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sábado, 13 de junho de 2015

SESSÃO NOSTALGIA - Marcos Hirakawa em entrevista a André Ângelo: "No Miss Brasil não precisa mudar nada, só escolher melhor os jurados."

Daslan Melo Lima

    
Marcos Hirakawa
      Em sua página no Facebeook, o fotógrafo paulista Marcos Hirakawa costuma entrevistar personalidades nacionais e internacionais, misses, missólogos e experts, sobre o mundo miss. 
         No dia 07 deste mês, Marcos passou de entrevistador para entrevistado ao se prontificar a responder as inúmeras perguntas de André Ângelo, ator e diretor de teatro, mineiro de Contagem. 
       Foi da instigante matéria que selecionei e editei o material abaixo. Vale a pena conferir.  

André Ângelo
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André Ângelo - Há quanto tempo acompanha os concursos de beleza? De onde surgiu essa paixão?
Marcos Hirakawa - Acompanho o Miss Universo desde 1967, quando assisti em preto e branco na TV Tupi. Fiquei fascinado pelos desfiles e desde então venho acompanhando esse mundo dos concursos de beleza.
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André Ângelo - Qual a primeira rainha da beleza que te impressionou, independente de ter vencido ou não o concurso?
Marcos Hirakawa - Sem dúvida foi a Martha Vasconcelos, pois acompanhei pela TV a retransmissão do Miss Universo de 1968. Naquela época não havia transmissão direta ao vivo pela tv, somente pelo rádio. O País vibrou com a vitória da baiana. Pena que não tive a oportunidade de assistir na época a eleição da gaúcha Ieda Maria Vargas como a Miss Universo de 1963. Era muito pequeno.
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André Ângelo - A Miss Universo de 1967 foi a americana Sylvia Louise Hitchcock, que na minha opinião é uma das poucas estadunidenses que venceram o Miss Universo e acho realmente bonita. Qual sua opinião sobre ela, foi justa sua vitória?
Marcos HirakawaEu acho que ela não mereceu o título de Miss Universo em 1967, as Misses Inglaterra e Venezuela eram bem superiores em termos de beleza que a americana. Acho a beleza dela muito comum.
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Na foto acima, o Top 5 do Miss Universo 1967. Da esquerda para a direita: Jennifer Lynn Lewis, Miss Inglaterra, terceiro lugar; Mariela Pérez Branger, Miss Venezuela, segunda colocada; Sylvia Louise Hitchcock, Miss Estados Unidos, primeiro lugar; Ritva Helena Lehto, Miss Finlândia, quarta colocada; e Batia Kabiri, Miss Israel, quinto lugar.

