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SEJA BEM-VINDO ! SEJA BEM-VINDA! VOCÊ ESTÁ NO BLOG PASSARELA CULTURAL, cujas postagens, na maioria das vezes, são postadas aos sábados e domingos. Nossa trajetória começou em 02/07/2004, com o nome de Timbaconexão, como coluna sociocultural do extinto site de entretenimento Timbafest. Em 12/10/2007, Timbaconexão migrou para blog com o nome de PASSARELA CULTURAL, quando teve início a contagem de visitas. ***** Editor: DASLAN MELO LIMA - Timbaúba, Pernambuco, Brasil. ***** Contatos : (81) 9-9612.0904 (Tim / WhatsApp). E-mail: daslanlima@gmail.com

sábado, 14 de julho de 2012

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO

AUCICLEIDE COSTA, UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO


Daslan Melo Lima

    Naquele já distante 24 de março de 1998, o relógio marcava 8 horas da manhã, quando a jovem Aucicleide Almeida Costa, uma jovem tranquila e saudável, nascida em Feira Nova-PE em um 22 de agosto, e radicada há anos em Timbaúba, tomava banho.  De repente, ela sentiu uma espécie de picada na nuca. Passou a mão no local e não detectou nada de anormal. Saiu do banheiro e a sensação de desconforto foi ficando intensa. Levada a uma clínica, o diagnóstico impreciso apontou para algo referente a uma “crise nervosa”. Às 10 horas da manhã, Aucicleide estava tetraplégica.
      Filha caçula do casal Enivaldo Almeida Pereira Costa e Ana Faustina Costa, que lhe deu quatro irmãos, Aleide, Aelson, Aurileide e Albert, Aucicleide fez o Ensino Médio no Colégio Timbaubense e cursou o Magistério no Colégio Cenecista. Depois daquele dia conturbado, teve início uma verdadeira “via crucis” em sua existência: hospitalização, medicamentos, lágrimas... Mas também teve o alento das orações, muitas orações. O vírus que se alojou em sua coluna foi tratado, mas nunca identificado.  Lúcida o tempo todo, a jovem tinha uma determinação: não se submeter a nenhum medicamento de tarja preta, aqueles que pudessem turvar sua consciência. Aos poucos, a jovem foi sentindo seus membros, reaprendeu a se locomover e hoje, 14 anos depois, leva uma vida praticamente normal. 

     Na foto ao lado, Aucicleide ladeada pelas irmãs Aurileide e Aleide. As verdades de Aucicleide: Tenho muito orgulho da pessoa que sou hoje. Tive momentos de tristeza, mas nunca me senti infeliz.  A adversidade me ensinou muito, aprendi que a felicidade está nas coisas simples. Temos que ser felizes na simplicidade. Independente de religião, aprendi a conversar com Jesus no silêncio e a apreciar as leituras de livros como Tempo de Espera, A Cabana e O Ágape, e filmes como O Óleo de Lorenzo. O carinho da minha família foi e continua sendo importante na minha recuperação. Viver é viver o instante. Temos que ser felizes na simplicidade. Morrer é necessário. As pessoas nascem, crescem, envelhecem, adoecem... Há um momento em que chega a hora em que morrer é necessário.
     Ping-pong -  Comida: Chocolate.  Bebida: Água. Clube Esportivo: Sport Club do Recife. Cor: O contratste preto-branco. Programa de TV: Os da Canção Nova. Ator: Tony Ramos. Atriz: Maitê Proença. Um homem bonito: Meus irmãos e meus sobrinhos. Uma mulher bonita: Minhas irmãs e minha sobrinhas. Preferências musicais: As músicas de Bruno e Marrone, Aline Barros e Sandy e Junior.
    Você, leitor (a), imagine-se no lugar de uma jovem linda, inteligente, que de repente se viu privada de fazer tudo aquilo que é tão natural para a sua faixa etária. Se para vocês a visão é arrasadora está na hora de rever seus conceitos, basta fazer uma reflexão na trajetória de Aucicleide Costa. Ela  enfrentou a adversidade com elevado senso de religiosidade, independente de religião, e nunca duvidou que os milagres acontecem.

