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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 741, referente ao período de 1º a 07 de março de 2019. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 13 de outubro de 2018

DE OLHO NO PASSADO - A Seleção Brasileira de 1950 de volta ao Maracanã

        A revista Realidade, Ano VIII, Número 86, de maio de 1973, circulou com dez páginas contando como viviam os craques da Seleção Brasileira de Futebol de 1950, derrotada na final da Copa do Mundo pelo Uruguai, por 2 X 1.  Aqui, digitalizado, os leitores de PASSARELA CULTURAL,  que adoram futebol,  têm um verdadeiro documento histórico.  Vale a pena mergulhar no túnel do tempo. ***** Texto de Antônio Euclides Teixeira, Albânio Castro, Carlos Libório, Hélio Teixeira e Djair Dantas. 



Maracanã, 16 de julho de 1950. Augusto, o capitão da Seleção Brasileira de Futebol surgiu no túnel e as duzentas e tantas mil pessoas que lotavam o estádio quase entraram em delírio. Aquela tarde de domingo tinha  sido reservada para o Brasil ser campeão mundial de futebol. Bastava um empate contra o Uruguai. Mas nem se falava em empate. 
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A Seleção da Copa de 1950, vinte e trê anos depois - Em pé, da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Danilo, Juvenal, Bauer e Bigode. Agachados, na mesma ordem: Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico e Mário Américo (massagista). O outro massagista, Johnson, agachado na extrema esquerda, na foto em preto e branco, morreu em 1971. (Foto de Luigi Mamprin)

Maracanã, 26 de março de 1973. Augusto, por coincidência, foi o primeiro a surgir no túnel: gordo, os cabelos brancos e escassos, mas ainda assim pisou os degraus com firmeza e olhou o estádio vazio como se ele estivesse cheio. Os outros vieram atrás com seus passos lentos e ocuparam o círculo central do campo, diante do fotógrafo de REALIDADE. 
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Barbosa ganhou as traves de presente - Augusto está garantido pela polícia - Juvenal vê o fim do jogo de graça - Bauer prefere lembrar dos bondes. ***** Fotos: Luigi Mamprin-José Martins-Sergio Sade.
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Danilo foi príncipe só em campo- Bigode quer distância do Maracanã - Friaça deu suas trombadas por aí - Zizinho está pedindo mais respeito. *****  Fotos: Clodomir Bezerra-Luigi Mamprin.
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Ademir continua indo ao ar - Jair ainda tem sonhos no futebol. ***** Fotos: Joel Maia - Luigi Mamprin.
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Chico podia ter comprado Copacabana - Mário Américo correu e guardou tudo. ***** Fotos: Luigi Mamprin - Jean Solari. 

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SESSÃO NOSTALGIA - O céu formou as Misses de um jeito diferente

Daslan Melo Lima
          
         O calendário marcava 17 de julho de 1971. A Manchete estava nas bancas de todo o Brasil com quatro chamadas: Moscou, os funerais dos astronautas; Toda a grandeza dos Estados Unidos; Os novos carros para 1972; e Miss Brasil 71. Quem ilustrava a capa de uma das maiores revistas brasileiras de todos os tempos era uma foto feita por Antônio Rudge, cinco misses que marcaram época na história da beleza brasileira.   

Manchete, número 1.004, Ano 20, 17/07/1971

Da esquerda para a direita, em pé: 
Ana Cristina Ridzi (1947-2015), Miss Guanabara, Miss Brasil 1966; 
Martha Vasconcellos, Miss Bahia, Miss Brasil, Miss Universo 1968; 
Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil, Miss Universo 1963;   
Eliane Fialho Thompson, Miss Guanabara, Miss Brasil, semifinalista (Top 15) no Miss Universo 1970. 
Sentada, Eliane Parreira Guimarães, Miss Minas Gerais, Miss Brasil, quinto lugar no Miss Universo 1971. 

