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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 739, referente ao período de 22 a 28 de dezembro de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

SESSÃO NOSTALGIA - MISS VENEZUELA 2000, EVA EKVALL, O ADEUS ANTES DO NATAL

Daslan Melo Lima  
  
          Ninguém deveria morrer no mês de dezembro, quando tudo ao redor lembra nascimento, confraternização, festas...  No último dia 17,  com apenas 28 anos de idade,  uma linda Miss  perdeu a batalha que enfrentava contra um câncer de mama, Eva Monica Anna Ekvall Johnson.

Eva Ekvall nasceu em 15/03/1983, em Caracas, Venezuela.  Em 08/09/2000, foi eleita Miss Venezuela 2000. No ano  seguinte, obteve o quarto lugar no Miss Universo 2001.
Eva Ekvall era uma das favoritas ao título do Miss Universo 2001. Da esquerda para a direita, as cinco finalistas: Celina Jaitley, Miss Índia, quinta colocada; Eva Ekvall, Miss Venezuela, quarto lugar; Denisse Maria Quiñones August, Miss Porto Rico, primeira colocada; Evelina Papantoniou, Miss Grécia, segundo lugar; e Kandace Gayle Krueger, Miss Estados Unidos, terceira colocada.   


 Eva Ekvall era casada com o produtor radiofônico John Fabio Bermúdez,  pai de Miranda, sua única filha de 2 anos de idade. 
 
           O câncer em estado avançado foi diagnosticado em fevereiro de 2010, poucos meses depois de ter dado à luz sua filha Miranda. Durante oito meses submeteu-se à quimioterapia, radioterapia e retirada radicada de ambas as mamas. Toda sua amarga experiência foi documentada no livro  Fuera de Foco (Fora de Foco), lançado em dezembro do ano passado. 
Seus restos mortais foram cremados em Houston  e serão transladados para a Venezuela no próximo mês. Eva Ekvall, que também era atriz e apresentadora, chegou a questionar a utilização da beleza e da estética da forma como muitas vezes é feita,  deixando a saúde e prevenção de lado. "Na Venezuela se investe muito dinheiro em ficar bela e não em saúde", comentava.
          Ninguém deveria morrer no mês de dezembro, quando tudo ao redor lembra nascimento, confraternização, festas... Fazer o que? Somos muito fragéis diante dos mistérios da vida e da morte. Através da minha Fé, acredito que  DEUS convocou Eva Ekvall para uma nova missão em outra dimensão. Eva Ekvall está a caminho da verdadeira Luz. Uma faixa diferente, um manto especial, uma coroa singular e um cetro iluminado estão revestidos de eternidade para adornar a Miss Venezuela 2000, quarta colocada no concurso Miss Universo 2001.   
          A ti, Eva Ekvall, eu canto meu canto de nostalgia banhado de esperança, a um passo do Natal de 2011.
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Timbaúba-PE, 23/12/2011

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sábado, 17 de dezembro de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO

O CASAMENTO DE ROBERTO E RITA ODEBRECHT

O casamento de Roberto e Rita Odebrecht foi um dos mais belos nupciais já vistos em Timbaúba. Na ensolarada manhã do domingo, 11 de dezembro, durante cerimônia religiosa celebrada pelo Padre Ailton Maciel Correia da Silva, eles oficializaram sua união diante de DEUS e dos homens. Quanto Rita entrou na Capela Mãe Rainha, acompanhada da filha Annelie e do filho Heitor, quase todos os convidados choraram diante da bela e emocionante cena. Heitor foi batizado logos após o casamento. Parecia ficção, o final feliz de uma novela.
O casal ladeado pelos padrinhos Vicente-Andréa e Pignatário-Márcia Andrade
Acima, as crianças Thúlia, Pig, Julia e Annelie, um dos toques de ternura da clara manhã.  Abaixo, uma chuva de arroz , um dos toques mais belos e românticos do ensolarado domingo.Em seguida, todos se dirigiram para o Clube Verde Campo, local da recepção.

