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terça-feira, 24 de novembro de 2020

SESSÃO NOSTALGIA/ESPECIAL - Os 70 anos da televisão brasileira

Texto de Muciolo Ferreira

mucioloferreira2013@gmail.com

Falar sobre os 70 anos da televisão brasileira é o mesmo que mergulhar no universo artístico e tecnológico nos mínimos detalhes, nuances e transformações que o veículo passou ao longo de sete décadas. Isso levaria a intermináveis conteúdos. O próprio tema é abrangente, sendo necessário revisitar vários programas em épocas tão distintas do nosso país. Portanto, vou logo avisando: esse texto não será cronológico e nem obedecerá datas. Será um depoimento individual e personalíssimo sobre o que vi e gostei na minha telinha. Quem sabe não coincida com a preferência de algum leitor ou leitora?

Era  maio de 1967, quando  uma tela parecida com um cinema "invadiu" a sala da minha casa. Foi uma festa porque não precisaríamos mendigar um lugarzinho na casa da vizinha de maior poder aquisitivo para assistir desenhos, concursos de miss e bang bang americano com os índios sendo os vilões. Até porque nem  sempre a vizinha estava de bom-humor suficiente para abrir a porta. 

Durango Kid, Perdidos no Espaço, As Aventuras do Rin Tin Tin e a atrapalhada Jeane  É um Gênio entraram nas nossas vidas para nunca ser esquecidos diante de um monitor de 21 polegadas em preto e branco da fabricante genuinamente pernambucana ABC- Rádio e Televisão, situado em Afogados.

Preferido das meninas e adolescentes, o loirinho lutador  italiano, Ted Boy Marino, do Tele Cat Montilla, tinha Ibope garantido na nossa sala, nas noites de  segunda-feira, com muita algazarra e pipoca derramada no chão ao final do programa.

Mesmo com imagens não muito nítidas, os  programas infantis, de auditórios, os teleteatros, as novelas e os telejornais eram apresentados por quem tinha muito talento. Isso era visível, pois a programação  era ao vivo. Apresentadores e garotas propagandas não podiam errar o texto e nem sair do script.

Da televisão inaugurada por Assis Chateaubriand até a chegada da tecnologia digital, as novelas sempre foram o "grande filão" em termos de audiência e captação de anúncios. A partir delas, as emissoras de televisão ganharam um público cativo, fiel e  publicidades milionárias no horário nobre,  das 16 horas à meia-noite.

Na minha casa isso não foi diferente, sempre tinha gente para ficar de oito a doze meses acompanhando o folhetim eletrônico.

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Observando a evolução do gênero da teledramaturgia em sete décadas, as novelas são um espetáculo à parte por influenciar os costumes e modus vivendi do brasileiro. Destaco quatro delas que voltaria a rever:  Beto Rockfeller, O Bem Amado, Espelho Mágico e Pantanal. Duas da Globo, uma da TV Tupi e outra da Manchete.


Escrita em 1968, por Bráulio Pedroso e Cassiano Gabus Mendes, e exibida na Tupi, Beto Rockfeller foi um divisor de águas na  televisão. Revolucionou ao levar à tela o cotidiano do brasileiro que se identificou com o anti-herói interpretado pelo ator Luiz Gustavo. Esse folhetim mudou a linguagem e a forma de interpretação dos atores. Era o brasileiro passando na tela. Antes de Beto Rockfeller, as novelas retratavam histórias latino-americanas que fugiam da nossa realidade e tinham na escritora cubana Glória Magadan a maior divulgadora dos dramalhões mexicanos e cubanos. Demitida da Globo, Glória Magadan abriu espaço para os autores nacionais, a exemplo de Dias Gomes, Janete Clair e Cassiano Gabus Mendes.


O Bem Amado, de 1973, escrita por Dias Gomes, ficou marcada por ter sido a primeira novela em cores a retratar a corrupção política no Brasil. No papel do prefeito Odorico Paraguaçu, o ator Paulo Gracindo ganhou todos os prêmios do público e da crítica especializada. 

Já a novela Espelho Mágico, de 1977, e também exibida pela Globo, teve a ousadia de revelar os bastidores da vida real das novelas, sobretudo os conflitos, intrigas e brigas entre atores, diretores, jornalistas e autores nos sets das gravações e fora deles. Foi uma novela dentro de outra novela e muito bem escrita por Lauro César Muniz. Teve o casal Tarcísio Meira e Glória Meneses como protagonistas. 

