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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 697, referente ao período de 09 a 15 de dezembro de 2018. ***** Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

domingo, 9 de dezembro de 2018

Eu não sou marinheiro, sou capitão




             E de repente, no final de uma confraternização, o som espalha "La Bamba" pelo meu corpo e minh'alma. 
             "Para bailar la bamba, / Para bailar la bamba, / Se necesita una poca de gracia,/ Una poca de gracia por mi y por ti. / Ay arriba y arriba,/ Ay arriba y arriba, /Por ti seré, por ti seré, por ti seré."
          O eterno sucesso musical de Ritchie Valens (1941-1959), que fez a Grande Viagem antes de completar 18 anos de idade, provoca reflexões sobre nossa rápida passagem pelo planeta Terra. 
           "Yo no soy marinero, / Yo no soy marinero, / Soy capitán, soy capitán, soy capitán./ Bamba, Bamba...."


         E se hoje canto e danço "La Bamba", agarrado ao saldo de juventude que o destino colocou em minha caminhada, sinto que estou mais sábio para administrar velhas emoções inacabadas. 
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- Daslan Melo Lima, dezembro em Timbaúba, Pernambuco, enquanto Ritchie Valens canta La Bamba, https://www.youtube.com/watch?v=R0uiaWg30_c


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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Adelson Coelho Pedrosa, reconhecimento internacional com uma medalha portuguesa


>>>>>> Engenheiro Agrônomo timbaubense radicado há 20 anos em Vitória de Santo Antão tem uma história fascinante de respeito à natureza.
    


       Na quietude da Fazenda Paquevira, que ele prefere chamar de Espaço Paquevira, localizada na cidade de Vitória de Santo Antão, mata sul pernambucana, Adelson Coelho Pedrosa, timbaubense nascido no Engenho Cardoso, em 17/10/1935, leva uma vida tranquila ao lado da esposa e filhas. Com riqueza de detalhes, conta toda sua trajetória familiar e profissional, rica em experiências que daria uma edição inteira de TIMBAÚBA EM FOCO.
     Sua formação escolar primária deu-se no Engenho Paquevira, em Timbaúba. Curso Ginasial em Nazaré da Mata e cientifico nos colégios Padre Felix e Pedro Augusto, no Recife. Cursou os dois primeiros anos de Agronomia em Areia, PB, e os demais no Recife. Foi professor na UFRPE e aposentou-se como Agrônomo e Pesquisador do IPA, Instituto Agronômico de Pernambuco, em 1996, após 35 anos de atividade profissional.   

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   Seu currículo como ex-funcionário do IPA é muito rico, tanto que consta um curso de especialização em fruticultura em Portugal, quando foi contemplado com uma cobiçada honraria, a Medalha de Bronze outorgada pelo Governo de Portugal com a frase em latim “...ut sêmen optimun habeat”, que significa “...para ter a melhor semente”. 
     Entre as árvores que cultiva em sua propriedade, destaque para os exemplares de baobá (a arvore personagem do livro “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Sant-Exupéry), uma sequoia e uma timbo'ïwa (timbaúva), leguminosa que deu origem ao nome da cidade de Timbaúba. O baobá esta catalogado no “Mapa dos Baobás do Brasil”, de Gilberto J.S. Vasconcelos. Um pouco da trajetória de Adelson Coelho Pedrosa foi contado em livro escrito por Antonio Carlos de Souza Reis, “Ipa, 75 Anos de História”.
     “Desde criança que fui apaixonado por plantas. Não me arrependo do tempo dedicado ao campo. Sou feliz nesta propriedade à qual dei a denominação de Paquevira, em homenagem ao engenho timbaubense onde morei de 1940 a 1955. Sou feliz. Ninguém deve esquecer suas origens”, assim finalizou a personalidade focalizada em COMPORTAMENTO deste mês.