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 FATOS EM FOCO

BELEZA EM DOSE DUPLA  -  Adriana Apolinário, Garota Verão de Timbaúba 1991, e o seu filho Paulo Mendonça, segundo colocado  no concurso Mister ETE-Escola Técnica Estadual Miguel Arraes de Alencar 2012.
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DE OLHO NA FAMA - Joice Adélia, adolescente timbaubense, 16 anos,  residente no distrito de Caueiras, na vizinha cidade de Aliança, representou a praia de Candeias no concurso Miss Pernambuco Global Teen 2012, realizado recentemente no Teatro Beberibe, e conquistou um honroso segundo lugar. ***** O título de vice-Miss PE Global Teen também deu a Joice o direito de disputar o Miss Brasil Global Teen 2012, agendado para novembro, em Salvador, Bahia. ***** No mês passado, Joice Adélia foi eleita Miss ETE-Escola Técnica Estadual Miguel Arraes de Alencar. *****  (Foto: Facebook do Miss Pernambuco Global teen)


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MEMÓRIA TIMBAUBENSE
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Timbaúba-PE, 23/11/1966. Comemoração do último de aula da turma concluinte do curso ginasial do Colégio Timbaubense, na Sorveteria Brasília. Sentados, da esquerda para a direita, Aurinéia, Hiram Freire, Janice, Artur Ferreira, Mário, Edna Barbosa, Reginaldo Pessoa, Biu Mendes, Severino Barbosa, Everaldo, Antonio, Lourdes, Penha, Antonio Monteiro, Manoel Barbosa. Em pé, da esquerda para a direita, Edite, Nivaldo, Neide Apolinário, Josafá de Freitas, Rogério Lucena e Toninho. (Foto: Acervo de Josafá de Freitas). ***** PASSARELA CULTURAL pergunta: Você tem alguma história para contar envolvendo a Sorveteria Brasília?  Deixe  seu comentário no rodapé desta secção ou envie para daslan@terra.com.br .

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ROTEIRO POÉTICO DE TIMBAÚBA
RUA DE SÃO PEDRO, RUA DE SÃO JOÃO - O mês de junho se foi, levando consigo sons de fogos, forró e baião. O mês de junho se foi, mas algumas ruas permanecem decoradas com bandeirinhas coloridas. Quando a chuva e o frio de julho dão as mãos, eu acho que a Rua de São Pedro  gostaria de se chamar Rua de São João. - Daslan Melo Lima

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SESSÃO NOSTALGIA - Seriam as gaúchas as mais lindas brasileiras? - Capítulo 2


Daslan Melo Lima
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      Um leitor gaúcho, assíduo visitante desta secção, que prefere ser conhecido no mundo miss apenas como Silveira/Pel, enviou para o site  www.voy.com/185349.com um artigo sob o título “Seriam as gaúchas as mais lindas brasileiras?” Trata-se de um longo, inteligente, elegante e bem escrito  depoimento que o citado voy não publicou. Silveira/Pel repassou o texto para mim, o qual , devidamente autorizado pelo autor, foi dividido por mim em três capítulos. O primeiro saiu na edição passada,  http://passarelacultural.blogspot.com.br/2012/07/sessao-nostalgia.html . Este é o segundo capítulo. As minhas únicas intervenções no trabalho do Silveira/Pel foram as inserções de imagens de algumas beldades citadas na matéria.
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     SERIAM AS GAÚCHAS AS MAIS LINDAS BRASILEIRAS ? - Capítulo 2

Texto de Silveira/Pel

       Na fase do Miss Brasil dos Diários Associados, apogeu do certame nacional, havia, sim, uma enorme quantidade de concursos de beleza espalhados pelo estado afora. Aqui em Pelotas, por exemplo, além do Glamour, mais elitizado e existente até hoje com bastante expressão, havia o Rainha dos Estudantes Secundários, com representante,  inclusive, do colégio de freiras, o São José, o Rainha dos Estudantes Universitários,  o Mais Bela Comerciária, todos com seus respectivos certames estaduais. Dentre esses, os de maior projeção estadual, sem dúvida, eram o Rainha do Atlântico Sul, dos Diários Associados, promotora do Miss RS, com representantes de quase duas dezenas de praias gaúchas, e o Rainha das Piscinas do RS,  disparado, o de maiores frutos, que nos deu Yeda Vargas, Adriana Alves de Oliveira, Deise Nunes, se não me engano, Madalena Sbaraini, além de Maria Bernadete Heemann, semifinalista no Miss Mundo, além de Adriana Zselinsky, sem falar em Rejane Vieira Costa que surgiu aqui em Pelotas como Rainha da Piscina do Esporte Clube Cruzeiro, e que disputou ainda demasiado jovem a etapa estadual, sem se classificar. 

