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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com

sábado, 16 de março de 2013

SESSÃO NOSTALGIA - MARIA AMÁLIA FERREIRA, MISS AMAZONAS 1948

Por Daslan Melo Lima

           Após várias semanas dedicando este espaço exclusivamente à memória do concurso Miss Pernambuco, no que diz respeito às listas com os nomes das participantes, estou  de volta às  minhas crônicas para focalizar grandes misses do passado, ao sabor dos meus sentimentos, resgatando fatos e fotos de um tempo que se foi, para sempre se foi. Desde que passei a editar PASSARELA CULTURAL, reservando espaço para estes mergulhos no túnel do tempo, ninguém imagina quantos momentos emocionantes já vivi. Várias rainhas da beleza já fizeram contato comigo. Também, filhos, netos, parentes e fãs de algumas que se foram e das que continuam neste plano terrestre.

         Vejam que coisa fantástica aconteceu recentemente. Prestem atenção. Em 31/03/2012,  dediquei este espaço à memória do concurso Miss Brasil 1949,  conforme consta neste link, http://passarelacultural.blogspot.com.br/2012/03/sessao-nostalgia-seccao-em-construcao_31.html  . No dia 22 do mês passado, recebi o seguinte e-mail:

Prezado Daslan, boa tarde. 
Meu nome é Sylvio Ferreira Coelho da Rosa. Foi com grande satisfação que encontrei na sua publicação "Passarela Cultural" uma referencia de imagem da minha mãe Maria Amália Ferreira, Miss Amazonas 1948.  
Tenho o número  da revista Vida Doméstica que traz a minha mãe na capa, (no anexo). Você teria mais alguma imagem do concurso do Miss Brasil no Quitandinha mostrando as misses? Se você puder enviar eu ficaria imensamente grato! 
No anexo, também mando uma imagem da minha mãe em 1975, na minha formatura na Marinha. Ela morreu em 1º/03/2006,  com 83 anos, vítima de câncer nos intestinos, e ainda era linda! Foi sepultada no cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro. 
Admiro muito o seu trabalho de resgatar essa época de tanta beleza e glamour.
Um forte abraço!


         Fiquei emocionado com o  contato do Sylvio e com as belas imagens da sua mãe que ele enviou-me. Falei para ele que seria um prazer disponibilizar mais fotos, mas que só tinha aquela postada há um ano, foto acima. Propus que me fornecesse dados biográficos de Maria Amália Ferreira, a fim de elaborar uma matéria exclusivamente dedicada a ela e com as fotos do seu acervo. O Sylvio enviou-me ao todo quatro imagens e valiosos dados ora publicados.


          Maria Amália Durand Ferreira, ou simplesmente Maria Amália Ferreira, nasceu em 15/04/1922, em Manaus, Amazonas, filha de Benjamin Constant da Costa Ferreira e Aldeída Durand Ferreira. Estudou em Manaus, foi eleita Miss Amazonas 1948, ficou em quarto lugar no concurso Miss Brasil 1949, realizado no Hotel Quitandinha, Petrópolis,  em 12/06/1949, e depois fixou residência no  Rio de Janeiro. Casou aos 31 anos de idade com  o carioca Álvaro Freitas Coelho da Rosa, fiscal sindical do Ministério do Trabalho, com quem teve três filhos, Cynthia, Sylvio e  Solange. Maria Amália foi funcionária do TRE-Tribunal Regional Eleitoral e teve outras funções administrativas como funcionária pública. Mesmo idosa, o seu empenho era notável, conseguindo passar até em um concurso para uma faculdade. Seu histórico de atividades rendeu duas aposentadorias, o que hoje já não é muito comum. 


            Sobre as lembranças que Amália guardava de sua época de Miss Amazonas 1948 e quarta colocada no Miss Brasil 1949, o Sylvio revelou o seguinte:
               Minha mãe sempre lembrava com bom humor e orgulho dos tempos de Miss Amazonas, e dizia para nós visitarmos o Teatro Amazonas, onde fez declamações no palco após vencer o concurso estadual.  Declamações em público sempre a encantaram, independente do evento ou do tema. Para ela, ter sido miss valeu a pena, e foi muito orgulho para a família. Ela falava que uma moça morena muito bonita chamada Jussara Marques, Miss Goiás, tinha ganho o concurso, e ela, sem dúvida, aprovou. Mostrava interesse pelos concursos atuais e sempre assistia quando possível.

Maria Amália Ferreira, Miss Amazonas 1948, na capa de Vida Doméstica, novembro de 1949, uma  das mais importantes revistas brasileiras da época.

