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sábado, 25 de agosto de 2018

SESSÃO NOSTALGIA – Dia do Missólogo Brasileiro, uma data quase oficial


Daslan Melo Lima

        Na semana passada, eu falei aqui sobre o Dia do Missólogo Brasileiro, uma data a ser celebrada no dia 25 de agosto, inspirada em  Brício de Abreu, jornalista, poeta, crítico teatral, escritor e dramaturgo, nascido no Rio Grande do Sul, em 25 de agosto de 1903, e falecido no Rio de Janeiro, em 16 de fevereiro de 1970. Além de organizar com muito zelo concursos de beleza no Brasil e no exterior, Brício de Abreu amava e tinha paixão pelo mundo Miss.  Para ler ou reler a matéria, basta um clique neste link: https://passarelacultural.blogspot.com/2018/08/sessao-nostalgia_18.html

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      Criar uma data comemorativa é uma coisa, mas torná-la oficial é outra, pois carece de um projeto de lei a ser apresentado por um Vereador, Deputado Estadual ou Deputado Federal para aprovação pelo Poder Legislativo e depois sancionado pelo Poder Executivo. Um Deputado Federal fez contato comigo e se mostrou interessado em apadrinhar a criação oficial do Dia do Missólogo Brasileiro.

      A Sessão Nostalgia da semana passada repercutiu positivamente nas redes sociais, tendo sido destaque, também, no site Miss News e no blog do Fernando Machado. O jornalista e escritor baiano Roberto Macêdo criou três quadros com imagens de missólogos de todas as partes do Brasil, publicados no Facebook na sexta-feira, 25. Seria impossível reunir  fotos das dezenas de missólogos existentes, mas a seleção fez jus ao universo dos apaixonados por misses. Desejo que você, missólogo leitor, missóloga leitora, cuja foto não aparece nos quadros abaixo, sinta-se parte desta homenagem. 
         E agora, eles e elas, representantes da missologia brasileira, da esquerda para a direita, a partir da primeira linha horizontal.


Daslan Melo Lima, Expedito Barros, Antônio Carlos Costa, Banzato Fernandes, Fátima Barreto, José Henrique Pina Rocio, Sandro Batista, Roberto Macêdo e Perácio de Melo.
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Wancley Natucci, Ruberley Rojo, Fernando Bandeira, Heliana Tenuta, Sílvio Roberto, Raimundinho Junior, Denilson Bonato, João Ricardo Camilo Dias e Rafael Duarte.
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Marília Lopes, Fernando Machado, Dido Borges, Claudio Bellussi, Jaziel Lima, Marcos Hirakawa, Marcia Bia, Severa Melo e Muciolo Ferreira.
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          Finalizo esta crônica citando o escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996): "Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei."  
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sábado, 18 de agosto de 2018

SESSÃO NOSTALGIA - 25 de Agosto, Dia do Missólogo Brasileiro

Daslan Melo Lima      
                     
          Há dias consagrados para tudo, ou quase tudo, no Brasil e no mundo: Dia do Amigo, Dia do Soldado, Dia do Gari, Dia do Professor, Dia da Mentira, etc. Eu nunca ouvi falar no Dia do Missólogo. E tenho certeza absoluta que você também nunca ouviu, pois não existe. Pelo menos não existia até esta edição de PASSARELA CULTURAL. A partir de agora, ouso criar um dia para celebrar nossa paixão pelas Misses, paixão que também é sua, prezado leitor, prezada leitora, da SESSÃO NOSTALGIA: 25 de Agosto. 

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Por que o 25 de agosto como Dia do Missólogo?

      Para responder à pergunta, precisarei focalizar a figura de Luiz Leopoldo Brício de Abreu, ou simplesmente Brício de Abreu, jornalista, poeta, crítico teatral, escritor e dramaturgo nascido no Rio Grande do Sul, em 25 de agosto de 1903, e falecido no Rio de Janeiro, em 16 de fevereiro de 1970.  Foi ele a personalidade que me inspirou a criar o Dia do Missólogo Brasileiro. Abaixo, um pouco da sua trajetória profissional extraída da Wikipédia.