Ieda Maria Vargas, Rainha das Piscinas do Rio Grande do Sul 1962, Miss Porto Alegre-Miss Rio Grande do Sul-Miss Brasil-Miss Universo 1963.(Foto: capa da revista Manchete)

       Hoje, de todos esses, verdadeiros trampolins para o Miss RS, a exceção do Glamour Girl, nenhum mais existe, creio eu, embora tenha sido criado um de nome similar ao da Caldas Júnior, o Soberana das Piscinas, de muito menor expressão, e mais um que outro de alcance local ou regional. Também não há mais os empórios jornalísticos e de comunicações que, em geral, davam vida e visibilidade aos mais importantes daqueles certames de outrora. Em compensação, também entre nós existe a Rede Globo. E cabe aqui o registro de que essa rede nacional,  tão avessa aos certames de beleza por todo o país, aqui em nosso estado, chegou a encampar a realização do Miss RS,  por quatro ou cinco anos, até o Miss Brasil de Gaeta vincular-se à Rede Bandeirante. No último deles, em que Fabiane Niclotti venceu o Miss Brasil, o Miss RS fora realizado nos moldes do Garota Verão, com as diversas repetidoras regionais da RBS encarregadas de providenciar a representante de cada município receptor de sua imagem. Fabiane foi o primeiro e único fruto dessa modalidade de seleção, quando o Miss Brasil inclusive já havia passado para a Band.  Para nosso certame estadual, portanto, não chegou a ser uma vantagem o vínculo do Miss Brasil  com a Bandeirante. Além dessa vivência da afilhada da Globo com o Miss RS, a RBS ainda tentara anteriormente fazer um outro certame no estado, o Mais Bela Gaúcha, de cunho tradicionalista, que foi boicotado, lamentavelmente. O Movimento Tradicionalista Gaúcho que já fazia o Mais Prendada Prenda do RS proibiu aos CTGs seus filiados de enviarem representantes a esse certame que chegou a nos mostrar pela televisão maravilhosas estilizações do traje de prenda tradicional das mulheres do RS nos dois ou três anos em que, a duras penas, conseguiu sobreviver. 

Rejane Vieira Costa, Miss Pelotas, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil, vice-Miss Universo 1972. Como Rejane Goulart (nome de casada) tornou-se depois atriz e participou de algumas telenovelas. (Foto: Manchete).                                               
             E aqui cabe uma indagação interessante. Porque essa afilhada da Globo só no RS  chegou a promover o certame estadual com vistas ao Miss Brasil Universo? Por que ela tentara criar um Mais Bela Gaúcha e, há cerca de trinta  anos, promove nos dois estados que ela abarca, SC também, o mais abrangente certame de beleza do país, o Garota Verão? Com certeza, não faltará quem simplifique as coisas afirmando creditar esta opção da RBS pelos certames de beleza no RS à cultura dominante dos gaúchos em relação a tais concursos. Para contraditar esta suposição, eu aqui só lamento que, nos três ambientes por onde costumo circular, tanto o acadêmico, como o ruralista, além do grupo de velhos amigos (as) de juventude que passava suas férias estudantis de verão e de inverno em uma minúscula, fria, mas paradisíaca cidadezinha do interior gaúcho a cinquenta quilômetros do Uruguai, como eu gostaria de ter, ao menos em um destes segmentos, uma pessoa ao menos com quem pudesse conversar a vontade sobre esses concursos que, desde minha infância, ocupam o lugar do futebol como  meu hobby principal. Infelizmente, tal assunto não é tratado em qualquer desses meus grupos tão diversificados.  Também aqui no RS, parece que o interesse pelos certames de beleza passou, com o tempo, a restringir-se predominantemente e quase só a grupos muito específicos, o que é uma pena este seu reduzido alcance. Portanto, tenho minhas reservas quanto à existência dessa cultura generalizada dos concursos de beleza aqui pelo extremo sul. Mas eu volto a abordar esta questão.

