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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ EM PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 620, referente ao período de 21 a 27 de maio de 2017. ***** Editor: Daslan Melo Lima ***** Timbaúba, Pernambuco, Brasil ***** Telefones: (81) 99612.0904 (Tim) e (81) 99277.3630 (Claro) ***** WhatsApp: +55 81 99612.0904 ***** E-mail: daslan@terra.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO


   QUALI LAB

      O Dr. Carlos Henrique Fulgêncio Pereira Vale ofereceu um coquetel na noite do dia 22, a fim de apresentar à comunidade o seu empreendimento QUALI LAB, laboratório especializado em análises clínicas, localizado na Rua Dr. Geraldo Ferreira Lima, 102.
     Carlos Henrique é biomédico e  biólogo graduado na UFPE e UPE, além de especialista em saúde coletiva-sanitarista. Faz parte da sua equipe os seguintes profissionais: Dr. Henrique Azevedo, biomédico e biólogo/bioquímico graduado na UFPE, mestre em tecnologia ambiental e especialista em biossegurança e gerenciamento de resíduos; Dra. Júlia Celeste Pereira, biomédica e bacteriologista graduada na UFPE, especialista em microbiologia; Janete Leandro, técnica em enfermagem; Daniel Farias, recepcionista, graduado em História; e Kátia, recepcionista,  graduanda em Pedagogia.
Carlos Henrique e os pais, Josefa Fulgêncio Pereira Soares (Dra. Finha) e Francisco Pereira Soares

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CONCURSO MISTER E MISS MUNICIPAL 2011

     O Motor Clube de Timbaúba foi palco na tarde da quinta-feira, 25 de agosto, do concurso Mister e Miss Municipal 2011, evento que elege anualmente os soberanos da beleza do Ginásio Municipal (Escola Dr. Antônio Galvão Cavalcalti), um dos maiores educandários públicos de Timbaúba. O evento foi coordenado pelo professor e agente cultural Leomir Lima, com a assessoria dos professores Gerson Apolinário, Ana Maria e Ivancir Guerra. Nos intervalos, apresentaram-se o Grupo Cacareco, DJ Cabeça (Igor) e DJ Sisinho (Gilson Neto). 
     A Escola Dr. Antônio Galvão Cavalcanti é dirigida pelas educadoras Rosimere Gouveia e Janeide Tavares. Tive a satisfação de compor a comissão julgadora ao lado de Daniel Oliveira (editor do jornal Correio de Notícias e da revista Timbaúba em Foco), Crislaine Teles (assessora comercial do Correio de Notícias), Janeide Tavares (gestora do Municipal), Arleide Guerra (Secretária de Educação de Timbaúba) e Rinaldo Santos, o Rinaldo da Mangueira, produtor cultural.    
Brena Marcela Queiroz Macêdo e Luiz Fernando Borges, a Miss e o Mister Juvenil Municipal 2011

Ana Beatriz da Silva Araújo e Ivanildo Correia da Silva Neto, a Miss e o Mister Infantil Municipal 2011.
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  FELLIPE VASCONCELOS, UM TIMBAUBENSE NO  CONGRESSO NACIONAL DOS ESTUDANTES