Mônica Santiago, grande amiga de Rita, foi responsável pelas elogiadíssimas lembrancinhas da festa.
O casal ao lado dos familiares de Rita.
Josefina e suas filhas. Da esquerda para a direita, Andréa, Josefina, Edmara e Dinara.
Enquanto músicas ao vivo inundavam o Clube Verde Campo, Roberto e Rita Odebrecht faziam pausas exclusivas para PASSARELA CULTURAL.
Irlândia Lemos (Landinha) e o filho José Monteiro Neto
 Sérgio Costa e Irlene Lemos
Rejane Travassos, tia do noivo, num discurso emocionante, expressou todo o carinho pelo sobrinho, que perdeu a mãe (Elizabeth Odebrecht) quando ainda era bebê. Compenetrado, Roberto Travassos, de terno escuro, pai de Roberto Odebrecht, tentava conter a emoção. 

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MEMÓRIA TIMBAUBENSE
Ano de 1964. Eles e elas eram alunos da 4ª série primária da Escola Estadual Professora Elyzabeth Lyra. Por onde andam estes meninos e meninas de ontem? Qual o nome das professoras que aparecem na foto? Contato: daslan@terra.com.br ***** Foto: Acervo de Jarbas Dias de Oliveira.
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PELOS SALÕES SOCIAIS
Prefeito Marinaldo Rosendo de Albuquerque ladeado pela representante do Sebrae e pela presidente da CDL, Câmara de Dirigentes Lojistas de Timbaúba, Edileuza Pedrosa, no jantar de confraternização da CDL, quinta-feira, 17, na AABB.
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DANIEL LIMA, UM TIMBAUBENSE DE 95 ANOS CONQUISTA UM DOS MAIS IMPORTANTES PRÊMIOS LITERÁRIOS DO BRASIL

          Há 15 dias tomei conhecimento da poesia de Daniel Lima, timbaubense radicado no Recife-PE, bairro da Madalena, graças a um comentário que Severino Mendes, o Biu Mendes da Socontel,  fez a mim. Biu Mendes  esteve presente ao lançamento do livro Poemas, a primeira obra publicada de Daniel Lima. Imediatamente, entrei no site Estante Virtual, e  consegui localizar e comprar um exemplar do livro, uma publicação primorosa contendo quase 400 páginas, repleta de poemas belíssimos. Ontem, sexta-feira, 16 de dezembro, li no Jornal do Commercio, do Recife, que Daniel Lima tinha conquistado o prestigiado Prêmio Literário Alphonsus de Guimaraens, conferido pela Fundação Biblioteca Nacional. Logo em seguida, recebí um e-mail  de Tranquelino Ferreira Monteiro, onde ele repassava uma orgulhosa mensagem de Josafá de Freitas, transcrevendo dados publicados na mídia de São Paulo-SP sobre o agora famoso timbaubense, um nome até então praticamente desconhecido em Timbaúba.

 

          Daniel Lima nasceu em Timbaúba-PE em 02/05/1916. Tem 95 anos, lúcido e solar. Ele concorreu com 50 obras na categoria poesia e bateu nomes como Ferreira Gullar e Affonso Romano de Sant’Ana. Valor do prêmio R$ 12.500,00. O júri escolheu sua obra por unanimidade. "Ninguém o conhecia e a obra dele é considerada uma descoberta da poesia brasileira", afirma Antonio José Jardim, um dos jurados e também professor de literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. "Ele alia simplicidade a um conhecimento extraordinário do fazer poético, do ritmo, do domínio das palavras". Daniel Lima tem pelo menos 27 livros inéditos, de poesia ou versando sobre assuntos referentes à ética, à estética e à política. Ele passou a vida escrevendo livros. Só escreveu para ele e para os amigos. Foi pároco de Nazaré da Mata e ensinou filosofia em universidades do Recife. Ligado a setores progressistas da Igreja, atuou nas Ligas Camponesas de Francisco Julião. Há muito não exerce o sacerdócio, mas continua padre. 