Madalena Sbaraini, Rainha do Atlântico Sul 1976, Miss Porto Alegre 1977, Miss Rio Grande do Sul, vice-Miss Brasil e  quarta colocada no Miss Mundo 1977. (Foto: Manchete)

        Por outro lado, se fizermos um paralelo entre o Rainha das Piscinas e o Garota Verão, dois certames similares de épocas distintas, podemos tirar algumas conclusões interessantes. A primeira delas, ambos se constituem no maior concurso de beleza de suas épocas, no RS. O Garota Verão atrai milhares de participantes, com candidatas de quase todos os municípios do estado, mais praias do Atlântico, praias fluviais, lacustres e até de arroios, representantes de vilas, que são reunidas em seletivas regionais, de modo a deixar para a final, ainda assim, nada menos de oitenta concorrentes. O Rainha das Piscinas, com representação de clubes com piscina, o que nem todos ainda a possuíam naquela época, chegou a reunir até um pouco mais de cinquenta participantes, sem  nunca ter precisado fazer eliminatórias para reduzir o seu número, na final. 

Adriana Zselinsky, Miss Rio Grande do Sul, quarta colocada no Miss Brasil 1980.(Foto: Manchete)
              O Rainha das Piscinas, no entanto, forneceu um contingente muito maior de participantes ao Miss Brasil, que viriam a se salientar em certames internacionais. E mais uma diferença fundamental. No Rainha das Piscinas,  suas concorrentes costumavam ser selecionadas a dedo pela diretoria de clubes sócioesportivos categorizados que, dentre as freqüentadoras de sua piscina, pinçava  a que  reunia as melhores condições, isto quando não eram feitas seleções internas, com um bom número de participantes. Além do mais, eram garotas de no mínimo quinze anos, podendo muito bem ultrapassar os vinte.  
 Fabiane Niclotti, Miss Gramado, Miss Rio Grande do Sul e Miss Brasil 2004. (Foto: Divulgação)

       Quanto à essa seleção, o Garota Verão tem um perfil muito mais  popular. As próprias interessadas, com certeza, com o aval de seus pais, com a idade mínima de apenas treze anos, e não mais de dezoito, procuram inscrever-se no concurso, diga-se de passagem, a maioria sem qualquer condição, embaladas pela imensa visibilidade que o certame propicia, vendo nele como que um atalho para mais rapidamente chegarem ao Olimpo de Gisele Bündchen e das outras duas top models gaúchas citadas por Marcos 56, em um de seus banners. E aqui, sim, as idéias de Lai e de Guigo podem ter algum fundamento. Gisele e as outras top gaúchas  constituem-se numa miragem para estas suas sonhadoras conterrâneas, a maioria delas, parecem-me, de condição econômica e social tão modesta quanto fora a de Gisele, a grande musa inspiradora de todas essas garotas. Daí, sim, ter podido formar-se neste específico segmento sócio econômico, uma cultura voltada aos concursos de beleza, enfatizada por  Guigo, ou um interesse muito maior por tais concursos, ressaltado por Lai. 

Taise Rodrigues Dias, representante de Balneário Valverde, da região da RBS TV Pelotas, Garota Verão do Rio Grande do Sul 2005. Ela tinha 17 anos quando disputou a final do concurso em Capão da Canoa e venceu outras 79 garotas de todo o estado. Taíse morou  1 ano e meio na China e atualmente vive  na Tailândia, exercendo a carreira de modelo fotográfico. (Foto: http://wp.clicrbs.com.br ) 

               Mas o objetivo destas meninotas, que surgem aos magotes a cada verão, não é o Miss Brasil. Daí que as  vencedoras de tal certame não se dispõem a concorrer ao Miss RS, desde que  tenham conquistado de imediato um espaço pelo menos promissor rumo ao tão sonhado posto de top model.  É o caso de Juliana Möeller, da pelotense Taise Rodrigues Dias que também venceu o Garota Verão representando a praia lacustre do Valverde e que, até hoje, anda pelas Filipinas e Tailândia modelando, caso semelhante ao de Paula Bach revelada na segunda edição do Mais Bela Gaúcha aos dezesseis anos  e que, sem aparecer em sua final, já andava por Paris, antes de ter sequer idade para ser miss.
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Na próxima edição de PASSARELA CULTURAL, o terceiro e último capítulo de SERIAM AS GAÚCHAS AS MAIS BELAS BRASILEIRAS ?
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sábado, 7 de julho de 2012

DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Manoel Matias Barbosa e Carmelita Vasconcelos Barbosa, um orgulho timbaubense

          
          Ele e ela são de uma geração onde as pessoas levavam a sério o juramento feito no altar: fiel na alegria e na dor, na saúde e na doença, até que a morte nos separe. Lindos, felizes e  lúcidos, Manoel Matias Barbosa e Carmelita Vasconcelos Barbosa dão um exemplo incontestável de que o Amor entre duas pessoas pode superar a  rotina e o passar dos anos. 
              Ele completou 94 anos de idade no dia 21 do mês  passado, enquanto ela fez 91 em 12 de março. O casamento fez 66 anos no dia 28 de fevereiro. 