               O estudante Fellipe Vasconcelos foi a significativa presença de Timbaúba no 52º Congresso da UNE-União Nacional dos Estudantes, realizado em  Goiânia-GO, de 13 a 17 de agosto.  O evento foi altamente representativo, em cuja preparação, ao longo do primeiro semestre letivo, milhões de estudantes foram de alguma forma mobilizados em reuniões e assembléias nas quais debateram os principais problemas que afligem a Universidade e a educação de uma maneira geral no Brasil.  Nas palavras de Daniel Iliescu, o novo presidente eleito da entidade, o principal problema hoje  “é o desafio de ajudar o Brasil a percorrer os caminhos e as lutas para tornar-se uma nação mais justa e desenvolvida; o movimento estudantil brasileiro está muito amadurecido e se prepara para voos maiores...”
Da esquerda para a direita, o presidente da JSB-Juventude Socialista Brasileira de Pernambuco, Marcos   Eduardo, o Ministro dos Esportes Orlando Silva  e Fellipe Vasconcelos, integrante da coordenação estadual da JSB.
Fellipe Vasconcelos na plenária final do congresso ao lado de toda bancada nacional da JSB. 
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SEMINÁRIO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL
           O projeto do novo CPC está recheado de princípios. Os fins serão atingidos? Esse foi o tema que norteou o Seminário de Direito Processual Civil, conduzido com muita propriedade pelo Prof. Elídio Donizetti, Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Integrante da comissão de juristas responsáveis pela elaboração do anteprojeto do novo Código de Processo Civil; Mestre em Direito Processual Civil pela PUC/MG; Doutorando em Ciências Políticas na Universidade de Lisboa: autor de diversas obras jurídicas; Coordenador acadêmico do curso IUNIB-APROBATUM, em Belo Horizonte, além de Diretor da Enamages, Escola Nacional de Magistratura Estadual. Os debatedores foram os professores Manoel Jerônimo Melo Neto e Carlos Eduardo Coutinho. O evento foi realizado no dia 18 de agosto, no auditório da Faculdade de Timbaúba, sob a coordenação dos professores Gutemberg Cabral e Kátia Farias. (Fotos: Djalma Almeida/Especial para PASSARELA CULTURAL)
Carlos Eduardo Coutinho, advogado, professor de Direito e Presidente da OAB-PE, subseccional de Timbaúba
Kátia Farias e Elídio Donizetti
Mikaela (acima) e Eliane NaKagaki (abaixo), estudantes de Direito, ao lado do Prof. Elídio Donizetti


Professores Elídio Donizetti e Manoel Jerônimo Melo Neto ao lado das estudantes de Direito  Mikaela e Eliane Nakagaki
 

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DE ALAGOAS PARA O MUNDO

 O CAMARÃO DO BAR DAS OSTRAS, UM ORGULHO ALAGOANO

 Camarão do Bar das Ostras, criação da comadre Oscarlina, será o primeiro patrimônio imaterial do Estado de Alagoas

               Em Maceió, na Barraca Nossa Senhora de Fátima, no Mercado da Produção, está guardado um dos segredos do famoso Camarão do Bar das Ostras: a manteiga da cidade de Major Isidoro, usada pela comadre Oscarlina para preparar a iguaria que durante décadas fez muitos alagoanos e turistas comer rezando. Mesmo com o fim do restaurante, o sabor marcante do crustáceo sobreviveu na memória de tantos, como do senhor José Oliveira Filho, o famoso Deda, comerciante da manteiga na Barraca Nossa Senhora de Fátima. “O velho (seu Pedro, esposo de Oscarlina) vinha sempre comprar na minha barraca. Na época do Bar das Ostras, ele comprava entre 150 e 200 quilos de manteiga para fazer o melhor camarão de Alagoas”, lembra seu Deda. Muito feliz, ele conta que, dias atrás, as filhas da comadre Oscarlina vieram de Natal para comprar uma grande quantidade para fazer a receita para a empresa Sococo.
 Seu Deda desde os anos 70 vende a manteiga que é o segredo do Camarão do Bar das Ostras

               A empresa alagoana Sococo, numa iniciativa louvável, comprou a receita do Camarão do Bar das Ostras para torná-la de utilidade pública, doando-a ao Estado de Alagoas como presente de aniversário da própria empresa. O objetivo é transformá-la em Patrimônio Imaterial de Alagoas e o processo para tanto já se encontra em andamento junto à Secretaria de Estado da Cultura. A empresa foi mais além, promoveu uma oficina voltada a chefs e gourmets de Alagoas. Dessas lições, os profissionais da culinária alagoana saíram aptos para reproduzirem o prato e, se assim o desejarem, estão liberados para incluí-lo em seus cardápios.

       Todos os ingredientes da receita são encontrados no Mercado da Produção

               O Camarão do Bar das Ostras nasceu da alagoana chamada carinhosamente de Comadre Oscarlina, que na década de 50 comercializava na sua humilde casa à beira da Lagoa Mundaú, no Vergel do Lago, em Maceió, as ostras que posteriormente deu nome ao empreendimento popular. O seu camarão macio, de caldo suculento, sabor marcante, único, ficou marcado na memória de muita gente. O segredo foi guardado a sete chaves pela comadre, e só ela sabia fazer. A herança do saber e de como fazer o camarão foi passada para suas filhas Marta Cristina, Vera, Marluce, Jandira e Mabel. Coube as essas meninas a missão de repassar os segredos na oficina promovida pela Sococo.

