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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 733, referente ao período de 06 a 12 de outubro de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

segunda-feira, 28 de março de 2016

ESTES RECIFENSES NÃO ENTENDERAM NADA

      
      O meu amigo Roberto Macêdo, jornalista baiano, enviou-me pelo Facebook  um recorte do jornal A Tarde, de sexta-feira, 26, muito bem escrito. 
      A primeira impressão leva a crer que se trata de um olhar negativo sobre a capital pernambucana, todavia a crônica, autoria de Dimitri Ganzelevitch, instigou-me a  renovar minha atenção sobre os encantos do Recife, o que não me impedirá de continuar fiel às boas recordações que guardo de Salvador. 
      Á direita, o recorte. Abaixo, na íntegra, o conteúdo do mesmo, ilustrado por imagens extraídas do blog do Dimitri.


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ESTES RECIFENSES... NÃO ENTENDERAM NADA ! 

          Bastaram-me três dias no Recife para voltar abismado a Salvador. Quanto atraso! Imaginem que a prefeitura de lá ainda não eliminou as árvores que tanto poluem ruas e praças da capital pernambucana. Até na frente da estação ferroviária e das igrejas tem jardim! E a volta das repartições públicas, dos centros comerciais, idem! Você não acredita?  Pois é... Um horror! E mais: em muitos bairros sempre você poderá se aborrecer com mais um jardim!

        No muy burguês bairro da Casa Forte, a primeira realização do Burl Marx, cuja mãe, coitada, era pernambucana, o jardim da praça ainda é piedosamente mantido e – vejam o arcaísmo! – nem tiraram as pedras portuguesas cujo desenho também foi do genial paisagista! Quanto às alamedas, continuam de chão batido!   Seria bom o prefeito vir até a capital baiana para ver como são bonitos todos nossos jardins com muita camada de asfalto para impedir a permeabilidade em tempo de chuva!
         
E a praia da Boa Viagem? Gente... A calçada continua cheia de árvores! Não só coqueiros, mas um monte de outras espécies, incluindo mangueiras e amendoeiras! Não dá para acreditar! Me deu uma pena...  Se por acaso vier até à capital da Axé Music algum morador daquelas bandas onde continuam imperando frevos e maracatus, vai morrer de inveja ao pisar nossos lindos passeios de concreto avermelhado com elegantes tiras de granito.
          Tem mais: dúzias de casas antigas do tempo dos senhores do engenho, rodeadas de imensos jardins ainda ocupadas,  muitas vezes, por secretarias, clínicas ou museus. Venha cá.... Ninguém falou para eles derrubarem toda essa velharia e construir poderosos edifícios de 20 ou mais andares, tipo Mansão Wildberger ou La Vue? Logo no fim de minha estadia soube pela Isa do Amparo que um movimento subversivo teria conseguido barrar o projeto imobiliário da Estelita. Outro absurdo! Resta a esperança de que façam no mesmo lugar um belo sambódromo, como fizeram aqui, com a orla na Barra...
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Dimitri Ganzelevitch, produtor cultural, francês nascido no  Marrocos e radicado em Salvador, BA, tem uma página na internet. Vale a pena conferir,  http://dimitriganzelevitch.blogspot.com.br/

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sábado, 19 de março de 2016

VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE ?

     

Todos os anos, quando chegava o dia 19 de março, minha Mãe se aproximava de mim e indagava: “Você sabe que dia é hoje, meu filho? É dia de São José, padroeiro da nossa terra”
    Seus olhos ficavam inundados de lágrimas e ela cantarolava  o estribilho do hino do padroeiro da nossa alagoana São José da Laje e da maioria das cidades nordestinas : “Sê doçura na paz, no abandono, / o amigo fiel de verdade. / Oh! José da Igreja patrono, / e patrono da nossa cidade.” 
    Durante o longo período em que Mamãe conviveu com graves sequelas de um AVC, todos os anos, no dia 19 de março, eu me dirigia a ela com uma imagem do santo: “A senhora sabe que dia é hoje, minha Mãe?” Meus olhos ficavam inundados de lágrimas diante da sua indiferença e eu cantava “Sê doçura na paz, no abandono, / o amigo fiel de verdade. / Oh! José da Igreja patrono, / e patrono da nossa cidade.” 
     Hoje, resta-me, diante de dois quadros na parede, administrar as emoções que ficaram de todos os marços que se foram. 
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- Daslan Melo Lima, em Timbaúba, PE, no Dia de São José. 

