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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com
sábado, 5 de novembro de 2016
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Usina Cruangi, memórias de um patrimônio pernambucano
>>> A produção da safra de 1980/81 foi de 1.056.042 sacos de 50 kg de açúcar. O rendimento industrial foi o melhor de Pernambuco.
Terminada a primeira guerra mundial (1914-1918), o mundo entrava numa nova era de progresso industrial. As guerras são os grandes elementos geradores, pois o homem produz mais nas necessidades. Não fugiu a esta determinação histórica, “seu” Belo, senhor de engenho, dono de Genipapo, Triunfo e Carnaúba, anexos e localizados no município de Timbaúba, norte de Pernambuco, já nas fronteiras da Paraíba e também no fim da zona da mata e transição para a caatinga. Seu Belo, mesmo sem nada entender do assunto, abastado senhor de engelho, lança-se na aventura de ser usineiro. Compra um lote de ferro velho e monta, em terras do engenho Genipapo, às margens do riacho Cruangi, a Usina Genipapo. Em 1919, colhe sua primeira sagra, reduzida em face da grande seca daquele ano. Em 1912, a Usina Genipapo se encontrava insolvável e hipotecada ao Banco do Recife.
Julio de Queiroz nasceu no engenho Cuieiras, no município de Aliança, vivinho de Timbaúba. Seu pai, Coronel Manoel Caetano da Costa Queiroz, era um rico senhor de engenho, tendo deixado para seus três filhos sete engenhos de porteira fechada. O caçula Júlio, tendo ficado órfão de mãe aos sete anos de idade, foi obrigado a estudar cedo num colégio de Tracunhaém e posteriormente no Recife. Terminados os preparatórios, cursou a Faculdade de Medicina da Bahia, onde se doutorou em 1906. O jovem, durante dois anos, foi médico de bordo de nos navios-gaiolas de Belém e Manaus. Em 1910, casava-se com Dona Guiomar de Andrade, filha do comerciante Coronel João de Andrade, dono do armazém Antônio Vicente & Cia.
Estando a Usina Genipapo hipotecada ao Banco do Recife, reuniram-se Dr. Julio de Queiroz, Jader de Andrade, Hugo de Andrade e Antonio Vicente de Andrade e João de Andrade Sobrinho, todos cunhados e parentes e formaram a firma Andrade Queiroz & Cia, que comprou a Usina Genipapo por oitocentos contos de reis. Em 1921, o Dr. Julio assumiu a direção da usina, tendo mudado o nome para Usina Cruangi, e ali permaneceu até sua morte, em 07 de setembro de 1974.
Em 1916, sob a orientação de um técnico francês, Alexandre O’Henry, foi feita a primeira reforma com a compra à Usina Mussurepe de um conjunto de moenda, dez cristalizadores, uma bomba de ar seco com condensador central, dois vácuos de serpentinas. Todo material de fabricação francesa e seis centrífugas de fabricação inglesa. Com esta primeira reforma, a produção máxima foi de 176.300 sacos na safara de 48/49. Em setembro de 1949, a razão social passou a ser Usina Cruangi S.A.
Nova reforma básica foi feita em 1959, toda com recurso próprio, alcançando a produção recorde de 667.790 sacos na sagra 72/73. Em 1973, com o advento do Decreto-lei nº 1.266, de 26 de março, foi mais uma vez empreendida uma reforma completa na usina com o objetivo de eliminar os pontos de estrangulamento existente. Ali tudo foi jeito para elevar a moagem da Cruangi para 150 toneladas por hora, igual a 3.600 toneladas por ano.
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O texto e a ilustração desta página foram publicados na revista Timbaúba Centenária, editada pela Prefeitura Municipal de Timbaúba em fevereiro de 1982. Nessa época, conforme dados da referida publicação, a Usina Cruangi possuía capacidade de moagem em torno de 60.000 toneladas de cana por dia. Sua produção na safra de 1980/81 rendeu 1.056.042 sacos de 50 kg de açúcar, 7.916.000 litros de álcool. O rendimento industrial na safra de 1980/91 tinha sido o melhor de Pernambuco, 102,5 kg açúcar/t. de cana.
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SESSÃO NOSTALGIA – Conselhos de Ieda Maria Vargas e reflexões de Rachel de Queiroz para Raíssa Santana, Miss Brasil 2016
Daslan Melo Lima
Faz poucos instantes que mergulhei no meu acervo
de revistas antigas sobre misses, atrás de uma matéria sobre Ieda Maria Vargas, Miss Rio Grande do
Sul, Miss Brasil e Miss Universo 1963, onde ela dava oito conselhos de como Ângela Vasconcelos, Miss Paraná, Miss
Brasil 1964, deveria se conduzir no concurso Miss Universo.