 As filhas da Oscarlina mostram o saber e fazer do Camarão do Bar das Ostras

               Na oficina, os chefs atentos ficaram surpresos, porque a receita não leva leite de coco, nem creme de leite. Os ingredientes são simples, populares, comprados no Mercado da Produção, como o vinagre Tomatão, cebola, pimentão, tomate, coentro, extrato de tomate e manteiga das cidade de Major Isidoro e Batalha. O camarão é o mais nobre, pescado no mar de Alagoas, chamado Vila Franca ou Branquinho, embora elas dissessem que o camarão Rosinha também é indicado.
                       A receita envolve também uma técnica no preparo do camarão, uma espécie de choque de temperaturas. Primeiro, um quilo de camarão com casca é colocado em água quente por 10 minutos, depois é retirado para levar um banho de água fria e descascado. Fica descansando para levar outro banho de água quente, desta vez com sal, por mais cinco minutos. Retirada a água fica descansando. A segunda etapa é o molho. Para um quilo de camarão é usado meia cebola, um tomate, 1/3 de pimentão, 1/3 do maço do coentro, duas colheres de sopa de extrato de tomate e uma colher de sopa de vinagre Tomatão. Batem-se tudo no liquidificador. Numa panela se coloca o molho batido, duas colheres de azeite e meio limão (mas o segredo é não espremer todo, apenas uma parte). Deixe ferver, abaixe o fogo, acrescente o quilo de camarão e aos poucos 600 gramas de manteiga.

 O caldo do Camarão do Bar das Ostras é consistente

          No primeiro dia de oficina, as filhas da Oscarlina mostraram o saber e fazer, e como toda gastronomia popular, a medida não é em gramas, está na cabeça e a prova é no paladar. E quando um chef perguntava quantos gramas, elas respondiam: ‘O quanto baste”. No segundo dia da oficina, “o quanto baste”, pela primeira vez, foi decifrado em gramas. E os chefs com a mão na massa testaram a receita. Uma equipe colocou muito limão, a receita ficou ácida. Outros cozinharam pouco os legumes e o sabor não ficou igual ao da comadre Oscarlina. O resultado final tem um sabor histórico, afinal a comadre Oscarlina era uma grande chef no tempo onde cozinha não era moda, e a simplicidade deu fama ao camarão. A receita criada pela dama alagoana merece ser tombada porque passou décadas na memória. Graças ao talento e criatividade da comadre, Alagoas terá o primeiro registro gastronômico como patrimônio: o Camarão Alagoano do Bar das Ostras.
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Fonte de pesquisa: www.ojornalweb.com

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SESSÃO NOSTALGIA – ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, ONDE O VENTO ENCONTRAVA AS ROSAS