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          O jornalista Justino Martins (1917-1983) disse no editorial daquela Manchete"Nos concursos de beleza, é aconselhável julgar as candidatas somente dos sapatos ao penteado, mais ou menos como se medem os peixes, da cauda à cabeça. Isto, porque, em geral, a mulher tem tudo contra ela, nossos defeitos, sua timidez, sua fraqueza. Só tem a  favor a beleza. No caso da nova Miss Brasil, a universitária Eliane Guimarães, acrescenta-se o espírito, que é o supremo recurso do sexo feminino. Quanto ao resto, só mesmo citando Mme. De La Fayette: "Seu corpo e sua pessoa tinham algo de tão admirável que parecia que o céu a formara de um jeito diferente das outras." É a nossa reportagem principal."
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          "Seu corpo e sua pessoa tinham algo de tão admirável que parecia que o céu a formara de um jeito diferente das outras."
              Nesta tarde quente da primavera pernambucana, inspiro-me na citação da escritora francesa Madame de La Fayette (1634-1693) para criar o título desta  Sessão Nostalgia: "O céu formou as Misses de um jeito diferente."

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sábado, 6 de outubro de 2018

É outubro outra vez

       

        No primeiro dia do décimo mês do ano de 2018, localizo no meu acervo dois vinis de Angela Maria, a cantora que partiu para a Grande Viagem no penúltimo dia de setembro. 
          Os trechos românticos das canções que interpretava marcaram a alma da minha infância alagoana em São José da Laje. Do Sítio Limão à Rua Passagem de Maceió, a voz de Angela Maria semeava amor; desamor; desilusões e ilusões; através da Amplificadora Municipal, dirigida pelo locutor Manoel Alemão.
        "Você vive ao meu lado / e eu não tenho você..." /// "Deus sabe bem quem errou de nós dois, / e dará o castigo depois, / o castigo a quem merecer. /// "Inverno que vem, / inverno que vai. / Só sei que o amor do meu peito não sai.." 
         Entre perdas e ganhos, nuvens cinzas e claras, é outubro outra vez. Assim Seja! 
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- Daslan Melo Lima.

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Dr. Gilberto de Sousa: “Agradeço a Deus por ser Juiz nesta existência”


>>>>> O grande homenageado do 10º Baile dos Casais considera Timbaúba o seu berço pernambucano.



       A Loja Maçônica Obreiros do Norte nº 7, de Timbaúba, PE, filiada ao GOEPE, Grande Oriente do Estado de Pernambuco, anualmente homenageia uma personalidade de destaque em nosso meio social.  Este ano, o escolhido, por unanimidade dos maçons, foi o Dr. José Gilberto de Sousa. Juiz de Direito Titular da 1ª Vara da Comarca de Timbaúba, ele recebeu o Diploma e a Medalha José Guedes Peixoto de Honra ao Mérito das mãos de Guilherme Queiroz, Grão Mestre do GOEPE, durante a realização do 10º Baile dos Casais, realizado no dia 22 de setembro. A festa, que registrou a presença honrosa de José Antônio, venerável da Loja Tradição Escocesa, e de vários irmãos de outras potencias, teve como atrações musicais Geo Moura e a Orquestra Som das Acácias, pratas da casa. 

            Em seu discurso de apresentação do homenageado, o Dr. Marcos Antonio Vasconcelos, maçom, Promotor de Justiça aposentado e Advogado militante, assim se pronunciou:   