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           Conversar com o Sr. Manoel Matias Barbosa, na lucidez dos seus 94 anos de idade, completados em 21 de junho, é mergulhar no túnel do tempo timbaubense. Ele é casado com Carmelita Vasconcelos Barbosa, também lúcida, 91 anos feitos  no dia 12 de março, uma união feliz que dura desde 28/02/1946. Funcionário aposentado do IBGE, leva uma vida tranquila ao lado da sua amada numa bela casa perto da AABB. Sua vida, no entanto, nem sempre foi um mar de rosas.  Perdeu o pai aos 4 meses de idade e a mãe aos 9 anos. Foi educado por um tio e começou a trabalhar muito cedo. 

       
       O Sr. Manoel Matias Barbosa toca ao piston sua música inesquecível, Taí, composição de Joubert de Carvalho (1900-1977), o maior sucesso da carreira da cantora Carmen Miranda (1909-1955). 

Taí 
Eu fiz tudo pra você gostar de mim 
Ah meu bem não faz assim comigo, não 
Você tem, você tem
Que me dar seu coração.

Meu amor, não posso esquecer 
Se dá alegria, faz também sofrer 
A minha vida foi sempre assim 
Só chorando as mágoas que não tem fim
A minha vida foi sempre assim
Só chorando as mágoas que não tem fim.

Taí 
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Ah meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração.

Essa história de gostar de alguém
Já é mania que as pessoas têm 
Se me ajudasse Nosso Senhor 
Eu não pensaria mais no amor
Se me ajudasse Nosso Senhor
Eu não pensaria mais no amor. 

Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Ah meu bem não faz assim comigo, não 
Você tem, você tem 
Que me dar seu coração.

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    Um pouco do Sr. Manoel Matias Barbosa no melhor estilo entrevista pingue-pongue

Um livro:  A Bíblia. 
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Uma personalidade timbaubense que a história guardou: 
Dr. João Ferreira Lima Filho.
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Uma música: Taí, de Joubert de Carvalho, gravada por Carmen Miranda.
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Um clube esportivo: Torço pela Seleção Brasileira.
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Uma festa: Os  finais de ano em Timbaúba. 
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Uma saudade: A do meu tempo de estudante no Colégio Timbaubense, onde fui aluno do Prof. José Mendes da Silva.
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Motivo de orgulho: Meus filhos Clóvis, Matilde, Cláudio, Marta, Mirtes, Carlos, Clodoaldo e Claudemir. Eles já me deram 14 netos e 7 bisnetos. Quando os meninos nasciam,  eu colocava os nomes com a letra C, em homenagem  a Carmelita. Quando as meninas nasciam, ela colocava os nomes com a letra M, em minha homenagem. Meus filhos são como as estrelas no céu que se multiplicam.
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Santo de devoção: Deus.
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A morte é... O fim da vida material, mas o espírito continua.
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O segredo de uma vida conjugal feliz:  Saber compreender, amar e não se esquecer de se voltar para Deus, sempre.
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Como era a Timbaúba de antigamente: Uma cidade muito tranquila. O Alto da Independência era um ponto de encontro familiar. As famílias subiam para lá aos domingos, a fim de apreciar a paisagem. Era uma beleza.
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Um lugar inesquecível: A praia de Pitimbu, onde tenho uma casa.
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O casal e seus oito filhos, em 1971, nas Bodas de Prata do seu casamento. Na frente, junto a D. Carmelita, Clodoaldo, e ao lado do pai, Claudemir. Atrás, da esquerda para a direita, Carlos Alberto, Cláudio, Clóvis, Matilde, Marta e Mirtes.
Em encontro recente, o casal e seus oito filhos. Na frente, ao lado de D. Carmelita, Marta, e ao lado do Sr. Manoel, Clodoaldo. Atrás, da esquerda para a direita, Claudemir, Carlos, Mirtes, Clóvis, Matilde e Cláudio.