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segunda-feira, 7 de março de 2016

UM FELIZ BRINCALHÃO, DEPOIS DA PICADA DO AEDES AEGYPTI



       Eu não lembro em que momento fui picado pelo mosquito Aedes Aegypti, só sei que, em torno do dia 27 de janeiro, uma sensação estranha se instalou em meu corpo. Frio, cólicas, amígdalas inchadas... Dengue, Chikungunya ou Zika Vírus? Diagnóstico complicado, pois o que me atormentava tinha a ver com os sintomas comuns de cada mal.  
      Houve dias em que pensei que estava iminente minha partida para a Grande Viagem, principalmente quando as dores me impediam de andar. Eu engatinhava feito um bebê e sujava as roupas antes de chegar ao banheiro. O pior já passou, graças a Deus, embora de vez em quando as articulações da mão direita e pescoço me tiram do sério. 
     A dor nos ensina sábias lições. A Ckicungunha contribuiu para que eu reavaliasse alguns valores. Sinto-me mais leve, em sintonia com a fala de uma personagem de William Shakespeare, “Este mundo não passa de um brinquedo, seja você um feliz brincalhão.”Daslan Melo Lima. 

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Cine Teatro Recreios Benjamin, um século de fundação

Fundado em 05/03/1916, o Cine Teatro Recreios Benjamin completou um século no último sábado, 05 de março. 
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Secção em construção
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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Jader de Andrade, um orgulho timbaubense

Jader de Andrade (1886-1931), jornalista, poeta, industrial, um ícone timbaubense.
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Jader de Andrade foi uma das mais impressionantes personagens políticas de Pernambuco entre 1900 e 1930. Fez carreira jornalística, política e empresarial em Timbaúba, onde fundou e editou um dos jornais mais longevos do interior do Brasil, A Serra, que circulou entre 1912 e 1930, além de ter se ligado fortemente à história do Diário de Pernambuco.
       Nasceu em Goiana, em 21 de abril de 1886, três anos antes da proclamação da república e já aos cinco anos foi morar em Timbaúba. Estudou no Ginásio Pernambucano e por volta dos 15 anos seguiu para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, curso interrompido por problemas de saúde, segundo notícias de jornais da época. De volta a Timbaúba, sempre esteve envolvido com a imprensa e a promoção de atividades culturais e literárias, enquanto debutava na política e na indústria. Entre 1910 e 1913, foi presidente do Clube Serradores, desenvolvendo atividades artísticas e literárias, eleito vereador, construiu uma tecelagem, o Cine Teatro Recreios Benjamin e fundou A Serra. Em 1914, começou a sua história com o Diário de Pernambuco.
         Em 1912, Pernambuco passou por momentos de muita agitação na eleição para governador, onde o general Dantas Barreto tentava derrubar o domínio que o conselheiro Rosa e Silva exercia sobre o estado desde a proclamação da república. Em Timbaúba, Jader de Andrade liderou o apoio regional ao partido de Dantas Barreto, conduzindo os meetings, organizando as passeatas e representando a região nas reuniões que ocorriam na capital. Rosa e Silva ganhou a eleição, muito apertada, mas Dantas Barreto não reconheceu os resultados, tomando o poder no estado em dezembro de 1911. 