           
          Dr. Gilberto, como é mais conhecido, é o filho mais novo de uma família de nove irmãos sertanejos. Nasceu em 16 de setembro de 1961, na cidade de Monteiro, Paraíba. É casado com Valéria Cesarino de Sousa e tem três filhos: Flávia, Davi e Fernanda. Estudou em escola pública, tanto em Monteiro quanto em João Pessoa, para onde se transferiu adolescente, pois pretendia estudar e no interior era impossível. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal da Paraíba em 1986, e tem Pós-graduação pela Escola Superior da Magistratura. Em seu currículo constam, além de  mais de uma dezena  de cursos diversos, várias aprovações em concursos públicos, tais como: Técnico Judiciário Federal, Delegado de Polícia da Paraíba, Juiz de Direito Substituto no Rio Grande do Norte e finalmente, em 1994, aprovação para Juiz de Direito em Pernambuco. 
     Como Delegado de Polícia, atuou em quase todas as delegacias especializadas de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba. Iniciou suas atividades na Magistratura em 1994, na cidade de Garanhuns, como Juiz Substituto, tendo ocupado a Primeira Vara Cível, a Vara Criminal e a Vara da Fazenda Pública, tendo sido o primeiro Coordenador do Juizado Especial e, também, o Diretor de Fórum daquela Comarca. Exerceu funções cumulativas nas comarcas de Palmeirina, Águas Belas, Saloá, São João e Quipapá.  Em 1999, foi promovido para esta comarca de Timbaúba, como titular da 1ª Vara  e Diretor do Fórum, cargo que exerceu até 2015, quando foi removido por antiguidade para a Vara Criminal da Comarca de Goiana, onde ficou até o ano de 2017. Neste ano de 2017, teve a oportunidade de ser removido até para a capital,  mas preferiu retornar à Timbaúba, cidade que escolheu como sua segunda terra mãe. 
         Durante todo o primeiro período de sua estada nesta comarca, e até os dias de hoje, Dr. Gilberto se destacou pela fidalguia com que trata todas as pessoas que o procuram. Atenção, dedicação e trato com dignidade, independentemente de quem quer que seja,  são as características e o traço marcante da personalidade de Dr. Gilberto. Ao retornar para Timbaúba, Dr. Gilberto foi recebido com alegria e festa, pois a comunidade timbaubense sabia que estava retornando a esta comarca um Juiz com "J" maiúsculo, capaz, enérgico quando é preciso, conciliador, amigo e orientador, sempre a postos para atender a tantos quando o procuram ou dele necessitam.
       Por tudo isso é que a Maçonaria, através da Loja Maçônica Obreiros do Norte de Timbaúba, resolveu homenageá-lo com a Medalha José Guedes Peixoto e com o titulo de Honra ao Mérito, incluindo-o na galeria de personalidades ilustres homenageadas que o antecederam, reconhecendo os inestimáveis e relevantes serviços prestados à população de Timbaúba. 
     Parabéns, Dr. Gilberto. Nós, que fazemos a Maçonaria em Timbaúba, sentimo-nos honrados em prestar-lhe esta singela homenagem..
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Dr. Gilberto atravessando o salão de festas em direção ao palco. 
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        Em seu discurso de agradecimento, o Dr. Gilberto assim se manifestou:  
     Senhores e senhoras aqui presentes. Timbaubenses que aqui não puderam estar. Senhoras e Senhores de outras naturalidades. Noite clara e céu azul iluminam nossa festa! Peço licença a todos para saudá-los e abraçá-los, um a um, invocando o nome do poeta Jader de Andrade, do teatrólogo Luiz Marinho Falcão Filho, do Dr. João Ferreira Lima, todos eles filhos ilustres de Timbaúba que outrora tanto abrilhantaram a Loja Maçônica Obreiros do Norte n° 07, potencializada pelo Grande Oriente de Pernambuco.
        Dos títulos gratuitos ou meramente políticos sempre me esquivei. Nas terras do Leão do Norte mais de um me foram ofertados. Me esquivei porque não via em mim nenhuma contrapartida. Depois de 17 anos como Juiz de Direito na terra de Jader de Andrade, os maçons daqui, por unanimidade, segundo fui informado, me escolheram e presentearam com tão carinhoso gesto. Certamente viram em mim um outro ato e entenderam que eu merecia ser agraciado. À unanimidade ninguém resiste! E eu não resisti! Tanto que aqui estou recebendo essa honraria difícil de ser concedida para um modesto juiz interiorano, juntamente com Valéria, Flávia e Bruno, Davi, Fernanda, e com Josirene e meu irmão Eugênio, que fez um esforço hercúleo para aqui está. 
   Sinto-me profundamente honrado e distinguido por está sendo homenageado pelas pessoas de bem desta terra e vejo que há  alguma legitimidade neste ato porque, em um rápido lance de vista, reconheço a presença do melhor do segmento empresarial, político, advocatício, etc. 
        Agradeço a Deus por ser Juiz nesta existência, e também por sê-lo aqui, em Timbaúba, cidade que considero como sendo "o meu berço pernambucano", meu pedaço de pernambucanidade, sim! E tanto isso é verdade que fui embora "e voltei porque foi a saudade que me trouxe pelo braço."
        No foro, faço questão de atender a todos, sejam advogados ou não,  novos e antigos, ricos e pobres. pretos e brancos. No âmbito do meu trabalho não permito que a Pátria, nossa querida "mãe gentil", seja de qualquer modo dividida. Afinal, somos todos brasileiros, um só povo, uma só gente.  
        Por sentimento de justiça, alongo esta fala para dizer que meu trabalho não teria sido possível sem a existência de pessoas como Zé do Carmo, Chico, Salvandro e, mais recentemente, Carlos, Juliana e Cristiane. 
       Por último, quero dizer que a emoção está transbordando minha alma e que meus agradecimentos não cabem neste recinto. Em especial, agradeço aos Obreiros do Norte nº 07, na pessoa do Dr. Marcos Vasconcelos, Promotor de Justiça aposentado e Advogado militante. 
       Muito ainda teria para dizer e agradecer, mas a noite é de festa e eu lhes pergunto: “nós viemos aqui para beber ou pra conversar? ”