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SESSÃO NOSTALGIA / ESPECIAL - A um passo do concurso Miss Universo 2018

Daslan Melo Lima



         Aproxima-se a data de realização do concurso Miss Universo 2018. O evento irá acontecer no Centro de Convenções Impact Arena, distrito de Pak Kret, região metropolitana de Bangkok, capital da Tailândia. Será na manhã da segunda-feira, 17, mas noite (19h) do domingo, 16, no Brasil, com transmissão ao vivo pela Band e TNT. 
          Não conheço pessoalmente nenhuma das candidatas, mas como acontece todos os anos, com base nas fotografias e vídeos postados na Internet, ouso apontar as minhas favoritas. Por ordem alfabética dos países, eis o meu Top 12: 

Miss África do Sul
Tamaryn Green
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Miss Albânia
Trejsi Sejdini
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Miss Brasil
 Mayra Dias
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Miss Canadá
 Marta Madgalena Stepien
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Miss Dinamarca - Helena Heuser

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Miss Equador
 Virgina Limongi
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Miss Filipinas
Catriona Gray
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Miss Líbano
Maya Reaidy
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 Miss República Checa - Lea Steflickova

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Miss Vietnam
H’Hen Niê

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         Pela terceira vez, a Tailândia sedia o Miss Universo. A primeira foi em 1992, quando o título foi conquistado por Michelle McLean, Miss Namíbia. A segunda em 2005, ano da vitória de Natalie Glebova, Miss Canadá. Quem será a terceira Miss Universo a ser eleita na Tailândia?  

 Michelle McLean
Miss Namíbia
Miss Universo 1992
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Natalie Glebova
Miss Canadá
Miss Universo 2005
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       O último título de Miss Universo conquistado por uma brasileira aconteceu há 50 anos, em Miami Beach, quando a baiana  Martha Vasconcellos venceu  o mais famoso concurso de beleza do planeta. 
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Martha Vasconcellos
Miss Bahia - Miss Brasil - Miss Universo 1968
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        A amazonense Mayra Dias conseguirá ou não ser classificada na Tailândia? Eis mais um capítulo de uma novela fascinante da vida real. Saberemos o final no próximo domingo. 

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***** Passarela Cultural ***** Passarela Cultural *****

Aqui termina mais uma edição de PASSARELA CULTURAL. Rolando mais abaixo, você vai encontrar a seleção de todas as postagens. 
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         A história  de PASSARELA CULTURAL começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, coluna sociocultural do extinto site Timbafest, editado por Walfredo Silva. Em 12/10/2007, a coluna migrou para blog, com o nome de PASSARELA CULTURAL, com o apoio de Evandro Silva, editor do missesnapassarela.blogspot.com.br , que me ensinou como desenvolver uma página na internet/blogspot.                 
      PASSARELA CULTURAL tem uma visibilidade impressa através da coluna sociocultural da revista TIMBAÚBA EM FOCO, publicação da qual sou editor.
    Três secções do meu blog são destaques: DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO, sobre a cena sociocultural de Timbaúba, minha pernambucana terra adotiva; MEMÓRIAS DE SÃO JOSÉ DA LAJE, recordações da minha infância em São José da Laje, a cidade alagoana onde nasci; e SESSÃO NOSTALGIA, focalizando antigos concursos de Misses, uma das minhas paixões. A propósito dessa última, registro aqui o meu reconhecimento a duas personalidades que me incentivaram a escrever sobre o assunto e a compartilhar material e pesquisas: Dido Borges e Roberto Macêdo, editor do Miss Newsmissnews.com.br . 

     Muito grato pela atenção de todos. Continuem acessando PASSARELA CULTURAL, www.passarelacultural.blogspot.com.br .

