coco, nem creme de leite. Os ingredientes são simples, populares, comprados no Mercado da Produção, como o vinagre Tomatão, cebola, pimentão, tomate, coentro, extrato de tomate e manteiga das cidade de Major Isidoro e Batalha. O camarão é o mais nobre, pescado no mar de Alagoas, chamado Vila Franca ou Branquinho, embora elas dissessem que o camarão Rosinha também é indicado.
                       A receita envolve também uma técnica no preparo do camarão, uma espécie de choque de temperaturas. Primeiro, um quilo de camarão com casca é colocado em água quente por 10 minutos, depois é retirado para levar um banho de água fria e descascado. Fica descansando para levar outro banho de água quente, desta vez com sal, por mais cinco minutos. Retirada a água fica descansando. A segunda etapa é o molho. Para um quilo de camarão é usado meia cebola, um tomate, 1/3 de pimentão, 1/3 do maço do coentro, duas colheres de sopa de extrato de tomate e uma colher de sopa de vinagre Tomatão. Batem-se tudo no liquidificador. Numa panela se coloca o molho batido, duas colheres de azeite e meio limão (mas o segredo é não espremer todo, apenas uma parte). Deixe ferver, abaixe o fogo, acrescente o quilo de camarão e aos poucos 600 gramas de manteiga.

 O caldo do Camarão do Bar das Ostras é consistente

          No primeiro dia de oficina, as filhas da Oscarlina mostraram o saber e fazer, e como toda gastronomia popular, a medida não é em gramas, está na cabeça e a prova é no paladar. E quando um chef perguntava quantos gramas, elas respondiam: ‘O quanto baste”. No segundo dia da oficina, “o quanto baste”, pela primeira vez, foi decifrado em gramas. E os chefs com a mão na massa testaram a receita. Uma equipe colocou muito limão, a receita ficou ácida. Outros cozinharam pouco os legumes e o sabor não ficou igual ao da comadre Oscarlina. O resultado final tem um sabor histórico, afinal a comadre Oscarlina era uma grande chef no tempo onde cozinha não era moda, e a simplicidade deu fama ao camarão. A receita criada pela dama alagoana merece ser tombada porque passou décadas na memória. Graças ao talento e criatividade da comadre, Alagoas terá o primeiro registro gastronômico como patrimônio: o Camarão Alagoano do Bar das Ostras.
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Fonte de pesquisa: www.ojornalweb.com

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SESSÃO NOSTALGIA – ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, ONDE O VENTO ENCONTRAVA AS ROSAS