       Minha mãe era discreta e elegante. Sempre que possível achava um local que tivesse comidas típicas do Amazonas, que muito apreciava, mas também gostava de pratos cariocas. Minha mãe era de bom temperamento e extremamente religiosa, gostava de assistir filmes bíblicos, tanto se emocionava, como também contestava alguma coisa que não estava de acordo com o seu conhecimento. Ela viajava muito pouco, os lugares sempre eram próximos do Rio de Janeiro.

Maria Amália Ferreira, em 1975, aos 53 anos de idade.


                Ao encerrar esta secção dedicada a Maria Amália Ferreira, Miss Amazonas 1948, quarta colocada no Miss Brasil 1949, agradeço ao Sylvio Ferreira Coelho da Rosa, seu filho, por ter feito contato e compartilhado comigo este material valioso que agora vem a público através da Sessão Nostalgia de PASSARELA CULTURAL.

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sábado, 9 de março de 2013

"VOSSOS FILHOS NÃO SÃO VOSSOS FILHOS"


          
         Dias de dor para uma das personalidades femininas mais queridas de Timbaúba, minha amiga Risalva Brandão, na foto quando da celebração dos seus 50 anos de idade, ao lado dos filhos José CláudioJorge Luiz e João VictorSeu filho Jorge Luiz Rodrigues Figueira Júnior (o segundo da esquerda para a direita), perdeu a vida ao ser atingido por vários disparos de arma de fogo na tarde de terça-feira, 05.  
         Pela ordem natural da vida, o normal é um filho enterrar o pai ou a mãe, jamais um pai ou uma mãe enterrar um filho. O que dizer a um pai e a uma mãe, principalmente a uma mãe, diante de uma circunstância assim? Que o texto abaixo, autoria de Gibran Kalil Gibran, possa aplacar um pouco a dor da minha amiga Risalva Brandão.
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Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem.
 Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria: pois assim como ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável.
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          Neste domingo,10, seria o grande evento dos dez anos de criação do bloco “Elas por Elas”, fundado por Risalva Brandão, “o maior bloco só de mulheres do mundo”, embora o Guiness Book ainda não tenha homologado o recorde. Não haverá festa. No dia 24 seria comemorado em grande estilo os 90 anos de vida do patriarca Ramiro Brandão, pai de Risalva. Não haverá festa. Pela ordem natural da vida, o normal é um filho enterrar o pai ou a mãe, jamais um pai ou uma mãe enterrar um filho. Essas festas que não serão realizadas são  irrelevantes diante do coração sofrido de uma mãe. A festa maior seria a presença de Jorge Júnior  ao seu lado, até um dia distante, bem distante, ser por ele sepultada.

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MINHA PRIMEIRA AULA DE DIPLOMACIA E HUMANISMO

Daslan Melo Lima


          Antonita Barbosa Bezerra de Melo, na foto ao lado do filho caçula Maurino Sérgio, foi uma das minhas professoras no curso primário. Esposa de José Martins de Melo, Agente de Estatística do IBGE, ela usava uma bota ortopédica e sempre estava bem vestida e maquiada. Filha de Arthur Barbosa Cavalcante e da Comendadora Marieta Cassela, morava na Rua Floriano Peixoto (Rua do Pontilhão), próximo ao Grupo Escolar Carlos Lyra. 
       Seu currículo era invejável, pois tinha sido a primeira colocada no concurso do magistério estadual. Detalhe histórico: quando D. Antonita estava em Maceió, na Secretaria de Educação, para ser homenageada pelo escritor Graciliano Ramos (1892-1953), então Secretário da Educação de Alagoas, a cerimônia foi suspensa. Graciliano Ramos foi preso minutos antes por questões políticas, acusado de comunista.


          Uma vez, D. Antonita falou para a nossa turma que estava com sede e gostaria muito de tomar um picolé. Um colega se ofereceu para ir comprar. Ela deu o dinheiro e o menino saiu. Como ele demorava a chegar, de vez em quando ela olhava pela janela. De repente, um colega que também tinha olhado, falou para todos ouvirem: “Ele vem lambendo o picolé”. Quando o menino entrou na sala, um silêncio total tomou conta do ambiente. Foi quando D. Antonita, com muita classe, disse: "Meu filho, muito obrigado por sua gentileza, mas você demorou a chegar e a sede passou. Pode ficar com o picolé." E o assunto foi encerrado definitivamente.
          D. Antonita, que faleceu em 10/11/2006, não fazia uso da palmatória para corrigir seus alunos. Sua atitude serena e a forma sábia de contornar aquele incidente acabou se transformando na minha primeira aula de diplomacia e humanismo.