Sr. Manoel e D. Carmelita ao lado de alguns dos seus 14 netos e 7 bisnetos. 
        Quando jovem, Sr. Manoel adorava carnaval. Tocava piston nas memoráveis festas da Liga Lítero Atlética e acrescenta um detalhe curioso:  Cheguei a tocar no Cabaré Rosa de Ouro e por conta do preconceito das famílias tradicionais para com as “meninas da vida”, na hora do show dávamos as costas a elas.  
         Detalhe: O Sr. Manoel até há pouco tempo dirigia automóvel e D. Carmelita até hoje adora bordar e costurar. 

          
            Por suas histórias de pessoas íntegras e  equilibradas, exemplos de vida para toda a comunidade, o casal Manoel e Carmelita é um orgulho timbaubense.
                                  
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DE TIMBAÚBA PARA O MUNDO - Memória timbaubense - São João 2012 - Roteiro poético de Timbaúba

                                
MEMÓRIA TIMBAUBENSE 
APA
 ASSOCIAÇÃO PAROQUIAL DE ASSISTÊNCIA


Imóvel onde funcionou a APA-Associação Paroquial de Assistência, cuja construção foi iniciada em 1953, por iniciativa do Monsenhor José Marques da Fonseca (1900-1979), e inaugurada em 1º/05/1963. 

      A singela capela, dedicada a São José Operário, patrono da instituição, foi demolida nos anos 2000, com o propósito de se construir no mesmo espaço um templo maior. A capelinha foi destruída, mas a igreja nova não foi erguida. 
   Foi na APA que funcionou a Faculdade de Timbaúba, antes de a mesma se mudar para o prédio próprio, no bairro de Sapucaia. O imóvel da APA continua nas mãos da Igreja Católica. 
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Foto extraída do livro Timbaúba Ontem e Hoje, Volume l, Timbaúba. PE, 1992 - Lusivan Suna, Edição do Autor - Página 185.
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Cópia completa de matéria sobre a APA, extraída do livro Timbaúba Ontem e Hoje, Volume l, Timbaúba. PE, 1992 - Lusivan Suna, Edição do Autor - Página 185.
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"Almofada" original da porta principal da APA, em madeira de lei cedro. Material de demolição, peça pertencente ao acervo de Daslan Melo Lima, editor do blog PASSARELA CULTURAL. ***** Dimensões: 60 cm de comprimento por 34 de largura. Espessura: 4 cm.
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Aspecto da APA sem a capela de São José Operário. 
                    Foto: Facebook/Timbaúba em números, fatos e fotos.                          ---------------

Os arcos da Apa, Associação Paroquial de Assistência, no bairro de Três Cocos, são  as molduras preferidas do Vento, que passa invisível no final da tarde, indo e vindo para o Alto Santa Terezinha. - Texto poético e foto de Daslan Melo Lima.


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UM SÃO JOÃO PARA RECORDAR
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 Gilmara e Urias Rodrigues Nery
   Débora Giselly e Henrique Neto
Isabela Moura e Theo Henrique
 Cezário Jr e Milena Vieira
 Ivaldo Apolinário e Ester Lopes

Juca Queiroz e Mirele Vieira

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ROTEIRO POÉTICO DE TIMBAÚBA

OS COCOS DE TRÊS COCOS - Sob um céu infinitamente azul, o vento traz canções do mar para os coqueiros da Av. Almirante Barroso, no bairro de Três Cocos. Tranquilo, um senhor sobe para tirar cocos, talvez cantando em silêncio aquele frevo que diz "Eu quero me trepar num pé de coco. / Eu quero me trepar pra tirar coco. / Depois eu quero quebrar o coco, / pra saber se o coco é oco, / pra saber se o coco é oco."