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Meu ouro invisível

    


     É nesta época do ano que o meu pé de acácias, minha árvore de ouro, oferece com generosidade o amarelo que na Bíblia está associado ao fogo e aos processos de purificação; representando a fé, a Glória de Deus, a unção e a alegria. 
       O ouro da minha árvore é invisível e por isso me torna rico, muito rico, "pois o que é visível é passageiro, mas o que é invisível é eterno"; assim profetiza a Segunda Carta aos Coríntios.  
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- Daslan Melo Lima

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Chaninha, a Santa da Curva do Miranda


>>>>>>>>>> Os escravos e os trabalhadores pobres da região já consideravam Feliciana Moraes Corrêa, Chaninha, uma santa em vida
      

     Próximo aos limites que separam os municípios de Goiana e Condado está localizado um antigo engenho denominado Miranda, hoje cortado pela rodovia PE 62. É um local que deve ser visitado para aulas sobre a história regional. Do outro lado da rodagem está a imponente capela dedicada à Senhora Sant’Ana. Desde o século XIX o engenho pertence à família Corrêa.  As pessoas que atualmente frequentam a capela do antigo Engenho Miranda viajam de várias cidades de Pernambuco e da Paraíba. Elas chegam para agradecer a interseção de Feliciana Moraes Corrêa teria realizado junto a Deus. Elas vêm agradecer a Chaninha, nome carinhoso que recebeu ainda em vida, antes de morrer em 1877, aos 15 anos de idade. Pelo que se sabe é que teria morrido de febre tifoide, doença tropical muito comum naqueles anos.



      Nascida em Timbaúba, no Engenho Pindoba, passou a infância no Engenho Merepes e, vitimada pelo tifo, foi morar no Engenho Miranda para curar da doença, uma vez que seu tio Ludovico Corrêa era médico. Evidente que se sabe pouco de Chaninha e a tradição conta que, em vida, ela era preocupada com o sofrimento dos escravos da família e com os moradores do engenho. Dizem que ela cuidava das feridas dos escravos surrados e que distribuía, escondido, alimentos para os filhos dos moradores. Por isso, ainda viva a chamavam de Santinha. Seus pais teriam proibido Chaninha de ajudar os escravos e isso teria feito ela sofrer de uma febre alta. Quando ela ficou doente, dizem, uma tristeza tomou conta dos moradores e dos escravos do engenho. Seu corpo foi enterrado no piso da capela. Logo seus amigos, escravos e não escravos passaram a ter uma apreciação particular no local de sua sepultura, ali acendendo velas.

       Alguns anos após a sua morte, em 1906, quando foram retirar os restos mortais descobriram que seu corpo estava intacto. A fama de que havia uma santa na região correu. Nos anos de 1940, abriram seu túmulo e, mais uma vez viram o seu corpo intacto. Entretanto a Igreja jamais reconheceu a santidade de Chaninha. Desde que, cumprindo uma promessa José Machado Corrêa fez a restauração da Capela de Sant’Ana, agradecendo a graça obtida pela intercessão de Chaninha, tem aumentado o número de pessoas que para lá se dirigem.
        As missas na capela acontecem nos segundos e últimos domingos do mês, às 09 horas. Perto do altar lateral mostrando Chaninha fazendo sua primeira comunhão há um recanto onde são vendidos livretos e cordéis sobre sua biografia. 
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Fotos: DML/Passarela Cultural
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Revista TIMBAÚBA EM FOCO, novembro/2018, edição 91

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SESSÃO NOSTALGIA - Denise Rocha de Almeida e a Primavera das Adolescentes

Daslan Melo Lima


A Primavera das Adolescentes

Revista Manchete, Ano 11, número 598, 05 de outubro de 1963. ***** Reportagem de Odacir Soares - Fotos de Gervásio Batista, Juvenil de Souza e Domingos Cavalcanti.

A mais bela parada juvenil empolgou um público de 100 mil pessoas no Maracanã. 


