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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ EM PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 633, referente ao período de 20 a 26 de agosto de 2017. ***** Editor: Daslan Melo Lima ***** Timbaúba, Pernambuco, Brasil ***** Telefone: (81) 9.9612-0904 (Tim). ***** WhatsApp: +55 81 9.9612.0904 ***** E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 19 de agosto de 2017

SESSÃO NOSTALGIA - Miss Brasil 2017




SEMPRE UNIDOS, LESTE, OESTE, NORTE E SUL, NA BELEZA DAS MULHERES DO BRASIL 

            Neste sábado, 19, quando o relógio estiver marcando 22h30min, se Deus permitir, estarei diante da televisão, a fim de assistir ao concurso Miss Brasil 2017, transmitindo pela Band. 
          Paixão antiga, as misses entraram na minha vida há muitos anos, herança da minha inesquecível Tia Soledade, que só ia dormir depois que a transmissão precária pelo rádio, direto do Maracanãzinho, anunciava quem seria a representante brasileira no Miss Universo. Depois disso, era esperar que as revistas O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos chegassem à nossa alagoana São José da Laje, duas semanas depois, trazendo a cobertura do concurso. 
            Das 27 concorrentes ao Miss Brasil 2017, conheço pessoalmente apenas duas: Iulli Thaísa, Miss Pernambuco, e Saiury Carvalho, Miss Sergipe. Com base nas imagens que já vi pela internet, ouso apontar meu Top 5, por ordem de preferência: RJ, PI, TO, SE e PE. Ao vivo, talvez, minha percepção de favoritas seria outra. Em ordem alfabética, também gosto das misses BA, CE, DF, GO, PA, PR, RN, RR, RS e SC. O nível está muito bom. 
          Enquanto isso, até à hora do concurso, estarei cantarolando silenciosamente “Canção das Misses”, de Lourival Faissal, sucesso gravado por Ellen de Lima, trilha sonora dos concursos Miss Brasil dos anos 60. 

Os Estados brasileiros se apresentam 
nesta festa de alegria e esplendor. 
Jovens misses seus Estados representam 
seus costumes, seus encantos, seu valor. 

Em desfile, nossa terra, nossa gente, 
pela glória do auriverde em céu de anil. 
Sempre unidos, Leste, Oeste, Norte, Sul,
na beleza das mulheres do Brasil.

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 – Daslan Melo Lima
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Canção das Misses,

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Após assistir ao concurso, postarei aqui as minhas impressões sobre o Miss Brasil 2017

MEMÓRIAS DE SÃO JOSÉ DA LAJE -

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO -

“Gosto que me leiam e saibam o que acho das coisas. É uma forma de existir. Trabalho é a melhor maneira de escapar da realidade.“ - Paulo Francis (1930-1997)

Aqui termina mais uma edição de PASSARELA CULTURAL. Rolando abaixo, você vai encontrar uma seleção de todas as postagens do blog.
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“Gosto que me leiam e saibam o que acho das coisas. É uma forma de existir. Trabalho é a melhor maneira de escapar da realidade. “
Paulo Francis  (1930-1997) pseudônimo de Franz Paulo Trannin da Matta Heilborn,  jornalista carioca, escritor, articulista e crítico de teatro, literatura e arte.
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         A trajetória de PASSARELA CULTURAL começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest,  editado por Walfredo Silva (Wal Boy). Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL. Detalhe: a contagem de visitas a este site só teve início em outubro de 2007. 
        PASSARELA CULTURAL também tem uma visibilidade impressa através das colunas socioculturais que assino em dois veículos de comunicação da região: jornal CORREIO DE NOTÍCIAS e revista TIMBAÚBA EM FOCO.
     Duas secções do blog são responsáveis por sua popularidade:  DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO , sobre a cena sociocultural timbaubense, e SESSÃO NOSTALGIA, focalizando os antigos concursos de Misses, uma das minhas paixões.
       Grato a todos pela atenção. - Daslan Melo Lima

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“Gosto que me leiam e saibam o que acho das coisas. É uma forma de existir. Trabalho é a melhor maneira de escapar da realidade. “
Paulo Francis  (1930-1997) pseudônimo de Franz Paulo Trannin da Matta Heilborn,  jornalista carioca, escritor, articulista e crítico de teatro, literatura e arte.