                Um efeito colateral deu-se com o Diário de Pernambuco, cujo dono era até então, o conselheiro Rosa e Silva. O jornal foi empastelado e passou quase um ano sem circular, voltando a ser editado em 1914, sob novos donos, comprado que foi pelo coronel Carlos Benigno Pereira de Lira, de Timbaúba. Lira pôs o Diário sob a chefia de seu filho, Carlos Lira Filho e de Jader de Andrade, em um momento delicado para o restabelecimento da circulação e da normalidade da atividade do jornal. No Diário, escreveu editoriais e poemas, que eram ilustrados por Joaquim Cardoso, o futuro engenheiro calculista de Brasília, então em início de carreira. Sob a batuta de Jader e a colaboração de Cardoso, deu-se início à publicação de caricaturas políticas na imprensa pernambucana.
         Os negócios e a política levaram Jader de volta a Timbaúba. Foi eleito prefeito do município em 1919, deputado federal em 1922 e senador estadual em 1923 (até 1930, Pernambuco tinha duas casas legislativas, a exemplo do governo federal). Em 1926, Jader foi nomeado secretário de agricultura do governador Estácio de Albuquerque Coimbra, cargo que exerceu até a Revolução de 1930. A sequência de cargos políticos, entretanto, nunca o afastaram de sua principal paixão, o jornalismo. Esteve sempre à frente d’A Serra e nos dias difíceis que se seguiram à derrubada de Estácio Coimbra, sua história cruzou novamente com a do Diário de Pernambuco.
          O novo governo de Carlos de Lima Cavalcanti substituiu pela força dezenas de grupos políticos pelo interior de Pernambuco. Em Timbaúba, o governo local foi derrubado em cenas de bastante violência e Jader de Andrade foi obrigado a estabelecer-se em Recife. A redação d’A Serra, em circulação desde 1913, foi fechada e o jornal parou definitivamente de circular. 
            Em junho de 1931, Francisco de Assis Chateaubriand criou os Diários Associados e, reconhecendo as injustiças que se cometiam contra Jader de Andrade, prestou-lhe um reconhecimento pessoal, fazendo-o o primeiro presidente dos Diários em Pernambuco. Aos infortúnios políticos somou-se a perda dos pais, debilitando e agravando a sua saúde pessoal. Foi internado em agosto no hospital Português, convalesceu em fazenda de amigos em Floresta dos Leões (Carpina). Retornou ao Recife, onde ficou em casa de um parente e amigo na rua da Hora, mas não mais se recuperou, falecendo no dia 1º de outubro de 1931, aos 45 anos.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Ecos do Carnaval de 2016

SESSÃO NOSTALGIA - Aquele janeiro em Manizales

Daslan Melo Lima



     Festival em Manizales. A cidade colombiana dos Andes se engalanou para receber as quinze beldades latino-americanas concorrentes ao título de Rainha Continental do Café. Eleita Analida Alfaro, representante do Panamá. 
      A revista O Cruzeiro, de 09/03/1957, circulou com uma matéria de quatro páginas dedicadas à eleição da primeira Rainha Internacional do Café, evento realizado em 24/01/1957, nome como hoje é conhecido o tradicional concurso, com reportagem de Jorge Ferreira e fotos de Eugênio Silva. Direto do Túnel do Tempo, aquele janeiro em Manizales.
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Manizales (Colômbia, janeiro) - Manizales  é uma joia encravada nos Andes. Montanhas de neves eternas, vales verdes e férteis, um céu azul de transparência cristalina - eis a paisagem que a compõe. E aí se encontra um dos povos mais hospitaleiros da América. Comunicativo, vivendo com um profundo sentido humano, reparte com o forasteiro a sua alma, a sua casa e o seu pão. Para o manizalito, a sua Feira Anual tem um significado tão grande como tem para o carioca o seu Carnaval. Durante uma semana Manizale engalana-se, enfeita-se e vive numa perene embriagues de alegria. Recorda a tradição hispânica e transforma-se em Sevilha. Vai à "plaza de toros", e ali rende homenagens quase alucinantes a Cesar Giron, ou a Manolo Vásquez ou a esse bravo Paco Mendes - três rapazes que brincam com a morte, em passo de "ballet", vencendo pela astúcia, mas lealmente, os mais belos e ferozes produtos das mais famosas "ganaderias" colombianas. Nas "soirées" elegantes põe fraque e cartola, sem quebra de naturalidade, e vive faustosamente grandes momentos, dentro de um luxo elegante. Pois foi nessa Manizales de requinte e de touradas, Manizales garbosa,  altiva e cavalheiresca que se elegeu e coroou a primeira Rainha Continental do Café. 
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AS CONCORRENTES