Revista Fatos & Fotos, 11/07/1964
Dos oito conselhos, cinco deles, no meu entender, são
atemporais e poderiam ser importantes para Raíssa Santana, Miss Paraná, Miss Brasil
2016. Vejamos: Seja sempre pontual; Não queira aparecer demais... **** Trate a todos,
homens e mulheres, com urbanidade, inteligência e simpatia... ***** Desfile com
naturalidade, sem muitos requebros... ***** Faça o seu specah sobre o Brasil, o
traje típico e a emoção de participar do concurso: os americanos gostam de
coisas leves. ***** Não queira fazer nada fora dos limites do concurso: os regulamentos
são muito rigorosos.
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Caso essa Sessão Nostalgia, minha encantadora
Raíssa, chegue até você, peço que, também, medite nos trechos abaixo, extraídos de uma
crônica primorosa da escritora cearense Rachel
de Queiroz (1910-2003). Essa pérola foi dedicada à Emília
Corrêa Lima, Miss Ceará, Miss Brasil e semifinalista no Miss Universo 1955, e publicada na revista O Cruzeiro, edição de 30/07/1955.
“ Tudo são dons, dons gratuitos,
que se recebem da fonte de todos os dons. Valerão eles menos por isso? E a
beleza, entre os dons, é o mais alto de todos: o maior elogio que se pode fazer
a uma realização, a uma paisagem, a um poema, é dizer que são belos. Por que a
beleza é a coroa que os completa. Nem a virtude se concebe sem beleza, nem a divindade.
”
“... a beleza atrai o amor e a devoção. Porque a beleza é como um selo
de Deus. ”
“Você foi escolhida a mulher mais bela do Brasil. É um grande título,
não acredite em quem lhe deprecie o valor, nunca desdenhe o seu dom
maravilhoso. Todos lhe queremos bem por isso, lhe somos gratos por ter nascido
e se criado tão bonita, nos orgulhamos de você. “
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Sucesso, Raíssa Santana, garota baianense. Ter a Bahia como berço, magia de todos os santos. Ter o Paraná como destino e se tornar a Miss Brasil 2016, quiçá Miss Universo, conspiração de todos os deuses.
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sábado, 29 de outubro de 2016
Pausas para agradecer a Deus
Pausa por sua amizade, amigo, amiga, leitor, leitora, que reservou alguns minutos na sua agenda para me desejar feliz aniversário no dia 17;
Pausa para sentir o vento;
Pausa para pedir ao Senhor do Universo que ilumine nossa caminhada no conturbado planeta Terra.
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- Daslan Melo Lima, em São Vicente Férrer, Pernambuco.
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REFLEXÃO
"Dois horizontes fecham nossa vida: Um horizonte, a saudade do que não há de voltar; Outro horizonte, a esperança dos tempos que hão de chegar."
- Machado de Assis (1839-1908), escritor, poeta e cronista carioca.
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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Dulce Cabral, “o coração é meu, pode chorar; o rosto é do próximo, deve sorrir”
>>> Educadora aposentada fala da sua trajetória e
da alegria em ter educado gerações de timbaubenses
Num velho casarão localizado na rua Maciel
Pinheiro, reside uma das mais conhecidas e queridas professoras timbaubenses do
passado. Seu nome: Maria Dulce Rodrigues Cabral, ou simplesmente Dulce Cabral. Nascida
em 22 de setembro de 1939, filha do motorista de táxi João Cabral da Silva e da
bordadeira Adilia Rodrigues Cabral, o nome de Dulce é uma legenda na história
da educação timbaubense.
A infância foi feliz ao lado dos irmãos Ana Águida,
Luiz Carlos e Rosa Célia. O curso
Pedagógico foi concluído em 1°/12/1957, na Escola Santa Maria. Lecionou no Grupo Escolar D. Pedro II (hoje Colégio Cenecista)
e nas escolas estaduais Elizabeth Lyra e Ana Eufrásia Cabral de Moura; além de
ter conciliado essas atividades por alguns períodos como secretária nos cursos noturnos
das escolas Jáder de Andrade e Professor
José Mendes da Silva. Sua missão como educadora terminou em agosto de 1999,
quando se aposentou, após 34 anos dedicados à educação.
