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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com

sábado, 17 de junho de 2017

Mil sonhos para cada ilusão

     


                  Estranhei ao ver no teto da AABB uma imagem de São José entre as figuras dos santos festejados em junho, Antônio, João e Pedro. 
         Estranhei mas adorei, pois é com São José, patrono de São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci, com quem tenho mais aproximação. 
            "Tenho fé em São José", dizia minha mãe, quando rezava pedindo que isso ou aquilo acontecesse.
              Lembro-me de uma música onde Luiz Gonzaga pede a São João para que fale com São José, a fim do seu milho dar vinte espigas em cada pé. Parodiando a canção, vou pedir a Deus que continue me dando mil sonhos para cada ilusão. 



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- Daslan Melo Lima, junho em Timbaúba, Pernambuco.

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - São João da Chã, “roça de milho, roça meu filho”

>>>>> Faz 18 anos que uma rua de subúrbio promove um dos melhores São João da cidade.


      Foi no final de uma tarde fria de maio de 1999, que o radialista Aldo Cabral e sua amiga Patrícia Duarte Silva tiveram a ideia de fazer um arraial exclusivamente infantil.  Moradores da rua Dativo de Souza Reis, na área conhecida como “chã”, no bairro de Timbaubinha, eles viram a meninada brincando ao som de “Olhinhos de Fogueira”, na interpretação de Mastruz com Leite, quando o sonho nasceu. 

Explodiu meu coração
Feito bomba no São João
Quando deslizei as mãos
Pelas suas costas nuas. 
Vi estrela no salão 
Luar cheio de balão
Teus olhinhos de fogueira
Me queimando de paixão
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    Imediatamente começaram a traçar o formato de um arraial e de uma quadrilha com vinte pares. Não foi fácil conseguir patrocinadores, mas foram à luta e tiveram êxito.  

Aldo Cabral e Patrícia Duarte, os idealizadores do São João na Chã.

     Com a morte prematura de Aldo, em 2009, Patrícia Duarte se afastou e em seu lugar ficou a estudante Isavane Ferreira, contando também com o apoio de Josenilda Félix.  
       As tarefas são divididas. Extrovertida, Josenilda não tem problema algum em sair solicitando colaborações financeiras entre pessoas físicas e jurídicas. Tranquila, Isavane cuida da distribuição dos gastos e outras tarefas.  Mas ambas estão sempre em sintonia, tanto que na última semana de maio a rua já está decorada com as famosas e singelas bandeirinhas de São João. Para este ano, a contribuição de cada pessoa que desejar brincar no arraial é de apenas 20 reais, o que dá direito às comidas típicas, ficando as bebidas sob a responsabilidade dos participantes.
      A comida é farta, com tudo aquilo próprio da época junina: pamonha, milho cozido, mungunzá e canjica, além de paçoca, tapioca e cocada. A programação dos dois dias já está definida: na noite de 23 de junho, quadrilha saindo da praça do Centenário às 21 horas e show de Leo e Banda, às 23 horas. No dia 1º de julho, apresentação de Litinho e Banda, às 21 horas. “Os sucessos musicais não se restringem apenas ao forró. As atrações musicais tocam e cantam de tudo, rock, sofrência, brega...”, esclarece Josenilda.
          Entre as pessoas e instituições que não hesitam dar apoio cultural ao São João na Chã estão: Frei Damião Construções, Bar do Bode, CDL, Comercial Alvino, Luiza Magazine, Nelson Seguros, Neto Apolinário, Pedrita do Hospital e Tonhão Motos.
          Emocionada, Patrícia Duarte diz que é feliz com o rumo tomado pelo São João na Chã, que hoje atrai um público estimado em cem pessoas. “Lá do céu, o Aldo também está feliz”, afirma. E emocionada cantarola o refrão daquela música que tocava na rua  Dativo de Souza Reis há dezoito anos.  