Novela de maior audiência da extinta TV Manchete, Pantanal, de 1990, mostrou aos brasileiros pela primeira vez o Pantanal, um  Brasil desconhecido da maioria. Benedito Ruy Barbosa escreveu a saga da pantaneira Juma Marruá interpretada pela novata atriz Cristiana Oliveira, muito bem dirigida por Jayme Monjardim.

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Na nossa telinha os programas de auditórios, de calouros e os humorísticos tinham lugar cativo. Chacrinha e Flávio Cavalcanti eram os preferidos. Não perdia Chico City com os multifacetadas personagens criados por Chico Anysio. Ronaldo Golias, Dercy Gonçalves e Consuelo Leandro mandavam qualquer tristeza  embora quando surgiam.

O diferencial no  telejornalismo de ontem e hoje é a tecnologia e a rapidez da informação. Quanto ao editorial e conteúdo, são de acordo com a política e posição dos patrões. De resto, a televisão possui ótimos apresentadores e repórteres, cada um puxando a sardinha conforme o interesse da empresa

Todavia o apresentador de telejornais que marcou a sala da nossa  casa não foi  o ex-marido da Fátima Bernardes, e sim o marido de Zélia de Almeida, o homem do vozeirão do Repórter Esso da TV Jornal do Commercio, Edson de Almeida. Que potência de voz ele tinha! .Isso numa época em que o único recurso tecnológico era seu próprio  gogó. 

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Quando se fala dos 70 anos da Televisão Brasileira me bate uma nostalgia. Lembro dos antigos programas locais  das pioneiras TV Rádio Clube, Canal 6, e TV Jornal do Commércio, Canal 2.


Zayra Pimentel, Miss Pernambuco 1957, cantava no programa "Você Faz o Show", de Fernando Castelão, na TV Jornal do Commercio, Canal 2. Na foto acima, diante da câmara, o cantor Expedito  Baracho. Atrás, da esquerda para a direita,  o apresentador Fernando Castelão;  Marilene Silva, ajudante de palco
, que apresentava o programa ao lado de Fernando Castelão, na ausência de Lolita Rodrigues; Zayra Pimentel; Violeta Botelho e Zé de Castelão. (Foto copiada do livro “Canta se Queres Cantar”, de Carlos Eduardo Carvalho dos Santos.

Sinto vontade de rever Fernando Castelão e Marilene Silva apresentando  o Você Faz o Show; Marcos Macena e Nair Silva no comando do Bossa-2; Luiz Geraldo no Noite de Black-tie; Aldemar Paiva no Cidade contra Cidade; José Maria Marques no Meu Bairro é o Maior; Jorge Sá apresentando A Hora do Cháu; Carmen Towar e Albuquerque Pereira como mestres de cerimônia  na era de ouro do Miss Pernambuco;  José de Sousa Alencar,  o Alex, no  dominical Hora do Coquetel, ao lado de Violeta Botelho; João Alberto com o programa diário Top Set, dividindo com Thaís Notare; Carmen Peixoto vivendo a donzela da novela A Moça do Sobrado Grande; Florisa Rossi fazendo propaganda das Lojas Boa Vista, "as mais famosas da cidade".

Se Abelardo Barbosa, o Chacrinha,  liderava a audiência da televisão brasileira nas noites de quarta-feira com A Discoteca do Chacrinha, e aos domingos no mesmo horário com "A Hora da Buzina", no Recife quem ocupava essa posição de destaque era o apresentador Jorge Sá.

Na mesma linha dos programas do conterrâneo global, o Programa "A Hora do Chau" , aos sábados à tarde na TV Jornal,  tinha o mesmo formato:  cenário tropical com frutas penduradas, bailarinas com figurinos iguais às chacretes, jurados, calouros e uma infinidade de  concursos os mais absurdos. Se gongados, os calouros eram colocados debaixo do chuveiro e depois erguidos pelos braços de dois brutamontes halterofilistas até sair de cena. O irrequieto ex-repórter policial do rádio e da tv pernambucanas sorteava entre a plateia  balaios de feiras contendo gêneros de primeira necessidade. Era uma loucura!

O corpo de jurados era formado por gente conhecida da Rádio Jornal, da cena teatral ou personalidades convidadas A radialista Alcinda Beltrão tinha lugar cativo, assim como o ator e diretor de teatro, Albemar Araújo. Este era o galã e queridinho das menininhas, e quem mais recebia cartas das fãs no meio da semana.