De repente, quando chegou a primavera, 40 mil adolescentes floresceram. Eram as meninas-moças dos colégios e clubes cariocas, participantes do grandioso desfile inaugural dos XV Jogos da Primavera, no Estádio do Maracanã, diante de 100 mil espectadores. Guarnecido por 200 oficiais e soldados do corpo de paraquedistas, o desfile foi presenciado pelo Reitor Pedro Calmon, representando o presidente da República, o ministro da Educação e pelo Sr. Lopo Coelho, representando o Governador Carlos Lacerda. Apos a entrada do fogo simbólico na grande praça de esportes, o juramento do atleta foi lido pela Rainha da Primavera de 1962, Denise Rocha de Almeida, maravilhosa num maiô colante e tendo um diadema à cabeça.   
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Denise Rocha de Almeida, Vice-Miss Distrito Federal 1959; Rainha da Primavera 1962; Miss Brasília, quarto lugar no Miss Brasil 1963. 
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Criados pelo jornalista Mário Filho há quinze anos, os Jogos da Primavera são hoje comparáveis aos grandes espetáculos juvenis da Europa, congregando milhares de estudantes numa parada  de cores, acrobacia e música, e encerrando com uma Olimpíada. 
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        Quais os motivos que levaram ao fim os Jogos da Primavera?  Olho para a imagem de Denise Rocha de Almeida, um dos ícones da história do concurso Miss Brasil, e imagino que continua desfilando na memória daquela multidão estimada em cem mil pessoas. 
       Um leitor de PASSARELA CULTURAL disse-me há alguns meses que ela faleceu, mas não soube informar detalhes. Não sei realmente se a notícia procede. Seja como for, sua lembrança ainda vive nas adolescentes daquela primavera de 1963, maravilhosa num maiô colante e tendo um diadema à cabeça.  

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Mais sobre Denise Rocha de Almeida
 - Denise Rocha de Almeida e as recordações de um tempo que se foi
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 - Denise Rocha de Almeida e Vanja Nobre Jacob, belas na Quinta da Boa Vista
http://passarelacultural.blogspot.com/2016/12/sessao-nostalgia_18.html
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- Denise Rocha de Almeida e Dione Oliveira, gostos e desgostos na passarela

sábado, 24 de novembro de 2018

Três dias em Juazeiro do Norte, Ceará, a terra do Padre Cícero


         Cresci ouvindo histórias sobre o milagroso Padre Cícero Romão Batista, "o santo nordestino". Secundina Maria da Conceição, minha avó paterna, era devota dele e todos os anos viaja em romaria nos famosos "paus-de-arara", de São José da Laje, Alagoas, para o a cidade de Juazeiro do Norte, Ceará. 
          No sábado, 18, às 20 horas, viajei numa excursão em ônibus semi-leito, com ar condicionado e toalete à bordo, de Timbaúba, PE, para a "Roma nordestina". Foram 12 horas de viagem. Voltei na terça-feira, saindo do Juazeiro do Norte às 19 horas, chegando em minha casa às sete horas da manhã da quarta-feira, 20. 
         Abaixo, através de crônicas, ao sabor dos meus sentimentos, registros de uma viagem mística e mágica. 
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NO CIRCUITO DA FÉ



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Sob o sol escaldante de Juazeiro do Norte, Ceará, nada peço a Deus e aos anjos invisíveis; apenas abro os braços mentalizando uma citação do Padre Cícero Romão Batista: "Deus nunca deixou trabalho sem recompensa, nem lágrimas sem consolação." 
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- Daslan Melo Lima.
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"ENTRADA PARA O PASSEIO DAS ALMAS" 
Diante do aviso inusitado, minh'alma exulta, renovando meu corpo cansado da viagem. Entro e dou uma volta completa pela construção circular do templo. Nada peço a Deus, nada questiono. Quero só me embriagar com a dose mística do momento. 
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- Daslan Melo Lima, no Santuário de São Francisco.