Daslan Melo Lima
PRÓLOGO
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        Em outras ocasiões, falei aqui sobre as irmãs gêmeas Ana Cristina Ridzi, Miss Guanabara e Miss Brasil 1966, e Maria Elizabeth Ridzi, vice-Miss Guanabara 1966. Esta semana, volto a falar sobre elas, dois ícones da beleza brasileira, tendo em minhas mãos a revista O CRUZEIRO, Ano XXXVIII, Nº 39, de 29 de junho de 1966.
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MISS GB É BELEZA EM DUAS VIAS 
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(Reportagem de Ubiratan de Lemos e Rosinha Sarda/Fotos de Hélio Passos, Geraldo Viola e Rubens Américo (em preto e branco) e Indalécio Wanderley e Jean Solari (em cores)
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  As gêmeas Ridzi
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Aqui estão as oito finalistas no confronto final da beleza. Os jurados escolheram as candidatas que o povo já havia consagrado. Da esquerda para a direita: Eliane Pio Pedro; Maria da Conceição e Silva (Marina Montini); Vera Lúcia Diniz Cabral; Marina Alice Vidal; Sandra de Araújo Duarte (47 pontos, quarto lugar); Elizabeth Santos (57 pontos, terceiro); Maria Elizabeth Ridzi (73 pontos, segundo) e Ana Cristina Ridzi (97 pontos, primeiro lugar). O fato é que só 4 moças foram mesmo classificadas, ficando as restantes com o timbre simbólico de 5º lugar. A beleza em duplicata de Ana Cristina Ridzi, a moça do Marã, venceu o Miss GB em um Maracanãzinho lotado e vibrante. Aliás, a platéia escolheu logo uma das gêmeas, de rosto, corpo e iluminação, no primeiro desfile individual de vestido de baile. 
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As moças mais belas da história do Miss GB reunidas em 66. O real sorriso de Ana Cristina Ridzi, Miss Marã, eleita  Miss Guanabara 1966, e a beleza das princesas: sua irmã gêmea Maria Elizabeth Ridzi, segundo lugar;  a mulata Elizabeth Santos, Miss Renascença, terceiro lugar; e Sandra de Araújo Duarte, Miss Fluminense, quarto lugar.
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Se a vitória oscilava entre as duas irmãs iguais, em rima e métrica, como pinçar a mais bela? Quem ajudou foram as arquibancadas, unânimes na gritação do nome de Ana Cristina,  a mais fulgurante, a que mais se transmitiu, a que mais sublinhou as virtudes de sua platéia. O Júri, apenas, concordou com o público. Ora, como desclassificar a outra gêmea Elizabeth, cujos riscos copiam e repetem a beleza de Cristina? Só havia mesmo uma solução: fazer de Elizabeth a vice do Maracanãzinho, dar-lhe o segundo lugar. E o Júri não fez outra coisa. As gêmas golearam 27 concorrentes, e os aplausos consagraram a vitória indiscutível. É bom insistir na semelhança das gêmeas ganhadoras: 1,72 de altura, 59 de peso, 60 de cintura, 93 de busto, idem de quadris, 56 de coxa, 22 de tornozelo, cabelos alourados, olhos castanhos. Júri e arquibancadas louvaram-se, portanto, no imponderável, nos subjetivos, na irradiação dominante de Cristina. Estas dosagens abstratas marcaram a diferença das iguais. 
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MISS GB É FLOR DA ROÇA
(Texto de Ubiratan de Lemos – Fotos de Hélio Passos)
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Ana Cristina, Miss GB-66, de parceria com sua irmã Elizabeth, a 2ª colocada, festejou a vitória na roça, onde foi criada e onde mora.  É a intimidade de um lar simples e feliz que esta reportagem mostra. 
Montar a cavalo não tem mistérios para quem como Miss Guanabara se criou na roça.
Ana Cristina, o pai Michal, a irmã gêmea Elizabeth, o irmão Miguel e a mãe Analzira.  
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Eles moram muito acima da serra que azula no horizonte, lá para as bandas de Vilar dos Teles, perto de Caxias (Estado do Rio), precisamente onde o vento encontra as rosas. O velho Michal – velho uma ova, diria ele – não troca o seu ninho de roça por nenhum apartamento de Copacabana. Ele chama asfalto e edifícios de jaula de civilização, antigente, liquidificador dos nervos e da saúde física e moral. Seu caso é mato, rio (ele tem um), jamelão, laranjeiras, mangueiras, jaqueiras, goiabeira, pé de mamão e outras famílias verdes, passarinhos de confusão na galhada, peixe “cará” ao alcance do anzol, vaquinha leiteira de conversa com cavalo respeitador. Nesta alcova de folhas, de chão e arvoredo, ele e sua bela Analzira criaram aquela que chegaria a ser Miss GB-66, a Ana Cristina-em-permanente-estado-de-flor, a outra gêmea Elizabeth, e o jovem Miguel, irmão delas. Só troca o seu pedaço de chão pelo céu de Cristo, que ele já tem por dentro, porque o velho Michal é o pai espiritual dos vizinhos. Vive de fazer o bem por instinto, sem comprar entrada para o céu.
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Alegria grande foi dos vizinhos de “seu” Michal, que vieram cumprimentar a filha Miss. As crianças fizeram fila para as felicitações a Ana Cristina, Miss Guanabara-66.
 Analzira Ridzi, ladeada pelas famosas filhas gêmeas
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Miss Guanabara e a irmã saíram do Maracanãzinho para a casa delas, branca e simpática, conforto sem luxo. Veio toda a vizinhança dar o abraço grande e justo. Gente pobre, lavadeiras e demais arrumações de vida. 
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MARÃ, O CLUBE QUE LANÇOU CRISTINA
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É bom bater papo sobre o clube, na base de informações de Júlio Neves, o vice-presidente ativo e funcional. Marã quer dizer índio guerreiro, no tupi-guarani do Júlio. É clube de Marechal Hermes, subúrbio com atributos de bairro, reunidor de suburbanas capitosas... O Marã fisgou Cristina numa festa de rainha do suéter, que fez sucesso nos arraiais de São João do Meriti, cidade gêmea de Caxias. Assim começou mesmo a história que terminou com a faixa do Maracanãzinho.
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EPÍLOGO
          Adoro entrar no túnel do tempo através das minhas revistas antigas. Adoro rever as misses maravilhosas de um tempo que se foi, como as gêmeas do Miss Guanabara 1966, que moravam muito acima da serra que azulava  o horizonte, lá para as bandas de Vilar dos Teles, perto de Caxias, Estado do Rio, precisamente onde o vento encontrava  as rosas.
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Relação de todas as crônicas de PASSARELA CULTURAL focalizando as gêmeas Ana e Elizabeth Ridzi:
 