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Sociedade em foco

UM FATO EM FOCO



FAZ 42 ANOS – Casamento de José Dilson de Albuquerque e Nilza Simões Corrêa de Albuquerque, realizado em 06/03/1971. ***** Da esquerda para a direita: Adélia Nadja e Yolland Ferreira da Silva; João Rodrigues de Almeida Filho e Maria de Fátima;  Walmor Barreto e Maria do Rosário (Zarinha); os noivos José Dilson de Albuquerque e Nilza Simões Corrêa de Albuquerque, Irenita e Benedito Silva; Maria Lúcia e Paulo Mendes de Lima; Evaneide e Édipo Gomes e Naja e Luiz Gonzaga de Miranda Costa (Badu). Todos os rapazes na época eram funcionários da agência do Banco do Brasil, em Timbaúba. 



Um exemplo de união para as novas gerações, José Dilson e Nilza Simões. O casal marcou época na sociedade timbaubense, está radicado há anos no Recife, mas não esquece suas raízes ligadas à Timbaúba dos Mocós, Princesa Serrana de todos nós.

Inteligentes, cultos e viajados, aparecem abaixo no Jardim Franciscano, no centro de Praga, na República Tcheca, durante um passeio inesquecível realizado no ano passado.


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MEMÓRIA TIMBAUBENSE

                                                            
BIU SINDÔ, TEU SILÊNCIO E O TEU TEMPO Ele se chamava Severino Rosendo de Oliveira, mas conhecido como Biu Sindô, nascido no Sítio Araçá, em Timbaúba, e teria completado 70 anos de idade no dia 05 de março, se não tivesse morrido há 15 anos, no dia 26/10/1998, vítima de doença cardiovascular. 
          Filho de Manoel Rosendo de Oliveira e Josefa Davina da Silva, um casal que teve 11 filhos, Biu Sindô atuava no ramo de transportes autônomo, fazendo diariamente o percurso Timbaúba-Recife-Timbaúba.  Alegre e boêmio, adorava o Santa Cruz, roupa branca, carnaval, dominó, uísque e as músicas de Altemar Dutra.           Ele deixou três filhos do seu casamento com Maria de Lourdes Barbosa de Moura: Sandra Cristina, Sandro Cesar e Simone Cristina, além de outros de relacionamentos distintos, como Sílvio Estevam e Simonely e Angelita, que hoje se emocionam ao ouvir Meu Velho, do repertório de Altemar Dutra, a canção preferida de Biu Sindô, http://www.youtube.com/watch?v=z-XcuDSmh9Q

É um bom tipo meu velho / Que anda só e carregando / Sua tristeza infinita / De tanto seguir andando. /// Eu o estudo desde longe / Porque somos diferentes / Ele cresceu com os tempos / Do respeito e dos mais crentes / Velho, meu querido velho. /// Agora caminha lento / Como perdoando o vento / Eu sou teu sangue meu velho / Teu silêncio e o teu tempo. /// Seus olhos são tão serenos / Sua figura é cansada / Pela idade foi vencido / Mas caminha sua estrada. /// Eu vivo os dias de hoje / Em ti o passado lembra / Só a dor e o sofrimento / Tem sua história sem tempo / Velho, meu querido velho. /// Agora caminha lento / Como perdoando o vento / Eu sou teu sangue meu velho / Teu silêncio e teu tempo.

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ROTEIRO POÉTICO DE TIMBAÚBA
Em tempo de Quaresma, nas noites timbaubenses, católicos fervorosos cumprem um ritual tradicional: Via Sacra  pelas ruas, parando em casas previamente escolhidas, onde os moradores improvisam um altar na frente das residências ou nos seus terraços. Momento de cânticos, reflexões e orações. Poesia, Humildade e Fé em sintonia com os corações. 
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CARNAVAL 2013, UMA FOLIA PARA RECORDAR



Aline, Luiz Antônio, Lucineia e Alex Apolinário, Gato Verão de Timbaúba 1999, no Galo da Madrugada
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Milena Vieira e Cezário Júnior
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Custódio, uma das pessoas que é a cara de Timbaúba, no Varejão na Folia
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Rhaiane Xavier e o namorado Jonathan Figueiredo.
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A matriarca da família Barbosa ladeada por Rosinha e Armando Albuquerque
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Pignatário e Márcia Andrade com os filhos Pinguinho e Thulia. De verde, Julio Alfredo e Cristina, no carnaval privê dos Queiroz


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SESSÃO NOSTALGIA - O CONCURSO MISS PERNAMBUCO A PARTIR DE 2010


Por Daslan Melo Lima   

          Esta é a sétima parte das listas do concurso Miss Pernambuco,  embora de forma inacabada, pois a cada ano, até 2019, se DEUS permitir, estarei procedendo às devidas atualizações. Que até o final desta década uma Miss Pernambuco seja coroada Miss Brasil, quiçá Miss Universo. 
      Aproveito para renovar meus agradecimentos ao jornalista e arquiteto baiano Roberto Macêdo, que disponibilizou a quase totalidade das listas postadas nesta série, verdadeiras relíquias para os saudosistas e pesquisadores.  