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A RODA DA VIDA

       Não havia nenhuma roseira naquela rua onde eu caminhava sob o sol escaldante, mas de repente uma flor no chão, idêntica às rosas estampadas na minha blusa, despertou minha atenção. Abaixei-me, coloquei-a entre os lábios, fiz uma selfie e perguntei a mim mesmo qual a lição que o momento desejava me ensinar. 
     Lembrei-me de um trecho do livro "A Roda da Vida", da psiquiatra americana Elizabeth Kübler-Ross, e relaxei. “Algumas flores desabrocham apenas por alguns dias. Todos as admiram e amam por serem um sinal de primavera e de esperança. Depois, essas flores morrem. Mas já fizeram o que tinham a fazer.” 
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- Daslan Melo Lima, nas imediações da Praça Padre Cícero, centro de Juazeiro do Norte, Ceará.

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Outras crônicas e imagens desta secção ainda estão pendentes para postagens. Aguardem!



SESSÃO NOSTALGIA - As "pernas de piano" de Christiane Martel, Miss Universo 1953

Daslan Melo Lima


          Enfrentar dias exaustivos de ensaios, ser eleita a mulher mais bela do mundo e ainda ser vítima de bullyng não é fácil. Isso aconteceu com a francesa Christiane Martel, Miss Universo 1953, nascida em Paris, com sangue italiano nas veias. Nome verdadeiro: Christiane Magnani, sem nenhum parentesco com a atriz Anna Magnani (1908-1973), 18 anos de idade, modelo, 1,72 cm de altura, 56 1/4 quilos, 82,5 cm de busto, 55 cm de cintura, e 87,5 cm de quadris. 
       "Miss Universo tem pernas de piano", declarou à imprensa Rita Stazzi, Miss Itália, semifinalista, Top 16. 
       O material principal desta Sessão Nostalgia foi extraído da revista O CRUZEIRO, de 08/08/1953, Ano XXV, número 43. Texto de Jack Lee e fotos International News. 
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A PARISIENSE É A MAIOR - Morena dos olhos verdes, mistura superfina de sangue francês e italiano caldeado em Paris, com 18 anos e medidas esculturais, Christiane Martel (née Magnani) conquistou em Long Beach, na Califórnia, a coroa e o cetro de Miss Universo 1953. Modelo de modas na "Cidade Luz", acostumada com desfiles cansativos, Christiane ja possuía a necessária experiência e exaustão de uma "Maratona da Beleza".  
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Existe alguma fórmula mágica para conquistar a coroa de mulher mais bela do mundo?  - Bem, o "broto" parisiense que acaba de ser proclamada Miss Universo, na Califórnia, dá ideia de como se atura a terrível exaustão de uma "Parada da Beleza". - A deliciosa briga provocada pela apimentada Rita Stazzi (21 anos), Miss Itália.  



