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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 752, referente ao período de 20 a 26 de setembro de 2020. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 19 de setembro de 2020

PRA NUNCA MAIS CHORAR

As notícias sobre os graves problemas de saúde de Vanusa parecem ironia do destino. É setembro e uma das mais lindas canções populares brasileiras, "Manhãs de Setembro", autoria da cantora em parceria com Mário Campanha, diz:


"Eu quero sair / Eu quero falar / Eu quero ensinar o vizinho a cantar nas manhãs de setembro."

Também gosto muito do seu primeiro sucesso musical, "Pra nunca mais chorar", de Carlos Imperial e Eduardo Araújo. "Vem, traz teus abraços pros meus braços / As tuas mãos quero beijar / Viver pra sempre junto a ti / Oh! Pra nunca mais chorar. "

Eis uma das mais gratas recordações da minha adolescência: Vanusa chegando ao Hotel São Domingos, na Praça Maciel Pinheiro, Recife, e eu no meio de dezenas de pessoas, ansioso para conhecer a estrela pessoalmente.

Peço a Deus que as vibrações positivas do meu carinho de fã cheguem até ela e revertam seus problemas de saúde, "pra nunca mais chorar".

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https://www.youtube.com/watch?v=kU3ebqfv7KA

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Daslan Melo Lima, enquanto chove lá fora. / Timbaúba, PE / 14.09.2020 / Foto: detalhe da capa do primeiro vinil de Vanusa, RCA Victor, 1968.

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Para uma terça-feira de setembro

PARA UMA TERÇA-FEIRA DE SETEMBRO


Dia santificado.
Dia da padroeira
Nossa Senhora das Dores,
a quem chamo de
Senhora das Dores,
dos Amores
e Desamores.


Diante do seu altar,
só peço a Deus uma coisa:
que Ele torne leve nossa caminhada
por esse planeta conturbado,
mesclado de dores,
possíveis amores
e insensatos desamores.


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Daslan Melo Lima
Timbaúba, PE
15.09.2020
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Imagens:
Jorge Do Pitako
(fachada da Igreja); Daslan Melo Lima (interior do templo) e Facebook/
Everson Bezerra
(escultura de N.S. das Dores).
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DE OLHO NO PASSADO -

 secção em construção

SESSÃO NOSTALGIA/ESPECIAL - Vedetes do Brasil, “Tem Bububú no Bobobó"

Por Muciolo Ferreira

mucioloferreira2013@gmail.com

Corpo exuberante e um pouco de talento, necessariamente não era preciso ser bonita. Bastava ser "gostosa" para atrair os homens. Eram esses os atributos de uma girl para se tornar na vedete de "teatro rebolado", a estrela principal dos teatros de revistas brasileiros, cujo apogeu ocorreu nas décadas de 1940, 1950 e até o início dos anos 1960. Icônicas, Angelita Martinez, Anilza Leoni, Carmem Verônica, Dercy Gonçalves, Dorinha Duval, Elvira Pagã, Esther Tarcitano, Íris Bruzzi, Luz Del Fuego, Mara Rúbia, Marly Marley, Renata Fronzi,  Sônia Mamede, Virgínia Lane, Wilza Carla e Zaquia Jorge, entre outras, souberam como ninguém incendiar o imaginário sexual dos homens e, algumas delas, influenciar a política e os costumes da época. As vedetes também ficaram famosas pelo poder e força que tiveram em mostrar nos palcos “quando o menos é mais", no caso o figurino.

