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sábado, 23 de maio de 2015

SESSÃO NOSTALGIA - Dione Brach, a deusa pernambucana de Leverkusen

Daslan Melo Lima


       A bonita e elegante senhora brasileira que passeia tranquilamente pelas ruas da cidade alemã de  Leverkusen, onde mora há mais de 20 anos,   é Dione Brach, esposa do  empresário Wolfgang Brach.

          Nascida em um 29 de setembro, em São Bento do Una, PE, onde seu pai Dirceu Valença de Oliveira chegou a ser prefeito duas vezes, Dione Brito de Oliveira, nome de solteira, foi morar em Caruaru, PE, aos 15 anos de idade, a fim de prosseguir seus estudos. Em 1959, na condição de Miss Clube Intermunicipal de Caruaru,  foi eleita Miss Pernambuco, segunda colocada no Miss Brasil e representante do nosso País no Miss Mundo. Em março de 2012, ela esteve em Caruaru para doar peças importantes do seu acervo de Miss ao IHC, Instituto Histórico de Caruaru, tais como o maiô com o qual desfilou no  Miss Mundo, recortes de jornais, cartas, telegramas e capas de revistas.
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          O presidente do Clube Intermunicipal, Leonardo Fontes, comemorou a visita de Dione. "Para nós é um orgulho muito grande recebê-la ao lado do Instituto Histórico e de pessoas ligadas ao passado de Caruaru. Trouxemos Dione de volta ao local onde aconteceu o início de sua carreira. Aqui no clube, procuramos vivenciar a atualidade e o passado de Caruaru. Temos um acervo enorme, inclusive de fotografias, e vamos inaugurar, no dia 21 de abril, o Memorial do Clube Intermunicipal", enfatizou. Anastácio Rodrigues lamentou a pouca preocupação com a memória da cidade. "O que mais lamento é que Caruaru, com um século e meio de existência, só agora tem o seu Instituto Histórico. Eu culpo mais a insensibilidade do que a passagem do tempo. Se o IHC não existisse, Dione não estaria aqui", ressaltou.
        Questionada sobre sua trajetória vitoriosa, Dione assumiu uma visão pré-determinista. "Eu acredito muito em destino. Quando a gente nasce, a nossa história vem junto." Sobre a doação de seu acervo ao IHC, ela também fez questão de justificar. "O tempo passa, a gente envelhece e as recordações são esquecidas. E eu quis preservar o meu acervo, presenteando a cidade que me deu tantas alegrias", concluiu.
----- Fonte: jornalvanguarda.com.br/, 17/03/2012
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Dione foi capa das mais importantes revistas brasileiras da época, O Cruzeiro, Manchete e Mundo Ilustrado. Na Manchete de 21/11/1959, a legenda dizia: Em Londres a estonteante Dione brilhou na grande noite de luzes e ilusões.
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    Na mesma publicação, a foto de Dione Oliveira ocupou  quase toda a página da reportagem. Quem venceu o Miss Mundo daquele ano foi a holandesa Corine Rottschaefer. As outras beldades que aparecem na matéria são Kirsten Olsen, Miss Dinamarca, quinta colocada, à esquerda de Margit Jaatinen, Miss Finlândia, e Michele Mok Ping-Ching, Miss Honk Kong.

       Dione brilhou em Londres. Era a mais bonita, a mais distinta, a mais encantadora. Toda a graça e beleza do Brasil estavam em Dione, na noite em que Londres escolhia a Miss Mundo. Com os cabelos cheios de luzes, o coração aos pulos e o passo firme, a brasileira caminhava para a vitória. Os jornais da tarde diziam que Dione era uma das favoritas. E acrescentavam que sua grande ambição na vida se resumia em duas coisas: casar e ter muitos filhos.
    Depois de viver as emoções dos primeiros contatos com a cinzenta e misteriosa Londres, a bonita pernambucana percorreu as ruas famosas do centro, com suas pontes célebres e o big ben sempre ao alcance da vista. De noite, a sedutora Dione de Oliveira estava em grande forma para levantar o título de Miss Mundo.  
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       A bonita e elegante senhora brasileira que mora em Leverkusen numa casa de varanda cheia de flores é uma sentimental que sente muitas saudades do País onde nasceu. Mãe orgulhosa de Adriano, Marcelo e Gabriela, residentes em São Paulo, frutos do seu primeiro casamento, e avó de sete netos. 
     Tranquila, de bem com a vida, Dione Brach, a deusa pernambucana de Leverkusen,  não tem dúvida ao afirmar com segurança:  "Eu acredito muito em destino. Quando a gente nasce, a nossa história vem junto."

