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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com
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sábado, 5 de maio de 2018

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - A estrela que nos guia


Timbaúba, a estrela que nos guia

         Entre os morros da Independência, Abolição e República, o vento sopra suave e às vezes nem tanto. Ninguém percebe que o tempo conspirou para que eles fossem chamados de altos: Alto da Independência, Alto Santa Terezinha e Alto do Cruzeiro. 

Visão parcial do Alto do Cruzeiro

       “Quem mora lá no morro, / já vive pertinho céu”, diz a música do compositor carioca Herivelto Martins. A visão do morro, para quem contempla, pode ser um banho de poesia, mas para quem precisa subir e descer todos os dias, a rotina pode gerar agonia.
       Vamos suavemente pela encosta até chegar ao pico, a fim de enxergar a realidade e o sonho sob outra perspectiva. Cristo proferiu o Sermão da Montanha, uma pérola de sabedoria, exatamente sobre um alto. 
      No aniversário dos 139 anos de Timbaúba, nossa cidade é a estrela da festa. Com a palavra, Antoine de Saint-Exupéry: “Se ao escalar uma montanha na direção de uma estrela, o viajante se deixa absorver demasiado pelos problemas da escalada, arrisca-se a esquecer qual é a estrela que o guia. ”
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- Daslan Melo Lima, em 08/04/2018, nos festejos dos 139 anos de Emancipação Política de Timbaúba.

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TÚNEL DO TEMPO

         Na praça Carlos Lyra de um tempo que se foi, uma garota romântica, direto do primeiro andar do casarão, soltava beijinhos inocentes para um menino. 


      Imagino que anjos invisíveis congelaram a imagem e jogaram a foto, anos depois, nos sonhos de Sérgio Bittencourt. Talvez daí tenha surgido “Modinha”:

Olho a rosa na janela, sonho um sonho pequenino. 
Se eu pudesse ser menino, eu roubava essa rosa 
e ofertava todo prosa à primeira namorada. 
E nesse pouco ou quase nada,
eu dizia o meu amor, o meu amor. 

Olho o sol findando lento, sonho um sonho de adulto. 
Minha voz na voz do vento, indo em busca do teu vulto. 
E o meu verso em pedaços só querendo o teu perdão.
Eu me perco nos teus passos e me encontro na canção. 

Ai, amor, eu vou morrer buscando o teu amor. 
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- Imagem:Facebook / Timbaúba em Números Fatos e Fotos.

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PAUSA PARA REFLEXÃO

 "Não é atitude inteligente dizer: Viverei. É tarde para viver amanhã: vive hoje."

- Marco Valério Marcial (40-104), poeta hispano-latino.

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sábado, 17 de março de 2018

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Nossa Senhora das Dores e a magia da praça da Bandeira



Por ela, mulher e santa

        Eis-me em direção ao teu altar, Nossa Senhora das Dores, onde tantas vezes me ajoelhei, rezei e chorei pelas perdas da caminhada.
        Eis-me em direção ao teu altar, Nossa Senhora das Dores, onde tantas vezes me ajoelhei, rezei e agradeci pelas graças alcançadas.         
       Perdão pela intimidade, mas prefiro te chamar de Nossa Senhora das Dores, dos Amores e Desamores, assim teu nome ecoa melhor em meu coração.
          No silêncio do teu templo, entro e saio calado, pois de nada mais preciso, a não ser do teu carinho que nos inunda de emoção.
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- Daslan Melo Lima

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PRAÇA DA BANDEIRA - Foto reproduzida de uma revista do IBGE. Facebook/Timbaúba em números fatos e fotos. Antiga praça Dr. Manoel Borba, construída na gestão do prefeito Álvaro Xavier de Morais Coutinho, em 1942. 
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TÚNEL DO TEMPO – Praça da Bandeira, anos 50.  Um leitor idoso me disse que foi tentar a sorte no Rio de Janeiro em 1951. Passou dez anos por lá. Contou-me que chorava muito, com saudade de Timbaúba, quando ouvia Dalva de Oliveira cantar “Sertão de Jequié”, de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti

Deixei meu ranchinho pobre no sertão de Jequié.  
Vim pro Rio de Janeiro só pra ver como é que é.  
Ai meu Deus, quanta saudade do meu bom ''caboco'' 
que beijava a minha boca 
e me dava cafuné. 
Agora que eu já vi como é que é,
quero voltar bem depressa pro sertão de Jequié. 

Passeei pela cidade, vi morenas bem "bonita", 
vi cinema e muita fita.  
Fui no Corcovado, "inté", 
mas nada é mais bonito que as ''muié'' 
e a lua que ''alumia'' meu sertão de Jequié. 
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 - Daslan Melo Lima
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Pausa para reflexão

“Os tempos difíceis jamais perduram, as pessoas fortes sim.”


- Robert H. Schuller (1926-2015), evangelista norte-americano.    

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