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ANGELITA MARTINEZ (1931-1980)

Rainha das Vedetes 1958 - Foto: baudomago.com.br

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ANILZA LEONI (1933-2009)

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Anilza Leoni canta a música "Brigitte Bardot", de Miguel Gustavo, no filme "Bom Mesmo é Carnaval", direção de J.B. Tanko,  1962. https://www.youtube.com/watch?v=JkeE1u57Z10
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      Em minúsculos biquínis ou maiôs rebordados em paetês, miçangas e cristais, elas surgiam no palco ao som de uma orquestra, cenário luxuoso e um corpo de baile com outras girls, bailarinos e coristas. Como o próprio nome vedete sugere, tinham que cantar, dançar, interpretar e ter muito jogo de cintura para driblar com muito fair-play as cantadas e piadinhas que surgissem da plateia por algum engraçadinho mais afoito. Era aí que estava a diferença entre a vedete e uma atriz de teatro. A última já recebe o texto pronto, enquanto a outra tem que saber improvisar e sem constranger o público. A participação delas em cada espetáculo repercutia no dia seguinte na imprensa e na política, ditando modismo e influenciando a cultura popular com uma linguagem nacional, livre da indústria estrangeira dos musicais da Broadway.

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DERCY GONÇALVES (1907-2008)

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Imagem: teatrobr.blogspot.com

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ELVIRA PAGÃ (1920-2003)

Foto: revista O Cruzeiro.
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     Enquanto Virgínia Lane recebeu ao vivo do presidente Getúlio Vargas o título de “A Vedete do Brasil”, Mara Rúbia era ovacionada "Rainha das Escadarias", alusão   às suas chegadas triunfais nos palcos e em locais públicos onde houvesse alguma escada. Também foi apontada como o símbolo sexual da época em que atuou em oito espetáculos na Companhia de Teatro de Revista do produtor Walter Pinto. Todavia é Carmem Verônica quem as colegas de profissão são unânimes ao afirmar ter sido a vedete do corpo mais perfeito.

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LUZ DEL FUEGO (1917-1967)

Foto: aventurasnahistoria.uol.com.br
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MARA RÚBIA (1919-1991)

Capa da  revista Manchete, 07/11/1953.

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     Pessoas extremamente desejadas por 10 entre 10 homens, as vedetes brasileiras souberam aproveitar o auge da fama. Ganharam muito dinheiro nos shows que fizeram no Brasil e no exterior ou de quem tivesse disposição e muita grana para iniciar um romance. Até hoje não se tem notícia de casos em que alguma delas tivessem morrido na miséria os nos corredores dos hospitais públicos. Zaquia Jorge, por exemplo, ganhou tanto dinheiro que aos 30 anos de idade já tinha o seu próprio Teatro de Revista no subúrbio de Madureira. Morreu tragicamente aos 33 anos, no auge da beleza e do sucesso, por afogamento, na praia da Barra da Tijuca.

      O início da derrocada do Teatro de Revista começou com a popularização da televisão e dos filmes estrangeiros. O gênero artístico brasileiro, que satirizava com humor os costumes da época e a política, agonizava sem patrocínios e plateia. A instalação do Regime Militar com uma censura rígida em todos os segmentos artísticos e culturais também contribuiu para a decadência e o esvaziamento dos teatros. E quando tudo parecia perdido, eis que é montada em plena ditadura militar o espetáculo "Les Girls", estrelado por um time de travestis de primeira linhagem, com Rogéria, Valéria e outras. O espetáculo percorreu todo o país no melhor estilo do Teatro de Revista. Aportou até aqui, no Recife, no Teatro de Santa Isabel. Os travestis sempre se espelharam na atriz americana Marilyn Monroe e nas vedetes como suas ídolas. Souberam tirar proveito disso usando o nome de algumas delas, a exemplo de Eloína e Brigite Blair, com muito talento e disposição para correr da polícia e driblar a censura. Não tendo muito apoio, devido ao preconceito e à perseguição crucial da polícia, tanto Rogéria, Valéria e Marquesa, estrelas do “Les Girls”, tiveram de sair do pais e buscar trabalho na França, Espanha e Alemanha.