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sábado, 12 de agosto de 2017

"Um pouco de luz vence muitas trevas"

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       - “Flores?” 
        O vendedor oferece flores para a moça e ela responde: 
     - “Saí apressada, sem bolsa, sem nada e aqui no meu bolso só tem um cartão.”
       Imediatamente, ele pondera: 
       - “Tudo bem, porque eu também aceito débito, crédito e até refeição”. 
    Assim tem início o belo, romântico, leve e doce comercial musical da Minizinha, máquina leitora de cartões para pagamentos online, protagonizado pelo cantor Marcelo Teló e pela atriz Luísa Arraes
      Em meio ao noticiário televisivo sobre os problemas da atualidade brasileira, nada mais relaxante para o corpo e o espírito do que uma propaganda desse nível. 
      “Um pouco de luz vence muitas trevas”, já dizia o diplomata, dramaturgo e poeta francês Paul Claudel (1868-1955)
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– Daslan Melo Lima 

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Para assistir ao Flores, o comercial da Minizinha, clique neste link:
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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Espíritas timbaubenses, “um dia a gente chega, no outro vai embora”

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Iniciativas religiosas, independente de religião, fortalecem a esperança num mundo melhor.
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          Fomos buscar numa matéria de Leandro Sarmatz, jornalista, escritor e dramaturgo gaúcho, para a Super Interessante, a introdução desta matéria.
        Criado por um pedagogo, o Espiritismo surgiu na França no século XIX. Hoje, o Brasil possui a maior comunidade espírita do mundo. Os espíritas consideram a morte apenas uma etapa da evolução pessoal. Religião ou doutrina? Se você perguntar a algum frequentador assíduo de centro espírita, provavelmente receberá a seguinte resposta: o Espiritismo é uma doutrina revelada pelos espíritos superiores a Allan Kardec, que a codificou em cinco obras.  O Espiritismo reivindica não apenas um status de religião, mas também de ciência e de filosofia. Ou seja: é uma fé e uma doutrina cujas manifestações – contato com espíritos, regressões a vidas passadas e textos psicografados – poderiam ser comprovadas através do método dedutivo herdado da ciência.

       Neste julho de inverno generoso, espíritas timbaubenses promoveram dois eventos inesquecíveis, um chá beneficente e a apresentação de um cantor lírico. O primeiro foi realizado num domingo à tarde, no Colégio Timbaubense, com renda destinada às iniciativas solidárias do Centro Espírita Bezerra de Menezes.
Equipe do Centro Espírita Bezerra de Menezes, coordenadora do chá.

          A noite musical foi realizada na FET, Federação Espírita de Timbaúba, com a presença do paulista Allan Vilches, cantor lírico, tenor, espírita atuante que ministra palestras e apresentações musicais a convite de casas espíritas e em ações beneméritas. 


     
   Uma canção popular, “Tocando em Frente”, de Renato Teixeira e Almir Sater, na voz de Allan Vilches, arrancou inúmeros aplausos na FET e diz muito da atitude de quem comunga com o Espiritismo.

Ando devagar porque já tive pressa
e levo este sorriso porque já chorei demais. 
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe?
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou nada sei.

Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs. 
É preciso amor pra poder pulsar. 
É preciso paz pra poder sorrir. 
É preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha, ir tocando em frente.
Como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou, estrada eu sou. 

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora.
Um dia a gente chega, no outro vai embora. 
Cada um de nós compõe a sua história.
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz.

         Após a apresentação, Allan Vilches deu um show de simpatia autografando cds e dvds. 

Ladeado por Antônio e Carmélia Pedrosa, seus anfitriões.
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 Marcela e o pai João Marcelo foram prestigiar o evento. 
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 Allan Vilches ladeado pelo casal Marcos Antônio e Matilde Vasconcelos.
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 Walter Correia e Poline  Albuquerque também adquiriram cds e dvds.
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 Allan Vilches e Celma Lucia Vasconcelos
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O assunto desta secção, em forma compacta, é o destaque da página Comportamento, edição de julho da revista TIMBAÚBA EM FOCO.
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Para quem ainda não conhece o talento de Allan Vilches, basta um clique nos links abaixo.