         A Folha de São Paulo publicou: "Fico arrasado pela beleza que consegui apanhar na palavra que é tão pobre. O que escrevi me comove profundamente. O que eu escrevi passou de mim, transbordou-se do meu pensamento e da minha forma de configurar os objetos. Eu mesmo adoeço quando escrevo muita poesia", afirmou Padre Daniel que se encontra hospítalizado. E agora está no hospital porque adoeceu de quê? "Adoeci de Daniel", responde rindo. "O mundo é muito importante, eu fico meio desorientado. Para me enquadrar nele eu tenho de sofrer, e adoeço."(Amigos contam que Daniel está saudável apesar da idade. Foi parar no hospital porque não queria comer, ficou anêmico e desidratado. Já está melhor e deve ter alta nos próximos dias).  "Foi por temperamento", diz o poeta, que nunca quis ser publicado. "Fico meio encabulado de ser colocado em primeiro plano. A poesia para mim é um ato de intimidade e fico espantado quando vejo a repercussão, porque achava que era só eu quem via." Num jorro, ele prossegue: "A poesia arranca de nós uma visão nova do mundo, como se fosse uma nova criação. O mundo me toca, a beleza acima do tempo e do espaço, me sinto fora de mim mesmo. Se não escrever qualquer coisa, me sinto mal. É como se Deus me desse um dom e eu não restituísse ao mundo. Depois que escrevo os poemas sinto que transcendi a mim mesmo, não fui eu, foi alguém que gostaria de ser eu. Aconteceu uma coisa esquisita. Eu sou meio besta, doido, acho que com o tempo ficarei ajuizado." 
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            Daniel Lima escreveu 27 livros, de filosofia e poesia, mas nunca tentou publicá-los. Até que uma ex-aluna de seu curso de estética na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a escritora Luzilá  Gonçalves Ferreira, “roubou” quatro deles e os levou à Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), cujo conselho editorial integrava. Só contou ao professor que eles seriam reunidos numa publicação, “Poemas”, às vésperas do lançamento. — Quando contei do prêmio no hospital, ele disse: “Mentira!” — conta Luzilá.  — Ele é um moleque de 95 anos, que vive sem seriedade, mas leva a vida a sério. Sempre tentei que publicasse algo, mas ele nunca quis. Ele foi padre e era uma espécie de castelão da  juventude universitária católica. Trabalhou com Paulo Freire na “Revista Estudos universitários” e protegeu muitos estudantes na ditadura militar.
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         Um pouco da poesia de Daniel Lima
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Antes, vivia na certeza, / como uma águia aprisionada na gaiola. / A dúvida me libertou / deixando-me voar no espaço livre, / não mais certo e nada / senão da importância do voo.  

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Não é o mar que amo, / é o infinito que ele sugere, / são as paixões que lembra, / e a força que suscita / É isto que amo no mar , / não o mar, mas o que ele representa, / paisagem interior aonde ele aponta / o mar em mim, as águas reprimidas, / No coração mais dentro.
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O tempo é Deus que se dá aos pedaços /  no passar das horas. / E, por isto, /homem do tempo, amo a vida. / Pois sei que, ao envelhecer /me divinizo.
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Ai! Palavras que escuto em meu silêncio! / Ai! Silêncio que é meu, silêncio puro, / feito de mim, do sangue meu, da carne / da furiosa e tão doce vida minha! / Ai! Palavras que escuto não de fora/ de outro lábios nascidas, mas de dentro, / intocadas palavras, jamais ditas, / senão por mim a mim neste silêncio! / Ai! Como esse diálogo sem vozes /  me faz sentir, a cada vez que surge, / tão singelo e menino como outrora. / Menino, este homem que o tempo fez maduro / com a inocência do olhar recuperada / Ai! Neste silêncio meu, silêncio puro!
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 Teu caminho / o absoluto caminho / o caminho que é teu / e que ninguém por ti percorrerá / o único, o exclusivo, o absoluto caminho / se puderes, segue-o / e segue-o mais ainda se não puderes.
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CAMINHOS PARA A PASSARELA CULTURAL