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Nos links abaixo, você confere as matérias deste blog dedicadas a Dione Oliveira.
SESSÃO NOSTALGIA de 28/06/2008 – O perfil de consumidor da Miss Mundo Brasil 1959
http://passarelacultural.blogspot.com.br/2008/06/sesso-nostalgia_28.html
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SESSÃO NOSTALGIA de 15/11/2008 - Dione Oliveira, a flor dos campos
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SESSÃO NOSTALGIA de 22/08/2009 – Denise Rocha de Almeida e Dione Oliveira, gostos e desgostos na passarela

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sábado, 22 de agosto de 2009

SESSÃO NOSTALGIA - Denise Rocha de Almeida e Dione Oliveira, gostos e desgostos na passarela

Daslan Melo Lima

      Uma era carioca e outra era pernambucana. Uma representou o Flamengo no concurso Miss Distrito Federal, onde era a favorita, e perdeu. A outra, natural de São Bento do Una, representou o Clube Intermunicipal de Caruaru no Miss Pernambuco, chegou ao Rio de Janeiro como favorita ao Miss Brasil e perdeu. Ambas perderam para Vera Ribeiro, Miss Vila Isabel, Miss Distrito Federal, Miss Brasil e quinta colocada no Miss Universo 1959.

      Denise Rocha de Almeida, a carioca, participou do Miss Distrito Federal com tamanha confiança na vitória que seu guarda roupa para se apresentar no concurso Miss Universo já estava completo.


Denise Rocha de Almeida, Miss Flamengo, vice-Miss Distrito Federal 1959. (Foto: revista O CRUZEIRO, 27/06/1959)

      Dione Brito de Oliveira, a pernambucana, levou para o Rio de Janeiro trinta e seis vestidos confeccionados pelo inesquecível Marcílio Campos.



Dione Oliveira, Miss Pernambuco, vice-Miss Brasil 1959. (Foto: O CRUZEIRO, 04/07/1959)

          Dione de Oliveira, a segunda colocada no concurso Miss Brasil, confessou que tem inveja de Vera Ribeiro, vencedora do certame. A representante pernambucana, que foi a mais festejada de todas as misses estaduais, alinhou uma enorme fieira de razões plausíveis para justificar o seu ressentimento, aliás muito mais admiração por Vera do que propriamente inveja. É que Dione deixou Caruaru, pequena cidade do interior de Pernambuco, perfeitamente equipada para enfrentar o júri, trazendo para o Rio de Janeiro cabeleireiro, massagista, costureiro, maquilador e uma acompanhante.
          Na grande noite do desfile decisivo no Maracanãzinho, Dione de Oliveira passeou no tablado o delicioso produto dos seus técnicos particulares de beleza. Entre os 36 vestidos confeccionados pelo costureiro Marcílio Campos, formado em Paris, escolheu o mais deslumbrante, um que custou nada menos de 70 mil cruzeiros. Os aplausos de 40 mil mãos encheram os ouvidos de Dione e lhe deram a certeza de um reinado conquistado. Mas, finalmente, desfilou Vera Ribeiro, candidata de Vila Isabel, sem equipe de beleza. Pouco depois, era eleita Miss Brasil. E Dione de Oliveira, mesmo recebendo como prêmio ao seu capricho o direito de concorrer ao título de Miss Mundo, em Londres, chorou no ombro de sua severa acompanhante.
(Aluízio Flôres, revista MANCHETE, 11/07/1959)


Dione Oliveira ladeada por Marcílio Campos e sua maquiladora. (Foto: Jáder Neves, MANCHETE, 11/07/1959)

      Denise Rocha de Almeida voltou depois às passarelas. Foi eleita Rainha dos Jogos da Primavera 1962, Miss Brasília 1963, quarta colocada no Miss Brasil 1963 e representante brasileira no Miss Nações Unidas, realizado em Majorca, Espanha.

      Dione Oliveira representou o Brasil no Miss Mundo, em Londres. Era uma das favoritas, mas não obteve classificação.

      A moeda brasileira mudou tanto em meio século que não temos ideia de quanto seria hoje, em reais, a importância de 70 mil cruzeiros, o valor do vestido de Dione Oliveira. Outra coisa: naquele tempo, ninguém ouvia falar na palavra estilista para designar a profissão de gênios da costura como Marcílio Campos. As palavras eram costureiro ou figurinista.