21/06/2008, SESSÃO NOSTALGIA - ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, AS MISSES GÊMEAS DE 1966,   
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25/12/2009, SESSÃO NOSTALGIA - MARIA ELIZABETH RIDZI, VICE-MISS GUANABARA 1966, E OS ROMANCES DE A.J.CRONIN , http://passarelacultural.blogspot.com.br/2009/12/sessao-nostalgia_25.html

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27/08/2011, SESSÃO NOSTALGIA – ANA CRISTINA E MARIA ELIZABETH RIDZI, ONDE O VENTO ENCONTRAVA AS ROSAS,  http://passarelacultural.blogspot.com.br/2011/08/sessao-nostalgia_27.html
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12/05/2012, SESSÃO NOSTALGIA - MISSES E MÃES NA TARDE QUE MORRE , http://passarelacultural.blogspot.com.br/2012/05/sessao-nostalgia_12.html


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sábado, 20 de agosto de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO



MEMÓRIA TIMBAUBENSE
O tom sépia da foto é a própria imagem da nostalgia. Um quê de um tempo que se foi, para sempre se foi... Um momento  lento, quase parando...  Um coração acolhedor, digno de uma Princesa, a Serrana.  

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 A POESIA DAS PALMEIRAS IMPERIAIS

Seis palmeiras imperiais ocupam majestosamente o coração de Timbaúba, a  Princesa Serrana. Talvez queiram alcançar o céu. Quem sabe? Talvez não, diz o vento que sopra manso no mês de agosto, o mês que, infelizmente, rima com desgosto. 
        Seis palmeiras imperiais reinam no coração de Timbaúba, a Princesa Serrana, dando um exemplo de que agosto também pode rimar com sonho e poesia. Basta contemplar as palmeiras na tarde fria.  
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SESSÃO NOSTALGIA – Edi Corrêa Leite, memórias de um ex-coordenador do concurso Miss Sorocaba


Daslan Melo Lima

PRÓLOGO

          Edi Corrêa Leite, paulista de Sorocaba, leitor assíduo de PASSARELA CULTURAL e fã incondicional da  nossa secção SESSÃO NOSTALGIA, nascido em um  26  de maio, apaixonou-se por concursos de Misses na época em que os mesmos ainda eram patrocinados pelos Diarios e Emissoras Associados. Ex-coordenador do concurso Miss Sorocaba, Edi trabalha atualmente como Auxiliar Administrativo na Rádio Cacique de Sorocaba. Também é produtor do programa Show da Cidade, levado ao ar de segunda a sexta-feira, das 08h30min às 12:00 horas, pela Cacique AM. Realiza esporadicamente um Show de Talentos para quem gosta de cantar, com jurados, prêmios, bailarinas e show, numa casa de espetáculos de Sorocaba. Em PASSARELA CULTURAL desta semana, Edi fala com exclusividade da sua grande  paixão.  

EDI CORRÊA LEITE E AS MISSES ELEITAS SOB SUA COORDENAÇÃO

Oito lindas jovens forem eleitas Miss Sorocaba em concursos inesquecíveis coordenados por Edi Corrêa Leite.