Roça de milho, roça meu filho
Roça assim teu corpo em mim 
Roça mulata, roça a batata
Roça assim teu corpo em mim
Roça de milho, roça meu filho
Roça assim teu corpo em mim
Roça mulata, roça a batata
Roça assim teu corpo em mim

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Por Daslan Melo Lima

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SESSÃO NOSTALGIA – Akiko Kojima, Miss Universo 1959, um exemplo de perseverança

Daslan Melo Lima

      Uma postagem de Claudio Belussi na página do Facebook do grupo Historic Miss Universe, no dia 11 de junho, levou-me a um assunto que eu desconhecia: a japonesa Akiko Kojima, antes de ter sido eleita Miss Universo 1959, foi a segunda colocada no Miss Japão 1953.

TOP 3 - MISS JAPÃO 1953 - Da esquerda para a direita, Akiko Kojima,  segundo lugar;  Kinuko Ito, primeiro; e Aki Wakikawa, terceiro lugar.

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      Abaixo, a edição das trocas de mensagens entre mim, Claudio Belussi e Roberto Macêdo, no Facebook, sobre a curiosidade. Fantástico é que, na ansiedade de chegar logo à verdade, o Roberto Macêdo buscou, e logo encontrou, na internet, um livro sobre a vida de Akiko Kojima.

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Daslan Melo Lima -  E Akiko Kojima voltou a disputar o Miss Japão seis anos depois? Eu não sabia. Valeu a perseverança da Miss Universo 1959.
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Claudio BellussiEncontrei essa foto ontem, e a legenda dava esses nomes. Procurei saber mais, mas não encontrei nada que confirmasse. Também nunca tinha ouvido falar que Akiko já tivesse disputado o Miss Japão. Publiquei justamente para ver se algum profundo conhecedor dos concursos, como você ou o Roberto Macêdo confirmava. Difícil dizer se na foto é ela ou não, mas pode bem ser. Em 1953, ela tinha 18 anos e em 1959, acredito 25.
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Daslan Melo Lima - Você encontrou a imagem na net ou em alguma publicação impressa?
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Claudio Bellussi - Na net, em japonês, tive que traduzir com o automático. Infelizmente não salvei o site. Dizia também que Kinuko Ito, que nas poucas fotos que vi nunca me impressionou positivamente, era de uma beleza excepcional, uma das mais belas misses japonesas.
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Roberto MacêdoOlá Claudio e Daslan, nunca soube disso. O que a revista O Cruzeiro traz numa das reportagens é que a Akiko seria candidata a Miss Japão 1958 mas não pode concorrer por conta de um acidente. Voltou no ano seguinte. Vamos pesquisar ou perguntar a algum missólogo japonês. Rsrsrs.
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Roberto Macêdo - Claudio e Daslan é verdade!


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Daslan Melo Lima - Roberto, que coisa! Mais um dado fantástico para o nosso acervo.
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Claudio Bellussi - Obrigado, Roberto. Pela foto me parecia que era ela mesmo. Sempre bom saber coisas novas.
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Roberto Macêdo - Pessoal, consegui comprar o livro na Amazon. Parece bastante interessante e conta toda a história de Akiko Kojima.


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Daslan Melo Lima - Que beleza! Mais adiante, no novo Miss News, temos certeza que você irá compartilhar as passagens mais importantes do livro.
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Roberto Macêdo - Certamente... Rsrsrs


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        Na história dos concursos de beleza, muitas foram as jovens que pisaram nas passarelas mais de uma vez em busca da vitória. Algumas conquistaram seus objetivos e outras não. 
         Akiko Kojima é um exemplo de perseverança. Em 1953, vice-Miss Japão. Em 1958, um acidente de automóvel impossibilitou que voltasse a disputar o título de Miss Japão. Em 1959, Miss Japão e Miss Universo. 