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VIRGÍNIA LANE (1920-2014)

Imagem: salalatinadecinema.blogspot.com
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Virgínia Lane canta "Sassaricando", marchinha composta por Luís Antônio, Zé Mário (Jota Junior) e Oldemar Magalhães, o maior sucesso do carnaval de 1952. https://www.youtube.com/watch?v=mFnj0WZLQUE
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ZAQUIA JORGE (1924-1957)

Foto: riodejaneirodehontem.blogspot.com
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Joel de Almeida canta o samba "Madureira Chorou", de Carvalhinho e Júlio Moreira, sucesso do carnaval de 1958, composto em  homenagem à Zaquia Jorge. 
https://www.youtube.com/watch?v=mcTLbXZ7lt8&list=RDeEQit02Iiw8&index=15
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     A atriz Leila Diniz, no auge da carreira, montou uma revista musical num teatro de Ipanema intitulado “Tem Banana na Banda", mas ficou poucos meses em cartaz. Cláudia Raia também montou o espetáculo "Não Fuja da Raia", com razoável sucesso. Nenhuma dessas, porém, conseguiu tanto fascínio e sedução como as pioneiras. O poder e sedução que exerciam nos homens esvaziaram muitas contas bancárias e cofres numa época em que donzelas de famílias de bem sussurravam ao pé do ouvido das matriarcas: "Mamãe, Quero ser Vedete". Cai o pano.

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Notas do Editor

1 -  A inspiração do Muciolo Ferreira para escrever esta matéria surgiu após ele ter assistido na TV Cultura ao documentário "Mamãe, Quero ser Vedete”, produzido por Neyde Veneziano, escritora e pesquisadora do tema.

2 - “Tem Bububú no Bobobó” é o título de uma revista musical de Walter Pinto, Luís Iglezias, J. Maia e Max Nunes, protagonizada por Virgínia Lane, Walter D’Ávila e Jose Vasconcelos, encenada no Theatro Recreio, Rio de Janeiro, em outubro de 1959, e depois no Theatro Paramount, São Paulo.

3 - Das dezesseis vedetes pioneiras citadas, apenas três estão vivas: Carmem Verônica, Dorinha Duval e Íris Bruzzi. Em 2011, muitos anos depois do fim dos teatros de revista, o jornalista Muciolo Ferreira teve a sorte e o privilégio de conhecer pessoalmente Virgínia Lane, “A Vedete do Brasil”, num show do Pólo de Carnaval da Cinelândia, Rio de Janeiro. No alto dos seus 91 anos de idade, envolta em plumas, boá vermelho, paetês, maiô comportado e chapeuzinho preto no estilo dos sapateadores da Broadway,  Virgínia Lane ainda empolgava o público cantando “Sassaricando”, com orquestra e coral.***** “Sa-sassaricando! / Todo mundo leva a vida no arame! / Sa-sassaricando! / A viúva, o brotinho e a madame! / O velho na porta da Colombo / é um assombro! Sassaricando /// Quem não tem seu sassarico, / sassarica mesmo só! / Porque sem sassaricar / esta vida é um nó!

Daslan Melo Lima / daslan@terra.com.br / WhatSapp: (81) 9-9612.0904 / PASSARELA CULTURAL, edição número 752, semana de 20 a 26 de setembro de 2020 / Timbaúba, PE

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***** Passarela Cultural ***** Passarela Cultural ******

 Muito grato por sua visita.

Aqui termina mais uma edição de PASSARELA CULTURAL.
Rolando abaixo, você encontra uma seleção de todas as postagens publicadas.

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domingo, 13 de setembro de 2020

POEMINHA SEM NEXO

POEMINHA SEM NEXO


Imagino que a lua,

linda, solitária, soberana, majestosa e nua,

gostaria de saborear a goiaba que está

ao alcance das minhas mãos.

Imagino que algum anjo invisível, antes do amanhecer,

levará até ela, paixão antiga,

todas as goiabas de setembro.

Imagino, apenas imagino,

enquanto construo esse poeminha sem nexo

e no céu desfila a lua,

linda, solitária, soberana, majestosa e nua.