Brício de Abreu
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      Com o poeta Álvaro Moreyra (1888-1964), também gaúcho, Brício de Abreu criou Dom Casmurro, a mais importante revista literária da época. Apesar das dificuldades, chegou a vender 50 mil exemplares semanalmente, número surpreendente para o Brasil daquela época, um país com 30 milhões de habitantes e altíssimos índices de analfabetismo. Posteriormente, ainda nos anos 1940, Brício dirigiu também a Comoedia, revista mensal de teatro, música, cinema e rádio.   
      Ao longo de sua vida, constituiu um vasto acervo de documentos e material fotográfico referente a artistas que participaram ativamente da vida musical brasileira.  A Coleção Brício de Abreu veio a constituir a maior parte dos documentos digitalizados pelo Cedoc - Centro de Documentação e Informação em Arte da Funarte, que visa a preservação da história da música, sobretudo da música popular. Outra grande parte da coleção encontra-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Casou-se duas vezes: primeiro com Maria Desmurs (carece de fontes] e, depois, com Odette Veiga, sua companheira nos últimos trinta anos de sua vida.
     Brício de Abreu trabalhou na organização de concursos de beleza, em Paris, de 1929 a 1935, e, anos depois, no Rio de Janeiro. Algumas de suas obras: “Por Experiência", teatro, 1919”; “Evangelho da Ternura”, poesia, 1921; “ A mais forte”, romance, 1922; “Uma Lágrima de Amor”, teatro, 1922; “ A Eterna Comédia”, teatro, 1924. “Eleonora Duse no Rio de Janeiro”, crítica, teoria e história literárias, 1958. “Esses Populares tão Desconhecidos”, teatro, 1963.
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Brício de Abreu e as Misses

      Em reportagem da revista O Cruzeiro, Ano XXXVII, Nº 33, de 22/05/1965, Brício  de Abreu contou que organizou com Maurice De Waleffe (1874-1946) concursos de beleza em Paris, de 1929 a 1935, e anos depois no Rio de Janeiro.  Em 1930, coordenou o certame que teria seu final no Rio de Janeiro, para o Concurso Internacional da Beleza (Miss Universo) daquele ano. Em 1932, ao lado de jornalistas brasileiros que trabalhavam em Paris, elegeu, entre onze moças brasileiras residentes na capital francesa, a Miss Brasil 1932, Yeda Telles de Meneses, filha da célebre cantora Julietta Teles de Meneses.  

Yeda Telles de Meneses, Miss Brasil 1932, entre Maurice de Waleffe e Elyseu Montarroyos. Atrás: Olavo Freire, Brício de Abreu e Marcos Sepúlveda. ***** Revista O Cruzeiro, Ano XXXVII, Nº 33, de 22/05/1965. ***** Acervo: DML/Passarela Cultural
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Brício de Abreu e quatro candidatas ao título de Miss Universo 1932: Gween Stallard, Miss Inglaterra; Olga Djouritch, Miss Iugoslávia; Marie Émilienne Caisson, Miss França;  e Ingrid Richard, Miss Alemanha. ***** Revista O Cruzeiro, Ano XXXVII, Nº 33, de 22/05/1965. ***** Acervo: DML/Passarela Cultural.
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Cardápio de um "diner de gala" oferecido às candidatas do concurso Miss Universo 1932, no balneário de Spa, Bélgica. Beatriz Dolores del Campo, Miss México, escreveu nas costas do cardápio uma dedicatória para Brício, "el muchaco más guapo" (o cara mais bonito). *****  Revista O Cruzeiro, Ano XXXVII, Nº 33, de 22/05/1965. ***** Acervo: DML/Passarela Cultural.
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          Além de organizar com muito zelo concursos de beleza no Brasil e no exterior, Brício de Abreu amava e tinha paixão pelo mundo Miss.  
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Você sabe o que é um missólogo?
O Mais que Miss conta para você!