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MEMÓRIA TIMBAUBENSE 


Manoel e Carmelita, um orgulho timbaubense

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SESSÃO NOSTALGIA - Seriam as gaúchas as mais lindas brasileiras? - Capítulo 1

Daslan Melo Lima
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      Um leitor gaúcho, assíduo visitante desta secção, que prefere ser conhecido no mundo miss apenas como Silveira/Pel, enviou para o site  www.voy.com/185349.com um artigo sob o título “Seriam as gaúchas as mais lindas brasileiras?” Trata-se de um longo, inteligente, elegante e bem escrito  depoimento que o citado voy não publicou. Silveira/Pel repassou o texto para mim, o qual será transcrito nesta secção, devidamente autorizado pelo autor, na íntegra, em três capítulos, um por cada edição semanal de PASSARELA CULTURAL. As minhas únicas intervenções no trabalho do Silveira/Pel serão as inserções de imagens de algumas beldades citadas na matéria.
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                        SERIAM AS GAÚCHAS AS MAIS LINDAS BRASILEIRAS ? - Capítulo 1

Texto de Silveira/Pel

 
      Esta é a instigante e venenosa questão proposta  por Marcos 56, por mais de uma vez.  Preferi não entrar na controvérsia. O assunto é por demais complexo para esgotá-lo em umas poucas palavras. Parto do princípio de que não tenho condições de afirmar serem as gaúchas as mais lindas brasileiras.  Não é conhecendo superficialmente a maior parte do país, que teria embasamento para tirar tal conclusão. E já passaram pelo Miss Brasil  mulheres tão maravilhosas oriundas de tantos  estados brasileiros, que isto mostra existirem beldades nos mais diversos recantos do país.
       Sem ter, portanto, a pretensão de afirmar estarem no RS as mais bonitas, ou o maior número, posso constatar, sem qualquer ufanismo que, por vezes, surpreendo-me e fico de boca aberta com as beldades com quem por aqui me defronto casualmente. As misses pelotenses destas últimas décadas, por exemplo, com honrosas exceções, não expressam mais a beleza de mulheres por quem passo, volta e meia, sejam elas da própria cidade ou estudantes de outras plagas, tal como ocorre  com a cidade também universitária de Santa Maria, que detém,  com muita justiça, a hegemonia gaúcha nos certames de beleza atuais.

 Vera Brauner, Miss Pelotas, Miss Rio Grande do Sul, segunda colocada no Miss Brasil e vice-Miss Beleza Internacional 1961.
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                     E só para ilustrar a constatação acima, dentre estas jovens lindas encontradas em Pelotas, em algumas ocasiões, aqui já me encantei, além de loiras e morenas, com quatro beldades de origem afro, daquelas do tipo Deise Nunes, uma já há alguns anos, na formatura do Direito de Eunice Pratti, no mesmo Teatro Guarani, onde presenciei a vitória de Vera Brauner no Miss RS,  frente à primeira Rainha das Piscinas do RS, Hilda Helena Pretto da cidade de Santa Maria, que já começava a despontar.  Mulheres lindas, porém, existem em todos os recantos do estado, não é um privilégio de Pelotas ou de Santa Maria. Porto Alegre, que pouco tem figurado no Miss RS, é um celeiro de verdadeiras beldades. Há algum tempo, fui rapidamente à capital do estado e, na tarde em que lá permaneci, no restaurante onde almocei, na 24 de Outubro, encontrei uma garçonete que, lapidada, daria uma excelente miss e, no elevador do Hospital Moinhos de Vento, uma beleza de fechar o comércio, talvez mais linda do que muita Miss Brasil. De outra feita, em um casamento em Gramado, com gente de diversos pontos do Rio Grande, fiquei extasiado com a beleza de duas jovens, uma loira e outra morena, dentre outras quase tão belas, além de mais uma ou duas avistadas lá pelo centro da cidade. E de passagem pela pequena Pinheiro Machado, avistei uma jovem muito mais bela do que a representante desta cidade na classificatória do Miss RS realizada pouco depois. 

 Deise Nunes, Miss Rio Grande do Sul, Miss Brasil e semifinalista no Miss Universo 1986.

                   Pena que estas beldades tão pouco se interessem hoje em dia pelos certames de beleza, no que concordo inteiramente com Ander, quando faz tal afirmação, numa daquelas discussões provocadas por Marcos 56. Aqui conheço muito duas irmãs lindas. Ambas foram  Glamour Girl de Pelotas, apresentadas a cada ano pelo clube de maior prestígio da cidade e que, a exemplo das demais entidades sócio esportivas de Pelotas, só indicam candidatas para esse certame, por ser organizado por senhoras da alta sociedade, em benefício da Liga Feminina de Combate ao Câncer que o realiza em todo o estado. Pois jamais me animei a perguntar a essas duas meninas cheias de qualidades, que dariam ótimas Miss Pelotas, se elas sequer aceitariam o título em questão, pois tenho de antemão certeza que isso estaria totalmente fora de suas cogitações. Aline André creio ter sido a única dessa galeria de detentoras do título de Glamour que participou do Miss RS. E aí está a explicação para os que reclamam que as misses gaúchas, últimas vencedoras do Miss Brasil, estão aquém das beldades riograndenses das primeiras décadas do Miss Brasil. Só que isto também é válido para as representantes estaduais das outras unidades da federação.