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Daslan Melo Lima / Timbaúba, PE / Setembro/2020

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 AINDA BEM

"Não queremos você aqui, fique em casa." A frase escrita no muro do cemitério passa uma mensagem muito significativa, inteligente e criativa.

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A advertência vai ao encontro dos cuidados com a pandemia provocada pelo fantasma do Coronavírus.

Apresso meus passos para chegar em casa, mas diminuo o ritmo ao me lembrar de uma citação de Blaise Pascal:

"Nada há de bom nesta vida salvo a esperança de uma outra vida."

Ainda bem.

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Daslan Melo Lima / Timbaúba, PE / 11.09.2020

sábado, 12 de setembro de 2020

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Monsenhor José Marques da Fonseca

Monsenhor José Marques da Fonseca
(1900-1979)
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O Monsenhor José Marques da Fonseca nasceu em Lagoa Seca, hoje Upatininga, distrito de Aliança, PE, no dia 1º de maio de 1900. Recebeu a unção sacerdotal aos 23 anos de idade, no dia 26 de março de 1923. Sua primeira paróquia foi Orobó, PE, onde permaneceu de 1924 até o final de 1928. Chegou em Timbaúba, PE, no dia 06 de janeiro de 1929, já para assumir a paróquia de Nossa Senhora das Dores, tornando-se, assim, o seu quinto pároco. 

Em 1848, foi agraciado com o título de Monsenhor e no ano de 1953, recebeu o título de Cidadão Honorário de Orobó e Timbaúba. No dia 06 de janeiro de 1979, foi homenageado por seus paroquianos com uma significativa festa alusiva ao Jubileu de Ouro como pároco de Timbaúba. 

Monsenhor Marques construiu a atual Igreja Matriz e a APA, Ação Paroquial de Assistência, além de ser responsável pela vinda da Alemanha das Irmãs Franciscanas da Congregação Maristela, fundadoras da Escola Santa Maria. No dia 10 de julho de 1938, sob a direção da Madre Raymunda Habermeier, o educandário iniciava oficialmente sua brilhante trajetória educacional em Timbaúba. 

O Monsenhor José Marques da Fonseca também foi Vigário Capitular da Diocese por três vacâncias (1946, 1955 e 1958), Consultor Diocesano de 1971 a 1974 e Delegado de Ensino em Timbaúba por vários anos. Faleceu no dia 06 de dezembro de 1979.

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Fonte de pesquisa: Timbaúba, Ontem e Hoje, Volume II, Lusivan Suna, Comunicarte, 1992

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O Monsenhor José Marques Fonseca também foi figura muito importante na emancipação política do município de Orobó.  

Padre José Marques da Fonseca, de família nazarena, embora aparentemente de temperamento fechado, aos poucos se integrou, inteiramente, a tudo que dissesse respeito aos interesses maiores da coletividade. Havia nele, contudo particularidades que bem o marcaram. Postura imponente, em qualquer circunstância, marcava a sua respeitosa figura. Mantinha um ar solene, mormente quando presidia funções religiosas. Os seus sermões eram rebuscados de citações latinas embora dirigidas para ouvintes poucos letrados. Tinha atitudes professorais no curso das suas pregações, pondo sempre em relevo, que falava “ex-catedra”. “Falava da cátedra de São Pedro”, costumava dizer e de repetir, explicando, por fim, o seu significado.

      Não se demorou a abraçar movimentos que iniciaram com vista à emancipação municipal, deles participando até ao momento final da vitória, em 11 de setembro de 1928, no governo estadual de Estácio Coimbra. Foi um excelente assessor do coronel Abílio Barbosa, chefe político local e vitorioso desse movimento no qual se envolvera com tanta determinação. Era muito benquisto pela população. Por conta disso, quando o bispo diocesano, Dom Ricardo Castro Vilela, excelente orador sacro, o transferiu para Timbaúba, houve muita insatisfação dos paroquianos que tentaram, infrutiferamente, impedir a sua saída.

