Daslan Melo Lima
Jerusa Farias, Miss Pernambuco 1969, tem
um acervo fabuloso sobre a sua trajetória de rainha da beleza pernambucana,
mais de 2.000 fotos e recortes de jornais e revistas. Um dos prêmios que
ganhou por ter sido eleita a mais bela
pernambucana foi uma viagem a Miami Beach para assistir a eleição da
Miss Universo 1969, ocasião em que teve uma maior aproximação com a baiana
Martha Vasconcellos, Miss Brasil e Miss Universo 1968. Faz uma semana que conversei com Jerusa Farias. Ela me falou do sonho que acalenta há muito tempo, escrever um livro
sobre as suas experiências como Miss Pernambuco.
Funcionária aposentada do Bandepe, Banco do Estado de Pernambuco, onde foi advogada e procuradora, Jerusa Farias leva hoje uma vida tranquila, arrodeada do carinho dos filhos e netos, das recordações e da sua fé cristã como membro da Igreja Presbiteriana. Ela disse-me que o título do seu livro seria algo que remetesse a um trono de Miss trocado por uma coroa celestial, onde pudesse externar sua religiosidade. Combinamos de continuar a conversa no próximo mês, durante um almoço no Recife, com a presença do jornalista Muciolo Ferreira, ex-coordenador do Miss Pernambuco.
Funcionária aposentada do Bandepe, Banco do Estado de Pernambuco, onde foi advogada e procuradora, Jerusa Farias leva hoje uma vida tranquila, arrodeada do carinho dos filhos e netos, das recordações e da sua fé cristã como membro da Igreja Presbiteriana. Ela disse-me que o título do seu livro seria algo que remetesse a um trono de Miss trocado por uma coroa celestial, onde pudesse externar sua religiosidade. Combinamos de continuar a conversa no próximo mês, durante um almoço no Recife, com a presença do jornalista Muciolo Ferreira, ex-coordenador do Miss Pernambuco.
Voltando a falar sobre Martha Vasconcellos,
cuja biografia está sendo escrita por Roberto Macêdo, jornalista e arquiteto baiano, Jerusa Farias passou-me as três imagens
abaixo da nossa Miss Universo 1968. “Talvez nem a própria Martha tenha estas
fotos”, adiantou. Compartilhei as relíquias com o Roberto Macêdo e aqui estou repassando-as para todos vocês, como documento precioso de um tempo que se foi.
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É bom não ir à Bahia, uma música gravada pela dupla Tom & Dito, no ano de 1973, diz que “é bom a gente não, não ir à Bahia, porque se for fica querendo ficar, fica querendo ficar, na Bahia, fica
querendo ficar.” Eu nunca fui à Bahia. Vou comprovar!
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