        "O" PASSARELA CULTURAL ou "A" PASSARELA CULTURAL ? Ambas as formas estão corretas, pois PASSARELA CULTURAL é um blog e ao mesmo tempo uma revista on-line. 
    Detalhe: Para quem acostumou-se a visitar PASSARELA CULTURAL unicamente através do TIMBAFEST, www.timbafest.com.br , vale a pena anotar que também existem dois endereços para acessar este blog: www.passarelacultural.blogspot.com e www.passarelacultural.com . Sugiro que adicionem esses roteiros aos seus Favoritos.
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SESSÃO NOSTALGIA – INGRID BUDAG, MISS BRASIL 1975, UMA MULHER DE FÉ

Daslan Melo Lima

PRÓLOGO

          Noite de 21 de junho de 1975. No lugar do Maracanãzinho, Rio de Janeiro, o Ginásio de Esportes Presidente Médici, Brasília. Pelo terceiro ano consecutivo, a capital do Brasil foi transformada no templo da beleza nacional. A maioria do público não ficou satisfeita com o resultado do concurso Miss Brasil 1975, que deu o primeiro lugar a Ingrid Budag, Miss Santa Catarina. Outras garotas estavam mais cotadas para o título, a exemplo de Leila Tancredi, Miss Rio de Janeiro, quarto lugar; Lizane Guimarães Távora, Miss Brasília, segunda colocada; Jane Bezerra, Miss Rio Grande do Sul, que não ficou entre as oito finalistas; e Zaida Souza Costa, Miss Bahia, terceira colocada. Ingrid Budag, no entanto, soube contornar com classe e simpatia o descontentamento da plateia. Ficou entre as   12 semifinalistas do Miss Universo e cumpriu o seu reinado de forma exemplar.


Nas duas fotos do alto, Ingrid Budag, Miss Santa Catarina, de branco. Ao lado, Lisane Guimarães Távora, Miss Brasília. Nas duas fotos de baixo, vestindo azul, Zaida Costa, Miss Bahia, e Leila Tancredi, Miss Rio de Janeiro, de cabelos soltos.
 Jane Bezerra, Miss Rio Grande do Sul.
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INGRID BUDAG, UMA MULHER DE FÉ

           Quem leu no ano passado uma reportagem publicada pelas revistas Fatos & Fotos e Manchete sobre a colonização alemã em Santa Catarina reconhecerá em Ingrid Budag a garota que aparece em várias fotografias. Seus cabelos muito louros e os olhos verdes não deixam dúvida quanto a sua ascendência germânica. Realmente, seus avós emigraram da Alemanha e formaram um núcleo colonizador em Santa Catarina. Garota do interior, Ingrid foi eleita Miss Santa Catarina/75 em 24 de maio, concorrendo por Blumenau. Antes do título, já fora escolhida Miss Simpatia, entre outras 14 candidatas de várias regiões do Estado.

            Mesmo antes de se tornar Miss, ela já era bastante conhecida dos catarinenses, pois estudou piano, violão, e flauta, além de posar por algum tempo como modelo fotográfico. Cursa atualmente o 2º Grau e trabalha na Cetil S.A. Processamento de Dados. Apaixonada por aviação, Ingrid freqüentou o aeroclube de sua cidade e brevetou-se m piloto civil. Fala fluentemente inglês e alemão, desfazendo a imagem das misses que declaram falar várias línguas apenas para ganhar mais pontos. Ela fez uma incursão na vida artística, aparecendo numa ponta da novela Supermanoela, em seus primeiros capítulos. Para os mais interessados, aqui vão suas medidas: altura, 1,73m; peso, 55 Kg; coxas, 50 cm; quadris, 84 cm; busto, 84 cm; cintura, 60 cm; tornozelo, 42 cm; manequim, 42 e calça 37. É solteira, óbvio.”  (Fatos & Fotos/Gente)
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          Protestante convicta, a loura catarinense rezou muito nos bastidores enquanto aguardava a decisão do júri. Suas colegas não entendiam o porquê de suas orações: “Sou uma mulher de fé. Com fé exteriorizo minha vida interior e assim me transformo numa bela mulher”! Para Ingrid, o Chevette que ganhou não é muito importante. “O que importa mesmo é sentir a faixa de Miss Brasil, o grande sonho de minha vida”. Com sua fé, ela vai em busca do Miss Universo.  (Fatos & Fotos/Gente)
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O TOP 3 DE 1975 
 
