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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ EM PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 674, referente ao período de 24 a 30 de junho de 2018. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim e Whatsapp). E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 23 de junho de 2018

"Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem."



PARA UMA QUINTA-FEIRA
"Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem." (Salmo 43, 3)
A casinha traz a serenidade do azul do mar quando passo cedo a caminhar, enquanto um gato branco remete à paz que o planeta precisa. Não sei o que me espera o novo dia que começa, mas a fé em Deus e um gole de poesia são suficientes para renovar o meu dia a dia. 
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- Daslan Melo Lima. Timbaúba, PE, 21/06/2018
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SÃO JOÃO LUZ
Domingo nordestino feito de bandeirinhas de São João. 
Domingo brasileiro feito de expectativas sobre a Copa do Mundo. 
Domingo em mim feito do resultado de mil realizações e ilusões. 
Domingo onde me permito diluir sombras ao vento e abraçar a luz do momento. Domingo feito de anjos invisíveis e de alma leve, tal qual o balé das bandeirinhas de São João. 
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- Daslan Melo Lima, Timbaúba, Pernambuco, 17/06/2018

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DE OLHO NO PASSADO -

site em manutenção
secção em construção

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Mané Barbeiro e suas memórias da Copa do Mundo


>>>>> Ele acompanhou com atenção todas as Copas do Mundo, desde a campanha em que o Brasil se sagrou Campeão do Mundo.

         Manoel Joaquim de Araújo, o Mané Barbeiro, aposentado, 85 anos a completar no dia 16 de agosto, nasceu na Fazenda Caldeirão, povoado de Manoel de Matos, em Itabaiana, PB.  Andou descalço até aos 12 anos de idade, quando foi picado por um escorpião e passou a usar chinelos. Aos 16 anos, ganhou seu primeiro par de botas e não sabia como calçar meias, achando que uma seria para o pé direito e outra para o esquerdo. Chegou a fazer um curso de telegrafista e desempenhou tal função como contratado por breve período na estação ferroviária. Aos 18 anos de idade, morou no Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital paulista, exerceu a função de serviços gerais do Conde Francisco Matarazzo, na Av. Paulista.
       Começou a vida profissional de barbeiro em 23/12/1963, no Salão Le Fígaro, do Mestre Emídio, vizinho da Igreja Matriz. Detalhe: o nome Le Fígaro foi ideia do jornalista Jáder de Andrade.  O ponto comercial mudou-se para o atual endereço, na Praça João Pessoa, em 1981. Ao todo, trabalhou 45 anos como barbeiro e só se aposentou por conta da visão. Operou-se de catarata e está bem. Tem orgulho de ter tido como clientes personalidades que marcaram época em Timbaúba, a exemplo de Monsenhor Marques da Fonseca, Prof. José Mendes da Silva, Sebastião Romildo do Vale e Dr. Irajá D’Almeida Lins. “Ninguém oferece a cara e o cabelo para qualquer um”, declara. Viúvo de Maria da Soledade Araújo, que lhe deu quatro filhos (Vanda, Vera, Vilma, Maria José, José Antônio e Luiz Claudio), leva hoje uma vida tranquila no bairro da Vila da Cohab, onde relembrou para a TIMBAÚBA EM FOCO suas memórias da Copa do Mundo.
      As transmissões das primeiras Copas do Mundo paravam a cidade. Não havia televisão. Todo mundo ouvia através do rádio. Depois, quando a televisão chegou à Timbaúba, era uma festa, mas só os ricos possuíam um aparelho. As calçadas ficavam repletas de curiosos, os “televizinhos”, assistindo aos jogos nas calçadas.  
      Lembro de todos os ídolos brasileiros que marcaram época nas Copas do Mundo. Por ordem alfabética, se eu tivesse de escalar os titulares e reservas de todos os tempos, minha lista seria esta: Ademir da Guia, Belini, Carlos Alberto Torres, De Sordi, Djalma Santos, Falcão, Gilmar, Garrincha, Gerson, Julinho Botelho, Jairzinho, Jair da Rosa Pinto, Nilton Santos, Pelé, Rivelino, Rivaldo, Sócrates, Tostão, Vavá, Zé Maria, Zagalo e Zico.        A mais decepcionante Copa do Mundo foi a de 1966, na Inglaterra, pior do que os sete gols sofridos diante da Alemanha em 2014. Quando morei em São Paulo, tive a oportunidade de conferir as atuações de Djalma Santos, Gilmar, Ademir da Guia, Didi e Julinho Botelho
     Espero que o Brasil vença a Copa do Mundo deste ano. Será o presente do destino para os meus 85 anos de idade.

