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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ EM PASSARELA CULTURAL, a sua revista on-line semanal, fundada em 02/07/2004. ***** Esta é a edição nº 620, referente ao período de 21 a 27 de maio de 2017. ***** Editor: Daslan Melo Lima ***** Timbaúba, Pernambuco, Brasil ***** Telefones: (81) 99612.0904 (Tim) e (81) 99277.3630 (Claro) ***** WhatsApp: +55 81 99612.0904 ***** E-mail: daslan@terra.com.br

segunda-feira, 28 de março de 2016

ESTES RECIFENSES NÃO ENTENDERAM NADA

      
      O meu amigo Roberto Macêdo, jornalista baiano, enviou-me pelo Facebook  um recorte do jornal A Tarde, de sexta-feira, 26, muito bem escrito. 
      A primeira impressão leva a crer que se trata de um olhar negativo sobre a capital pernambucana, todavia a crônica, autoria de Dimitri Ganzelevitch, instigou-me a  renovar minha atenção sobre os encantos do Recife, o que não me impedirá de continuar fiel às boas recordações que guardo de Salvador. 
      Á direita, o recorte. Abaixo, na íntegra, o conteúdo do mesmo, ilustrado por imagens extraídas do blog do Dimitri.


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ESTES RECIFENSES... NÃO ENTENDERAM NADA ! 

          Bastaram-me três dias no Recife para voltar abismado a Salvador. Quanto atraso! Imaginem que a prefeitura de lá ainda não eliminou as árvores que tanto poluem ruas e praças da capital pernambucana. Até na frente da estação ferroviária e das igrejas tem jardim! E a volta das repartições públicas, dos centros comerciais, idem! Você não acredita?  Pois é... Um horror! E mais: em muitos bairros sempre você poderá se aborrecer com mais um jardim!

        No muy burguês bairro da Casa Forte, a primeira realização do Burl Marx, cuja mãe, coitada, era pernambucana, o jardim da praça ainda é piedosamente mantido e – vejam o arcaísmo! – nem tiraram as pedras portuguesas cujo desenho também foi do genial paisagista! Quanto às alamedas, continuam de chão batido!   Seria bom o prefeito vir até a capital baiana para ver como são bonitos todos nossos jardins com muita camada de asfalto para impedir a permeabilidade em tempo de chuva!
         
E a praia da Boa Viagem? Gente... A calçada continua cheia de árvores! Não só coqueiros, mas um monte de outras espécies, incluindo mangueiras e amendoeiras! Não dá para acreditar! Me deu uma pena...  Se por acaso vier até à capital da Axé Music algum morador daquelas bandas onde continuam imperando frevos e maracatus, vai morrer de inveja ao pisar nossos lindos passeios de concreto avermelhado com elegantes tiras de granito.
          Tem mais: dúzias de casas antigas do tempo dos senhores do engenho, rodeadas de imensos jardins ainda ocupadas,  muitas vezes, por secretarias, clínicas ou museus. Venha cá.... Ninguém falou para eles derrubarem toda essa velharia e construir poderosos edifícios de 20 ou mais andares, tipo Mansão Wildberger ou La Vue? Logo no fim de minha estadia soube pela Isa do Amparo que um movimento subversivo teria conseguido barrar o projeto imobiliário da Estelita. Outro absurdo! Resta a esperança de que façam no mesmo lugar um belo sambódromo, como fizeram aqui, com a orla na Barra...
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Dimitri Ganzelevitch, produtor cultural, francês nascido no  Marrocos e radicado em Salvador, BA, tem uma página na internet. Vale a pena conferir,  http://dimitriganzelevitch.blogspot.com.br/

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sábado, 19 de março de 2016

VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE ?

     

Todos os anos, quando chegava o dia 19 de março, minha Mãe se aproximava de mim e indagava: “Você sabe que dia é hoje, meu filho? É dia de São José, padroeiro da nossa terra”
    Seus olhos ficavam inundados de lágrimas e ela cantarolava  o estribilho do hino do padroeiro da nossa alagoana São José da Laje e da maioria das cidades nordestinas : “Sê doçura na paz, no abandono, / o amigo fiel de verdade. / Oh! José da Igreja patrono, / e patrono da nossa cidade.” 
    Durante o longo período em que Mamãe conviveu com graves sequelas de um AVC, todos os anos, no dia 19 de março, eu me dirigia a ela com uma imagem do santo: “A senhora sabe que dia é hoje, minha Mãe?” Meus olhos ficavam inundados de lágrimas diante da sua indiferença e eu cantava “Sê doçura na paz, no abandono, / o amigo fiel de verdade. / Oh! José da Igreja patrono, / e patrono da nossa cidade.” 
     Hoje, resta-me, diante de dois quadros na parede, administrar as emoções que ficaram de todos os marços que se foram. 
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- Daslan Melo Lima, em Timbaúba, PE, no Dia de São José. 

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segunda-feira, 7 de março de 2016

UM FELIZ BRINCALHÃO, DEPOIS DA PICADA DO AEDES AEGYPTI



       Eu não lembro em que momento fui picado pelo mosquito Aedes Aegypti, só sei que, em torno do dia 27 de janeiro, uma sensação estranha se instalou em meu corpo. Frio, cólicas, amígdalas inchadas... Dengue, Chikungunya ou Zika Vírus? Diagnóstico complicado, pois o que me atormentava tinha a ver com os sintomas comuns de cada mal.  
      Houve dias em que pensei que estava iminente minha partida para a Grande Viagem, principalmente quando as dores me impediam de andar. Eu engatinhava feito um bebê e sujava as roupas antes de chegar ao banheiro. O pior já passou, graças a Deus, embora de vez em quando as articulações da mão direita e pescoço me tiram do sério. 
     A dor nos ensina sábias lições. A Ckicungunha contribuiu para que eu reavaliasse alguns valores. Sinto-me mais leve, em sintonia com a fala de uma personagem de William Shakespeare, “Este mundo não passa de um brinquedo, seja você um feliz brincalhão.”Daslan Melo Lima. 

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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Cine Teatro Recreios Benjamin, um século de fundação

Fundado em 05/03/1916, o Cine Teatro Recreios Benjamin completou um século no último sábado, 05 de março. 
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Secção em construção
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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Jader de Andrade, um orgulho timbaubense

Jader de Andrade (1886-1931), jornalista, poeta, industrial, um ícone timbaubense.
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 - Secção em construção - 
Aguarde nos próximos dias, a biografia de Jader de Andrade
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