           O ano de 1975 mostrou ao mundo mais uma vez o potencial da beleza brasileira.  Setenta e uma jovens disputaram em Sal Salvador, El Salvador, no dia 19/07/1975, o Miss Universo, e entre as 12 semifinalistas estava Ingrid Budag, no ano em que Anne-Marie Pohtamo, Miss Finlândia, foi a vencedora.  No Japão, no dia 03/11/1975, entre 48 candidatas, Lisane Guimarães Távora, Miss Brasilia, vice-Miss Brasil, conquistou um honroso quinto lugar no Miss Beleza Internacional, cuja vencedora foi Lidija Vera Manic, Miss Iugoslávia. Em 20/11/1975, na capital da Inglaterra, Londres, Zaida Costa, Miss Bahia, terceira colocada no Miss Brasil,  mostrou com charme o que é que a baiana tem. Foram 67 candidatas disputando o Miss Mundo. Zaida esforçou-se, mas não obteve classificação e o título foi para a mulata  Wilnelia Merced Cruz, Miss Porto Rico.
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UM GINÁSIO LOTADO É PASSÍVEL DE EQUÍVOCOS

           Talvez muitos nem se lembrem, mas o Miss Brasil 1975 foi marcado por algumas polêmicas: do problema com o som do Ginásio de Brasília, falhando em plena transmissão ao vivo pela TV Tupi , até a resposta da jurada salvadorenha Ana Luiza Gonzales ao apresentador Carlos Zara - que em tom de brincadeira perguntou nos momentos finais se já podiam revelar o veredito final. Ela levou a sério a pergunta e acabou revelando: “Miss Santa Catarina” !  Daí por diante, o descontentamento geral da plateia de 15 mil pessoas irrompeu o silêncio numa estrondosa vaia. Leila Tancredi, Miss Rio de Janeiro - a favoritíssima - ficara num singelo 4º lugar. Apesar da vaia, Ingrid conseguiu mostrar seu porte e nobreza germano-brasileira de uma maneira bem especial.  Ingrid Budag foi semifinalista em El Salvador, no Miss Universo, vencido pela finlandesa Anne Marie Pohtamo. A bela catarinense neta de alemães provou por A + B que um ginásio lotado é passível de equívocos.
 (João Ricardo Camilo Dias, www.missesdobrasil.tripod.com/miss/id140.html)
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           Uma a moça simples e ao mesmo uma grande mulher porque já naquela época, aos 18 anos, já era muito culta e de personalidade marcante. Além de tocar piano, falava vários idiomas, dentre os quais inglês e francês. Ficou na minha memória a entrevista feita na noite em que ela passou a faixa para Kátia Moretto, quando o saudoso Paulo Max lhe fez a seguinte pergunta: - “Ingrid você acha que ser mulher é melhor do que ser homem”? - ela respondeu sorrindo quase numa gargalhada – “Ser mulher é maravilhoso, agora homem eu não posso responder porque nunca fui”! Estava belíssima de vestido vermelho e era uma simpatia em forma de mulher. (Evandro Silva, Misses na Passarela Blogger, www.evandrosilvabr.blogspot.com, 06/11/2009)
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           No Miss Universo ela não era muito cotada e quando foram chamadas as doze semifinalistas, Bob Baker chamava “Miss Brazil”  e Ingrid continuava no seu lugar, e já na terceira chamada ela por fim se deu conta que era uma das doze. As gargalhadas soavam no auditório e Bob Baker explicava que Ingrid estava tentando descer da pirâmide, pois o cenário montado em San Salvador, El Salvador, era uma enorme pirâmide.  (Evandro Silva, Misses na Passarela Blogger, www.evandrosilvabr.blogspot.com, 28/05/2009)
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EPÍLOGO

           Por onde andará a Miss Brasil 1975? Soube que continua bonita e é uma mulher feliz, envolvida em outra missão, a de  missionária evangélica  nos Estados Unidos, onde está radicada há muitos anos

             
               Quando “viajo” no Túnel do Tempo para a década de 1970, através dos meus álbuns de recortes sobre Misses, gosto de reler a declaração de Ingrid Budag, Miss Brasil 1975, uma das mais belas já ditas por uma rainha da beleza: “Sou uma mulher de fé. Com fé exteriorizo minha vida interior e assim me transformo numa bela mulher”.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO


HUMOR E GLAMOUR NO DESFILE DA ÓTICA BRASILEIRA


      Acabou se constituindo um verdadeiro encontro social, onde o humor e o glamour deram as mãos na noite dominical de 04 de dezembro, o desfile de moda promovido pela Ótica Brasileira, dentro das comemorações dos 21 anos de fundação da empresa

 Rômulo Ribeiro e Maciel Manguinhos.