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André Ângelo - Martha Vasconcellos foi nossa segunda brasileira eleita Miss Universo. E lá se vão longos 47 anos desde então. Em sua opinião, qual o motivo de não vencermos o principal concurso de beleza mundial há tanto tempo?
Marcos Hirakawa  - O principal motivo é a superioridade da qualidade de beleza e preparação das vencedoras e das que ficaram na frente das nossas representantes. Mas tivemos muitas Misses Brasil que poderiam ter vencido o Miss Universo, como a baiana Maria Olivia Rebouças, em 1962,  e a mineira Natália Guimarães, Miss Brasil 2007.
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Martha Rocha
André Ângelo - Achou justas as derrotas de Martha Rocha em 1954 e de Leila Schuster em 1993?
Marcos Hirakawa - A baiana Martha Rocha deveria ter vencido o Miss Universo de 1954, mas a derrota lhe caiu bem, pois virou um ícone e símbolo da beleza brasileira. A americana Miriam Stevenson é bonita, mas tem uma beleza inferior. Já a Leila Schuster, Miss Brasil 1993, teria que passar pela australiana Vonie Delfos e a americana Kenya Summer e ainda ultrapassar as outras três finalistas para ter vencido. Pelo menos poderia estar no top 3. Acho que a Dayanara Torres, Miss Porto Rico, mereceu o título.
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Roberto Macêdo e Martha Vasconcellos
André Ângelo - Você está lendo o livro do jornalista baiano Roberto Macêdo sobre a lendária Martha Vasconcellos. Conte-nos algo interessante ou curioso que o livro relatou e você ainda não sabia.
Marcos Hirakawa - Só posso contar um pouco. Era uma vitória anunciada! Todos diziam que a Martha tinha que ser Miss, e ela, apesar dos protestos do pai, foi em frente e venceu o Miss Universo 1968.
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André Ângelo - Já esteve presente em algum concurso nacional ou internacional famoso? Se sim, como foi sua experiência?
Marcos Hirakawa - Acredita que a primeira vez que fui a um concurso de beleza foi o Miss Universo de 2011? Antes só acompanhava pela TV e pelas revistas. Foi uma experiência inesquecível porque, como sou fotógrafo, tinha credencial para circular em todos os eventos desde o começo. Fui em quase todos eles. O Miss Universo é extremamente bem organizado e com alta qualidade de candidatas. Conhecí a presidenta da Organização do Miss Universo, Paula Schugart, que apresentei ao repórter da Rede Bandeirantes de TV, o Érico Aires.  Outro concurso que acompanhei e fotografei foi o Miss São Paulo de 2014, onde vi toda a plateia gritar pela vitória da Fernanda Leme. Cheguei perto dela para fotografar e logo vi que lá estava a futura Miss Brasil e possível Miss Universo. Quis o destino guiado pelos jurados de que o resultado lhe fosse desfavorável.
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André Ângelo - Qual destes concursos é o seu favorito: Miss Universo, Miss Mundo, Miss Internacional ou Miss Terra? Qual sua opinião sobre cada um.
Marcos Hirakawa - Sem dúvida, o Miss Universo é o meu favorito e da maioria das pessoas porque é bem dinâmico, bem organizado, bem produzido, com alta qualidade de candidatas, bem apresentado, tem muita competição e vibração. Já o Miss Mundo é mais focado na beleza com propósito, mas esquecem de mostrar as semifinalistas, mostrando mais algumas candidatas e artístas cantando e ficamos decepcionados, pois não vemos nem um desfile durante todo o evento. O Miss Terra segue a linha do Miss Universo e é superior ao Miss Mundo pelo único fato de ter competição entre as semifinalistas.
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André Ângelo - Qual a sua vencedora favorita em cada um desses concursos?
Marcos Hirakawa -  No Miss Universo, a minha amiga no Facebook, Angela Visser, vencedora de 1989, amigável com todos;  no Miss Mundo, a indiana Ayshwaria Rai, e no Miss Terra, a brasileira Priscila Meirelles. No Miss Internacional, sem dúvida, a carioca Maria da Glória Carvalho, que venceu no mesmo ano da Martha Vasconcellos, 1968.
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André Ângelo  - E, dentre essas, qual sua favorita de todos os tempos?
Marcos Hirakawa - Sem dúvida, Angela Visser, que além de ser belíssima tem uma família muito bonita e por ser muito atenciosa com todos os seus admiradores no Facebook.
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André Ângelo - No início dos anos 2000, a principal polêmica no concurso Miss Brasil se deveu ao excesso de intervenções cirúrgicas de algumas candidatas, em especial Juliana Borges e Josiane Oliveira, campeãs em 2001 e 2002. O que acha das candidatas que recorrem às cirurgias plásticas para se saírem bem nos concursos? É válido ou a beleza natural deveria ser mais valorizada?
Marcos Hirakawa - Naqueles anos e nos dias de hoje vale tudo! Kkkkk...  Faz quem quer e quem pode! Quem não tem condições, azar! Kkkkk...
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André Ângelo - Ainda sobre polêmicas, acha que candidatas que mentem sobre terem posado nuas ou seminuas, mesmo sabendo que o regulamento proíbe, deveriam ser cassadas ou não?
Marcos Hirakawa - Não, pois todos mentem na vida real, nos concursos de beleza e em todos os segmentos da vida. Quem não mentiu alguma vez na vida para conseguir alguma coisa? Se não, é um santo!
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Jenna Talackova

André Ângelo - Em 2012, houve a participação de uma candidata transexual no concurso Miss Canadá e a mesma (Jenna Talachova) ficou entre as finalistas. Acha que todos os países deveriam aceitar a participação de transexuais ou elas devem participar apenas de concursos exclusivos de seu gênero?
Marcos HirakawaNo mundo atual e moderno, acredito que se um homem mudou de sexo para ser mulher tem o direito de concorrer em todos os concursos femininos que puder. O problema dela será ter mais beleza que as demais candidatas nascidas mulheres e ter mais conteúdo para vencer.