      Escrevo esta crônica na ensolarada manhã pernambucana do penúltimo sábado de agosto de 2009. Agosto, um mês estigmatizado pelas superstições, como se os desgostos só ocorressem nos meses de agosto.
      Não era agosto, mas Denise experimentou o desgosto de não ter sido eleita Miss Distrito Federal.
      Não era agosto, mas Dione experimentou o desgosto de não ter sido eleita Miss Brasil.
       Com gosto, escrevo esta crônica na ensolarada manhã pernambucana do penúltimo sábado de agosto para exaltar Denise Rocha de Almeida e Dione Oliveira, duas misses que marcaram a passarela do Miss Brasil, com gosto e desgosto.
       Assim também é a passarela da vida, feita de mil gostos e desgostos.

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sábado, 15 de novembro de 2008

SESSÃO NOSTALGIA - Dione Oliveira, a flor dos campos

Daslan Melo Lima

          Para muitos brasileiros, era ela, Dione Brito de Oliveira, Miss Pernambuco, e não Vera Regina Ribeiro, Miss Distrito Federal, quem deveria ter saído do Maracanãzinho, naquela noite de 20/06/1959, com o manto, a faixa, o cetro e a coroa de Miss Brasil 1959. Dione Oliveira foi a segunda colocada e ganhou o direito de viajar a Londres para representar o Brasil no concurso Miss Mundo.
          Em 1º/08/1959, a revista Mundo Ilustrado, uma das mais importantes publicações brasileiras da época, colocou Dione Oliveira na capa, embora a chamada fizesse referência ao concurso Miss Universo, que estava sendo realizado em Long Beach. A reportagem sobre as preliminares do Miss Universo tinha seis páginas. A matéria sobre Dione Oliveira tinha quatro páginas e sete fotos mostrando o seu retorno à cidade de Caruaru.



Abaixo, na íntegra, o texto da revista Mundo Ilustrado, reportagem de Vivone Ítalo e fotos de João Mendes.


EM CARUARU DIONE JÁ É MISS MUNDO 

DIONE TEM NOME TROCADO: 

DEVIA CHAMAR-SE DIACUÍ, A FLOR DOS CAMPOS

          Caruaru engalanou-se para receber sua bela filha que representará o Brasil, em Londres, no próximo certame de Miss Mundo, em outubro do corrente ano. Quase todos os seus 80 mil habitantes foram às ruas para ovacionar a moça que projetou, ainda mais, a segunda cidade pernambucana no cenário nacional.




          O jardim Siqueira Campos e a Avenida Rio Branco eram os pontos máximos da concentração popular. Ali foi armado um palanque para que Dione Oliveira saudasse seus amigos caruaruenses. Seu pai, Sr. Dirceu Valença Oliveira, e o prefeito da cidade, Sr.João Lira, a estavam esperando no palanque. O prefeito entregou a Dione a chave simbólica do município. Dione governou Caruaru por um dia e meio.
           A uns quinhentos metros do centro da cidade aguardava a comitiva da Vice-Miss Brasil um exército de lambretistas uniformizados, os Falcões Alvinegros e Dragões Alvirrubros, que seriam os batedores do desfile. Dione, em carro aberto, percorreu quase toda a cidade fundada por João Rodrigues do Nascimento. Seu carro era o último. 
          À sua frente, também em carros abertos, iam Miss Bahia, Srta. Maria Eutímia, e representantes dos maiôs Catalina. Muitos fogos, confetes e serpentinas saudaram a volta de Dione a sua terra natal. Aos gritos de “Dione já é Miss Mundo” o povo acompanhou-a até o Hotel Centenário, onde lhe foi oferecido um banquete. 

          Em virtude das festividades, foram adiados dois comícios políticos. Caruaru está em campanhas eleitorais.




          “Eu deveria ter batizado Dione de Diacuí, porque minha filha é mesmo uma flor dos campos”, disse emocionado o pai de Miss Pernambuco no discurso que fez no banquete, ao qual estavam presentes figuras da sociedade local, imprensa de vários estados, familiares, representantes dos maiôs Catalina, Germainne Monteil Produtos de Beleza, que maquiou Dione desde o concurso de Miss Brasil, e Lóide Aéreo, que transportou todas as misses, de Norte a Sul, ao concurso de Miss Brasil, no Rio de Janeiro. Tomaram parte no ágape 44 pessoas.