Sempre tranquila, Dulce confessa que
adorava carnaval, que teve alguns namorados, que foi quase noiva e não casou porque
não tinha de ser. Sentia-se plenamente realizada como professora. Não se queixa
de saúde, o único problema e a hipertensão, mantida sob controle. Faz questão
de dizer que adora a vida e o carinho incondicional dos sobrinhos e dos cinco
sobrinhos-netos. “Viver é um presente de
Deus. Adoro viver! ”, revela emocionada.
Pingue-pongue com Dulce Cabral
Um livro: A Bíblia.
Um Filme: Dio Como te Amo.
Cor: Azul.
Santo
de devoção: N.S. do Carmo.
Programas de TV: Estou acompanhando as
novelas “Haja Coração” e “Terra
Prometida”.
Uma saudade: Do tempo
em que as mães dos alunos chegavam
nas escolas com seus filhos e diziam para as professoras: “aqui a senhora é mãe
deles”.
Uma grande recordação: Dos “assustados”, onde eu dançava muito.
Uma grande recordação: Dos “assustados”, onde eu dançava muito.
Um sonho: Um mundo melhor e que todas as pessoas possam ter Deus no coração.
O que a vida lhe ensinou: Procurar
viver bem com as pessoas.
Uma canção:
Nossos Momentos, de Luiz Reis e
Haroldo Barbosa.
O segredo de uma vida longa: Fé em Deus. Viver um dia de
cada vez. Eis minha oração: “Senhor, obrigado pelo dom da vida. Renova minhas
forças para cumprir minha missão por mais um dia."!
Um lema: Aquela frase atribuída a Santa Terezinha do
Menino Jesus: “O coração é meu, pode chorar; o rosto é do próximo, deve sorrir.
”
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Por Daslan Melo Lima
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Por Daslan Melo Lima
Matéria publicada na revista TIMBAÚBA EM FOCO, outubro/2016
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SESSAO NOSTALGIA – Emília Corrêa Lima, Miss Brasil 1955, aquele voo da jandaia azul
Daslan Melo Lima
Emília assomou à janela da cabine de comando do Convair, mal o aparelho
aterrissou, e sorria para o povo, que a saudava: Emília! Emília! Emília!
No seu primeiro contato com a terra natal, depois que foi eleita Miss Brasil
1955, Emília Corrêa Lima recebeu, do povo cearense, uma das mais calorosas
aclamações de que se tem notícia naquele Estado. Beleza e simpatia para a
cidade inteira.
A revista O
Cruzeiro, de 23/07/1955, circulou em todo o País contando como foi a chegada em
Fortaleza de Emília Corrêa Lima.
Emília, pelo seu
porte esbelto e esguio como o talhe da palmeira será, decerto, uma das mais
fortes candidatas, frisava um trecho da matéria.
Brasil quer dizer Emília
Dos céus do Ceará voa a linda jandaia
azul rumo a Long Beach. Vai levando beleza para concorrer com as outras
belezas do mundo. A vitória é difícil. Boa sorte, Emília!
Emília Barreto
Corrêa Lima ficou entre as quinze semifinalistas do Miss Universo 1955, ano em
que a vitoriosa foi a sueca Hillevi Ronbim (1933-1996).
Arrodeada de netos e das doces lembranças de um tempo que se foi, Emília deve se emocionar ao folhear aquela O Cruzeiro em que foi comparada a uma das mais lindas aves que ainda desfilam pelo céu nordestino.
Arrodeada de netos e das doces lembranças de um tempo que se foi, Emília deve se emocionar ao folhear aquela O Cruzeiro em que foi comparada a uma das mais lindas aves que ainda desfilam pelo céu nordestino.
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Outras Sessões Nostalgia dedicadas à Miss Brasil 1955:
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sábado, 15 de outubro de 2016
É outubro outra vez
A tarde cai com o peso das ilusões e desilusões de todos os meus outubros já vividos.
"Compre para mim todos os sorvetes que deixei de saborear", pede com insistência a voz do menino que um dia eu fui.
Complicado atendê-lo. Antes do primeiro sorvete terminar, não me vejo tomando outro.
A tarde cai com a leveza da fé e esperança de todos os meus outubros já vividos.
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- Daslan Melo Lima, Timbaúba, PE.
DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Chiquinho do Pagode, “às vezes a felicidade demora a chegar"
>>> Asmático na infância, o timbaubense fala da sua ascensão na música
O menino timbaubense Esdras Francisco de Assis, nascido em 29/03/1980, filho de José Queiroz e Eneide de Assis, sofria de asma na infância, mesmo assim, com a obstinação que o caracterizava, ainda estudou dois anos de música na Banda Euterpina. Sentia-se mal ao exercitar seus dotes em instrumentos de sopro, mas tudo era compensado quando ao chegar em casa recebia o afeto sem limites da família. “Minha mãe biológica, minha avó, minha bisavó e uma vizinha me cobriam de carinho. Posso dizer que tive quatro mães”, confessa emocionado. Passou pelos educandários Colégio Timbaubense, Escola Jáder de Andrade e Escola Prof. José Mendes da Silva, concluiu o Ensino Médio e entrou no mercado de trabalho formal.
Seu mergulho no mundo da música ocorreu na época em que o famoso e extinto conjunto timbaubense Arretados do Pagode estava no auge. “Trabalhei na produção durante três anos. Aprendi muito com Marcone Gomes Peixoto, o Léo do Pagode, meu maior referencial na música, com quem aprendi muito. Dediquei-me ao pandeiro e a outros instrumentos de percussão. Toquei nas bandas Samba de Garagem, Bicho do Mato e Mania Brasileira, até fundar há seis anos o conjunto Roda de Samba. Pretendo aprender a tocar violão, a fim de diversificar meu repertório. Quero cantar músicas de ícones como Djavan, Jorge Vercílio e Maria Gadu nos intervalos de pagode”, confessa entusiasmado, usando um boné e rindo sempre, marcas registradas do seu visual.
A agenda do Roda de Samba é movimentada, mas como os eventos são realizados sempre nos finas de semana, Chiquinho consegue conciliar a música com a função de auxiliar administrativo na empresa Extra Veículos. Além do Chiquinho, o Roda de Samba é constituído por Leozinho do Cavaco, Max do Surdo, Arnaldo do Reco, Quininho Rebolo e Biu Canário. Casado há cinco anos com Elaine Iraci da Silva Assis, estudante de Psicologia, o casal ainda não tem filhos. O incentivo da esposa é uma das razões do seu sucesso, já tendo gravado um dvd e três cds.
Seu mergulho no mundo da música ocorreu na época em que o famoso e extinto conjunto timbaubense Arretados do Pagode estava no auge. “Trabalhei na produção durante três anos. Aprendi muito com Marcone Gomes Peixoto, o Léo do Pagode, meu maior referencial na música, com quem aprendi muito. Dediquei-me ao pandeiro e a outros instrumentos de percussão. Toquei nas bandas Samba de Garagem, Bicho do Mato e Mania Brasileira, até fundar há seis anos o conjunto Roda de Samba. Pretendo aprender a tocar violão, a fim de diversificar meu repertório. Quero cantar músicas de ícones como Djavan, Jorge Vercílio e Maria Gadu nos intervalos de pagode”, confessa entusiasmado, usando um boné e rindo sempre, marcas registradas do seu visual.
A agenda do Roda de Samba é movimentada, mas como os eventos são realizados sempre nos finas de semana, Chiquinho consegue conciliar a música com a função de auxiliar administrativo na empresa Extra Veículos. Além do Chiquinho, o Roda de Samba é constituído por Leozinho do Cavaco, Max do Surdo, Arnaldo do Reco, Quininho Rebolo e Biu Canário. Casado há cinco anos com Elaine Iraci da Silva Assis, estudante de Psicologia, o casal ainda não tem filhos. O incentivo da esposa é uma das razões do seu sucesso, já tendo gravado um dvd e três cds.
Pinque-pongue com Chiquinho do Pagode
Música que o público mais pede para ser cantada:
Atualmente, “Tentei ser incrível”, de Ferrugem.
Maior sonho:
Ser um cantor reconhecido nacionalmente.
Um show que marcou época:
“Samba Aliança” e “Feijoada do Pirauá”, ambos no ano passado.
Cantores preferidos:
Ferrugem, Nilsinho e Ana Clara.
Uma mensagem para os leitores e leitoras de TIMBAÚBA EM FOCO:
Um trecho da música “Tá Escrito”, de Xande De Pilares, Gilson Bernini e Carlinhos Madureira, gravada pelo Grupo Revelação. “Quem cultiva a semente do amor/ Segue em frente não se apavora / Se na vida encontrar dissabor / Vai saber esperar sua hora. /// Às vezes a felicidade demora a chegar / Aí é que a gente não pode deixar de sonhar / Guerreiro não foge da luta e não pode correr / Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer. “
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EM NOME DE GLORINHA
EM NOME DE GLORINHA
A timbaubense Maria da Glória Ferreira de Araújo, dona
Glorinha, viúva de Joel Monteiro
de Araújo, mãe de Antonio (in memorian), Joel, Tranquelino, Teotônio, Ana Glória e Carlos Eduardo, exterioriza no semblante as marcas de 91 anos de caminhada
no Planeta Terra, completados na quinta-feira, 13.