      O evento começou com a dupla humorística Jôsefa e Clarinha, protagonizada pelos atores timbaubenses Maciel Manguinhos e Rômulo Ribeiro. Em seguida, ao som da trilha sonora da telenovela global Fina Estampa, os modelos Adriano José, Joice Adelia, Lizandra Melo, Mariana Faustino, Nelson Neto e   Pâmela Trícia exibiram na passarela armada na frente da matriz da Ótica Brasileira o que há de mais moderno em armações, óculos de sol, jóias, relógios, bolsas e sapatos, das mais categorizadas marcas nacionais.

Nelson Neto, Mariana Faustino, Joice Adélia, Pâmela Trícia, Lizandra Melo e Adriano José.

      A apresentação do evento esteve sob a responsabilidade de Daslan Melo Lima, colunista sociocultural do jornal CORREIO DE NOTÍCIAS, que ao encerrar o desfile levou a todos a mensagem do casal José Ramos da Silva e Ana Marinho da Silva, proprietários da Ótica Brasileira: “Nos últimos 5 anos, nossa empresa  alcançou o 1º lugar nos segmentos relojoaria e ótica, no que diz à simpatia e preferência popular, uma honraria que dividimos com nossa equipe e com você , cliente,  razão de ser do nosso sucesso.”  
          Detalhe: O site TIMBAFEST , www.timbafest.com.br , fez a cobertura completa do desfile da Ótica Brasileira.

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FUNDAÇÃO JADER DE ANDRADE

Integrantes da Funjader, Fundação Jader de Andrade,  fizeram sua confraternização na noite da quinta-feira, 08, na casa do Dr. Jefferson Leal.
          O encontro foi regado a sucos de frutas e comidas regionais, onde a cena cultural timbaubense foi o tema principal das conversas. 

          A Funjader completou um ano de existência em julho e tem muito o que comemorar:  foi reconhecida como de utilidade e necessidade pública, através do Projeto 011/2011; promoveu curso de cordel; formalizou suas  metas para 2012 ao Ministério Público; instituiu concurso da sua logomarca; e gestões estão sendo finalizadas para a instalação do Museu de Timbaúba.   
          A Funjader é uma entidade apolítica e sem fins lucrativos, presidida por Jefferson Leal, cujo objetivo é promover  ações e somar esforços para o bom andamento da cena cultural timbaubense.

 
Jefferson e Emanuelle, os anfitriões da confraternização da Funjader.
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NIVER DE WAL SHOW

Walfredo Silva,  o Wal Show, ou Wal Boy,  criador do site de entretenimento TIMBAFEST, celebrou seu aniversário na sexta-feira, 09, durante uma pequena reunião onde os amigos cantaram o tradicional "Parabéns pra Você".

 O conjunto SAMBA NA GARAGEM levou música e animação para o niver do Wal. 
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 ROTEIRO POÉTICO DE TIMBAÚBA
 
       Terminal Rodoviário
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       A coluna de cimento pode lembrar uma flor ou um leque, depende da imaginação e do ângulo de quem vê, mas talvez ninguém ao redor queira saber. A coluna de cimento, no entanto, permanece majestosa, tentando ser uma flor para perfumar a dor de quem parte, independente de voltar ou não, ou um leque para atrair a boa brisa para quem chega, independente de ficar ou não. Tudo depende da imaginação e do ângulo de quem aprendeu a administrar ilusões e desilusões.       
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MEMÓRIA TIMBAUBENSE

Porque era carnaval de um tempo que se foi, As Ciganas Revoltosas revolucionavam a cidade.
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