Albemar Araújo, o jurado número 1 do programa  A Hora do Chau, acima, declamando "Hiroshima", e abaixo com a câmera 3 do Canal 2.


Outro destaque era o veterano radialista Mário Filho, decano do júri. A eles se juntavam as atrizes estreantes da cena local, Rosineide Victor e Madalena Chiarelli. Madalena era uma espécie de Elke Maravilha do programa, pois era a última jurada a entrar em cena, e  surgia cantando músicas da Clara Nunes. Era irmã do universitário de jornalismo Muciolo Ferreira, que também era do cast do Teatro Equipe do Recife usando o pseudônimo Cilo Montez.

Enquanto na Globo o Chacrinha recebia uma verba milionária patrocinada pela poderosa Casas da Banha, Jorge Sá tinha uma verba modesta da  Aguardente Serra Grande, única anunciante. Com o fim do programa,  Jorge Sá se exilou na cidade litorânea de São José da Coroa Grande onde viveria até ser chamado para uma  outra missão artística, mas  desta vez no firmamento.

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Porque todos merecem as homenagens pelos 70 anos da televisão brasileira, mas certamente não irão aparecer na Globo ou noutra rede de televisão, o nosso tributo. Eles e elas entraram nas nossas casas sem precisar pedir licença, e foram bem recebidos com nossa audiência.

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Esta secção é parte integrante da edição nº 756 do blog PASSARELA CULTURAL, www.passarelacultural.blogspot.com.bra sua revista on-line semanal. ************ Editor: Daslan Melo Lima - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. **************************** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslan@terra.com.br

domingo, 3 de fevereiro de 2019

SESSÃO NOSTALGIA/ESPECIAL - Concurso Miss Pernambuco 2019

Daslan Melo Lima



Bárbara Souza, Miss Pernambuco 2019
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O Miss Pernambuco 2019 chegou a edição número 65, desde aquele 1955, quando se tornou oficial. O evento é realizado por Miguel Braga há 29 anos. “A miss hoje carrega qualidades que vão além da beleza. Estamos em busca de uma mulher com personalidade, autêntica, capaz de influenciar positivamente as demais pessoas”, explicou Miguel Braga sobre o novo perfil dos concursos de beleza.
O Miss Pernambuco 2019 aconteceu no dia 31 de janeiro, no Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, Boa Viagem, Recife. O concurso, apresentado por Marcos Salles e Wilma Gomes (Miss Pernambuco 2007, Miss Simpatia e quarto lugar do Miss Brasil 2007) homenageou a pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954), como exemplo de superação e empoderamento feminino.
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Comissão julgadora

Coube a esta comissão julgadora a responsabilidade de eleger a mais bela pernambucana de 2019: Albérico Ribeiro, estilista; Cláudia Heráclio, gerente de marketing do Catamarã Tours; Cleide Santos, promoter de Caruaru; Dadau Barbosa, promoter de Petrolina; Henrique Mello, beauty artist; João Alberto Sobral, jornalista, colunista social do Diario de Pernambuco; Layla Nader, empresária; Marcelo Soes, representante do Miss Brasil Be Emotion, presidente do júri; Mustafá Magalhães Dias, diretor executivo de Turismo da Prefeitura do Recife; e Rose Beltrão, empresária.
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As candidatas


Dezoito candidatas de diferentes regiões do estado disputaram o título. Elas desfilaram em trajes casuais assinados pela estilista Marina Pacheco com sua nova coleção “Mestres Pintores”, além dos tradicionais trajes de banho e gala.

Miss Agrestina - Yasmin Fernanda, 25 anos, enfermeira 
Miss Brejo da Madre de Deus - Marília Costa, 19, modelo 
Miss Caruaru - Thatiany de Deus, 19, estudante de Fisioterapia
Miss Fernando de Noronha - Juliana Senna, 22 anos, estudante de Hotelaria
Miss Gravatá - Laura Nadal, 19, estudante de Arquitetura e Urbanismo
Miss Ipojuca - Liliane Reis, 20, pescadora
Miss Jaboatão dos Guararapes - Alessandra Gomes, 20, modelo
Miss Limoeiro - Maria Eduarda Albuquerque, 19, estudante de Direito
Miss Olinda - Gabriela Lins, 20, estudante de Odontologia
Miss Paranatama - Alexandra Lopes, 20, modelo
Miss Petrolina - Ana Luísa Bezerra, 22, formada em Serviço Social
Miss Recife - Bárbara Souza, 22, estudante de Publicidade e Propaganda
Miss Ribeirão - Jéssica Souza, 25, estudante de Fisioterapia
Miss Salgueiro - Samylla Sampaio, 26, Bacharel em Direito
Miss Santa Cruz do Capibaribe - Eduarda Ribeiro, 19, estudante de Odontologia
Miss Surubim - Alice Marianna Araújo, 19, estudante de Arquitetura e Urbanismo
Miss Taquaritinga do Norte - Raysa Mahon, 22, empresária
Miss Toritama - Layssa Souza, 21, estudante de Direito. Terceira colocada no Miss Pernambuco 2018, quando representou a cidade de Santa Cruz do Capibaribe.