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Oxana Fedorova

André Ângelo - Por coincidência, em 2002, tanto a Miss Brasil Joseane Oliveira quanto a Miss Universo Oxana Fedorova foram destronadas. Quem levou a pior nessa situação? O Brasil ou o Universo?
Marcos Hirakawa - Sem dúvida o Universo. Oxana é a vencedora mais linda de todos os certames internacionais. Mais linda que a Aishwarya Rai.
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André Ângelo - Dos anos 2000 para cá, quais suas três Miss Brasil e Miss Universo favoritas e por quê?
Marcos Hirakawa -  Natália Guimarães, Miss Brasil 2007, linda e muito simpática; Fabi Niclotti, Miss Brasil,  porque era linda e continua linda e porque é minha amiga no Facebook;  e a Gabriela Markus, Miss Brasil 2012, linda e com um corpo de deusa. No Miss Universo, a Lara Dutta, pela beleza exótica e as respostas inteligentes que a levaram à vitória. Oxana Fedorava em 2002, porque é linda em todos os sentidos, a perfeição; e a Natalie Glebova, tão linda quanto  Oxana.
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Riyo Mori e Natália Guimarães
André Ângelo - Achou justa a derrota de Natália Guimarães em 2007; a não classificação de Fabiane em 2004; e a quinta colocação de Gabriela Markus em 2012, ficando atrás da americana e da filipina no Top 2?
Marcos Hirakawa  - A Natália Guimarães é mais bonita que a Riyo Mori, mas a japonesa respondeu com mais segurança. Criou-se um novo mito com a sua derrota, virou um ícone bem próximo da Martha Rocha e levantou os concursos de beleza no Brasil. A Fabi Niclotti merecia o lugar da Miss Trinidad & Tobago. A Gabriela Markus poderia ter sido pelo menos o terceiro lugar por causa da resposta, mas nunca iria ultrapassar a beleza da australiana Renae Ayris, que merecia ter vencido.
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André Ângelo -  Para Martha Rocha e Natália Guimarães, a derrota foi melhor que a vitória? Houve outras vices brasileiras no Miss Universo cujas derrotas não foram tão contestadas: Adalgisa Colombo, Terezinha Morango e Rejane Goulart. No caso dessas três, as vencedoras realmente foram melhores?
Marcos Hirakawa  - Embora a Martha Rocha e a Natália Guimarães fossem mais bonitas que as vencedoras, a derrota foi muito bom para elas. Sim,  com certeza.  A beleza da Adalgisa é bem superior ao da colombiana Luz Marina Zuluaga. Terezinha Morango não venceria mesmo a beleza da peruana Gladys Zender e a Rejane não venceria a beleza da australiana Kerry Anne Wells.
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André Ângelo - Em sua opinião, porque os concursos masculinos de beleza não são tão bem sucedidos nem projetam tanto seus misters como os concursos femininos?
Marcos Hirakawa - Porque o mundo é dominado pelos homens que são a grande maioria que controla as empresas que patrocinam os concursos de beleza. Se os gays e as mulheres dominassem o mundo, com certeza os concursos de beleza masculinos seriam melhores produzidos, teriam mais candidatos e mais audiência.
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André Ângelo - Entre o Evandro Hazzy e o Henrique Fontes, qual seu coordenador preferido? Qual deles terá mais êxito nos concursos internacionais em um futuro próximo?
Marcos Hirakawa - Gosto dos dois.  O Evandro Hazzy teve o azar de coordenar a Melissa Gurgel, escolhida por um júri muito tendencioso, e deu no que deu.  O Henrique Fontes, que está coordenando muito bem o Miss e Mister Mundo Brasil, teve a sorte de escolherem para ele a Julia Gama como Miss Mundo Brasil 2014. Eu a conhecí e também a fotografei e logo que a ví já imaginava que teriamos muita chances no Miss Mundo, título que já estava destinado para a Rolene Strauss. Acho que as duas coordenadorias estão muito próximas de ter uma vencedora nos Miss Universo e Miss Mundo. Questão de tempo.
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André Ângelo - E suas expectativas para o Miss Brasil Universo desse ano, com os estaduais tão atrasados e os problemas (barracos) em alguns já realizados?
Marcos Hirakawa  -  Não tenho nenhuma expectativa para nenhum certame nacional este ano. Os estaduais não estão atrasados, simplesmente mudaram suas datas, como é o caso do Miss Rio Grande do Sul. No dia da final, todas estarão lá.
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André Ângelo - Mas o fato de elegerem as representantes estaduais e consequentemente a nacional tão em cima da hora não é prejudicial para obter melhor resultado no certame internacional?
Marcos Hirakawa  - Quem chega preparada para os certames estaduais está preparada para o nacional e o internacional. Só falta escolher os guarda-roupas para cada evento e ter o passaporte atualizado.
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Paulina Vega
André Ângelo - Gostou das vitórias de Rolene Strauss e Paulina Vega no Miss Mundo  e no Miss Universo? Realmente foram merecedoras? Qual delas vem apresentando o melhor reinado em 2015?
Marcos Hirakawa  - A vitória da Rolene eu já imaginava no Miss Mundo, já no Miss Universo a Paulina tinha concorrência forte. Elas mereceram pelo que apresentaram, mas  no Miss Universo preferia que uma europeia tivesse vencido, a Diana Harkusha, Miss Ucrânia, ou a Desire Cordero,  Miss Espanha. Rolene está apresentando um bom reinado, mas Paulina está tendo um melhor reinado porque é mais reconhecido pelas agências fotográficas. É só ver a quantidade de capas de revistas que a colombiana obteve até hoje!