         O Clube Intermunicipal de Caruaru recepcionou Dione e sua comitiva em sua sede provisória. Fazia parte do programa, além do baile, um desfile, em “avant-première”, de Dione Oliveira, com maiô de prata, ofertado pela Catalina, o mesmo que será usado em Londres. 
         Assim que Dione assomou à passarela (onde conquistou o título de Miss Caruaru) todos, de pé, aplaudiram-na, delirantemente. Dione pisou firme e dominadora, arrancando lágrimas dos mais emotivos. Desfilou, também, com o vestido que Marcílio Campos idealizou para ela, por ocasião do concurso de Miss Brasil, no Maracanãzinho. O Intermunicipal ofertou-lhe um riquíssimo colar de pérolas. É a primeira vez que o Clube faz uma Miss Pernambuco e, segundo seus diretores, fará as próximas. 
          Na manhã seguinte a todas essas festividades, dia em que Dione teria que voltar ao Recife, em trânsito para o Rio de Janeiro, onde a esperam cursos de retórica e inglês, patrocinados pelo Lóide Aéreo Nacional, que promoveu a ida a Pernambuco de grande parte da comitiva de Dione, a reportagem de MUNDO ILUSTRADO antecipou-se às homenagens que a Municipalidade havia reservado para as poucas horas que ainda iria permanecer em Caruaru, tirando-a do hotel logo às 8 horas.
          Dione foi levada a pontos pitorescos da progressista cidade do interior pernambucano e para a fazenda Normandia, bem afastada da cidade, de propriedade do Sr.Pietro Carneiro, para efeito de fotografias. O pai de Dione não gostou de seu desaparecimento. “Minha filha não mais irá a Londres. os senhores raptaram minha Dione”, disse o Sr.Dirceu Valença Oliveira à reportagem, quando Dione voltou à Caruaru. 


          Prosseguiu: “ Imagine-se o que o povo da cidade irá dizer e comentar quando souber que Dione esteve num carro, sozinha, com vários homens, para ser fotografada por diversos cantos da cidade e fora dela.” 

          O velho Dirceu não entendia bem nossa missão. Homem do interior, não está acostumado com o que se faz na cidade. Explicamos ao pai de Dione que estávamos em plena função do nosso trabalho, e que nada havia de mais que pudesse colocar em jogo a reputação da sua filha. A muito custo nos entendeu, e ficou o dito pelo não dito. 
          Dione irá mesmo a Londres, mas que passamos maus bocados, lá isso passamos. O homem telegrafou, até, a Recife, noticiando sua decisão. Mandou um desmentido.




          Dione Oliveira representou muito bem o Brasil no concurso Miss Mundo 1959, embora não tenha sido classificada. Morando hoje na Alemanha, onde morre de saudades do Brasil, Dione com certeza vai ler esta Sessão Nostalgia e se emocionar com esta página a ela dedicada.

          Na Caruaru de hoje, com quase 300 mil habitantes, quarenta e nove anos depois, o nome de Dione, a flor dos campos, é citado com orgulho e cultuado como uma lenda, a lenda viva da Miss Mundo Brasil 1959.

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sábado, 28 de junho de 2008

SESSÃO NOSTALGIA - Dione Oliveira, o perfil de consumidor da Miss Mundo Brasil 1959

Daslan Melo Lima

          Naquele distante junho de 1959, ao ser anunciado o nome da carioca Vera Ribeiro, Miss Distrito Federal, como primeira colocada no concurso Miss Brasil, um coro de milhares de vozes descontentes ecoou pelo Maracanãzinho. Para a maioria do público, o título deveria ter ficado com a  pernambucana Dione Oliveira, natural de São Bento do Una, que tinha representado o Clube Intermunicipal de Caruaru, cidade onde morava, no Miss Pernambuco. 
           Dione Oliveira, Miss Pernambuco, classificada em segundo lugar no Miss Brasil 1959, representou o Brasil no concurso Miss Mundo, em Londres. Foi a segunda Miss Mundo Brasil. A primeira foi a também pernambucana Sônia Maria Campos, no ano anterior. Ao retornar de Londres, fixou residência em São Paulo, onde foi modelo fotográfico e fez comercial para a televisão do sabonete Lever, aquele que no exterior era conhecido como Lux, preferido por 9 entre 10 estrelas do cinema. Casou e teve três filhos : Adriano, Marcelo e Gabriela. Dione Oliveira mora hoje em Leverkusen, Alemanha, ao lado do seu segundo esposo, o empresário alemão Wolfgang Brach.
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          Em setembro de 1994, em visita ao Recife, Dione foi entrevistada pelo jornalista Fernando Machado para a secção Perfil do Consumidor, do Jornal do Commercio-Recife. A matéria foi publicada na edição de 19/09/1994, trazendo uma foto sua feita por Fernando Gallotta, mostrando uma Dione de cabelos claros, mais linda do que nunca. Vamos conferir.