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Daslan Melo Lima
Página de COMPORTAMENTO da revista TIMBAÚBA EM FOCO, junho/2018

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SESSÃO NOSTALGIA - Quando os concursos de misses no Brasil eram tão importantes como a Copa do Mundo


      

                
Daslan Melo Lima

          Em tempo de Copa do Mundo sendo realizada na Rússia, vamos recordar a época onde os concursos de misses despertavam tanta importância no Brasil quanto o Campeonato Mundial de Futebol. 
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Túnel do Tempo
1958 

       A revista O Cruzeiro, que circulava há 30 anos, tinha tiragens semanais que chegavam a  500.000 exemplares. Seus diretores promoveram um encontro dos campeões do mundo com Adalgisa Colombo e Ana Maria Carvalho. Os fotógrafos deram ênfase aos abraços delas em Bellini, o mais belo dos jogadores.
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Brasil, Campeão Mundial de Futebol na SuéciaCruzeiro, 12/07/1958. Na capa, Hilderaldo Luiz Bellini (1930-2014), capitão da Seleção Brasileira de Futebol, e Adalgisa Colombo (1940-2013), Miss Distrito Federal, Miss Brasil e Vice-Miss Universo 1958. 
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Adalgisa Colombo beija o rosto de  Bellini e segura com ele a Taça Jules Rimet.
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Ana Maria Carvalho, Miss Bahia, e Bellini.
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Túnel do Tempo
1962


Brasil, Bicampeão Mundial de Futebol no Chile - "O Final da Copa", eis a chamada principal, mas quem estava na capa da O CruzeiroMaria Olívia Rebouças Cavalcanti, Miss Bahia, sendo coroada Miss Brasil 1962 pela gaúcha Vera Maria Brauner (1942-2012), Vice-Miss Brasil e Vice-Miss Beleza Internacional 1961.
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O Brasil era bicampeão mundial de futebol, mas Maria Olívia Rebouças Cavalcanti dividia a capa da Manchete com Mauro Ramos de Oliveira (1930-2002). 
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Túnel do Tempo
1966


Brasil, décimo primeiro colocado na Copa do Mundo da Inglaterra -  Garrincha (1933-1983) e Pelé, autores dos dois gols do Brasil na vitória contra a Bulgária, em Liverpool, Inglaterra, estavam na capa da Manchete. Misses em Miami, no entanto, era a segunda chamada de destaque e a reportagem trazia sete fotos de Ana Cristina Ridzi (1947-2015), Miss Guanabara e Miss Brasil 1966.


Ana Cristina Ridzi.
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Sônia Maria Ohana
, eleita Miss Futebol (Rainha da Seleção Brasileira de Futebol 1966). Viajou para Londres representando a mulher brasileira na Copa do Mundo. No ano seguinte, na condição de Miss Pará, ficou em terceiro lugar no Miss Brasil 1967.
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Túnel do Tempo 
1970


Brasil, Tricampeão Mundial de Futebol no México - A Seleção Brasileira de Futebol brilhava rumo ao tricampeonato mundial, mas quem estava na capa da O Cruzeiro era o Top 3 do Miss Guanabara 1970. Da esquerda para a direita: Maria Helena Leal Lopes (Miss Telefônica Atlético Clube, segundo lugar), Eliane Fialho Thompson (Miss Floresta Country Club, primeiro) e Sônia Silva (Miss Renascença Clube, terceiro lugar).
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O País festejava a conquista do tricampeonato, porém a Manchete colocou na capa Eliane Fialho Thompson, Miss Guanabara, eleita Miss Brasil 1970. 
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        Timbaúba, Pernambuco, Brasil, 23/06/2018. A amazonense Mayra Benita Alves Dias foi eleita Miss Brasil 2018 no dia 26 de maio. A Seleção Brasileira de Futebol está na Rússia, de olho na conquista do hexacampeonato. 

