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domingo, 28 de abril de 2019

SESSÃO NOSTALGIA - Teresinha Morango, Miss Brasil 1957, a boa mestra ensina a ser Miss

Daslan Melo Lima
        

       A revista Fatos & Fotos, Ano IV, número 176, de 13 de junho de 1964, circulou em todo país com uma linda jovem senhora na capa. Ela era Teresinha Morango Pittigliani, Miss Amazonas, Miss Brasil e Vice-Miss Universo 1957. Uma das chamadas dizia Teresinha ensina a ser Miss.  Três candidatas ao título de Miss Guanabara 1964 tinham procurado Teresinha em sua residência para ouvir suas orientações.

A Boa Mestra - Texto de José Rodolpho Câmara e fotos de Gervásio Batista.
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"Três candidatas a Miss Guanabara visitam Teresinha Morango e saem municiadas para a batalha da beleza. Não há ninguém como a Morango para ensinar quais são os caminhos da beleza."  ***** Da esquerda para a direita, diante de Teresinha Morango: Valéria Pons, Miss Vasco da Gama; Delmira Lemos, Miss Satélite; e Violeta Mafalda Gomes, Miss América Futebol Clube. 
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"Foi em 1957 que ela conquistou a cátedra da beleza. O lugar é vitalício."
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     Desembaraço, simpatia, fotogenia, elegância e beleza. Estes, os cinco predicados indispensáveis a uma candidata a miss. Quem o diz é uma autoridade: a Senhora Teresinha Morango Pittigliani, Miss Brasil e segunda mais bela do mundo em 1957. Mãe de dois filhos, Alberto Pittigliani Jr. e Andréia (de apenas 5 meses), uns acham que ela continua tão bonita quanto naquele tempo, outros que está muito mais bonita. 
    Os conselhos foram dados a algumas das candidatas a Miss Guanabara: Violeta Mafalda Gomes, apresentada pelo América; Valéria Pons, pelo Vasco e Delmira Lemos, pelo Satélite. Local do encontro: a residência de Teresinha.
    Mesmo sem conhecer as outras candidatas, acha Teresinha que selecionar a vencedora vai ser difícil, este ano. Se fizer parte do júri, irá com essa convicção para o Maracanãzinho.   
    As três candidatas ficaram satisfeitas com o que ouviram de Teresinha, convencendo-se de que ela lhes forneceu boas armas para a vitória. Recebendo dela votos de felicidades, retribuíram com outros: os de que Teresinha não deixe de comparecer ao concurso, que com sua presença cresceria em prestígio. 

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     O título de Miss Guanabara 1964 foi conquistado pela Miss Renascença Vera Lúcia Couto Santos, que se tornaria Vice-Miss Brasil e terceira colocada no Miss Beleza Internacional.  Quanto a  Valéria PonsDelmira Lemos e Violeta Mafalda Gomes, elas jamais esqueceram aquele 1964, disso tenho certeza, nem das orientações recebidas de um ícone da beleza brasileira de nome Teresinha Morango.      

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sexta-feira, 11 de maio de 2018

SESSÃO NOSTALGIA - Misses e Mães entre flores e reflexões


Daslan Melo Lima

          Esta secção rende um tributo a seis mães que um dia foram eleitas Miss Brasil. Entre flores e citações de personalidades famosas, elas "desfilam" com seus filhos e filhas, levando-nos a refletir sobre esta mágica e nobre palavra chamada MÃE.    
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Martha Rocha
Miss Bahia, Miss Brasil 
Vice-Miss Universo 1954



Martha Rocha com o esposo Álvaro Piano e os filhos Álvaro Luís  e Carlos Alberto. Martha ficou viúva e teve ainda a filha Claudia, fruto do seu segundo casamento com  Ronaldo Xavier de Lima.




“No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo. ”  – Osho (1931-1990), líder espiritual indiano 
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Emília Corrêa Lima
Miss Ceará, Miss Brasil
Semifinalista (Top 15) no Miss Universo 1955



Emília Corrêa Lima e o esposo Wilson de Santa Cruz Caldas (1921-2005) com o primogênito Nelson. A Miss Brasil 1955 teve mais duas filhas, Marília e Emília.




“Toda mãe deveria se chamar maravilha.” – José Marti (1853-1895), poeta cubano
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Teresinha Morango
Miss Amazonas, Miss Brasil
 Vice-Miss Universo 1957


Alberto Pittigliani (1918-2003) com Teresinha Morango e os filhos Alberto e Andréa.