MISS PERNAMBUCO 2010

Luzielle Vasconcelos, Miss Pernambuco 2010. Luzielle Vasconcelos representou a cidade de Bezerros. Não tenho a lista completa deste certame. 
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MISS PERNAMBUCO 2011


Leidyane Vasconcelos, Miss Pernambuco 2011. Leidyane Vasconcelos  representou a cidade de  Santa Cruz do Capibaribe. Vou recuperar um  arquivo com os dados completos sobre este concurso para postagem oportunamente.

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MISS PERNAMBUCO 2012


Paula Luck, Miss Pernambuco 2012. Paula Luck representou a cidade de  Jaboatão dos Guararapes. 
Assisti ao concurso e produzi uma matéria sobre o evento. Vide
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          Para controle e orientação dos leitores, aqui está a seqüência dos links desta série:

O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 1956 A 1959
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O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 1960 A 1969
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O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 1970 A 1979
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O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 1980 a 1989
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O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 2000 a 2009
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     Apos dois meses dedicando este espaço exclusivamente à memória do concurso Miss Pernambuco, estarei de volta, se DEUS permitir, na próxima semana. Retomarei às minhas crônicas em SESSÃO NOSTALGIA focalizando grandes misses do passado, ao sabor dos meus sentimentos, resgatando imagens de um tempo que se foi, para sempre se foi.
  
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sábado, 2 de março de 2013

SEM PRAZO DE VIM EMBORA


Daslan Melo Lima
          Numa daquelas noites de um tempo que se foi, quando a Lua Cheia derramava prata sobre as pedras do Rio Canhoto, meu coração mergulhou numa linda e melancólica canção. A voz de Dick Farney, vindo da Amplificadora Municipal, interpretando “A saudade mata a gente”, de João de Barro (Braguinha) e Antônio Almeida, dava vida às minhas fantasias de adolescente romântico e sonhador. 
 Fiz meu rancho na beira do rio / Meu amor foi comigo morar / E na rede nas noites de frio / Meu bem me abraçava pra me agasalhar.
 Mas agora, meu Deus, vou-me embora / Vou-me embora e não sei se vou voltar / A saudade nas noites de frio / Em meu peito vazio virá se aninhar. 
 A saudade é dor pungente, morena / A saudade mata a gente, morena / A saudade é dor pungente, morena / A saudade mata a gente. 
          Acesso o Youtube, http://www.youtube.com/watch?v=JHW4-trW2po, volto a ouvir Dick Farney, fecho os olhos e os meus pensamentos se vingam ao permitir que a minha alma faça um rancho na beira do rio e fique lá com aquele amor impossível, sem prazo de vim embora.
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Timbaúba-PE, na tarde do primeiro domingo de março de 2013, com o corpo convalescendo de uma crise de enxaqueca e a alma curtindo marcas de um tempo que se foi em São José da Laje-AL
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SESSÃO NOSTALGIA - O CONCURSO MISS PERNAMBUCO DE 2000 A 2009

Por Daslan Melo Lima   


          Dando continuidade à divulgação das listas do concurso Miss Pernambuco, aqui está a sexta parte, focalizando a década de 2000.  Oportunamente, adicionarei outros detalhes. 


MISS PERNAMBUCO 2000
Djanira Barbosa Pereira, Miss Pernambuco 2000


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MISS PERNAMBUCO 2001
Débora Daggy, Miss Pernambuco 2001

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MISS PERNAMBUCO 2002
Milena Lira, Miss Pernambuco 2002


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MISS PERNAMBUCO 2003
Meyrielle Abrantes, Miss Pernambuco 2003

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MISS PERNAMBUCO 2004
Amanda Nolasco, Miss Pernambuco 2004

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MISS PERNAMBUCO 2005
Caroline Castilhos, Miss Pernambuco 2005

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MISS PERNAMBUCO 2006
Rayana Carvalho, Miss Pernambuco 2006

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MISS PERNAMBUCO 2007
Wilma Gomes, Miss Pernambuco 2007

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MISS PERNAMBUCO 2008
Michelle Costa, Miss Pernambuco 2008

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MISS PERNAMBUCO 2009
Fabiana Medeiros, Miss Pernambuco 2009
Fabiana Medeiros representou a cidade de Olinda no Miss Pernambuco 2009, ficando em segundo lugar. A coroa veio quando Isabela Nascimento renunciou ao título, logo após o Miss Brasil. 
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          Na próxima semana, a sétima parte e última das memórias do Miss Pernambuco, com as listas a partir de 2010.
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Créditos das imagens: reproduções, misspernambuco.blogspot.com.br 



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