Aline André, Miss Pelotas, vice-Miss Rio Grande do Sul 2007 (Foto: Coluna da Mariana Oliveira-Diário Popular-Pelotas,12/02/2012)

                  A verdade é que a campanha das feministas contra as misses, já há bastante tempo, e dos repórteres que com elas fizeram coro, fez até hoje um imenso estrago no prestígio dos certames de miss. A propósito dessas mulheres lindas que a gente vai encontrando, ocorreu-me um fato  muito pertinente, que permite levar adiante esta reflexão.  Na festa de formatura da Medicina, de uma colega de turma de Aline André,  vice Miss RS de Carol Prates, a certa altura, fui apresentado a um jovem par muito bonito, e fiquei sabendo  ser ela do Piauí, que viera para a formatura com o namorado, gaúcho que trabalha em Teresina . Esta é outra jovem que me  pareceu bem mais bela do que as representantes de seu estado, pelo menos, das que consigo recordar, o que fez dar-me conta de que, mais belas do que suas misses, existem não apenas no RS. Também não há dúvida quanto à diversidade de tipos de beleza aqui existentes, fruto desse caldeirão étnico formado principalmente pelo português, pelo alemão, pelo italiano, aqui em Pelotas também pelo francês e por um muito expressivo contingente de afro descendentes concentrado na parte sul do estado, especialmente em minha cidade, pólo principal da antiga produção do charque que, ao contrário do Uruguai e Argentina, como muito bem salienta Fernando Henrique Cardoso em sua tese de doutorado, por aqui  teve a mão de obra escrava como sua força de trabalho primordial. Mas essa diversidade étnica também não é exclusividade nossa, ela existe igual nos demais estados do sul e em São Paulo, que ainda atraiu o maior número de imigrantes japoneses, além de forte migração interna, especialmente a nordestina.
              Por outro lado, a afirmação de Lai, nessa discussão propiciada pelos banners de Marcos 56 de que, no RS, as mulheres se interessam muito mais por concursos de beleza, e a similar de Guigo de que há no estado gaúcho uma cultura de valorização dos concursos de beleza, fizeram-me muito refletir. O que constato, porém, em minha cidade, para meu desalento, é a morte do concurso Miss Pelotas. E assim, por falta de tais organizadores, os certames não mais vem sendo realizados na maioria das cidades que enviam representantes ao Miss RS.  

 Athena Cunha, Miss Pelotas, vice-Miss Rio Grande do Sul 2012.


               Hoje, em todo o estado, a exceção de umas poucas cidades que ainda possuem abnegados, como o colunista social Lanei Langaro em Canoas, a maioria de nossas misses estão sendo indicadas por agências de modelos. É tal o desinteresse pelo concurso, que minha cidade foi representada por Athena Cunha, pelo que me consta, do Paraná. Nem por isso, vou considerá-la, nem tratá-la como uma estrangeira, como chegou a ser feito  por alguns com as gaúchas Francieli Fischer e com Ruth Böch. Athena é tão somente uma brasileira de outro estado irmão que, diante da indiferença das beldades pelotenses,  representou a beleza de uma cidade com tanta tradição nesse tipo de certame. Athena, por certo, valorizou ainda mais o Miss RS de que participou, conseguindo um mais do que honroso segundo lugar. Acho que  temos sempre de somar, jamais de dividir, de subtrair, de discriminar  e, muito menos, de tentar destruir o que tem sido feito. O que não quer dizer, se ocorrem erros, que eles não devam ser apontados para que possam mais facilmente serem corrigidos.
              Será que esse desinteresse da maioria das mais belas gaúchas pelos concursos municipais, confirmado por Ander, nega as afirmações de Lai e de Guigo a respeito dos certames de miss aqui no sul? Cabe mais uma vez, um aprofundamento da questão, através da qual,  pode-se tirar algumas conclusões.
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Na próxima edição de PASSARELA CULTURAL, o segundo capítulo de SERIAM AS GAÚCHAS AS MAIS BELAS BRASILEIRAS ?
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