"Miss Universo tem pernas de piano". Quem disse foi Miss Itália, de 21 anos (a primeira, a contar da esquerda). O alvo de tão ácida crítica é Miss França (centro). Esta foto vai publicada para possibilitar ao leitor fazer a indispensável comparação e tirar a mais justa conclusão, se for capaz. 
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BELEZA DO MUNDO - No Rockfeller Center de New York, treze belezas internacionais que competiram em Long Beach.  No retângulo, as "duas de briga", Rita Stazzi, Miss Itália, e Christiane Martel, Miss França. À esquerda, alto, Miss Suíça, Danielle Oudinete Miss Bèlgica, Elayne Cortois. À direita, alto, Miss Noruega, Synnove Gulbrandsene Miss Grécia, Doretta Xirou.  Embaixo, da esquerda para a direita: Miss Finlândia, Teija Anneli Soponen; Miss Dinamarca, Jytte Olsen; Miss África do Sul, Ingrid Rita Mills; Miss Alemanha, Christel Schaack; Miss Áustria, Lore Felger; Miss Porto Rico, Wanda Ivette Irizarri, Miss Porto Rico; e  Ada Alicia Ibáñez Amengual, Miss Uruguai.
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Afirmou Rita Stazzi: "Christiane não merecia a coroa de Miss Universo porque possui pernas de piano. Perna de piano, quer dizer, reta de alto a baixo, sem formar nem tornozelo". 
Ao que Christiane respondeu, já em Hollywood, e começando a trabalhar para o cinema: "Miss Itália pode pensar que tem as pernas mais bonitas, mas se os juízes me escolheram por unanimidade depois de um recorde cansativo de desfiles, é porque realmente mereço o título." 
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AS CINCO FINALISTAS DO MISS UNIVERSO 1953 - Da esquerda para a direita: Maxine Morgan, Miss Austrália, quinto lugar; Ana Bertha Lepe Jiménez, Miss México, quarto; Christiane Martel, Miss França, primeiro lugar; Myrna Rae Hansen, Miss Estados Unidos, segunda colocada; e Kinuko Ito, Miss Japão, terceiro lugar.  
"Politicamente, boa escolha, contemplando equitativamente Europa, Estados Unidos, a Comunidade Britânica, o Oriente Asiático e as Repúblicas Latino-Americanas, aliás, bem representadas."   
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Miss Universo assina contrato com a Universal  ***** Os pais da Miss Universo  ao lado da sua irmã Georgette, 23 anos, são vistos num café de Paris, erguendo um brinde à vitória de Christiane Martel. ***** Jeff Chandler (1918-1961), astro da Universal International, concede autógrafo para Miss França, Christiane Martel, à esquerda; Miss Filipinas, Teresita Torralba Sanchez  (centro); e Miss Grécia, Synnove Gulbrandsen.


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Por onde anda Christiane Martel ?


Em 2013, ao completar 60 anos como Miss Universo,  Christiane Martel foi capa da revista iHOLAi vestindo o mesmo maiô com o qual foi eleita Miss Universo 1953. 
          Eis o que encontrei na Wikipedia: "Apesar de não ter planos de viver definitivamente no México, em 1961 ela casou-se com o empresário mexicano Miguel Aleman Velasco, filho do ex-presidente do país Miguel Alemán Valdés e estabeleceu-se definitivamente ali, construindo uma família e tendo cinco filhos. Foi o segundo casamento de Christiane, que em janeiro de 1954 havia se casado com um americano herdeiro de uma grande cadeia de lojas de departamentos e se divorciado no ano seguinte. Em 1998, tornou-se a primeira-dama do estado de Veracruz, depois que seu segundo marido foi eleito governador do estado."
      "Hoje ela pertence à alta sociedade mexicana e dedica sua vida à filantropia, ajudando à população mais pobre da região em que vive. Continua visitando frequentemente seu país natal, onde é homenageada em programas de televisão, já foi convidada de honra do Miss França e jurada do Miss Universo por duas vezes. Em 1979, na edição realizada na Cidade do México, ela foi a primeira Miss Universo a receber o Miss Universe Distinquished Achievement Award, um prêmio especial de distinção concedido a pessoas envolvidas com o concurso através dos anos."


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sábado, 17 de novembro de 2018

Vende-se bolos no pote.

         



          Faz quinze dias que no pequeno cartaz afixado no poste se lia "Aluga-se". Eu passava e perguntava ao vento quantos bens materiais caberiam na casinha, e ele respondia: "Uns três móveis básicos e mil sonhos indispensáveis"O imóvel foi alugado e no novo cartaz se lê "Vende-se bolos no pote"
         Ontem, bati palmas na frente do portão e perguntei quais os sabores dos bolos. A pessoa que atendeu citou vários: laranja, chocolate, banana, abacaxi, etc.  Além de uns três móveis básicos e mil sonhos indispensáveis, a casinha agora abriga um festival de sabores. 
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- Daslan Melo Lima. Timbaúba, Pernambuco.

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