Daslan Melo Lima
PRÓLOGO
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        Em outras ocasiões, falei aqui sobre as irmãs gêmeas Ana Cristina Ridzi, Miss Guanabara e Miss Brasil 1966, e Maria Elizabeth Ridzi, vice-Miss Guanabara 1966. Esta semana, volto a falar sobre elas, dois ícones da beleza brasileira, tendo em minhas mãos a revista O CRUZEIRO, Ano XXXVIII, Nº 39, de 29 de junho de 1966.
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MISS GB É BELEZA EM DUAS VIAS 
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(Reportagem de Ubiratan de Lemos e Rosinha Sarda/Fotos de Hélio Passos, Geraldo Viola e Rubens Américo (em preto e branco) e Indalécio Wanderley e Jean Solari (em cores)
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  As gêmeas Ridzi
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Aqui estão as oito finalistas no confronto final da beleza. Os jurados escolheram as candidatas que o povo já havia consagrado. Da esquerda para a direita: Eliane Pio Pedro; Maria da Conceição e Silva (Marina Montini); Vera Lúcia Diniz Cabral; Marina Alice Vidal; Sandra de Araújo Duarte (47 pontos, quarto lugar); Elizabeth Santos (57 pontos, terceiro); Maria Elizabeth Ridzi (73 pontos, segundo) e Ana Cristina Ridzi (97 pontos, primeiro lugar). O fato é que só 4 moças foram mesmo classificadas, ficando as restantes com o timbre simbólico de 5º lugar. A beleza em duplicata de Ana Cristina Ridzi, a moça do Marã, venceu o Miss GB em um Maracanãzinho lotado e vibrante. Aliás, a platéia escolheu logo uma das gêmeas, de rosto, corpo e iluminação, no primeiro desfile individual de vestido de baile. 
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As moças mais belas da história do Miss GB reunidas em 66. O real sorriso de Ana Cristina Ridzi, Miss Marã, eleita  Miss Guanabara 1966, e a beleza das princesas: sua irmã gêmea Maria Elizabeth Ridzi, segundo lugar;  a mulata Elizabeth Santos, Miss Renascença, terceiro lugar; e Sandra de Araújo Duarte, Miss Fluminense, quarto lugar.
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Se a vitória oscilava entre as duas irmãs iguais, em rima e métrica, como pinçar a mais bela? Quem ajudou foram as arquibancadas, unânimes na gritação do nome de Ana Cristina,  a mais fulgurante, a que mais se transmitiu, a que mais sublinhou as virtudes de sua platéia. O Júri, apenas, concordou com o público. Ora, como desclassificar a outra gêmea Elizabeth, cujos riscos copiam e repetem a beleza de Cristina? Só havia mesmo uma solução: fazer de Elizabeth a vice do Maracanãzinho, dar-lhe o segundo lugar. E o Júri não fez outra coisa. As gêmas golearam 27 concorrentes, e os aplausos consagraram a vitória indiscutível. É bom insistir na semelhança das gêmeas ganhadoras: 1,72 de altura, 59 de peso, 60 de cintura, 93 de busto, idem de quadris, 56 de coxa, 22 de tornozelo, cabelos alourados, olhos castanhos. Júri e arquibancadas louvaram-se, portanto, no imponderável, nos subjetivos, na irradiação dominante de Cristina. Estas dosagens abstratas marcaram a diferença das iguais. 
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MISS GB É FLOR DA ROÇA
(Texto de Ubiratan de Lemos – Fotos de Hélio Passos)
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Ana Cristina, Miss GB-66, de parceria com sua irmã Elizabeth, a 2ª colocada, festejou a vitória na roça, onde foi criada e onde mora.  É a intimidade de um lar simples e feliz que esta reportagem mostra. 
Montar a cavalo não tem mistérios para quem como Miss Guanabara se criou na roça.
Ana Cristina, o pai Michal, a irmã gêmea Elizabeth, o irmão Miguel e a mãe Analzira.  
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Eles moram muito acima da serra que azula no horizonte, lá para as bandas de Vilar dos Teles, perto de Caxias (Estado do Rio), precisamente onde o vento encontra as rosas. O velho Michal – velho uma ova, diria ele – não troca o seu ninho de roça por nenhum apartamento de Copacabana. Ele chama asfalto e edifícios de jaula de civilização, antigente, liquidificador dos nervos e da saúde física e moral. Seu caso é mato, rio (ele tem um), jamelão, laranjeiras, mangueiras, jaqueiras, goiabeira, pé de mamão e outras famílias verdes, passarinhos de confusão na galhada, peixe “cará” ao alcance do anzol, vaquinha leiteira de conversa com cavalo respeitador. Nesta alcova de folhas, de chão e arvoredo, ele e sua bela Analzira criaram aquela que chegaria a ser Miss GB-66, a Ana Cristina-em-permanente-estado-de-flor, a outra gêmea Elizabeth, e o jovem Miguel, irmão delas. Só troca o seu pedaço de chão pelo céu de Cristo, que ele já tem por dentro, porque o velho Michal é o pai espiritual dos vizinhos. Vive de fazer o bem por instinto, sem comprar entrada para o céu.
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Alegria grande foi dos vizinhos de “seu” Michal, que vieram cumprimentar a filha Miss. As crianças fizeram fila para as felicitações a Ana Cristina, Miss Guanabara-66.
 Analzira Ridzi, ladeada pelas famosas filhas gêmeas
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Miss Guanabara e a irmã saíram do Maracanãzinho para a casa delas, branca e simpática, conforto sem luxo. Veio toda a vizinhança dar o abraço grande e justo. Gente pobre, lavadeiras e demais arrumações de vida. 
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MARÃ, O CLUBE QUE LANÇOU CRISTINA
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É bom bater papo sobre o clube, na base de informações de Júlio Neves, o vice-presidente ativo e funcional. Marã quer dizer índio guerreiro, no tupi-guarani do Júlio. É clube de Marechal Hermes, subúrbio com atributos de bairro, reunidor de suburbanas capitosas... O Marã fisgou Cristina numa festa de rainha do suéter, que fez sucesso nos arraiais de São João do Meriti, cidade gêmea de Caxias. Assim começou mesmo a história que terminou com a faixa do Maracanãzinho.
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EPÍLOGO
          Adoro entrar no túnel do tempo através das minhas revistas antigas. Adoro rever as misses maravilhosas de um tempo que se foi, como as gêmeas do Miss Guanabara 1966, que moravam muito acima da serra que azulava  o horizonte, lá para as bandas de Vilar dos Teles, perto de Caxias, Estado do Rio, precisamente onde o vento encontrava  as rosas.
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Relação de todas as crônicas de PASSARELA CULTURAL focalizando as gêmeas Ana e Elizabeth Ridzi:
 
21/06/2008, SESSÃO NOSTALGIA - ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, AS MISSES GÊMEAS DE 1966,   
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25/12/2009, SESSÃO NOSTALGIA - MARIA ELIZABETH RIDZI, VICE-MISS GUANABARA 1966, E OS ROMANCES DE A.J.CRONIN , http://passarelacultural.blogspot.com.br/2009/12/sessao-nostalgia_25.html

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27/08/2011, SESSÃO NOSTALGIA – ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, ONDE O VENTO ENCONTRAVA AS ROSAS,  http://passarelacultural.blogspot.com.br/2011/08/sessao-nostalgia_27.html
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12/05/2012, SESSÃO NOSTALGIA - MISSES E MÃES NA TARDE QUE MORRE , http://passarelacultural.blogspot.com.br/2012/05/sessao-nostalgia_12.html


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