Andréia Reis, Miss Santa Catarina 1985.
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      Para entender melhor este universo, Andréia Reis, Miss Santa Catarina, semifinalista (Top 12) no Miss Brasil 1985, entrevistou o   jornalista,  arquiteto e missólogo baiano, Roberto Macedo, editor do site Miss News, http://www.missnews.com.br/, autor da biografia da Miss Universo 1968, Martha Vasconcellos
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ANDRÉIA REIS - Roberto, qual a origem da palavra missólogo?
ROBERTO MACÊDO -  Acredito que ela surgiu em 1987 quando eu fui convidado para uma entrevista na TV Itapoan em um programa preparatório do Miss Bahia. O produtor, Carlos Borges, irmão da apresentadora, Hélide Borges, disse que não sabia como me chamar. Foi então que ele sugeriu o termo "missólogo". A partir dali, passaram a me chamar de missólogo em todos os programas que eu participava.
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ANDRÉIA REIS - E o que é um Missólogo?
ROBERTO MACÊDO - O missólogo é o estudioso dos concursos de misses. Assim como existem psicólogos, antropólogos, geólogos, existem missólogos. É quem pesquisa, quem busca o conhecimento decorrente dos concursos de beleza, pois não se resume ao desfile a escolha de uma miss. Há todo um envolvimento social, político, econômico. Uma miss conta com a participação do seu meio, sua família, seus amigos, seu clube, seu município, seu estado, seu país. Há os componentes econômicos, como a sede do concurso, os patrocinadores, as transmissões por TV, rádio, internet, etc. Também podemos observar os interesses políticos de lançar uma candidata, de sediar o evento, de usar o título de uma miss para promoção. Há questões relacionadas com cirurgias plásticas, sexo, religião, racismo. Ou seja, um concurso de miss é o retrato do momento sóciopolítico de uma coletividade.
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ANDRÉIA REIS - Quais foram os primeiros missólogos brasileiros?
ROBERTO MACÊDO - No início eu me sentia um ET. Não conhecia mais ninguém que gostasse dos concursos de beleza como eu, de forma científica - diria até assim. Com o tempo, conheci um missólogo colombiano fruto de uma carta que enviei para a revista Cromos. Ele me colocou em contato com o alagoano Expedito Barros (um dos maiores do Brasil). Daí o grupo foi crescendo, e, com o advento da internet, descobrimos que não somos ETs, rssss. Há muitos missólogos em todo o mundo.
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Roberto Macêdo
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ANDRÉIA REIS - Existem regras?
ROBERTO MACÊDO - Não. Alguns se interessam mais pelo fato social, outros pelos indicativos de uma época, outros pelas estatísticas. O importante é que cuidem dos concursos com esmero, procurando tirar todas as lições possíveis para que se possa entender uma época. É de grande importância separar o missólogo do treinador. De uns tempos para cá, pessoas que não sabem nada da história dos concursos, mas que ensinam a miss a se maquiar, a desfilar, a posar, têm se auto-denominado missólogos. Não, esses não são missólogos. São treinadores de misses.
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ANDRÉIA REIS - Qual o perfil de um missólogo?
ROBERTO MACÊDOOs mais variados. Creio que há um componente comum a todos: são inteligentes (modéstia à parte rssss). São profissionais que cuidam das suas vidas, geralmente bem sucedidos nas suas profissões e têm nos concursos de beleza um hobby muito importante ao qual dedicam boa parte do seu tempo.
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ANDRÉIA REIS - Qual a importância dos missólogos para a história dos nossos concursos?
ROBERTO MACÊDO - Acredito que a importância maior está em ser um guardião da história. O missólogo guarda com cuidado e conhecimento técnico o acontecimento. É uma testemunha. E faz com que as rainhas da beleza sejam eternamente lembradas, homenageadas, festejadas. Devemos sempre saber quem fomos para sabermos o que queremos ser. 
"Um povo sem história é um povo sem futuro", finaliza Roberto Macedo.
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   Este vídeo produzido pela Funarte-Fundação Nacional de Artes/Ministério da Cultura, https://vimeo.com/160683744 , mostra o precioso legado de Brício de Abreu.
            O que você, leitor, leitora, achou da criação do Dia do Missólogo? Sua opinião ou crítica construtiva será bem-vinda, em nome da nossa paixão pelas misses, afinal paixões são paixões, simplesmente paixões. Não se explicam. 
            
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domingo, 23 de março de 2008

SESSÃO NOSTALGIA - Aymée, "a primeira Miss Brasil", e Brício de Abreu, o primeiro missólogo brasileiro

Daslan Melo Lima



          A história do concurso Miss Brasil começou para valer em 1954, com a famosa baiana Martha Rocha, segunda colocada no concurso Miss Universo. Ocorre, no entanto, que antes dela outras jovens ostentaram o título de “a mais bela do Brasil”. 

   Na revista O Cruzeiro, ano XXXVII, de 22/05/1965, Brício de Abreu cita Aymée, como a primeira Miss Brasil, ao lado em foto raríssima, feita nos primórdios da fotografia, em 1869, pelo célebre fotógrafo parisiense Felix Tournecron, conhecido como Nadar, o primeiro fotógrafo comercial do mundo. A imagem foi reproduzida da citada O Cruzeiro.