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PASSARELA CULTURAL já focalizou Akiko Kojima duas vezes na secção SESSÃO NOSTALGIA

12/07/2008 - Akiko Kojima, Miss Universo 1959, o escândalo de um "líquido plástico" 
http://passarelacultural.blogspot.com.br/2008/07/sesso-nostalgia-uma-miss-universo-dos.html

29/08/2015 - Akiko Kojima, Miss Universo 1959, olhos de amêndoas com toque de infância
http://passarelacultural.blogspot.com.br/2015/08/sessao-nostalgia_29.html


sábado, 10 de junho de 2017

De graça, diante do arco-íris


DE GRAÇA - A tarde fria de junho morre lentamente diante do arco-íris. Minhas garças artificiais, ao redor das caixas d'água, não imaginam que pulo de alegria com esse espetáculo de graça. 
     Clico a imagem no momento exato em que garças de verdade voam, tornando o instante quase irreal. 
        Meu quintal, nesta tarde que lentamente morre, é um teatro onde a peça me leva aos desencontros e encontros dos mistérios da vida e da morte, de graça. 
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- Daslan Melo Lima, na quinta tarde de junho de 2017, em Timbaúba, Pernambuco.

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - O legado de Jeruza Gouveia




        “Olha pro céu, meu amor. / Vê como ele está lindo. / Olha praquele balão multicor, / como no céu vai sumindo.”

       De onde vinha aquela música que tocava naquele começo de junho de um tempo que se foi? Vinha de uma lojinha localizada na praça João Pessoa, a Império dos Discos. Entrei no estabelecimento comercial, comprei o vinil que estava tocando e, mais que isso, fiz amizade com Jeruza Gouveia, simpática, alegre, comunicativa e com um profundo sentimento de religiosidade (independente de religião). 

       Minha amiga se foi no dia 19 de maio, antes de junho chegar trazendo o ritmo contagiante do forró.  Em sua homenagem, imagino que o vento estará declamando junto às fogueiras de Timbaúba aqueles versos de Mário Quintana: Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? “

       O legado de Jeruza Gouveia, um exemplo de vida, exala o perfume das pessoas iluminadas, por isso nossa fé e nossa esperança vão ao encontro de “A bela Cidade”, um hino religioso cantado durante a despedida do seu corpo físico.


Tenho lido da bela cidade,
Construída por Cristo Jesus;
É murada de jaspe luzente;
Toda cheia de glória e de luz;
E no meio da praça há um rio;
É qual fonte de vida eternal,
Mas metade da glória celeste
Jamais se contou ao mortal.

CORO: Jamais se contou ao mortal;
Jamais se contou ao mortal;
Metade da glória celeste
Jamais se contou ao mortal.

Tenho lido das lindas moradas
Que Jesus foi, no Céu, preparar,
Onde os crentes fiéis, para sempre,
Mui felizes irão habitar.
Nem tristeza, nem dor, nem temores
Entrarão na mansão paternal,
Mas metade da glória celeste
Jamais se contou ao mortal.

Tenho lido das vestes brilhantes,
Das coroas que os santos terão,
Quando o Pai os chamar e disser-lhes:
"Recebei o eternal galardão."
Tenho lido que os santos na glória
Pisarão ruas de ouro e cristal,
Mas metade da glória celeste
Jamais se contou ao mortal.

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Para ouvir o hino "A Bela Cidade", clique neste link:

Jeruza Gouveia
* 02 de abril de 1950
+ 19 de maio de 2017
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A revista TIMBAÚBA EM FOCO está circulando com o texto resumido da crônica, na página PASSARELA CULTURAL
Por lapso, na matéria impressa, citei duas vezes o nome de Jeruza Gouveia como Jeruza Farias.
Aos meus amigos Bianca, Tarcísio, Raquel e Jocafe, filhos de Jeruza, deixo aqui o meu sentimento pela sua partida, certo de que ela está em paz, cumprindo outra missão, em um dos fantásticos mundos do Pai.   
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Daslan Melo Lima