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MEMÓRIAS DE SÃO JOSÉ DA LAJE - Minha América, meu céu, meu lar

         


         Até a idade de doze anos, o mundo para mim se resumia apenas a São José da Laje. Eu não conhecia nenhum outro lugar, a não ser a cidadezinha alagoana onde nasci. 
         Naquele cenário havia um detalhe mágico, o rio Canhoto, que passava atrás da casa do meu avô materno, Gustavo Souza Melo, o "seu" Xéu, na rua Passagem de Maceió. Enquanto lavava roupas no rio, minha mãe cantava uma música que dizia assim: 

        Deus salve a América, terra de amor, 
         verdes mares e o os campos cobertos de flor. 
        A bonança é a esperança do altar. 
        Deus salve a América, meu céu , meu lar.

       As pedras, os patos nadando, as “baronesas”, minha mãe cantando, o vento, o silêncio e a igreja ao longe faziam parte do meu paraíso particular. São José da Laje era minha América, meu céu , meu lar. 
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Daslan Melo Lima - Memórias de São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci.

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SESSÃO NOSTALGIA – O primeiro dia de Adalgisa Colombo e Sônia Maria Campos depois do concurso Miss Brasil 1958

Daslan Melo Lima

       O concurso Miss Brasil 1958 foi realizado na noite de 21 de junho, no Maracanãzinho.  Era época de Copa do Mundo da Fifa e o nosso País estava fazendo uma excelente campanha. A revista O Cruzeiro de 05 de julho, circulou com oito páginas dedicadas ao certame e trinta e duas à conquista brasileira do seu primeiro campeonato mundial de futebol. 
       O concurso Miss Brasil atraía tanto a atenção da população quanto a Copa do Mundo. Prova disso é a capa da O Cruzeiro, que teve uma edição de 500.000 exemplares, trazendo Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil e Vice-Miss Universo 1957, coroando Adalgisa Colombo, Miss Distrito Federal, Miss Brasil 1958.  
  
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Primeiro dia das mais belas
Texto de Luís Edgard de Andrade e fotos de Indalécio Wanderley
O Cruzeiro, Ano XXX, nº 39, 05/07/1958


Adalgisa em quatro tempos no seu primeiro dia depois de Miss Brasil. As fotografias foram feitas por Indalécio Wanderley no Sítio Vale do Ipê, do industrial Santos Afonso.

Perfil de Adalgisa, eleita no concurso patrocinado pelo Leite de Rosas.
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Adalgisa guardou flores para São Judas Tadeu – Quando acordou na manhã do domingo, o sol já alto, Adalgisa Colombo sentou-se na cama e ficou espiando a faixa verde-amarela estendida na cadeira. Esfregou os olhos. “Será minha mesmo?” – pensou. Mandou buscar todos os  jornais. Começaram a chegar as flores. Muitas rosas. Reuniu-as todas para dá-las de presente a São Judas. Uma promessa.

Passou o primeiro dia do seu reinado, fora do Rio, num sítio chamado Vale do Ipê. Durante a viagem, foi mostrando a estrada Rio-Petrópolis a Sônia Maria Campos, Miss Pernambuco, que tirou o segundo lugar e vai a Londres disputar o título de Miss Mundo. “Não deixe de ir à Holanda” – aconselhou Adalgisa, que conhece a Europa – “Lá, tem as tulipas, e as vaquinhas, no inverno, vestem um casaquinho abotoado na cintura.”

Um dia cheio.  Adalgisa tirou retratos, descansou a vista no verde da paisagem, subiu um morro e rezou cinco minutos na capelinha do alto. Só voltou à noite. As luzes da cidade estavam acendendo. Ela às vezes guardava silêncio, mas não cabia em si de contente. Um dado instante, gritou dentro do carro (os vidros levantados por causa do frio): “Eu cheguei! Eu cheguei” Ficará em hotel até a partida para os Estados Unidos. Quem sentiu mais foi o seu gatinho. Ele ficou sozinho em casa, é preto, tem dezesseis anos de idade e passa o dia dormindo.

Adalgisa Colombo ganhou dois títulos em 7 dias – Miss Mundo é o objetivo de Miss Pernambuco.
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Detalhes: O Miss Distrito Federal 1958 foi realizado na noite de sábado, 14. Sete dias depois, no sábado, 21, aconteceu o Miss Brasil.  Adalgisa Colombo (1940-2013) ficou no segundo lugar do Miss Universo 1958, realizado em Long Beach, título conquistado pela colombiana Luz Marina Zuluaga (1938-2015). Sônia Maria Campos foi a sétima colocada no Miss Mundo 1958, realizado em Londres, no ano em que o título foi para Penelope Anne Coelen, da África do Sul.
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Sônia, a que lia Shakespeare e cobrava impostos, vai levar aos ingleses a morena de Pernambuco.