AYMÉE


          Aymée nasceu em Montjole, na França, em 1845. Tinha 19 anos de idade quando desembarcou do navio “Bearn”, no Rio de Janeiro, em 10/06/1864. Era uma atriz francesa e tinha sido contratada como artista de opereta e canto no primeiro Café - Concerto Brasileiro, inaugurado sete anos antes, na Rua da Vala, mais tarde Rua Uruguaiana, esquina com a Rua do Ouvidor. As canções que interpretava eram cheias de malícia, a exemplo de “Rien N`est Sacrée”, “ Les Noces de Mme. Crac” e “ Je M`en F...” que fizeram um sucesso extraordinário.

          Com “Orphée Aux Enfers”, partitura de Offenbach , ela conheceu a consagração, em 02/02/1865. Foi nessa época que Gryphus, jornalista do “ Diário do Rio” criou uma enquete entre críticos e intelectuais para saber qul era “ a artista mais linda do Rio de Janeiro “ . Não deu outra, venceu AyméeA seu respeito, assim escreveu o célebre escritor Machado de Assis (1839-1908), no prestigiado jornal “Diário do Rio”: É um demoninho loiro, uma figura esbelta, graciosa, meio angelical, uns olhos vivos, um nariz como de safo, uma boca amorosamente fresca, que parece ter sido formada por duas canções de Ovídio, enfim a graça parisiense “toute pure” !

         Popularíssima no Rio de Janeiro, Aymée não foi inteligente para administrar o sucesso e a fama. Conquistou homens de fortuna e levou muitos deles à ruína. As famílias conservadoras, preocupadas com o péssimo exemplo que ela dava à juventude brasileira, protestaram e a pressão foi tamanha que Aymée foi obrigada a voltar para a França. No seu espetáculo de despedida, “La Gran Duchesse de Gerolstein”, houve protestos por sua causa e ela foi vaiada. Os jornais da época registraram que Aymée partiu amuada com os brasileiros, pelas manifestações hostis que esses lhe fizeram na récita de despedida, em revide às “amabilidades” ditas por ela em cena. E assim, de forma escandalosa, terminou o reinado de Aymée


AS PRIMEIRAS MISSES BRASIL 
      
1 - O título de Aymée é questionado pelos missólogos, afinal ela simplesmente foi a vencedora da enquete  “a artista mais linda do Rio de Janeiro “, fato que só ficou conhecido graças a uma crônica do escritor Machado de Assis falando sobre a eleição.
2 - Não há dúvida em apontarmos Violeta Lima Castro, do Rio de Janeiro, como a primeira Miss Brasil de todos os tempos, eleita em 1900. 
3 - Depois de Violeta vieram: Noêmia Nabuco de Castro, do Rio de Janeiro, 1912; Zezé Leone, de São Paulo, 1922; Olga Bergamini de Sá, do Distrito Federal, 1929; Iolanda Pereira, do Rio Grande do Sul, 1930; Ieda Telles Menezes, do Distrito Federal, 1932; Vânia Pinto, do Distrito Federal, 1939, e Jussara Marques, de Goiás, 1949. Há uma distância considerável entre o reinado de uma para outra, motivada por desinteresse de patrocinadores, crises políticas e duas guerras mundiais. 

- Foi em 1954, com Martha Rocha, Miss Brasil e vice-Miss Universo, que o concurso Miss Brasil ressurgiu marcando época, antes e depois da baiana com suas lendárias duas polegadas a mais nos quadris.



BRÍCIO DE ABREU


          Luiz Leopoldo Brício de Abreu, ou simplesmente Brício de Abreu, nasceu no Rio Grande do do Sul, em 25/08/1903. Jornalista, teatrólogo e compositor, faleceu em 16/02/1970, no Rio de Janeiro. Sua principal obra foi publicada em 1963: “Esses Populares Desconhecidos”. Na década de 1930, dirigiu o semanário de letras “Dom Casmurro”. Brício de Abreu trabalhou na organização de concursos de beleza em Paris, de 1929 a 1935, e anos depois, no Rio de Janeiro. 
         Pelo seu interesse e dedicação aos concursos de Misses, considero Brício de Abreu o primeiro missólogo brasileiro de todos os tempos
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Mais dados  sobre Brício de Abreu,
https://pt.wikipedia.org/wiki/Br%C3%ADcio_de_Abreu


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