Dr. Gilberto e sua esposa Valéria Cesarino de Sousa
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Crédito das imagens Dr. Gilberto com diploma e medalha: (DML/Passarela Cultural). Demais fotos: Facebook/Jefferson Leal
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  • Esta matéria, de forma resumida, foi postada na página de Comportamento da revista TIMBAÚBA EM FOCO, edição de setembro/2018. 

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Para recordar a despedida do Dr. Gilberto de Sousa há três anos, quando foi removido por antiguidade para a Vara Criminal da Comarca de Goiana, clique:

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DE OLHO NO PASSADO - Manchete, Ano 16, Nº 838, 11 de maio de 1968


CATHERINE DENEUVE, ANJO OU DEMÔNIO? -  A jovem senhora é linda, rica e apaixonada pelo marido mas todos os dias, à tarde, ela se dirige a um apartamento, onde se entrega a toda espécie de sordidez. Esse é o papel interpretado por Catherine Deneuve em A Bela da Tarde, o filme de Luis Buñuel que está escandalizando as plateias do Rio e São Paulo. 
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O DESAFIO DA AMÉRICA LATINA - Em 1966, o senador Robert Kennedy visitou o Brasil e vários países da América Latina. No Rio, assistiu a um jogo no Maracanã e cumprimentou Pelé, no vestiário. No Nordeste, conheceu a situação dos trabalhadores agrícolas. Por toda parte ouviu líderes e gente do povo. De volta aos Estados Unidos, pronunciou um discurso de grande repercussão sobre o "desafio da América Latina". Pouco depois, o discurso tornou-se livro e acaba de ser publicado no Brasil.
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MÁXIMO GORKI, A VOZ DA ALMA RUSSA - A dimensão da fama de Alexei Maximovich Pyeshkov pode ser medida por três simples fatos: o nome de sua cidade natal, o da mais importante rua e o do mais notável teatro de Moscou foram mudados em sua honra. Ou, melhor, em honra do nome literário que ele tornou célebre em seus contos, romances e peças de teatro: Máximo Gorki, ou seja Máximo Amargo. Este é o ano do seu centenário, pois ele nasceu em 1868 em Nijni-Novgorod, hoje Gorki, situada a leste de Moscou. Nada fazia supor que o menino, filho de um simples estofador de móveis, morto quando ele tinha 5 anos, e criado por um avô avarento e cruel, viesse a se tornar uma das mais ilustres personalidades literárias do seu tempo. Durante sua existência, seu status social mudaria da pobreza e da obscuridade para a abastança e a glória. Mas as mudanças de seu país não seriam menores. ***** (Texto de Raimundo Magalhães Júnior - Foto da Agência Novosti)

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VANDERLEU, O PEQUENO LORDE - Os milionários da canção jovem tornaram-se proprietários de mansões cada vez mais luxuosas e surpreendentemente sofisticadas. Para morar, Vanderlei Cardoso, cantor "pra frente", prefere os ambientes "pra trás": móveis Luis XV e Luís XVI, espelhos, jacarandá, veludo. No seu apartamento de 21 cômodos, ocupando uma área de 400 metros quadrados, em São Paulo, é possível fazer uma viagem através de outras épocas. O tom do classicismo francês predomina sobre os outros. Ali, Vanderlei sente-se um lorde. 
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CONVITE DE ADALGISA COLOMBO, MISS DISTRITO FEDERAL, MISS BRASIL E VICE-MISS UNIVERSO 1958 -  Estrela de um comercial da revista Joia. ***** "Você está convidado para um encontro comigo e com as mais famosas personalidades brasileiras de todos os setores. Será em maio próximo, no número especial de JÓIA dedicado à Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação, a famosa ABBR. Nós esperamos por você. Lembre-se: é em JÓIA de maio." 