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SESSÃO NOSTALGIA - Lynda Carter e Gal Gadot, das passarelas para o papel de Mulher-Maravilha

Daslan Melo Lima

      De 1975 a 1979, a personagem Mulher-Maravilha dominava a TV numa série protagonizada pela atriz Lynda Carter, uma das maiores fãs do primeiro filme já feito para a personagem no cinema. 
     Mulher Maravilha, estrelado pela israelense Gal Gadot, estreou quebrando recordes, tornando-se a melhor estreia de todos os tempos para um filme com uma mulher na direção – no caso, a cineasta Patty Jenkins.  Orgulhosa, Lynda Carter comemorou o resultado através de sua conta no Twitter. “Uau! Histórico e muito merecido”. 
      No  seu primeiro fim de semana, o novo filme arrecadou US$ 100,5 milhões nos EUA, segundo o portal Box Office Mojo, e fez o longa de Patty Jenkins superar a marca anterior de melhor estreia de um filme dirigido por uma mulher, que era de Sam Taylor-Johnson por Cinquenta Tons de Cinza, com US$ 93 milhões, em 2015. (Fonte:  web com metrojornal.com.br,  10/06/2017
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Lynda Carter, a primeira Mulher-Maravilha

Lynda Jean Córdoba Carter, Miss Estados Unidos Mundo, semifinalista (Top 15) no Miss Mundo 1972. 

        Lynda Jean Córdoba Carter, nasceu em Phoenix, Arizona, USA, em 24 de junho de 1951. Sonhando em seguir carreira de cantora, Lynda integrou diversas bandas quando ainda era adolescente. Em 1972, representou os Estados Unidos no concurso Miss Mundo, onde foi semifinalista (Top 15).  Pouco depois começou a fazer participações como atriz em séries de TV e telefilmes. 
         Foi casada com seu empresário Ron Samuels, união que durou de 1977 a 1982, quando se divorciou. Em 29/01/1984, casou-se com o  advogado Robert A. Altman, pai dos seus filhos James e Jessica Altman. O álcool se tornou um problema para a atriz no início da década de 1990, quando seu marido foi acusado de fraude bancária. Durante todo o processo, ela buscou apoio na bebida. Depois que Altman foi declarado inocente, Lynda se internou em uma clínica de reabilitação.


           Nos últimos anos, Lynda vem se dedicado à carreira de cantora. Seu CD mais recente é Crazy Little Things. Realiza turnês pelos Estados Unidos, mas a música não a afastou definitivamente da TV, ainda faz algumas participações, mesmo que esporádicas, como atriz. 
 (Fonte: informações da web mais veja.abril.com.br/, 1º/12/2016).

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Gal Gadot, a segunda Mulher-Maravilha

Gail Gadot, Miss Israel, disputou o título de Miss Universo 2004, mas não obteve classificação.

       Gal Gadot nasceu em 30 de abril de 1985, em Rosh Ayin, Israel. Conquistou o título de Miss Israel em 2004, e representou o país no concurso  Miss Universo naquele ano. Em 2007, participou de uma sessão de fotos para a revista Maxim intitulada "Mulheres do Exército Israelense", que apresentou modelos de Israel que eram membros do exército daquele País. A foto de Gal apareceu no convite para a festa de lançamento do controverso ensaio, e na capa do New York Post. Em 2008, Gadot desempenhou o papel principal no drama israelense Bubot ("Bonecas"). Também foi escolhida para ser a modelo principal da Castro, a maior marca de roupa israelense. 
        Gadot apareceu em Fast & Furious 4 (Velozes e Furiosos 4), juntamente com as co-estrelas Vin Diesel e Paul Walker, após ter vencido  seis outras atrizes para o papel. Em 2010, Gadot ganhou um pequeno papel na ação-aventura Knight and Day, estrelando ao lado de Tom Cruise e Cameron Diaz. No dia 4 de dezembro de 2013, Gal foi confirmada para interpretar a Mulher-Maravilha em Batman v Superman: Dawn of Justice, juntando-se a Henry Cavill como Superman e Ben Affleck como Batman. O filme foi lançado em março de 2016. Em 2017 estrelou um filme solo da Mulher -Maravilha, sendo um sucesso nas bilheterias. Com a atriz principal sendo de Israel, País em guerra com o Líbano, o filme inicialmente foi proibido de ser exibido no país rival.