“Não tem no mundo flor em terra alguma, nem no mar e em nenhuma baía pérola tal, como um bebê no regaço de sua mãe”.  - Oscar Wilde (1854-1900), escritor irlandês.
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Adalgisa Colombo
Miss Distrito Federal, Miss Brasil
 Vice-Miss Universo 1958


Jackson Flores, Adalgisa Colombo (1940-2013) e Jackson Flores Jr. Depois de casar com Flavio Teruskin, seu segundo esposo, Adalgisa adotou dois filhos. A Miss Brasil 1958 e o filho Jackson Flores Jr morreram no mesmo ano de 2013. Ela no dia 18 de janeiro, de causa não divulgada pela família,  e ele em 29 de junho, de parada cardíaca. Jackson Flores Jr era jornalista, um dos editores  da Revista Força Aérea e autor de livros sobre aviação. 


“Tudo é incerto neste mundo hediondo, mas não o amor de uma mãe.”  – James Joyce (1882-1941), escritor irlandês.
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Vera Ribeiro
Miss Distrito Federal, Miss Brasil
Quinto lugar no Miss Universo 1959



Vera Ribeiro e a filha única Cristiane, do seu primeiro casamento com Júlio Eduardo Secco


“O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.” – Agatha Christie (1890-1976), escritora inglesa.
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Martha Vasconcellos
Miss Bahia, Miss Brasil
Miss Universo 1968



Martha Vasconcellos e o primogênito Leonardo.  Abaixo, ladeada por Leonardo e Leilane, frutos do seu casamento com Reinaldo Loureiro




"Mãe, são três letras apenas as deste nome bendito / Também o céu tem três letras e nelas cabe o infinito." - Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho 
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     Sobrou uma cesta de rosas vermelhas. Ela é sua, caro leitor, cara leitora. Feche os olhos, imagine o seu perfume e entregue para sua Mãe, independente dela estar ou não neste plano. Ou então, guarde as flores para outro momento. Todo dia é dia de agradecer a Deus pela Mãe que Ele nos deu.  
      
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sábado, 22 de abril de 2017

SESSÃO NOSTALGIA - Misses, retratos em branco e preto


Daslan Melo Lima

     Quase meia-noite em Timbaúba, Pernambuco. Pelo Facebook, recebo uma mensagem de Genaro Oliveira Pires, educador baiano. Ele diz que lembrou-se de mim ao encontrar em seu acervo uma foto de Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, minha Miss Brasil inesquecível. De repente, sem querer, Genaro deu-me inspiração para produzir a penúltima Sessão Nostalgia de abril, pois revendo outras mensagens suas encontrei fotos de rainhas da beleza em nostálgico branco e preto. 


Marta Rocha, Miss Bahia, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1954. O País sentindo-se injustiçado por ela ter perdido o título universal da beleza devido às lendárias duas polegadas a mais nos quadris. 
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Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1957.
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Gina Macpherson, Miss Guanabara, Miss Brasil e semifinalista no Miss Universo 1960. Acenando para o público ao lado da Rainha da Festa da Uva, no Rio Grande do Sul.

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Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Bahia, Miss Brasil e quinto lugar no Miss Universo 1962. Visitando o Banco da Bahia antes de viajar para Miami Beach.
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Vera Fischer, Miss Santa Catarina, Miss Brasil e semifinalista no Miss Universo 1969. Visitando uma indústria catarinense de abatimentos de bovinos 
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Ana Almeny, Miss Surubim, Miss Pernambuco 1970. Durante uma festa no interior pernambucano. 
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Lúcia Petterle, Miss Guanabara, vice-Miss Brasil e Miss Mundo 1971, em pose de modelo fotográfico.  
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Ana Maria do Rosário Lerner, Miss Alagoas 1972, e seu singelo traje típico. Singelos eram todos os trajes típicos daquele tempo.

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        Quase meia-noite em Timbaúba, Pernambuco. Antes do sono chegar, estou ouvindo "Retrato em branco e preto", uma canção de Tom Jobim (1927-1994) e Chico Buarque de Holanda, esperando sonhar com os antigos e inesquecíveis concursos de misses. 