Edi e a Miss Sorocaba 1992, Flávia Cristiane Machado, eleita Miss São Paulo e  4ª colocada no Miss Brasil 1992.
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Edi e a Miss Sorocaba 1993, Erika de Oliveira Albiero, eleita Miss São Paulo-Mundo,  vice- Miss Mundo Brasil 1993.
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Edi e Miss Sorocaba 1996, Vivian Lara Waldemarin, semifinalista no Miss Paulo 1996.
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 Miss Sorocaba 1997,  Juliana Corrêa, eleita Miss Imprensa 1997.
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Miss Sorocaba 1998,  Daniela Franzine, semifinalista no Miss São Paulo 1998.
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Edi e a Miss Sorocaba 1999,  Luana Penafiel, eleita Miss São Paulo 1999.
O desfile triunfal de Luana Penafiel pelas ruas principais de Sorocaba.
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Edi e a Miss Sorocaba 2001,  Vanessa Cantor, semifinalista  no Miss São Paulo 2001.
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 Edi e a Miss Sorocaba 2003,  Bianca Landulpho, semifinalista  no Miss São Paulo 2003.
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EDI CORRÊA LEITE E SUAS MISSES INESQUECÍVEIS
 
PASSARELA CULTURAL: Qual é a sua Miss Sorocaba inesquecível?
EDI CORRÊA LEITE
: Todas foram muito importantes para mim. Todas marcaram essa história. Eu devo muito a todas elas pela participação. Sem elas não existiria o concurso, nem as manchetes nos jornais e as animadas carreatas pelas principais ruas e avenidas da cidade que ficaram marcadas na minha vida.
PC :
Quem é sua Miss São Paulo inesquecível?
ECL:
Admiro e tenho carinho por muitas delas, mas a que me deu muita alegria, satisfação e orgulho pessoal foi a Flávia Machado, em 1992, eleita no primeiro concurso que realizei. A sua vitória foi espetacular na minha vida!
PC:
Quem são suas Miss Brasil, Miss Universo, Miss Mundo Brasil e Miss Mundo inesquecíveis?
ECL:
Miss Brasil 1977, Cássia Janys, pessoa muito querida e bela;  Miss Universo 1978, Margaret Gardiner , da África do Sul,  literalmente belíssima!; Miss Mundo Brasil 1984, Adriana Alves de Oliveira (a conheci e fiquei impressionado pela sua altura e elegância); Miss Mundo, não tenho preferida.
PC :
Qual a Miss Sorocaba mais injustiçada do  Miss São Paulo?
ECL:
Foi a Juliana Corrêa, em 1997. Ela se destacou sendo eleita Miss Imprensa e aparecendo nas chamadas do programa Fantástico em relação ao evento. Não ficou entre as semifinalistas. Atualmente está mais linda do que nunca!
PC:
Qual a Miss São Paulo mais injustiçada na história do Miss Brasil?
ECL:
A Miss Sorocaba 1978, Ana Lúcia Alves Neto, uma loura alta, de belo corpo e muito simpática que merecia uma classificação melhor.
PC:
Qual a Miss São Paulo que teria sido uma ótima Miss Universo?
ECL:
Sandra Mara Ferreira, Miss Sorocaba, Miss São Paulo e Miss Brasil 1973. Sandra Mara tinha tudo para ser a Miss Universo daquele ano. Mulher culta, inteligente, dona de um porte invejável. Tinha a classe de uma Miss Brasil. Sandra Mara nasceu para ser uma Miss Universo!
  
EPÍLOGO

               No último 13 de agosto, Edi lançou seu blog, o Miss Sorocaba http://edicorrea.blogspot.com/ . Ele diz: “O blog é um bebê ainda. Aos poucos vou colocando algumas fotos...”
               Quando perguntei ao Edi qual a diferença maior entre os concursos do passado e os de hoje, do alto de sua experiência não hesitou em dar a seguinte resposta:
         “Daslan, a diferença é muito grande em todos os sentidos. Desde a expectativa do povo brasileiro em relação ao dia do concurso quanto ao anúncio da vencedora, que não tem emoção nenhuma. É tudo muito frio! Paulo Max foi o grande mestre nisso. Ele tinha uma diplomacia fora do comum para apresentar um certame como o Miss Brasil. Ele fazia o público ficar na expectativa, na emoção. Assim que ele anunciava a Miss Brasil a emoção tomava conta. Existia um charme muito grande quando a Miss do ano anterior  coroava a sua sucessora. Acabou tudo isso!  Transformou-se numa confusão a coroação. É ótimo que a Rede Bandeirantes de Televisão transmita o concurso Miss Brasil, isso é fundamental para o certame, mas faltam pessoas que entendam do concurso, que saibam o que foi esse concurso, o qual   tive a honra de estar presente desde a época dos Diários Associados.”
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sábado, 13 de agosto de 2011