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SESSÃO NOSTALGIA - Maria Isabel de Avelar Elias, a Miss Sergipe que virou mito

Daslan Melo Lima


          No dia 24 de maio, fez dez anos que postei em PASSARELA CULTURAL uma Sessão Nostalgia dedicada a Maria Isabel de Avelar Elias, Miss Sergipe, terceiro lugar no Miss Brasil, quarta colocada no Miss Mundo 1964. Outro dia, navegando na internet, cheguei ao Youtube e, para minha surpresa, encontrei o texto daquela crônica, na íntegra, narrado e ilustrado pelas imagens originalmente postadas e outras que não conhecia.  Eis o link para chegar ao vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=OaN9z5mO1Z8
          O meu muito obrigado a todas as pessoas que se envolveram  no ótimo trabalho de transposição da Sessão Nostalgia dedicado ao mito sergipano. 

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sábado, 24 de maio de 2008


SESSÃO NOSTALGIA - Maria Isabel de Avelar Elias, Miss Sergipe, Miss Brasil Mundo 1964

Por Daslan Melo Lima

Maria Isabel de Avelar Elias nas capas das revistas O Cruzeiro e Fatos & Fotos
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               Era uma quinta-feira, 27 de novembro de 1945, na cidade de Alfenas, sul de Minas Gerais , distante 379 km de Belo Horizonte, quando uma garotinha nasceu, para alegria de uma jovem senhora e de um respeitado e prestigiado funcionário do Banco do Brasil. Aquela menina recebeu o nome de Maria Isabel de Avelar Elias e estava predestinada a ser eleita a quarta mulher mais bela do mundo de 1964.  Dezenove anos depois, quando a família morava em Aracaju, cidade para onde o seu pai havia sido transferido, aquela garotinha, agora uma jovem linda, inteligente, simpática e cheia de classe e charme, aceitou convite para disputar o Miss Sergipe. Foi eleita em 20/06/1964, no Iate Clube Sergipe, clube que representava, derrotando quatro concorrentes : Miss Clube dos Diretores Lojistas, Elza Góes Lisboa; Miss Universitários, Alda Maria Simonetti Maia (eleita Miss Pernambuco no ano seguinte); Miss Lagarto, Lídia Margarida Fontes e Miss Vasco Esporte Clube, Brasilina Chagas.

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O Top 3 do Miss Brasil 1964. Da esquerda para a direita: Vera Lúcia Couto Santos, Miss Guanabara, segunda colocada; Angela Vasconcelos, Miss Paraná, primeiro lugar; e Maria Isabel de Avelar Elias, Miss Sergipe, terceira colocada. ***** Foto: revista Manchete.
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Maria Isabel em traje de banho. Foto: Manchete
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        Vencida a fase estadual, eis Maria Isabel no Maracanãzinho, na noite de 04/07/1964, diante de um júri exigente e de um público numeroso, na disputa do Miss Brasil, ao lado de 23 misses. Na comissão julgadora estavam: Pomona Polotis,Tônia CarreroAcioly NetoMitzi de Almeida MagalhãesOscar Santamaría,Edite Piano GuimarãesLeão VelosoEda de LudsHélio BeltrãoEdílson Varela Justino Martins
     A comissão deveria apontar apenas oito finalistas, mas por exigência de Tônia Carrero, que tinha gostado muito de Ana Maria Carvalhedo, Miss Ceará, foi eleita mais uma. Por ordem de classificação, as nove finalistas foram as representantes de Paraná (Ângela Tereza Pereira Reis Neto Vasconcelos); Guanabara (Vera Lúcia Couto Santos); Sergipe (Maria Isabel de Avelar Elias); Pernambuco (Ana Maria Costa Caldas); Rio Grande do Norte (Neli Cavalcanti Padilha, a preferida de Ângela Vasconcelos); Estado do Rio (Cecília Rangel Martins da Rocha); Rio Grande do Sul (Rosa Maria Gallas); Minas Gerais (Marília de Dirceu Silva, dona de um rosto que lembrava muito o da atriz italiana Sofia Loren); e Ceará (Ana Maria Carvalhedo). 