Mayra Dias, Miss Brasil 2018
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Seleção Brasileira de Futebol 2018
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       Os fogos juninos estouram lá fora. A fumaça de uma fogueira da vizinhança me faz espirrar. 
             Mayra Dias será Miss Universo? A Seleção Brasileira de Futebol voltará ao País vitoriosa?  Não sei. Só sei que sinto uma saudade imensa daqueles anos em que os concursos de misses no Brasil despertavam as mesmas atenções dadas à Copa do Mundo.

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Aqui termina mais uma edição de PASSARELA CULTURAL. Rolando mais abaixo, você vai encontrar a seleção de todas as postagens. 
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sábado, 16 de junho de 2018

Bandeirinhas de São João, maravilhas ao vento


         Sou fascinado por esta época do ano, quando as singelas bandeirinhas de São João decoram as ruas e praças. 
      Caminho lentamente recitando versos de um poeta piauiense, o Mário Faustino (1930-1962): "Maravilha do vento soprando sobre a maravilha / de estar vivo e capaz de sentir / maravilhas no vento." 
      Enquanto bebo um gole de emoções inacabadas, danço um forró imaginário, no ritmo cadenciado das bandeirinhas que dançam com o vento. 


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Daslan Melo Lima 
Praça Prof. José Mendes da Silva, Timbaúba, Pernambuco, 12/06/2018.


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DE OLHO NO PASSADO - O Cruzeiro, Ano XXXII, Nº35, 11/06/1960


Elizabeth Taylor.
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Catástrofe no Chile. Terremotos, maremotos e erupções vulcânicas. Cerca de cinco mil pessoas mortas ou desaparecidas.
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Cinco candidatas ao título de Miss Guanabara 1960. Da esquerda para a direita: Suely Magalhães (Leblon), Clarinda Olimpia Moreira (Orfeão Portugal), Elenita Teixeira Lôbo (Marã), Paula Chianca de Carvalho (Riachuelio), e Elaine Dalla Riva (Faculdade de Filosofia). 
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As garotas de Alceu Penna.
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O Amigo da Onça.
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Sabonete Cashmere Bouquet.


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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Quadrilha Junina Serrana Matuta X Santo Antônio em Cruz do Caboclo


Quadrilha Junina Serrana Matuta, de olho no resgate cultural timbaubense

 >>>>>>>   Com mais de 50 componentes, a junina irá participar do   concurso da Rede Globo Nordeste   

        Então, chegou o mês de junho e com ele a tradição de dançar quadrilha, comer delícias típicas, acender fogueiras e celebrar o nascimento de três importantes santos para a Igreja Católica: São João Batista, Santo Antônio e São Pedro. Quem é quadrilheiro espera essa data ansiosamente, é o que acontece com os mais de cinquenta componentes da Quadrilha Junina Serrana Matuta, nome indicado pelo professor e ator Leomir Lima, especialista em Cultura Pernambucana, como forma de homenagear a nossa cidade, a Princesa Serrana.






       A Quadrilha Junina Serrana Matuta foi fundada em 10/01/2017, durante reunião com os representantes das extintas quadrilhas Santa Tereza, Chuva de Estrelas e Chapéu na Roça, de Timbaúba, e a Mexe Brasil, de Caueiras. O objetivo inicial era participar do festival da Rede Globo, além de resgatar jovens e adultos para juntos enaltecerem essa demonstração cultural tão rica e característica de nossa região.
        No ano passado, o sonho foi realizado e a quadrilha participou do concurso da Rede Globo Nordeste com o tema “ A cor”, que contou a história da miscigenação do nosso País com índios, brancos e negros. Entre 56 concorrentes, nossa Junina foi classificada em 19º lugar, uma bela surpresa para todos.
      Atualmente, a quadrilha é dirigida por Nilvan Emanoel (Presidente), Antony Lino (Coreógrafo e Projetista), Poliana Lívia (Tesoureira), Mônica Ribeiro (Mídia) e Josiel Morais (Aderecista e Figurinista). Com o tema “A lenda que te traz de volta”, a quadrilha vai se apresentar no concurso da Rede Globo Nordeste 2018.  