Uma Miss Brasil – Adalgisa Colombo
Uma Miss Universo – Ieda Maria Vargas e Luz Marina Zuluaga
Uma Miss Mundo – Não me lembro
Uma Miss Pernambuco – Nelbe Souza
Uma mulher bonita – Linda Evans
Um homem bonito – Christophe Lambert
Perfume – Magic Claire e Neystére de Rochas
Xampu – Lancôme
Creme dental – Signal
Desodorante – Lancôme
Comida preferida – Filé à Roquefort
Comida que detesta – Polvo
Restaurante que gosta de ir – Dom Curro, em São Paulo
Momento de saudade – De tudo que deixei no Brasil
Um momento emocionante – Quando meu primeiro filho ficou pela primeira vez em pé. Eu chorei.
A palavra mais bonita para uma Miss – Um elogio
E a mais feia – Ignorá-la
Personagem da história que gostaria de ter sido – Sissi, a Imperatriz da Áustria
Um artista plástico – Francisco Brennand
Quem gostaria que pintasse seu retrato – Renoir
Um homem elegante – Aquele que se veste com discrição
Uma mulher elegante – Caroline de Mônaco
Um mito na beleza – Elizabeth Taylor
Uma personalidade da moda – Dior
Um monstro sagrado dos esportes – Ayrton Senna
A quem daria o Prêmio Nobel – Gandhi
Uma cidade inesquecível – Atenas
Cidade que gostaria de voltar - Atenas
Cidade que volta com alegria – Colônia e Dusseldorf, na Alemanha. São Paulo e Recife, no Brasil
Cidade que gostaria de conhecer – Veneza
O paraíso das compras – São Paulo
Com quem gostaria de esbarrar no aeroporto de Frankfurt – Robert Redford
Bebida – Caipirinha e vinho branco
O melhor programa da TV – É muito difícil, atualmente, mas adoro o Faustão
E o pior – Sílvio Santos
Um ator de TV – Paulo Autran
Uma atriz de TV – Betariz Segal
Um cantor – Frank Sinatra
Uma cantora – Marisa Monte
Um compositor – Vinícius de Moraes
Um compositor de frevo – Capiba
Quem gostaria que compusesse uma música para você – Vinícius
Emilinha Borba ou Marlene – Marlene
Escritor – Harold Robins
Poeta – Olegário Mariano
Quem gostaria que escrevesse sua biografia - Alguém que realmente conhecesse minha vida
Quem levaria para uma ilha deserta – Meu marido, Wolfgang
E quem deixaria por lá para sempre – As pessoas que não sabem o que é realmente viver
Um dentista – Enéas Cirello
Um médico – Frederico Thiessen
Hino Musical – Fascinação e Folhas Mortas
Um político – Juscelino Kubitschek de Oliveira
Um cabeleireiro – Iranã, em São Paulo
Um figurinista – Marcílio Campos, meu grande amigo e anjo da guarda
Um filme inesquecível – Dr. Jivago e Retratos da Vida
Ator de cinema – Robert De Niro
Atriz de cinema – Merryl Streep
Marylin Monroe ou Greta Garbo – Marylin Monroe
Clark Gable ou Errol Flynn – Clark Gable, sem pensar
Richard Gere ou Tom Cruise – Gere
Julia Roberts ou Demi Moore – Julia Roberts
Animal doméstico – Gato
Revista que gosta de ler – Caras
Pensamento – Não haverá paz ao seu redor se não houver paz em seu espírito.


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          Vou contar uma verdade : Pernambuco, o Leão do Norte, continua tendo Dione Oliveira como uma das misses mais importantes da sua história. 
       Nunça esqueça disso, minha cara Dione Oliveira Brach, como consolo para as imensas saudades que você sente da sua terra amada.

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