 Quinze eram as jovens que disputavam o ambicionado reinado, representando a graça e a beleza da maioria dos países latino-americanos, Cléia Honain, do Brasil; Glória Aristizabal, da Colômbia; Martha de la Espriella, da Costa Rica; Norma Dominguez Valdés, de Cuba; Magda Mejia Guzmán, da República Dominicana; Marlene Guillén, do Equador; Sônia Magaña, de El Salvador; Hilda Rivera, da Guatemala; Glória Berger, de Honduras; Mercedes Espinoza, do México; Lila Bendaña, da Nicarágua; Analida Alfaro, do Panamá; Bertha Melgar, do Peru; Ivonne Mattei, de Porto Rico; e Irma de la Rosa, da Venezuela. Em Manizales, foram alvos de todas as atenções, e a hospitalidade carinhosa do povo manizalito envolveu esse admirável grupo de beldades: elementos da riquíssima sociedade local hospedaram, em seus lares, as campeãs de beleza da América Latina.




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CLÉIA, A BELEZA COR DE JAMBO


Carnaval no Rio? Não. É apenas
a brasileira Cléia Honain, ao tomar parte no desfile das concorrentes.

     O casal Roberto Robledo acolheu a rainha brasileira, desdobrando-se para que a jovem Cléia se sentisse como se estivesse na sua pátria. Vinte e quatro de janeiro foi o dia da decisão. No "coliseo cubierto" da cidade seria eleita aqueia que, pela primeira vez, iria ostentar o título e Rainha Continental do Café. Os juízes - srs. Germán Bribar, embaixador da Espanha; Leif Ohrvall, embaixador da Suécia e "el honorable señor" Wilfrid MacCullough, do Canadá - teriam (como tiveram) que sofrer para proclamar seu "veredictum". Percebia-se, porém, que das quinze, cinco delas logo poderiam ser apontadas como prováveis ganhadoras: Brasil, México, Guatemala, Panamá e Colômbia. E, desas cinco, sentia-se que o cetro estaria pendendo entre o Brasil e Panamá. Os juízes escolheram Analida Alfaro e o povo "manizalito" elegeu Cléia Honain como rainha do seu coração.  

      Ela volta ao Brasil com a admiração do povo de Manizales. Desde logo a sua beleza invulgar, a sua tez cor de jambo e aqueles raros, grandes e vivos olhos verdes cativaram os manizalitos. E ela incendiou, ainda, o coração de alguns jovens colombianos, recebendo, em três dias, quatro propostas de casamento de rapazes multimilionários de Cali, Manizales e Bogotá. Acontece, disse-nos Cléia, que meu coração está no Brasil. 
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QUEM É A RAINHA

   
 Analida Alfaro - 50% panamenha e 50% colombiana - foi solenemente coroada por "don" Manoel Mejija, diretor da Federação Nacional de Cafeicultora da Colômbia. O bravo e grande capitão da cafeicultura colombiana estava sinceramente emocionado, quando depositou  a coroa sobre os lindos e sedosos cabelos louros de Analida. A jovem panamenha - que indubitavelmente dignifica o trono -  é uma criatura realmente bonita e suas feições lembram a Joan Fontaine e, mais ainda, a Gina Lollobrigida. Tem dezoito anos, cursou escola panamenhas e norte-americanas. Simples nos gestos, sem afetação no comportamento, recebeu a notícia de sua eleição com um sorriso e um monossílabo: Yo?
      Além do título, e por causa dele, Analida ganhou uma coroa de ouro, cravejada de brilhantes, um cadillac dourado 1957 e uma viagem de 30 dias aos Estados Unidos, para onde deverá partir em abril.

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    Depois daquele janeiro em Manizales, oito brasileiras já foram classificadas em primeiro lugar no concurso Rainha Internacional do Café: Denise Guimarães Prado (1959); Mercedes Elizabeth Carrascosa Von Glehn (1961); Márcia Gabrielle (1985); Ana Márcia Marques de Moura (1988); Regilaine Bittencourt de Miranda (1995); Francine Eickemberg (2001); Mariana Notarangelo de Fonseca (2010); e Priscila Medeiros Durand (2014).
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      Depois daquele janeiro em Manizales, o seu povo continua comunicativo, vivendo com um profundo sentido humano, repartindo com o forasteiro a sua alma, a sua casa e o seu pão. 