        Gal Gadot casou-se com o empresário Yaron Versano em 28 de setembro de 2008, enquanto participava das gravações de Fast & Furious 4. Tem duas filhas, Alma, nascida em novembro de 2011,  e Maya, que nasceu em março deste ano. (Fonte: informações da web mais Wikypedia)

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Lynda Carter e Gal Gadot se encontraram pela primeira vez em um evento da ONU que nomeou a  Mulher-Maravilha como embaixadora para o empoderamento feminino. (observatoriodocinema.bol.uol.com.br, 21/10/2016).

           Lynda Carter e Gal Gadot já garantiram em seus currículos muitos elogios pelo papel de Mulher-Maravilha, mas é como Misses que ambas ganharam lugares especiais em minhas recordações. Misses para sempre Misses.

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sábado, 3 de junho de 2017

É junho outra vez

        

          Adoro passar pelas ruas simples do meu bairro, decoradas com bandeirinhas de São João. 
          É junho outra vez.


Rua Dativo de Souza Reis, Timbaubinha, Timbaúba, PE

          Não tenho interesse em comidas típicas e nem em festas com artistas sertanejos famosos. Basta-me passar sob as bandeirinhas de São João e ouvir o eco dos "traques" da infância. Eles ainda fazem festa em meu coração.
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 - Daslan Melo Lima, junho em Timbaúba, Pernambuco.


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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Jáder de Andrade, o jornalismo como paixão

           

          Jáder de Andrade foi uma das mais impressionantes personagens políticas de Pernambuco entre 1900 e 1930, e no mês de abril fez 121 anos de seu nascimento. Fez carreira jornalística, política e empresarial em Timbaúba, onde fundou e editou um dos jornais mais longevos do interior do Brasil, A Serra, que circulou entre 1912 e 1930, além de ter se ligado fortemente à história do Diário de Pernambuco.
       Nasceu em Goiana, em 21 de abril de 1886, três anos antes da proclamação da república e já aos cinco anos foi morar em Timbaúba. Estudou no Ginásio Pernambucano e por volta dos 15 anos seguiu para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, curso interrompido por problemas de saúde, segundo notícias de jornais da época. De volta a Timbaúba, sempre esteve envolvido com a imprensa e a promoção de atividades culturais e literárias, enquanto debutava na política e na indústria. Entre 1910 e 1913, foi presidente do Clube Serradores, desenvolvendo atividades artísticas e literárias, eleito vereador, construiu uma tecelagem, o Cine Teatro Recreios Benjamin e fundou A Serra. Em 1914, começou a sua história com o Diário de Pernambuco.
         Em 1912, Pernambuco passou por momentos de muita agitação na eleição para governador, onde o general Dantas Barreto tentava derrubar o domínio que o conselheiro Rosa e Silva exercia sobre o estado desde a proclamação da república. Em Timbaúba, Jáder de Andrade liderou o apoio regional ao partido de Dantas Barreto, conduzindo os meetings, organizando as passeatas e representando a região nas reuniões que ocorriam na capital. Rosa e Silva ganhou a eleição, muito apertada, mas Dantas Barreto não reconheceu os resultados, tomando o poder no estado em dezembro de 1911. 