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Pia PaKarinen
André Ângelo Quais as misses e misters que já teve a oportunidade de fotografar e quem levaria o título de melhor fotogenia?
Marcos Hirakawa  - Natália Guimarães, Miss Brasil 2007; Rayanne Morais, Miss Brasil Internacional 2009; Debora Lyra, Miss Brasil 2010; Renata Fan, Miss Brasil 1999; Ximena Navarrete, Miss Universo 2010; todas as candidatas do Miss Universo 2011; todas do Miss São Paulo 2014 e Karla Mandro, Miss São Paulo 2010, entre outras. A mais fotogênica é a Pia Pakarinen, Miss Finlândia 2011,  e  Olessya Stefanko, Miss Ucrânia 2011.
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Mona Grudt
André Ângelo - Porque não temos uma Miss Universo europeia desde 1990, quando venceu Mona Grudt, da Noruega? Acha que não é do interesse econômico do Trump eleger uma europeia ou é porque as misses europeias desde então não têm beleza suficiente para serem eleitas?
Marcos Hirakawa  - O Donald Trump é  dono do Miss Universo, mas quem é a presidenta da Organização Miss Universo é Paula Schugart. Ela já afirmou que ele não mete a colher. A vencedora é escolhida por um corpo de jurados. Aí está o segredo, escolher as pessoas certas para elegerem a vencedora.  Se você é esperto é só notar quem está sempre nos jurados, de que procedência vêm. As latinas realmente têm mais vigor e vontade de vencer que as europeias, asiáticas e africanas e as da Oceania. E tem o problema do fuso horário que deve influir nas transmissões. São 22:00 horas  no Brasil, madrugada na Europa e manhã na Ásia.
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André Ângelo - Então a overdose de latinas vencedoras do Miss Universo é justa na sua opinião?
Marcos Hirakawa  - Embora tenha gostado de muitas europeias e asiáticas nos últimos anos, não tenho queixas das vitórias das latinas.
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André Ângelo - Achou justo o back to back para Ribeirão Preto no Miss São Paulo 2015 ou outra miss merecia o título?
Marcos Hirakawa  - Eu gostava da que ficou em terceiro lugar, mas a vencedora foi a melhor em todos os quesitos.  Eder Rodrigo Ignácio merece os aplausos por ter conseguido duas vitórias seguidas com a suas meninas. Quanto a vencer o Miss Brasil, tenho minhas dúvidas, pois ainda não vi as representantes dos outros estados eleitas e por serem eleitas.
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André Ângelo - Agora, uma perguntinha pessoal, caro Marcos Hirakawa. Qual a sua ascendência? Você aprecia a beleza das mulheres brasileiras ou prefere outra etnia estética? Acha que suas opiniões sobre as misses brasileiras são muito ácidas ou esse rigor com nossas meninas é justo?
Marcos Hirakawa - Sou democrático e justo. Aprecio as beleza de qualquer procedência. Não sou bairrísta nem patriótico. As mulheres brasileiras são umas das mais lindas do mundo, com certeza!
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André Ângelo - Tem alguma sugestão para melhorar o panorama dos concursos de beleza no Brasil? Coordenação, divulgação, realização, candidatas?
Marcos Hirakawa - No Miss Brasil não precisa mudar nada, só escolher melhor os jurados. Já no Miss Mundo Brasil comentei para o Henrique Fontes que precisa prestar mais atenção aos pequenos detalhes, como o que aconteceu na edição do ano passado, onde o cantor Andrio Frazon terminou de cantar e ainda tinha algumas misses desfilando na passarela. Acho que este ano a Organização do Miss Mundo Brasil vai ser mais bem produzida. O resto não mudaria nada. Cada um que arrume a sua casa.
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André Ângelo - Markito, foi uma honra e um privilégio te entrevistar. Muito obrigado pela oportunidade. Deixe uma mensagem para seus admiradores.
Marcos Hirakawa - Muito obrigado! Fiquem de joelhos e rezem bastante para que uma brasileira vença o Miss Universo, o Miss Mundo, o Miss Internancional, o Miss Supra International, o Miss Terra e o Miss Grand Internacional! Kkkkk...
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          Sou grato ao Marcos Hirakawa pela autorização que me deu para editar o material da entrevista que concedeu ao André Ângelo. PASSARELA CULTURAL continuará de olho em tudo aquilo que possa alimentar nossa SESSÃO NOSTALGIA

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