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Premiações especiais

      
Miss Simpatia
Raysa Mahon, Miss Taquaritinga do Norte, eleita Miss Simpatia pelas próprias candidatas.
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Miss Elegância
Laura Mello, Miss Gravatá
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Miss Fotogenia
Eduarda Albuquerque, Miss Limoeiro

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As Tops

          As jovens chamadas para compor o Top 10, por ordem alfabética das suas cidades foram: Yasmin Fernanda, Miss Agrestina; Marília Costa, Miss Brejo da Madre de Deus; Liliane Reis, Miss Ipojuca; Alessandra GomesJaboatão dos Guararapes; Gabriela Lins, Miss Olinda; Alexandra Lopes, Miss Paranatama; Ana Luísa Bezerra, Miss Petrolina; Bárbara Souza, Miss Recife; Jéssica Souza, Miss Ribeirão; e Eduarda Ribeiro, Miss Santa Cruz do Capibaribe. 

Marília Costa, Miss Brejo da Madre de Deus
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Liliane Reis, Miss Ipojuca
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Alessandra GomesJaboatão dos Guararapes
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Gabriela Lins, Miss Olinda
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Jéssica Souza, Miss Ribeirão
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Top 5 - Após o desfile de biquíni das dez classificadas, cinco seguiram para a entrevista final. A ordem crescente de classificação do Top 5 ficou assim: 

Miss Petrolina, Ana Luisa Bezerra, quinto lugar.
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Miss Santa Cruz do Capibaribe, Eduarda Ribeiro, quarto lugar.
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Miss Paranatama, Alexandra Lopes, terceiro lugar. 
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Miss Agrestina, Yasmin Fernanda, segundo lugar.
Representante de Pernambuco no Miss Brasil CNB (Miss Mundo Brasil)
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Miss Recife, Bárbara Souza, primeiro lugar. 
Representante pernambucana no Miss Brasil Be Emotion 
  
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Quem é a Miss Pernambuco 2019





A nova Miss Pernambuco se considera uma mulher simples e humilde, que enxergou nos concursos de beleza uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Além de uma chance para ser uma referência para todas as mulheres, para que se aceitem como são e lutem para conquistar seus espaços. Filha de empregada doméstica e orgulhosa da profissão da mãe, Bárbara Souza, 22 anos de idade, carrega consigo uma grande história de empenho e superação. Graças à ajuda da dona da casa onde a mãe trabalha, a quem considera pessoa da família, conseguiu ingressar na Uninassau para cursar Publicidade e Propaganda como bolsista do ProUni.


Após ter sido entrevistada no Top 5, Bárbara Souza sofreu uma queda de pressão e desmaiou. As cortinas se fecharam e ela foi imediatamente atendida, voltando em seguida com as demais finalistas para ouvir o resultado final.

Bárbara recebeu a coroa de Eslovénia Marques, Miss Pernambuco 2018 e finalista no Miss Brasil Be Emotion do ano passado. Ela terá um mês para se preparar melhor para o Miss Brasil Be Emotion 2019, agendado para o dia 09 de março, em São Paulo. A rotina será intensa, com aulas de automaquilagem, postura, oratória, passarela e inglês. “Me sinto muito honrada com a oportunidade. Tenho a responsabilidade de ser um exemplo e representar todas as mulheres, principalmente as mulheres negras”, pontuou pouco depois de sua eleição.
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Ana, Isabela e Bárbara, 
três negras no trono de Miss Pernambuco

          Em 1988, Ana Maria Guimarães tornou-se a primeira negra a ser eleita  Miss Pernambuco, ficando entre as semifinalistas (Top 12) do Miss Brasil. No ano de 2009, Isabela Nascimento foi a segunda, conseguindo o título de Miss Simpatia no Miss Brasil.  E agora, em 2019, Bárbara Souza conquista o cobiçado título de Miss Pernambuco. 

