MEMÓRIA TIMBAUBENSE
APA
ASSOCIAÇÃO PAROQUIAL DE ASSISTÊNCIA
ASSOCIAÇÃO PAROQUIAL DE ASSISTÊNCIA
Imóvel onde funcionou a APA-Associação Paroquial de Assistência, cuja construção foi iniciada em 1953, por iniciativa do Monsenhor José Marques da Fonseca (1900-1979), e inaugurada em 1º/05/1963.
A singela capela, dedicada a São José Operário, patrono da instituição, foi demolida nos anos 2000, com o propósito de se construir no mesmo espaço um templo maior. A capelinha foi destruída, mas a igreja nova não foi erguida.
Foi na APA que funcionou a Faculdade de Timbaúba, antes de a mesma se mudar para o prédio próprio, no bairro de Sapucaia. O imóvel da APA continua nas mãos da Igreja Católica. ----------
Foto extraída do livro Timbaúba Ontem e Hoje, Volume l, Timbaúba. PE, 1992 - Lusivan Suna, Edição do Autor - Página 185.
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Cópia completa de matéria sobre a APA, extraída do livro Timbaúba Ontem e Hoje, Volume l, Timbaúba. PE, 1992 - Lusivan Suna, Edição do Autor - Página 185.
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"Almofada"
original da porta principal da APA, em madeira de lei cedro. Material de
demolição, peça pertencente ao acervo de Daslan Melo Lima, editor do blog
PASSARELA CULTURAL. ***** Dimensões: 60 cm de comprimento por 34 de largura.
Espessura: 4 cm.
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Aspecto da APA sem a capela de São José Operário.
Foto: Facebook/Timbaúba em números, fatos e fotos. ---------------

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Os arcos da Apa, Associação Paroquial de Assistência, no bairro de Três Cocos, são as molduras preferidas do Vento, que passa invisível no final da tarde, indo e vindo para o Alto Santa Terezinha. - Texto poético e foto de Daslan Melo Lima.
UM SÃO JOÃO PARA RECORDAR
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Gilmara e Urias Rodrigues Nery
Débora Giselly e Henrique Neto
Isabela Moura e Theo Henrique
Cezário Jr e Milena Vieira
Ivaldo Apolinário e Ester Lopes
Juca Queiroz e Mirele Vieira
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ROTEIRO POÉTICO DE TIMBAÚBA
OS COCOS DE TRÊS COCOS - Sob um céu infinitamente azul, o vento traz canções do mar para os coqueiros da Av. Almirante Barroso, no bairro de Três Cocos. Tranquilo, um senhor sobe para tirar cocos, talvez cantando em silêncio aquele frevo que diz "Eu quero me trepar num pé de coco. / Eu quero me trepar pra tirar coco. / Depois eu quero quebrar o coco, / pra saber se o coco é oco, / pra saber se o coco é oco."
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MEMÓRIA TIMBAUBENSE
Manoel e Carmelita, um orgulho timbaubense
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