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quarta-feira, 11 de agosto de 2021
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Revista Timbaúba em Foco, julho/2021
sábado, 31 de julho de 2021
JUNIOR WANGEL, GANHANDO OU PERDENDO
Um amigo fez a "Grande Viagem" ontem, sexta-feira, 30 de julho.
Natural de Goiana, PE, timbaubense de coração, casado, um filho e duas filhas, quarenta e um anos de idade a completar em 6 de setembro, Wandemberg Farias de Albuquerque Junior, o Junior Wangel, seguiu na Luz ao encontro de outra missão, em um dos fantásticos mundos do Pai Eterno.
O problema de saúde que enfrentou teve a ver com diabetes e uma infecção surgida após cirurgia para retirada de um tumor na cabeça.
Daslan Melo Lima
Timbaúba, PE, 31. 07. 2021
sábado, 3 de julho de 2021
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Em memória de Hermano Coutinho, Dedé Judeu, Luiz da Traíra, Rivaldo Guerra, Alex Apolinário e Pedrinho Matias
AO ENCONTRO DE OUTRA MISSÃO
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sábado, 3 de outubro de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Dorme, "Joca Show", dorme
DORME, "JOCA SHOW", DORME
A cidade acordou perplexa na manhã nublada, com a notícia da morte de uma das suas personagens mais populares, o morador de rua "Joca Show", encontrado morto com sinais de pauladas e facadas.
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Poeta Joao Feliciano, um nome que a história timbaubense guardou
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Colaboração enviada por Jeová Barbosa de Lyra Cavalcanti, funcionário aposentado do Banco do Brasil
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JOÃO FELICIANO DA SILVA nasceu em Timbaúba, PE, em 02 de outubro de 1917, onde residiu até sua morte.
Fez o antigo curso primário com o Prof. João Barbosa de Melo (Prof. Nô). Aos 13 anos incompletos teve seu primeiro emprego como balconista na mercearia do Sr. José Higino de Queiroz, político influente da época, destituído do poder pela Revolução de 04 de outubro de 1930. Presenciou de perto a queda dos “Perrepistas” da cidade a quem servira aperitivos e as conhecidas “paredes” (tira-gostos), e dos quais ouvia muitas histórias sobre coisas, fatos e pessoas daquele tempo.
Achava que foi muito boa a experiência adquirida em seu primeiro emprego e se chegasse a escrever um livro fá-lo-ia focalizando esta história que considerava palpitante.
João Feliciano foi autodidata, e todos os cursos que fez foi depois de já conhecido como “homem dos sete instrumentos”.
Nesta cidade destacou-se como poeta, professor de Economia Política e Prática Jurídica no antigo Externato Timbaubense (hoje Colégio Timbaubense), onde se formou por exigência da época. Era jornalista, prático de farmácia, compositor e, durante certo período, foi rábula, numa época em que as pessoas podiam advogar sem a exigência de diploma. Ele o fez principalmente em defesa dos pobres.
Como compositor, só tem um frevo feito em parceria com José Pedro Damião (Zito Damião). As demais composições: sambas, sambas lentos, toadas, maracatus, frevos e outros ritmos, todas tinham letra e música de sua autoria. Como poeta e jornalista tem um acervo publicado em vários jornais, principalmente no Jornal do Commercio do qual era correspondente.
Aproveitando as facilidades do art. 100 da Lei de Diretrizes e Bases do Ensino, instituída à época, fez os 3º. e 4º. anos do antigo curso ginasial no Colégio Osvaldo Cruz, o que lhe assegurou o ingresso na Escola Técnica de Comércio Timbaubense, de onde saiu Técnico em Contabilidade na primeira turma formada nessa escola do saudoso prof. José Mendes da Silva, sendo na ocasião o representante da turma como orador.
João Feliciano morreu aos 65 anos, no dia 09 de julho de 1982, no Hospital Neuro, no Recife. Seria um pleonasmo falar do vazio que ele deixou, não apenas entre os familiares como também no seio da sociedade timbaubense.
Muitos são os artigos e poesias de sua lavra que até hoje continuam inéditos, e são cuidadosamente guardados por sua esposa, D. Alga Marina de Oliveira Feliciano. Esperamos um dia vê-los publicados. Dentre as poesias de sua autoria, uma chama a atenção pela profundidade de sentimento, "Amanhã".