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Em Cruz do Caboclo

Tradição, religiosidade, misticismo e energia positiva marcaram a Festa de Santo Antônio em Cruz do Caboclo, zona rural. timbaubense. 
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Imagens enviadas por Ana Glória.

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SESSÃO NOSTALGIA - Marluci Manvailer, Miss Mundo Brasil 1966


Daslan Melo Lima


        Em 1966, o Estado do Mato Grosso, que seria dividido onze anos depois em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foi representado no Miss Brasil por Marluci Manvailer Rocha. Um ano antes, outra mato-grossense, Marilena de Oliveira Lima, a preferida da maioria do público presente ao Maracanãzinho, tinha conquistado o quarto lugar no Miss Brasil 1965. 
      O nome Marluci Manvailer aparecia escrito às vezes como Marluce, Marlucci e Marlucy, e o Manvailer com dois ll. Na transcrição dos textos da revista Manchete, optei digitar a grafia correta, Marluci Manvailer.  
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                          Marluci Manvailer, Vice-Miss Brasil 1966


TOP 8 – As oito finalistas do Miss Brasil 1966. Da esquerda para a direita: Francy Carneiro Nogueira, Miss Ceará, terceiro lugar; Marluci Manvailer Rocha, Miss Mato Grosso, segundo lugar; Virgínia Barbosa de Souza, Miss Minas Gerais, quarto lugar; Clara Eunice Grohmann, Miss Rio Grande do Sul; Ana Cristina Ridzi, Miss Guanabara, primeiro lugar; Gláucia Zimmermann, Miss Santa Catarina; Ana Maria Façanha Gaspar, Miss Rondônia; e Tânia Maria Zattar, Miss São Paulo.
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Manchete, Ano 14, Nº 742, 09/07/1966.
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A imagem da capa da Manchete após tratamento digital.
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TOP 3 Ana Cristina Ridzi, Miss Guanabara, eleita Miss Brasil 1966, ladeada por Marluci Manvailer Rocha, Miss Mato Grosso, segundo lugar, e Francy Carneiro Nogueira, Miss Ceará, terceiro lugar. 

         Ana Cristina Ridzi não se classificou entre as 15 semifinalistas do Miss Universo. Marluci Manvailer foi quarto lugar no Miss Mundo. Caberia à Francy Carneiro Nogueira representar o Brasil no Miss Beleza Internacional, mas em 1966 esse certame não foi realizado, o que só veio a acontecer em abril de 1967, quando a Miss Ceará já tinha renunciado ao título para casar. A coordenação do Miss Brasil convidou então a quarta colocada, Virgínia Barbosa de Souza, Miss Minas Gerais, para disputar o concurso, realizado em Long Beach, onde foi semifinalista (Top 15).
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Terminado o concurso, Marluci e Ana Cristina, de braços dados com Apasra Hongsakula, Miss Universo 1965, deixam o Maracanãzinho. Um grande sonho acaba de ser vivido e as duas belas brasileiras já começam a sonhar ainda mais alto. - Manchete.
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Marluci cresce e aparece


Antes de seguir viagem para Londres, Miss Brasil número 2 andou dourando a pele ao sol de Copacabana.

         Com um biquíni azul – sua cor predileta -, Miss Brasil número 2, Marluci Manvailer, tentará conquistar em Londres, na próxima semana, o título de Miss Mundo 66. Vivendo em Ponta Porã, onde faz o curso de normalista, Marluci ainda conserva as medidas que a colocaram entre as três primeiras, no Maracanãzinho, em junho. Com apenas uma diferença: cresceu um centímetro. Medindo atualmente 1,71m distribuídos por 57 quilos, confessa-se preocupada ante a possibilidade de espichar ainda mais – o que não é nada impossível para quem está com apenas 18 anos de idade.