Ana Maria Guimarães, Miss Pernambuco 1988
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Isabela Nascimento, Miss Pernambuco 2009
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Bárbara Souza, Miss Pernambuco 2019

A coordenação do Miss Pernambuco só reconhece duas misses Pernambuco negras: Ana Maria Guimarães e Bárbara Souza. Justificativa: Isabela Nascimento renunciou ao título para casar, tendo sido substituída oficialmente por sua vice, Fabiana Medeiros
      Por outro lado, alguns entendem que Isabela Nascimento poderia ser definida como mulata. Eis um assunto controvertido nesse Brasil tão miscigenado. Há várias denominações para quem não tem a pele branca: mulato, moreno-escuro, moreno-claro... Posso estar equivocado, mas em minha opinião podemos dizer que três negras foram eleitas Miss Pernambuco. Seja como for, temos que admitir que não existe raça branca, raça negra, raça isso ou aquilo. O que existe é a raça humana.     
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          Ao encerrar esta matéria, desejo tudo de bom para as candidatas que não receberam prêmios  e não conseguiram classificações no Miss Pernambuco 2019. Ganhar e perder fazem parte da nossa trajetória no planeta Terra.  O importante é seguir em frente, com foco, determinação e fé em Deus, a fim de concretizarmos nossos objetivos. E nunca deixar de sonhar. 

Thatiany de Deus - Miss Caruaru
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Juliana Senna - Miss Fernando de Noronha
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Samylla Sampaio - Miss Salgueiro
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Alice Marianna Araújo - Miss Surubim
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Layssa Souza - Miss Toritama
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Vídeos relacionados com o Miss PE 2019:

1 - Primeira parte do concurso. Abertura, comissão julgadora, desfile em traje de gala.
https://www.youtube.com/watch?v=4sCQYLz-MWM
2 - Segunda parte. Desfile de biquini, premiações especiais, anúncio do Top 10.
https://www.youtube.com/watch?v=cRWq2XnuGmw
3 - Terceira parte. Entrevistas com as cinco finalistas, despedida da Miss PE 2018 e coroação da Miss Pernambuco 2019,
4 - Depoimentos de Miss Recife, Miss Jaboatão dos Guararapes e Sandro Morette, 
5 - 

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Secção ainda em construção 
Outras imagens e textos estão pendentes para postagens.

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domingo, 9 de dezembro de 2018

SESSÃO NOSTALGIA / ESPECIAL - A um passo do concurso Miss Universo 2018

Daslan Melo Lima



         Aproxima-se a data de realização do concurso Miss Universo 2018. O evento irá acontecer no Centro de Convenções Impact Arena, distrito de Pak Kret, região metropolitana de Bangkok, capital da Tailândia. Será na manhã da segunda-feira, 17, mas noite (19h) do domingo, 16, no Brasil, com transmissão ao vivo pela Band e TNT. 
          Não conheço pessoalmente nenhuma das candidatas, mas como acontece todos os anos, com base nas fotografias e vídeos postados na Internet, ouso apontar as minhas favoritas. Por ordem alfabética dos países, eis o meu Top 10: 

Miss África do Sul
Tamaryn Green
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Miss Albânia
Trejsi Sejdini
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Miss Brasil
 Mayra Dias
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Miss Canadá
 Marta Madgalena Stepien
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Miss Dinamarca - Helena Heuser

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Miss Equador
 Virgina Limongi
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Miss Filipinas
Catriona Gray
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Miss Líbano
Maya Reaidy
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 Miss República Checa - Lea Steflickova

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Miss Vietnam
H’Hen Niê

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         Pela terceira vez, a Tailândia sedia o Miss Universo. A primeira foi em 1992, quando o título foi conquistado por Michelle McLean, Miss Namíbia. A segunda em 2005, ano da vitória de Natalie Glebova, Miss Canadá. Quem será a terceira Miss Universo a ser eleita na Tailândia?  

 Michelle McLean
Miss Namíbia
Miss Universo 1992
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Natalie Glebova
Miss Canadá
Miss Universo 2005
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       O último título de Miss Universo conquistado por uma brasileira aconteceu há 50 anos, em Miami Beach, quando a baiana  Martha Vasconcellos venceu  o mais famoso concurso de beleza do planeta. 
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Martha Vasconcellos
Miss Bahia - Miss Brasil - Miss Universo 1968
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        A amazonense Mayra Dias conseguirá ou não ser classificada na Tailândia? Eis mais um capítulo de uma novela fascinante da vida real. Saberemos o final no próximo domingo. 

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