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sábado, 26 de setembro de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - José Inácio Queiroz de Andrade, Zé Inácio, "Major de Macambira"
sábado, 19 de setembro de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Para uma terça-feira de setembro
sábado, 12 de setembro de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Monsenhor José Marques da Fonseca
Em 1848, foi agraciado com o título de Monsenhor e no ano de 1953, recebeu o título de Cidadão Honorário de Orobó e Timbaúba. No dia 06 de janeiro de 1979, foi homenageado por seus paroquianos com uma significativa festa alusiva ao Jubileu de Ouro como pároco de Timbaúba.
Monsenhor Marques construiu a atual Igreja Matriz e a APA, Ação Paroquial de Assistência, além de ser responsável pela vinda da Alemanha das Irmãs Franciscanas da Congregação Maristela, fundadoras da Escola Santa Maria. No dia 10 de julho de 1938, sob a direção da Madre Raymunda Habermeier, o educandário iniciava oficialmente sua brilhante trajetória educacional em Timbaúba.
O Monsenhor José Marques da Fonseca também foi Vigário Capitular da Diocese por três vacâncias (1946, 1955 e 1958), Consultor Diocesano de 1971 a 1974 e Delegado de Ensino em Timbaúba por vários anos. Faleceu no dia 06 de dezembro de 1979.
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Fonte de pesquisa: Timbaúba, Ontem e Hoje, Volume II, Lusivan Suna, Comunicarte, 1992
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O Monsenhor José Marques Fonseca também foi figura muito importante na emancipação política do município de Orobó.
Padre José Marques da Fonseca, de família nazarena, embora aparentemente de temperamento fechado, aos poucos se integrou, inteiramente, a tudo que dissesse respeito aos interesses maiores da coletividade. Havia nele, contudo particularidades que bem o marcaram. Postura imponente, em qualquer circunstância, marcava a sua respeitosa figura. Mantinha um ar solene, mormente quando presidia funções religiosas. Os seus sermões eram rebuscados de citações latinas embora dirigidas para ouvintes poucos letrados. Tinha atitudes professorais no curso das suas pregações, pondo sempre em relevo, que falava “ex-catedra”. “Falava da cátedra de São Pedro”, costumava dizer e de repetir, explicando, por fim, o seu significado.
Não se demorou a abraçar movimentos que iniciaram com vista à emancipação municipal, deles participando até ao momento final da vitória, em 11 de setembro de 1928, no governo estadual de Estácio Coimbra. Foi um excelente assessor do coronel Abílio Barbosa, chefe político local e vitorioso desse movimento no qual se envolvera com tanta determinação. Era muito benquisto pela população. Por conta disso, quando o bispo diocesano, Dom Ricardo Castro Vilela, excelente orador sacro, o transferiu para Timbaúba, houve muita insatisfação dos paroquianos que tentaram, infrutiferamente, impedir a sua saída.
Após deixar a nossa cidade, o Padre Marques da Fonseca só retornou, muitos anos depois, para participar das festividades comemorativas do cinqüentenário do jubileu de prata da emancipação político-administrativa do município, ocorridas em setembro de 1953. Nessa oportunidade, foi homenageado em solenidade ocorrida na sede da Prefeitura. Seu tempo de permanência foi de 22 de junho de 1923 a 04 de janeiro de 1929. Foi, em verdade ser o novo vigário de Timbaúba.
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Fonte: http://www.orobo.pe.gov.br/?pg=historia
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domingo, 6 de setembro de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Tarciana Figueiredo, Antes da Primavera Chegar
sábado, 29 de agosto de 2020
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Erenita Quaresma, antes da lua cheia
Em noite de lua cheia, ficávamos conversando e fazendo reflexões sobre os mistérios da vida e da morte.
Vítima de câncer de mama, Erenita partiu na vigésima quarta manhã de mais um agosto que rima com gosto e desgosto.
Evitarei passar na praça na próxima fase da lua cheia, a fim de não chorar, pois o local estará cheio da sua presença invisível.









