Acima, a matriarca, uma criança nonagenária. Abaixo,
Glorinha ao lado dos filhos Teotônio e Ana Glória.
SESSÃO NOSTALGIA - Raíssa Santana, Miss Brasil 2016
Daslan Melo Lima
Concurso de Miss, paixão antiga. E eis
que, a partir das 22 horas do primeiro sábado deste mês, eu já estava ansioso,
diante da televisão, para assistir a transmissão, ao vivo, pela Rede
Bandeirantes de Televisão, do concurso Miss Brasil 2016, direto do Citibank
Hall, São Paulo, capital. Em finais
assim, a nostalgia fica de mãos dadas comigo. Recordo minha tia Soledade Lima na minha alagoana São José da Laje dos anos 60, de ouvidos
colados no rádio, ouvindo a transmissão precária, direta do Maracanãzinho, Rio
de Janeiro, do concurso Miss Brasil. Duas semanas depois, as misses estavam nas capas das O Cruzeiro, Manchete, Fatos & Fotos
e Mundo Ilustrado, as maiores revistas
do Brasil. A cidadezinha parava para comentar a eleição das belas que viajariam para
os Estados Unidos, a fim de representar nosso País nos concursos Miss Universo,
Miss Beleza Internacional e Miss Mundo.
Raíssa Santana, Miss Brasil 2016
Com base nas imagens que eu tinha visto
pela internet, minha lista de favoritas para o Top 5, por ordem de
classificação, era a seguinte: Raissa Santana, Miss Paraná; Danielle Marlon, Miss Rio Grande do Norte; Gabriele Marinho, Miss Alagoas; Deise D’anne, Miss Maranhão; e Tayane
Zimpel, Miss Mato Grosso. O
resultado da comissão julgadora apontou Raíssa
Santana, Miss Paraná, como primeira colocada; Danielle Marlon, Miss Rio Grande do Norte, segunda; Deise D’anne, do Maranhão, terceira colocada. A alagoana Gabriele Marinho
ocupou um lugar no top 5, assim como a cearense Morgana Carlos, enquanto
Tayane Zimpel, do Mato Groso, classificou-se apenas entre as quinze
semifinalistas.
O Nordeste do Brasil fez bonito,
classificando quatro jovens no Top 5, além de Carol Valença, Miss Sergipe, no Top 10; Victoria Esteves, Miss Bahia, no top 15; e Talita Martins, Miss Pernambuco, também entre as quinze. Detalhe
interessante é que a vitoriosa, Raissa Santana, 21 anos, também é nordestina. Nasceu
em Itaberaba, Bahia, e mudou-se com a família para o Paraná aos dois anos de
idade.
secção em construção - outros comentários e imagens estão em pauta para postagens durante esta segunda-feira, 17.
sábado, 24 de setembro de 2016
Por uma noite de setembro
Faz muito tempo, mas aquela noite de setembro em São José da Laje, a cidadezinha alagoana onde nasci, continua fazendo morada no caderno azul das minhas mais gratas recordações.
A nova professora de Português, que depois conquistaria o terceiro lugar no concurso Miss Alagoas 1965, entrou na sala de aula e mexeu com as fantasias da minha turma do Ginásio São José. Prestar atenção a aula ou às suas pernas que mostravam os joelhos? Eis a dúvida de quem era criança na mágica década de 1960.
Esta imagem, postada recentemente no Facebook por ela, Josenira de Albuquerque Silva (Josenira Degroot, nome adotado por conta do casamento com um belga, de quem ficou viúva), mostra mais do que seria outrora permitido.
Irradiando uma energia positiva impressionante, minha ex-professora, do alto da sua idade cronológica bem vivida, está passeando pela Europa e fez uma pausa para mostrar suas pernas aos ventos italianos de Veneza.
Enquanto isso, a brisa teimosa de um tempo que se foi espalha primavera na vida do menino introvertido que um dia eu fui.
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- Daslan Melo Lima, setembro no outono das minhas memórias.
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REFLEXÃO
" Amar é essencialmente querer ser amado."
- Jacques Lacan (1901-1981), médíco e psicanalista francês.
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