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domingo, 24 de janeiro de 2016

NIVER DE EDUARDO FERREIRA LIMA, CATUAMA 2016, UM VERÃO PARA RECORDAR

Vestindo uma blusa azul com letras amarelas onde se lia JUST SMILE AND WAVE (Apenas sorria e acene), Eduardo Henrique Gomes Ferreira Lima recebeu um grande número de amigos e familiares na casa de veraneio da família, na praia de Catuama, distrito de Goiana, Pernambuco, ontem, sábado, 23. Objetivo: celebrar mais um ano de vida.
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A alegria e a descontração deram um toque especial à festa que contou com uma atração musical muito aplaudida, Sullivan e Banda, um dos grandes valores de Timbaúba, PE.
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Primeiro, eu cliquei a foto acima, em seguida, outros amigos do Eduardo correram e fizeram questão de aparecer na imagem. E aí, cliquei a foto abaixo destinada a ficar na história, pois marcará época na vida de cada um. 
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Catuama 2016, um sábado para recordar.
 
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Entre tantas personalidades presentes, Tranquelino Ferreira Monteiro (primeiro da esquerda para a direita), o criador do Grupo Matutos de Timbaúba.

 
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     Após o Parabéns pra você, segui com um pequeno grupo para curtir a piscina da casa de Petronio Netto. Mas antes, tomei um sorvete e um copo d'água para hidratar e compensar as doses de uísque tomadas. 
      Também me permiti posar para um paparazzi ao lado do Elias Egito, que estava com a blusa do Clube Náutico Capibaribe. Se eu soubesse, teria ido com uma blusa do meu Sport Club do Recife, rsrsrsrsr...
      Caía uma chuva abençoada quando voltávamos para Timbaúba. Acredito que cada pingo d'água era um sinal dos muitos aniversários do Eduardo Henrique Gomes Ferreira Lima que haveremos de comemorar, com a graça de DEUS.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ENCONTRO DE LAJENSES, UM COQUETEL DE EMOÇÕES INACABADAS

Timbaúba, PE, 13 de janeiro de 2015
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PASSARELA CULTURAL está em ritmo de férias. Aguardem nossa volta nos próximos dias, com as secções atualizadas e as melhores imagens do 16º Encontro de Lajenses, o maior encontro de amigos do mundo. Um abraço a todos! - Daslan Melo Lima
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São José da Laje, AL, 11 de janeiro de 2015
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Vontade de aqui para sempre ficar, até que numa tarde, cinza ou ensolarada, eu deixasse de ouvir o Rio Canhoto indo para o mar. Vontade de aqui para sempre ficar, até que numa noite, escura ou estrelada, para a Grande Viagem uma luz me levasse. - Daslan Melo Lima


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Timbaúba, PE, 09 de janeiro de 2015
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     Nas próximas horas, estarei embarcando para São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci, às margens do Rio Canhoto, a fim de marcar presença no tradicional evento de confraternização anual que conta com a participação de dezenas de conterrâneos, não apenas os que lá residem, mas também dos que migraram para outras localidades. 
        Cidadela filha do Canhoto, / terra de Marias e Josés, / entre as cristas das montanhas / que te guardam do resto do mundo / te procurar é procurar a si mesmo / e te encontrar é se encontrar, diz um poema de Ronaldo de Andrade, meu conterrâneo-contemporâneo. 
       Em São José da Laje reencontro com mais intensidade o menino que um dia eu fui. Tenho certeza que o Rio Canhoto faz uma pausa na sua eterna caminhada para o mar, só para mergulhar comigo nesse coquetel de emoções inacabadas. 
Daslan Melo Lima.

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sábado, 2 de janeiro de 2016

FELIZ ANO NOVO TODOS OS DIAS

            No seu sono tranquilo, o Dayvison Gabriel, meu sobrinho-neto nascido há três dias, não tem noção alguma que já é 2016 no Planeta Terra. 
         Foi para ele o meu primeiro abraço de ano novo, como se quisesse renovar a minha cota de esperança em um mundo melhor. 
          Em nome das crianças que um dia fomos, desejo a você, leitor, leitora,  Feliz Ano Novo todos os dias. 
Daslan Melo Lima.

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REFLEXÃO

"O poeta deve ser um professor de esperança."
- Jean Giono (1895-1970), romancista francês.

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