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Maria Isabel em traje típico-Foto: Manchete
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       Na generosa edição sobre o concurso, a revista Fatos & Fotos, de 11/07/1964, comentou:

           “Qualquer uma delas tinha classe para representar o Brasil. Nunca houve tantas candidatas com tantas chances para arrebatar o título. 50 mil espectadores, no Maracanãzinho, foram unânimes em aplaudir a decisão do júri que consagrou Miss Paraná. Quando os jurados apontaram o nome de Ângela Teresa Vasconcelos - uma carioca que reside há 15 anos no Paraná – como a representante máxima da beleza brasileira em 1964, houve um delírio no Maracanãzinho. Vera Lúcia Couto Santos, Miss Guanabara, e Maria Isabel Avelar Elias, Miss Sergipe, foram as outras duas grandes vencedoras. O público estranhou a ausência de Miss Pernambuco, Ana Maria Costa Caldas.
           “Antes do desfile, a maior torcida era a de Miss Guanabara. Quando Miss Paraná desfilou com seu vestido justo, bordado de pedrarias, encontrou uma rival. A eleição de Vera Lúcia Couto Santos, Miss Guanabara, para o segundo lugar, estabeleceu polêmica entre o público. Mas Maria Isabel Avelar Elias, Miss Sergipe, agradou em cheio para o terceiro lugar. Miss Paraná teve 96 pontos, na contagem final. A segunda colocada, Miss Guanabara, 79, e a terceira, Miss Sergipe, 70. Maria Isabel ficou satisfeita com o terceiro lugar. “Se eu tivesse no júri, também votaria em Ângela e Verinha.” – disse ela.”
          No domingo, 05/07/1964, quando a revista O Cruzeiropromoveu o Baile da Coroação da Miss Brasil no Santapaula Quitandinha Clube, em Petrópolis, prestigiado por 3 mil pessoas, em depoimento aHélcio Jose, publicado em O Cruzeiro, de 1º/08/1964, Maria Isabel de Avelar Elias declarou:

          “Meu sonho era conhecer a Europa. Parece que me preparei. Há 4 anos estudo inglês, não com acento oxfordiano, porém no Instituto Brasil- Estados Unidos. Agora vou cadenciá-lo britanicamente. Outro sonho meu é ser pintora. Terminado este reinado de sonho e encantamento, vou ingressar, quando voltar para Aracaju, na Escola de Belas Artes. E seguir meu Normal (estou no 2º ano), cursar Filosofia – quero estudar línguas neolatinas - prosseguir nos estudos de piano e acordeão, frequentar o Iate Clube, vir ao Rio passar minhas férias (como o faço habitualmente) e finalmente concluir o conhecimento completo de todas as capitais brasileiras: já viajei por todos os estados, à exceção do Amazonas.”