                Um efeito colateral deu-se com o Diário de Pernambuco, cujo dono era até então, o conselheiro Rosa e Silva. O jornal foi empastelado e passou quase um ano sem circular, voltando a ser editado em 1914, sob novos donos, comprado que foi pelo coronel Carlos Lira, de Timbaúba. Lira pôs o Diário sob a chefia de seu filho, Carlos Lira Filho e de Jáder de Andrade, em um momento delicado para o restabelecimento da circulação e da normalidade da atividade do jornal. No Diário, escreveu editoriais e poemas, que eram ilustrados por Joaquim Cardoso, o futuro engenheiro calculista de Brasília, então em início de carreira. Sob a batuta de Jáder e a colaboração de Cardoso, deu-se início à publicação de caricaturas políticas na imprensa pernambucana.

         Os negócios e a política levaram Jáder de volta a Timbaúba. Foi eleito prefeito do município em 1919, deputado federal em 1922 e senador estadual em 1923 (até 1930, Pernambuco tinha duas casas legislativas, a exemplo do governo federal). Em 1926, Jáder foi nomeado secretário de agricultura do governador Estácio Coimbra, cargo que exerceu até a Revolução de 1930. A sequência de cargos políticos, entretanto, nunca o afastaram de sua principal paixão, o jornalismo. Esteve sempre à frente d’A Serra e nos dias difíceis que se seguiram à derrubada de Estácio Coimbra, sua história cruzou novamente com a do Diário de Pernambuco.
          O novo governo de Carlos de Lima Cavalcanti substituiu pela força dezenas de grupos políticos pelo interior de Pernambuco. Em Timbaúba, o governo local foi derrubado em cenas de bastante violência e Jáder de Andrade foi obrigado a estabelecer-se em Recife. A redação d’A Serra, em circulação desde 1913, foi fechada e o jornal parou definitivamente de circular. 

            Em junho de 1931, Francisco de Assis Chateaubriand criou os Diários Associados e, reconhecendo as injustiças que se cometiam contra Jáder de Andrade, prestou-lhe um reconhecimento pessoal, fazendo-o o primeiro presidente dos Diários em Pernambuco. Aos infortúnios políticos somou-se a perda dos pais, debilitando e agravando a sua saúde pessoal. Foi internado em agosto no hospital Português, convalesceu em fazenda de amigos em Floresta dos Leões (Carpina). Retornou ao Recife, onde ficou em casa de um parente e amigo na rua da Hora, mas não mais se recuperou, falecendo no dia 1º de outubro de 1931, aos 45 anos.

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Por Cláudio Roberto de Souza, professor e historiador timbaubense radicado em Paulista, PE. Ele escreveu este texto especialmente para a revista TIMBAÚBA EM FOCO, parceira de PASSARELA CULTURAL.  Ele afirma que “a figura de Jáder é sempre impressionante e a sua memória pouco estudada. Mas, com iniciativas como a da Funjader, Fundação Jáder de Andrade, e o trabalho da JK Publicidade e Propaganda Ltda., novas gerações podem ser inspiradas. É nesse espírito que fiz este texto. ”

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SESSÃO NOSTALGIA - Mercedes Elizabeth del Carmen Carrascosa Von Glehn, Miss Minas Gerais 1960


Daslan Melo Lima

       A jovem de nome extenso, carinhosamente apelidada de Liba, continua sendo um ícone da cidade mineira de Lavras (cem mil habitantes, distante 237 km de Belo Horizonte) como atesta o início de uma matéria do jornaldelavras.com.br , edição de  09/08/2010.

Se recordar é viver, você terá a oportunidade de fazer isso em setembro: lembrar da Liba, da ZYI-6, do disco voador de Lavras e dos bailes do D.A. Em setembro, o Clube de Lavras vai promover um baile para marcar época, garante sua diretoria. Será o Baile Anos Dourados, com a banda Big Band Show, a melhor banda lavrense do gênero. Serão músicas de sucesso da década de 60. A Big Band vai levar um repertório musical que vai mexer com as lembranças daqueles que, na década de 60, frequentavam a praça Augusto Silva, no tradicional "rela e redondo". Época em que o coração tremia quando a nossa eterna miss Minas Gerais, Mercedes Elizabeth del Carmen Carrascosa Von Glehn, a Liba, passava.