      Após deixar a nossa cidade, o Padre Marques da Fonseca só retornou, muitos anos depois, para participar das festividades comemorativas do cinqüentenário do jubileu de prata da emancipação político-administrativa do município, ocorridas em setembro de 1953. Nessa oportunidade, foi homenageado em solenidade ocorrida na sede da Prefeitura. Seu tempo de permanência foi de 22 de junho de 1923 a 04 de janeiro de 1929. Foi, em verdade ser o novo vigário de Timbaúba.

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Fonte: http://www.orobo.pe.gov.br/?pg=historia                             

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SESSÃO NOSTALGIA - UMA "PONTE VIRTUAL" PARA AS MISSES

Daslan Melo Lima

Recebi recentemente um comentário sobre uma matéria postada há doze anos, focalizando Vera Lucia Ferreira Maia (
Vera Maia
), Miss Guanabara, terceira colocada no Miss Brasil e semifinalista (Top 15) no Miss Mundo 1963.
Dizia o texto enviado:
"Gostaria de reencontrar a linda Vera Lúcia Maia. Meu nome é
Violeta Mafalda
. Fui modelo e Miss América Futebol Clube do Rio de Janeiro, candidata ao título de Miss Guanabara 1964. Nós morávamos na Avenida Rui Barbosa, no Rio. Saudade dela."

Vera Lúcia Ferreira Maia
Miss Guanabara, terceiro lugar no Miss Brasil, semifinalista (Top 15) no Miss Mundo 1963. Foto: Manchete
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Violeta Mafalda
Miss América Futebol Clube do Rio de Janeiro 1964
Foto: O Cruzeiro
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Como marquei os nomes de ambas nessa postagem, Vera Lúcia poderá telefonar para Violeta, já que deixei o número de sua amiga no Messenger.
Enquanto isso, Violeta poderá ir no perfil da Vera e fazer sua solicitação de amizade.
É fantástico o mundo da Internet, com o Google e as redes sociais.
Descobri que eu e a Miss América F.C. temos um amigo em comum, o seu primo
Roberto Andrade
, que nasceu no Rio de Janeiro e reside no Recife.
Essa história será contada um dia na secção Sessão Nostalgia, no meu blog, quando a "ponte virtual" entre as misses for consolidada.

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domingo, 6 de setembro de 2020

É SETEMBRO OUTRA VEZ

Gosto da musicalidade da palavra "se/tem/bro". Amanheci cantando "Manhãs de Setembro", a famosa canção de Vanusa. E fui para minha caminhada assoviando a música tema do filme "Quando Setembro Vier".
Agosto se foi e falta pouco tempo para o Natal. O destino sinaliza para renovar nossa cota de amor, fé e esperança que Deus nos deu.
É setembro outra vez. E como fui eu que outrora "só não viu as flores e o sol nas manhãs de setembro, eu quero sair, eu quero falar. Eu quero ensinar o vizinho a cantar nas manhãs de setembro."
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Daslan Melo Lima, em Timbaúba, PE, no primeiro dia de setembro de 2020.
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"Quando Setembro Vier", https://youtu.be/gnELnlDpDcA

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Tarciana Figueiredo, Antes da Primavera Chegar


ANTES DA PRIMAVERA CHEGAR
Linda, jovial, intensa, simpática e ensolarada, ela era a própria imagem da primavera. Superou há anos um câncer de mama, se reinventou, conciliou a criação dos três filhos com a administração da sua agência de turismo e ficou noiva de um novo amor. Ninguém imaginava que o câncer voltaria agressivo e silenciaria sua voz aos 42 anos de idade.
Estou triste pela morte da minha amiga Tarciana Figueiredo. Peço ao Senhor do Universo que, nos desafios de outra dimensão, suave seja sua nova missão, antes da primavera chegar.
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Daslan Melo Lima / Timbaúba, PE, 06.09.2020.
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