          Dona de uma beleza doce e tranquila, Maria Isabel tinha 1,70m de altura, 92 cm de busto, 92 cm de quadris, 59cm de cintura, 59cm de coxa, 21 cm de tornozelo, olhos castanhos, cabelos longos e um sorriso meigo e simples. Fotografava muito bem, tanto que foi eleita a Miss Fotogenia do Miss Brasil. Adorava doce de coco sergipano e levou para Londres seu traje típico de vaqueiro, eleito o mais belo do Miss Brasil. Fazer e manter amizades eram o seu forte e se tornou amiga da gaúchaIeda Maria Vargas, Miss Brasil e Miss Universo 1963, e de Maria Tereza Boblitz, Miss Maranhão. Do seu modo, com muita tranqüilidade, preparou-se intensamente para o Miss Mundo. Em uma bela casa situada na praia da Atalaia, tomava banho de mar e piscina, fazia sauna e exercícios físicos e relaxava indo com o pai e a mãe para assistir no cinema os filmes policiais que adorava. 
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O Top 5 do Miss Mundo 1964 - Da esquerda para a direita, Miss Nova Zelândia, Lyndal Ursula Cruikshank, quinto lugarMiss Taiwan, Linda Lin Su-hsing (terceira colocada); Ann Sidney, Miss Reino Unido (primeiro lugar); Ana Maria Soria, Miss Argentina (segunda colocada); e Maria Isabel de Avelar Elias, Miss Brasil, quarto lugar.
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          Para satisfação de 100 milhões de brasileiros, população estimada no primeiro ano da ditadura militar, em 12/11/64, 15 dias antes de completar 19 anos de idade, Maria Isabel de Avelar Elias conquistava um honroso quarto lugar no Miss Mundo, em Londres. Foi a melhor colocação até então conseguida por uma brasileira naquele concurso. Concorrendo com 41 candidatas, perdeu apenas para Ann Sidney, Miss Reino Unido (primeira colocada); Ana Maria Soria, Miss Argentina (segunda), e Miss Taiwan, Linda Lin Su-hsing (terceira colocada).
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          Maria Isabel de Avelar Elias, a mineira de Alfenas que levou o nome de Sergipe, o menor estado nordestino, para o mundo, deve guardar com carinho as edições das revistas onde foi capa, como as que ilustram esta matéria, O Cruzeiro, de 1º/08/1964, e Fatos & Fotos, de 03/10/1964. E ao mostrá-las aos seus descendentes, com aquele mesmo sorriso simples e doce de outrora, imagino que, com saudades e orgulho, deve falar assim: - Esta sou eu, a quarta mulher mais bela do mundo de 1964.

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sábado, 29 de setembro de 2018

"Já não trago a lua nova na mão, como pouca gente traz"




           Ondas de sonhos caindo da lua. É no que penso quando chego à AABB para a minha atividade física Treinamento Funcional. O salão principal está sendo decorado para uma festa de 15 anos.
         “Tinha apenas quinze anos, / um cigarro e um embornal. / Muita pressa e muitos planos / e um trem pra capital. / Eu pensava tanto em ser um doutor / e o orgulho de meus pais. / Eu levava a lua nova na mão, / como pouca gente faz. ” Cantava Nara Leão nos anos 70, “Quinze anos”, composição de Naire e Paulinho Tapajós.
          Em silêncio, caminho cantando para a quadra esportiva: “Ontem quando eu era grande, / eu sabia muito mais. / Do que eu aprendi de enganos, / do que eu já perdi de paz. / Tenho agora quinze anos a mais, / já não sei voltar atrás. / Já não trago a lua nova na mão, / como pouca gente traz. ”
         Carrego n’alma um saldo generoso de sonhos da juventude. Acredito que muitos ainda poderão ser realizados, embora “já não trago a lua nova na mão, como pouca gente traz. ”
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– Daslan Melo Lima, primavera em Timbaúba, Pernambuco, 27/09/2018. 
Para escutar Nara Leão cantando "Quinze Anos", clique:  https://www.youtube.com/watch?v=MAlS98iJLYw

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Sociedade timbaubense em foco



BELEZA
Charles Tavares e Maissa Yasmin, o Mister e a Miss Juvenil 2018 da  Escola Dr. Antonio Galvão Cavalcanti (Ginásio Municipal).
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FAMÍLIA
Gabriel Chaves e Christiane Nowak com as filhas gêmeas, “as duas Marias”, a quem carinhosamente se referem.
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JUVENTUDE
Vitor Oliveira Barbosa e Ana Samara Morais de Azevedo, a Miss e o Mister 2018 da ETE-Escola Técnica Estadual  Miguel Arraes de Alencar.
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FLASH
Goretti Barbosa ladeada por Eliêta Brito e Marluce Brandão, encontro no Jubileu dos 80 anos da Escola Santa Maria.
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RELAX
O casal Silvio Cesar e Edilene Teófilo em clima de descontração, lembrando a famosa cena do filme “Titanic”.
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NUPCIAL
Marcia Tarciana Alves de Oliveira e Diercio Guerra, transbordantes de felicidade no dia do seu casamento.
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Crédito das Fotos: DML/Passarela Cultural-Arquivo Pessoal-Sou da Zoeira-Facebook


DE OLHO NO PASSADO - Manchete, Ano 26, Nº 1.332, 29 de outubro de 1977

                    

SYLVIA KRISTEL, EMMANUELLE NO BRASIL - Magra, apaixonada e com a cuca muito livre, a atriz de Emmanuelle está no Brasil para lançar um filme e aparecer numa novela. Oficialmente, ela veio ao Brasil para o lançamento nacional do filme Porque Agrado aos Homens, título pouco sutil de La Marge, onde é uma prostituta, dirigida pelo polonês Valerian Borovzich. Fará uma ponta na novela O Espelho Mágico. O tempo de fazer pontas já acabou. Mas o cachê é bom. ***** Foto: Simonpletri/Sygma. 