Minas deu Elizabeth Carrascosa, sobrenome injusto para tanta delicadeza feminina. ***** As misses mais aplaudidas pela multidão-júri foram as de Minas, Pernambuco, Guanabara e Estado do Rio. Na base de plebiscito leigo – se rumor de palmas significasse diploma de beleza – algumas delas seriam as primeiras colocadas. E Miss Minas, a mais ovacionada, seria Miss Brasil. ***** Vinte e oito mil pessoas se reuniram no Maracanãzinho para ver a eleição de Miss Brasil. (Revista O Cruzeiro, Ano XXXII, nº 37, 25 de junho de 1960).
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O Cruzeiro, Ano XXXII, nº 37, 25 de junho de 1960

Em maiôs Catalina, as oito finalistas do concurso Miss Brasil 1960. Da esquerda para a direita:
Miss São Paulo, Erica Bertha Lirkus, 8º lugar;
Miss Amazonas, Vanja Nobre Jacob, 7º lugar;
Miss Rio Grande do Sul, Edda Logges, 5º lugar;
Miss Pernambuco, Maria Edilene Torreão, 3º lugar;
Miss Guanabara, Gina MacPherson, 1º lugar;
Miss Brasília, Magda Renate Pfrimer, 2ºlugar;
Miss Minas Gerais, Mercedes Elizabeth del Carmen Carrascosa Von Glehn, 4º lugar;
Miss Estado do Rio, Marzy Moreira, 6º lugar.
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Quarto lugar no Miss Brasil 1960. Elizabeth Von Glehn, Miss Minas Gerais, 1,71m, 59Kg, busto 90cm e quadris 95cm. (Revista Manchete, Ano 8, nº 427, 25 de junho de 1960).

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         No dia 27 de janeiro de 1961, entre catorze candidatas, Elizabeth Carrascosa foi eleita em Manizales, Colômbia, Rainha Internacional do Café. Com o titulo, ela ganhou um automóvel da marca Volkswagen, o célebre  fusca, um dos maiores sonhos de consumo da época. 





          Por onde  anda aquela jovem que, se dependesse dos aplausos, poderia ter sido a Miss Brasil 1960? Soube recentemente que teria se tornado diplomata. 
      Comprovadamente sei apenas que Mercedes Elizabeth del Carmen Carrascosa Von Glehn a doce Libaque tão bem cantava e declamava, continua sendo um ícone da cidade mineira de Lavras, cinquenta e sete anos depois de ter sido a quarta colocada no concurso Miss Brasil. 
          Miss para sempre Miss. 

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sábado, 27 de maio de 2017

"Essa menina é todo verso, é toda prosa, é toda som, é toda rima, é toda Olinda, é todo mar."

          


       Aquela jovem Miss Recife, quinta colocada no Miss Pernambuco 2012, cresceu, conheceu outros horizontes, amadureceu e cinco anos depois, na condição de Miss Tamandaré, foi eleita na sexta-feira, 26, em Gravatá, Miss Pernambuco 2017. Impressionante a repercussão positiva da sua vitória, mesmo entre as pessoas desligadas do mundo Miss. 

      Um quê de Iully Thaisa Santos está presente em "Menina Pernambucana", um delicioso frevo de Carlos Fernando (1918-2013), gravado há anos por Geraldo Azevedo.

Essa menina pernambucana,
 que vai chegando e abrindo a roda. 
 Essa menina cana caiana, 
 pernambucana cor de manga-rosa. 
 Essa menina é todo verso, é toda prosa, 
 é toda som, é toda rima, 
 é toda Olinda, é todo mar. 

 Pernambucana cana caiana, 
louca de maio dos coqueirais,
que se empenujam no vento guerreiro 
dos maracatus e Cabrais.
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Daslan Melo Lima
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Para ouvir o frevo "Menina Pernambucana", clique neste link

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