Já conheço os passos dessa estrada

Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cór
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar, tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto
E que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar



Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração

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Retrato em branco e preto

sábado, 13 de agosto de 2016

SESSÃO NOSTALGIA - A grande corte de Ieda Maria Vargas

Daslan Melo Lima

          Uma generosa página dupla da revista Fatos & Fotos, datada de 22/07/1963, dá uma ideia de como o Brasil valorizava suas rainhas da beleza nos anos sessenta.

Da esquerda para a direita: Teresinha Morango, Marta Rocha, Ieda Maria Vargas, Vera Ribeiro e Maria Olívia Rebouças Cavalcanti.

      FATOS & FOTOS, alguns dias antes do embarque de Ieda Vargas para os Estados Unidos, levou-a para um contato direto com cinco das mais bonitas misses brasileiras. Marta Rocha, Teresinha Morango, Adalgisa Colombo, Vera Ribeiro e Maria Olívia Rebouças, durante mais de uma hora, deram conselhos a Ieda Vargas, apontando-lhe os erros em que não deveria incorrer, atualizando-a sobre as preferências dos norte-americanos seja quanto à maneira de desfilar, seja quanto o que deveria dizer a jurados e jornalistas. Prevaleceu a beleza de Ieda. Mas os conselhos das antigas misses permitiram à atual Miss Universo caminhar para a vitória.
    
        Apesar do texto citar o nome de Adalgisa Colombo (1940-2013), a Miss Distrito Federal, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1958 não apareceu na foto.  
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A grande corte de Ieda

Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1957.
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Marta Rocha, Miss Bahia, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1954.
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Vera Ribeiro, Miss Distrito Federal, Miss Brasil, quinto lugar no Miss Universo 1959.
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Maria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Bahia, Miss Brasil, quinta colocada no Miss Universo 1962.
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E Ieda soube ouvir, aprender e ganhar


Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil, Miss Universo 1963.
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        No canto inferior direito da página dupla está escrito: Voz da Experiência não falhou. E Ieda soube ouvir, aprender e ganhar
         Que conselhos Ieda recebeu da sua grande corte? Seriam eles eficientes e eficazes para o mundo de hoje?  
        Obrigado, Deus, Senhor do Universo, por ter sido criança nos mágicos anos sessenta, e estar aqui resgatando histórias de um tempo que se foi, para sempre se foi.

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sábado, 1 de agosto de 2015

SESSÃO NOSTALGIA – Carta aberta para Teresinha Morango, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1957

Timbaúba, Pernambuco, 1º de agosto de 2015

Prezada Teresinha Morango, eterna Miss Amazonas, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1957,
como vai você?

       
Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1957

          Na última sexta-feira, 30/08/2015, o relógio marcava meio-dia quando recebi uma ligação  da equipe de produção do SBT, interessadíssima em produzir uma matéria  sobre sua vida. O pessoal me descobriu acessando ao Google, pesquisando seu nome, através de uma matéria  que  lhe dediquei em 11/06/2011, aqui, em PASSARELA CULTURAL, secção SESSÃO NOSTALGIA.  Por intermédio de um amigo carioca,  empresário e promotor de eventos,  consegui seu endereço e telefone. Você foi muito gentil com a pessoa  que lhe procurou, mas se negou a aparecer na mídia.

          Que pena, Teresinha! Respeito plenamente sua atitude, mas se você entendesse o quanto permanece no imaginário de uma nação, se você compreendesse o quanto ainda é amada,  talvez tivesse dito sim à equipe do SBT.  

         Permita-me citar três mulheres maravilhosas daquele 1957, apenas três, colegas suas das passarelas, e que hoje não hesitam dar entrevistas e falar de um passado glorioso. Sempre prontas para receberem homenagens inesquecíveis. Há marcas do tempo em seus rostos, sim, mas a  beleza permanece enriquecida pelas experiências adquiridas, pelos mil sonhos sonhados, independente dos realizados ou frustrados.

  Gladys Zender, Miss Peru, Miss Universo 1957
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Gert Daub, Miss Alemanha, quinta colocada no Miss Universo 1957
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Zayra Pimentel, Miss Pernambuco 1957
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          Um título de Miss é para sempre, Miss para sempre Miss.  Ao  ser eleita Miss Brasil e vice-Miss Universo 1957, minha querida Teresinha Gonçalves Morango, o seu destino tomou outra rota, tanto que foi durante o seu reinado que conheceu Alberto Pittigliani, seu grande amor, e se tornou Teresinha Morango Pittigliani. Ao deixar aqui o link da Sessão Nostalgia que lhe dediquei,  http://passarelacultural.blogspot.com.br/2011/06/sessao-nostalgia_11.html , deixo para você o meu abraço e o meu carinho, com todo o meu respeito de fã.