Miss Brasil tentará conquistar em Londres o título de Miss Mundo 66.


         - "Desejo ser manequim, é bem verdade" – esclarece. – "Sinto-me fascinada por essa profissão. Mas não creio que seja necessário crescer ainda mais. No Brasil, onde a maioria dos homens é de estatura média, a mulher alta se arrisca a não encontrar marido."
         Entretanto, logo em seguida, ela afirma que não faz questão do tipo físico do homem ao qual entregará, algum dia, o seu coração. Basta que seja advogado. (Atenção, pois, bacharéis!)  Outra condição é que more no Rio de Janeiro. Marluci adora Ponta Porã, que fica perto do Paraguai. É descendente de uma índia guarani, e por isso tem afinidade sanguínea com os paraguaios. Mas seu futuro, de modelo profissional, depende de um grande centro como o Rio de Janeiro, no qual tem a vantagem de ser conhecida entre as mais belas. Em Londres, caso venha a ganhar a coroa de Miss Mundo, Marluci terá direito a um ano de viagens e mais cinquenta e seis mil dólares. Dote respeitável mesmo para um advogado apaixonado. - Manchete, Ano 14, Nº 760, 12/11/1966. 
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Marluci Manvailer, quarto lugar no Miss Mundo


Das cinquenta e uma concorrentes ao título de Miss Mundo 1966, realizado em Londres, no dia 17/11/1966, coube a essas alcançarem o Top 5. Da esquerda para a direita, Marluci Manvailer, Miss Brasil, quarta colocada; Efi Fontini Ploumbi, Miss Grécia, terceira; Reita Faria, Miss Índia, primeira; Nikica Marinovic, Miss Iugoslávia, segunda; e Gigliola Carbonara, Miss Itália, quinta colocada.
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A nova passarela de Marluci


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           Nossa Miss em Londres, Marluci Manvailer, voltou ao Brasil com o nariz vermelho de frio e com bons planos para o futuro. O primeiro, “que não posso adiar”, é uma visita a Campo Grande, Mato Grosso, para receber uma homenagem do clube que a elegeu Miss. O segundo, ela não esconde: “Tomei muito gosto pela passarela e sinto que tenho jeito para desfilar. Vou ser manequim profissional no Rio, e os testes, como se vê, já começaram, com modelos da Sabrina Modas. ” - Manchete, Ano 14, Nº 765, 17/12/1966.
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A senhora Marluci Manvailer Esgaib, viúva de Gazi Mohamed Esgaib, auditor do TCE-Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, falecido em 1º/07/2002, é uma personalidade de grande prestígio da sociedade de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.
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Mãe de Vanessa, Fernando Jorge, Patrícia e Marcos Eduardo, seu nome é um ícone da beleza dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.   
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"A mulher para a qual o tempo não parece passar", diz o jornalista Fernando Soares, colunista social de Campo Grande, sobre a eterna Miss Mundo Brasil 1966.

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sábado, 9 de junho de 2018

A vida é uma passagem. Proibido não sonhar.

        


A VIDA É UMA PASSAGEM

         "A vida é uma passagem e o mundo uma sala de espetáculos. A gente entra, olha e sai", disse Demócrito, filósofo grego. 
         Grato a Deus, diante do dia que se despede na frente da minha casa, embriago-me de crepúsculo vespertino. A ansiedade se dissipa. Basta sonhar que o espetáculo continua, mesmo que eu tenha de sair para outra sala. - 
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- Daslan Melo Lima. Timbaúba, Pernambuco, 06/06/2018.



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PROIBIDO NÃO SONHAR

       Sobre a cerca de um terreno, a vegetação silvestre cresce como se fosse um tapete natural, delicadamente tecido de verde e florzinhas amarelas. Imagino como seria belo um mundo onde os muros fossem assim, impondo limites de propriedade e privacidade sem altura, sem eletricidade e sem câmaras de proteção. 
       Na minha fantasia, troco a placa que recomenda não jogar lixo por outra: "Proibido não sonhar". 
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- Daslan Melo Lima. Timbaúba, Pernambuco, 02/06/2018.

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