*****

SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com
Mostrando postagens com marcador Monalysa Alcântara. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Monalysa Alcântara. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de novembro de 2017

SESSÃO NOSTALGIA - Hoje tem Monalysa em Las Vegas




         Lembro-me de uma manchete num jornal do Recife, não recordo se no Diario de Pernambuco ou no Jornal do Commercio, "Hoje tem Martha em Miami". Era um sábado de um tempo que se foi. O Brasil inteiro estava na expectativa de que a baiana Martha Vasconcellos fosse eleita Miss Universo 1968. A atmosfera era idêntica à de uma Copa do Mundo de Futebol. Martha venceu. A nação foi ao delírio. 
          A jovem piauiense Monalysa Alcântara é uma das candidatas ao título de Miss Universo 2017. Parte da mídia e da população brasileira não está ligada nesse assunto, o que é uma pena. Um concurso de Miss não é apenas um desfile de rostos e corpos, também é de sonhos. E o que é o nosso dia a dia senão uma passarela imaginária? Nela, ora perdemos e ora ganhamos a faixa, a coroa, o manto  e o cetro de ser passageiro no conturbado planeta Terra. 
         Vou estar amanhã diante da TV torcendo por essa garota brasileira guerreira, fiel à minha paixão pelos concursos de Misses, pois sempre digo que paixões são paixões, simplesmente paixões, não se explicam. 
----------
Daslan Melo Lima
____________

Na próxima edição falarei das minhas impressões sobre o Miss Universo 2017.




*****

sábado, 26 de agosto de 2017

SESSÃO NOSTALGIA - Monalysa Alcântara, a nova namorada do Brasil

Daslan Melo Lima

           No sábado, 19, antes de o relógio marcar 22h30min, eu já estava diante da televisão, a fim de assistir ao concurso Miss Brasil 2017, transmitido pela Band, direto do Teatro de Vermelhos, Ilhabela, São Paulo.  


              Das 27 concorrentes ao Miss Brasil 2017, eu só conhecia pessoalmente duas: Iulli Thaísa, Miss Pernambuco, e Saiury Carvalho, Miss Sergipe. Com base nas imagens que tinha visto pela internet, meu Top 5, por ordem de preferência, era:

Isabel Correia, Miss Rio de Janeiro;
Monalysa Alcântara, Miss Piauí;
Islane Machado, Miss Tocantins; 
Saiury Carvalho, Miss Sergipe; 
Iulli Thaísa, Miss Pernambuco.  

          As minhas demais preferidas, destinadas a compor o meu hipotético Top 15, por ordem dos Estados, eram: 


Bahia, Caroline Oliveira
Ceará, Aléxia Duarte
Distrito Federal, Sthépane Dias
Goiás, Jeovanca Nascimento
Pará, Stéfany Figueiredo
Paraná, Patrícia Garcia
Rio Grande do Norte, Milena Balza
Rio Grande do Sul, Juliana Mueller
Roraima, Nathália Lago
Santa Catarina, Tamiris Ficht

          Aquela que eu esperava ser vencedora, a representante do Rio de Janeiro, não obteve classificação, assim como as Misses Distrito Federal, Pará, Roraima e Santa Catarina.  

Paixão antiga

            Paixão antiga, as misses entraram na minha vida quando eu era criança. Minha tia Soledade Lima só ia dormir depois que a transmissão precária pelo rádio, direto do Maracanãzinho, anunciava quem era a nova Miss Brasil. Eu adorava ouvir ela contar no dia seguinte as suas impressões sobre o evento. Sua imaginação fluía, já que tia Dade tinha apenas ouvido pelo rádio, e não visto pela televisão.  Duas semanas depois, era uma festa a chegada em São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci, das revistas O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos, com reportagens generosas sobre o concurso.  

Do que gostei e do que não gostei

             Do que gostei do concurso Miss Brasil 2017?  De várias coisas, entre as quais: 1 – Ver uma Miss Brasil de anos anteriores na comissão julgadora, no caso Leila Schuster, semifinalista (Top 10) no Miss Universo 1993; 2 – Da agilidade de como o evento foi realizado; 4 – De cada Miss se apresentando; 5 - Das perguntas feitas às classificadas à medida que avançavam na competição; 6 – De ouvir a canção “Morena Rosa”, de Dorival Caymmi (1914-2008) na voz de Marina de La Riva, durante o desfile em traje de gala. A propósito, imagino como seria interessante se cada Miss levasse seu próprio vestido para o concurso, como no passado. Há muitos figurinistas por esse imenso Brasil fazendo muita coisa bonita. Seria uma maneira de valorizar a arte de cada Estado brasileiro.             
            Do que não gostei do concurso Miss Brasil 2017? De várias coisas, entre as quais: 1 – A ausência de trajes típicos, dos singelos, e não dos  extravagantes; 2 – Da falta de um momento onde, após anunciado o resultado do Top 3, esse ficasse junto bem junto para ser focalizado pelas câmaras. 
        Caso alguém da Bee Emotion leia esta crônica, tome tudo isso aqui escrito como críticas construtivas de quem ama o  mundo Miss e deseja o melhor para o certame.
----------

----------

         Em décadas passadas, quando uma jovem se destacava pelo seu talento, beleza e carisma, uma revista lhe atribuía o título de “namorada do Brasil”. Como O Cruzeiro, Manchete, e Fatos & Fotos fazem partem do passado, PASSARELA CULTURAL aqui está para outorgar a você, Monalysa Alcântara, Miss Piaui, Miss Brasil 2017, o título de NAMORADA DO BRASIL

*****
----------
Vídeo com a performance completa de Monalysa Alcântara no Miss Brasil 2017