Os olhos pernambucanos de Sônia Maria, em cuja retina ainda há lembranças das águas  mansas do Capibaribe (ou do Beberibe?)
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A pernambucana Sônia Maria Campos apareceu na passarela e, muito antes das primeiras palmas -  ela foi a mais aplaudida da noite -  sua mãe caiu no choro. Sônia, porém, estava serena. Um brinco de pérola caiu da orelha, aos primeiros passos. A moça não teve dúvida, arrancou discretamente o outro e jogou no chão. Sônia, que já leu Shakespeare no original, é do Recife mesmo, mas se criou na Zona da Mata. Trabalha há três anos na Diretoria de Rendas do Interior, e agora, depois que ela é miss, a arrecadação do estado cresceu: todo mundo quer pagar impostos. As concorrentes de Sônia eram louras, e o Sr. Gilberto Freyre, em Apipucos, liderou uma campanha a favor das morenas.

Sônia, quando fala, constrói frases. Por exemplo: “Eu comecei a querer ser miss desde o dia em que compreendi que se deve colaborar com todo movimento que contribua para o engrandecimento do Brasil”. Quando chegou ao Rio, houve um almoço em sua homenagem, os repórteres transformaram a sobremesa em entrevista coletiva. Sônia disse que foi candidata pelo Santa Cruz e acrescentou: “quando me refiro ao Santa Cruz, quero dizer o povo, porque o Santa Cruz é o próprio povo”. Então, perguntei: “Nesse caso, que é que você acha do problema da sucessão governamental em Pernambuco?” Ela nem pestanejou: “É cedo ainda para eu me manifestar”. Fala manso como as pernambucanas, e as mãos tomam parte na conversa. Gosta de dizer, depois da vitória: “Minha vida mudou um pouco, mas o meu eu – a Sônia da Boa Vista, a que trabalha na Diretoria de Rendas – continua sendo o mesmo.”
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As duas maiores paixões dos brasileiros 



Futebol e Misses, as duas maiores paixões dos brasileiros nas décadas de 1950 e 1960. ***** Acima, os campeões mundias de 1958. Em pé, da esquerda para a direita: De Sordi, Zito, Belini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar. Agachados, na mesma ordem: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagalo e o massagista Mário Américo.***** Abaixo, Teresinha Morango, Miss Amazonas, Miss Brasil e Vice-Miss Universo 1957 coroando  Adagilsa Colombo, sua sucessora no trono de Miss Brasil. 


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             E assim se passaram quase sessenta anos. Depois daquele 1958, o Brasil ganhou outras quatro Copas do Mundo. A gaúcha Ieda Maria Vargas foi eleita Miss Universo em 1963 e a baiana Martha Vasconcellos em 1968. A coroa de Miss Mundo foi conquistada por uma brasileira uma única vez, em 1971, com Lúcia Tavares Petterle, Miss Guanabara, Vice-Miss Brasil 1971.

          Quase seis décadas depois, garotas lindas desse nosso imenso País tropical ainda sonham com a faixa e a coroa de Miss Brasil. Enquanto isso, sonho com o dia de ver o concurso Miss Brasil retomar à imensa popularidade que desfrutava nos anos cinquenta e sessenta.

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sábado, 5 de agosto de 2017

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Ressaca do São João na Chácara Santa Emília

secção em construção

MEMÓRIAS DE SÃO JOSÉ DA LAJE - Onde fica São José da Laje?



ONDE FICA SÃO JOSÉ DA LAJE ?

Onde a torre da Igreja Matriz de São José 
é vista de vários pontos da cidade, 
irradiando paz e renovando a nossa fé. 

Onde as pedras do Rio Canhoto, 
em silêncio, ofertavam esperança 
aos meus anseios de garoto. 

Onde a Princesa das Fronteiras dançava chegança, 
pastoril e reisado
nas festas de fim de ano do meu tempo de criança. 

Onde alimento a crença na felicidade. 
Onde moram meu sonhos e saudades. 
Aí fica a terra alagoana onde nasci, São José da Laje. 

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Daslan Melo Lima - Memórias de São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci. 

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