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO

EM DEFESA DO CINE TEATRO RECREIOS BENJAMIN
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A manifestação
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              Na terça-feira, 09, o centro da cidade ficou repleto de centenas de estudantes oriundos de escolas públicas e particulares. Liderados pela Escola Santa Maria, eles tinham um objetivo: somar esforços e erguer suas vozes em defesa do velho e histórico Cine Teatro Recreios Benjamin, na foto, à direita, inaugurado em 05/03/1916, pelo poeta e jornalista Jader de Andrade (1886-1931).
          O espaço ficou famoso em todo o Brasil por receber as principais companhias teatrais do sul do país depois que essas se apresentavam no Recife, no Teatro de Santa Isabel, cujo palco tem as mesmas dimensões do imóvel timbaubense. Os filmes eram apresentados diariamente e suas sessões só eram suspensas quando havia espetáculos. 

A artista plástica Joselma Carneiro de Melo declamou "Era Uma Vez", um texto dramático de Joselma Melo e Celma Lucia Vasconcelos, que conta a trajetória do Cine Teatro Recreios Benjamin, do apogeu à decadência.

 
André Fonseca, Secretário de Obras da Prefeitura Municipal de Timbaúba, subiu no Trio Elétrico e fez um pronunciamento onde ressaltou a boa vontade do Governo Municipal em  reverter a grave situação do Cine Teatro.

                 O Cine Teatro Recreios Benjamin é personagem de uma situação atípica que se arrasta há anos. Carece de uma restauração urgente, a fim de não desabar. É tombado pelo Patrimônico Histórico de Pernambuco, mas não foi desapropriado. Pertence a terceiros e está alugado à Prefeitura Municipal de Timbaúba.  
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A visita do Prefeito e Secretariado
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                  O Prefeito Marinaldo Rosendo esteve na sexta-feira, 12, em visita ao Cine Teatro Recreios Benjamin acompanhado dos secretários Roberto Sotero, de Governo, André Fonseca, de Obras, e Alfredo Campos, de Administração. Presentes, representantes de empresas para elaboração de projetos,  representantes da Escola Santa Maria, professoras e integrantes da sociedade civil. O objetivo da visita foi  ver in loco a situação do cine-teatro, fechado há mais de seis anos,  levantando todos os pontos importantes de uma futura reforma. Vale salientar que o Prefeito Marinaldo Rosendo tem demonstrado interesse para que o  espaço cultural volte a funcionar, tanto que existe um projeto elaborado pela Prefeitura na FUNDARPE.
          Detalhe:  quando estive na FUNDARPE acompanhando uma comitiva da Escola Santa Maria, técnicos da instituição informaram  que têm o maior interesse na recuperação do  Cine Teatro Recreios Benjamin, mas existe um fato complicado: o imóvel não foi desapropriado. Teoricamente,  isso inviabilizaria disponibilizar verbas públicas para empregar num bem de terceiros.  
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MEMÓRIA TIMBAUBENSE

De janeiro de 1954 até janeiro de 1979, o SESI, Serviço Social da Indústria, funcionou em um imóvel da Av. Dr. Fernando de Andrade Queiroz, antiga Vila Operária.***** Qual o ano desta foto? Você conhece alguém que aparece na imagem acima? ***** Foto: Acervo de Edna Menezes.
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UM SÁBADO EM TIMBAÚBA
Sucesso absoluto "Um Sábado em Timbaúba",  a vitoriosa promoção anual, versão 2011-Recife, do Grupo Matutos de Timbaúba, tão bem coordenada por Tranquelino Ferreira Monteiro. ***** O que se viu no sábado, 06, na AABB-Recife, foi uma celebração-confraternização do orgulho de ser timbaubense, "matuto lá das brenhas, de Timbaúba dos Mocós", como diria o saudoso teatrólogo Luiz Marinho Falcão Filho. ***** Duas atrações musicais foram um deleite para os ouvidos e as emoções, Banda Podre e Túnel do Tempo. ***** Impossível anotar e fotografar todas as figuras de prestígio que marcaram presença. ***** O lucro da festa será revertido para as instituições beneficentes de Timbaúba que cuidam dos idosos. A distribuição dos donativos acontecerá no próximo sábado, 20.

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