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MARCOS FREIRE: "CONSTITUINTE É A ÚNICA SAÍDA" - Nesta entrevista, ele questiona os rumos do Governo, diz que ninguém quer revanchismo e reclama anistia e fim do AI-5. Para Marcos Freire, as eleições de 1978 poderão dar à oposição uma vitória maior que a de 1974.  ***** "Uma revolução que não devolve o poder constituinte ao povo não é popular." *****  A popularidade de Marcos Freire em Pernambuco também se deve, em parte, à sua juventude e vitalidade. 
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HAVAÍ, O DESPERTAR DO VULCÃO - Uma grande erupção que, segundo a lenda, é provocada pela ira de Pele, deusa do fogo, volta a abalar Kiluea. 
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JANELLE COMISSIONG , O MUNDO DOURADO DE MISS UNIVERSO - Hoje ela vive num superapartamento em Nova Iorque. Mas seu maior desejo é voltar para sua terra natal, a exótica e calma Ilha de Trinidad. O reino da beleza fica no 50º andar de um prédio residencial às margens do rio Hudson, dento do território do Estado de Nova Iorque, nas fronteiras de Nova Iorque. Ali viverá durante o reinado de 77/78, a soberana da beleza feminina, Janelle Commissiong, Miss Universo 1977. Figurinista diplomada, Janelle sabe escolher o estilo de roupa que valoriza o seu tipo não muito alto. E gosta de decotes.  


Janelle compartilha com a loura Kim Tomes, Miss Estados Unidos, um apartamento à altura de sua realeza: um belo duplex, localizado no 50º andar de um prédio de luxo, de onde se pode apreciar toda a cidade de Nova Iorque. Tranquila, meiga, Janelle Commissiong tem seus próprios sonhos para quando transferir a coroa. Ela quer voltar à sua Trinidad, abrir uma boutique e lançar sua própria etiqueta de moda. Esta será uma forma de manter Janelle, para sempre, nas passarelas.  
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SESSÃO NOSTALGIA - Celice Marques, Miss Brasil 1982, pura tentação

 Daslan Melo Lima


          Aquela propaganda das calcinhas Hope, publicada na revista Claudia, de maio de 1997, não fazia referência ao passado de Miss da Dra. Celice Marques, mas era fácil identificar que ali estava Celice Pinto Marques da Silva, eleita quinze anos antes Miss Pará, Miss Brasil e  semifinalista (Top 12) no Miss Universo 1982.      
         Na página 43, sobriamente vestida, ela recomendava: "Como médica, eu recomendo calcinhas Hope de puro algodão para afastar as alergias". Na página 45, de sutiâ e calcinha, ela aconselhava: "Como mulher, eu aconselho Hope para aproximar os homens".
        
          


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          Natural de Bélem, Pará, 1 metro e 80 centímetros de altura, a hoje Dra. Celice Marques, médica, radicada em São Paulo, foi eleita a Miss do seu Estado aos 18 anos de idade, representando o tradicional clube Associação de Desportos Recreativa Bancrévea, criado em 1891, o segundo clube náutico mais antigo do Brasil (o primeiro é o Clube Barroso, no Rio Grande do Sul). Eleita Miss Brasil, apontada como uma das favoritas ao Miss Universo 1982, realizado em Lima, Peru, classificou-se entre as semifinalistas (Top 12), no ano em que a vencedora foi a canadense Karen Dianne Baldwin.   

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          Vinte e um anos depois da inusitada propaganda protagonizada por Celice Marques, detenho-me no slogan do produto: "Calcinhas Hope, puro  algodão, pura tentação."
       Releio todo o texto que escrevi, reviso e decido dar a esta crônica o título de "Celice Marques, Miss Brasil 1982, pura tentação." 

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