Atenciosamente.

Daslan Melo Lima
daslan@terra.com.br

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sábado, 7 de setembro de 2013

SESSÃO NOSTALGIA - Quando as Misses voavam pela Varig

Daslan Melo Lima

          Houve um tempo em que viajar de avião não era uma coisa comum. Subir ou descer a escada de uma aeronave e acenar para as pessoas presentes ao embarque ou desembarque era uma das coisas mais chiques do mundo.  A sempre lembrada empresa Varig foi parceira de vários concursos de Miss Brasil. 
      Através de imagens que pesquisei na Internet, vamos para o  túnel do tempo, viajar com as misses ou entrar com elas no escritório da Varig em New York.

 
Martha Rocha, Miss Bahia, Miss Brasil e vice-Miss Universo 1954.
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Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil, vice-Miss universo 1957.
Teresinha Morango, a atriz Ilka Soares e o apresentador Jota Silvestre (1922-2000) num programa de televisão.
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Adalgisa Colombo, Miss Distrito Federal, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1958.
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Luz Marina Zuluaga, Miss Colômbia, Miss Universo 1958
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Vera Ribeiro, Miss Distrito Federal, Miss Brasil, quinta colocada no Miss Universo 1959.
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Gina Macpherson, Miss Guanabara, Miss Brasil 1960.
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Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil, Miss Universo 1963, ao lado de Carmem Teresinha Lucca, vice-Miss Rio Grande do Sul, Miss Objetiva do Brasil, Miss Objetiva Internacional 1963.
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Telegrama da gerência da Varig em Aracaju, SE, colocando à disposição de Jerusa Farias, Miss Pernambuco 1969, passagens aéreas com direito à acompanhante para uma festa a ser realizada no Iate Clube de Aracaju. ***** Imagem: Acervo de Jerusa Farias/Miss PE 1969.
Túnel do tempo 1969 - Maria do Socorro Costa, Miss Paraíba; Maria Carmen Gentil Barreto, Miss Sergipe; Yara Lúcia Bezerra, Miss Rio Grande do Norte, e Maria Jerusa Freitas  Farias, Miss Pernambuco, depois da festa realizada no Iate Club Aracaju. Momento em que a anfitriã Miss Sergipe acompanhava suas colegas ao aeroporto onde as mesmas retornariam para os seus Estados de origem via Varig. ***** Foto: Acervo de Jerusa Farias/Miss PE 1969.
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        Quando vejo as instalações modernas do Aeroporto Internacional dos Guararapes Gilberto Freyre, no Recife, fico admirado com tudo aquilo, mas acho o ambiente “frio”. Sinto saudade daquele tempo onde víamos as pessoas subindo ou descendo as escadas dos aviões. Havia mais romantismo e poesia.  


     Dedico esta crônica a minha amiga Adelucia Pereira de Melo, acima, ex-funcionária da Varig, que se emociona muito quando escuta “Esperando Aviões”, de Vander Lee. Detalhe:  Adelucia teve um namorado que nutria uma grande paixão platônica por uma das misses focalizadas nesta Sessão Nostalgia. O nome da Miss? Não direi. Melhor conservar o mistério, a fim de combinar com um tempo que se foi, para sempre se foi.

Esperando aviões

Meus olhos te viram triste  olhando pro infinito 
 Tentando ouvir o som do próprio grito. 
E o louco que ainda me resta   quis te levar pra festa. 
Você me amou de um jeito tão aflito,
que eu queria poder te dizer sem palavras.
Eu queria poder te cantar sem canções.
Eu queria viver morrendo em sua teia,
 seu sangue correndo em minha veia, 
seu cheiro morando em meus pulmões. 

Cada dia que passo sem sua presença,
sou um presidiário cumprindo sentença, 
sou um velho diário perdido na areia,
esperando que você me leia.
Sou pista vazia esperando aviões.
Sou o lamento no canto da sereia, 
esperando o naufrágio das embarcações. 
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Letra e música de Vander Lee

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